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O Pietro é um robô que promete cozinhar pizzas com qualidade em apenas três minutos. Sim, amigo leitor: o mesmo tempo que um Miojo leva para ficar pronto.

Será que a gente deve acreditar nisso?

Todo mundo sabe que nada que é feito em três minutos consegue ficar tão bom assim. Indo de sexo até… Miojo. Exceto é claro dois gols da Alemanha contra o Brasil na semifinal da Copa do Mundo de 2014 (7 a 1, jamais te esqueceremos…).

 

 

 

Uma tecnologia em constante expansão

 

Ainda estamos nos acostumando com o fato que os robôs podem preparar os nossos alimentos (mesmo contando com uma certa intervenção humana no processo), e diferentes autômatos apareceram com o objetivo de substituir a Paola Carosella na cozinha (algo impossível, pois robô nenhum teria o carisma dela).

Por exemplo, o Flippy prepara hambúrgueres. O Alfred prepara diversos pratos sozinho, e até o robô que cozinha cachorros quentes, ou que faz tortas francesas.

Os robôs de preparação de pizza é uma obsessão da ciência, e esse processo de elaboração do prato de forma autônoma evoluiu tanto, que hoje essas máquinas se tornaram relativamente comuns em alguns mercados.

Porém, insisto: será que são boas o suficiente para entregar uma pizza minimamente gostosa?

Se bem que é difícil errar em pizza, não é mesmo?

 

 

 

O que o Piestro pode fazer pela sua fome?

 

O Piestro nada mais é do que uma máquina enorme, onde todo o processo de preparação da pizza acontece bem na frente do cliente, que pode conferir se a IA temperou ou não o molho de tomate com meleca do nariz.

O robô conta com uma tela touch, onde o usuário seleciona os ingredientes e realiza o pedido, podendo escolher as características da pizza através de um app para smartphones. Depois de realizar o pedido, o sistema inicia a preparação da pizza, utilizando uma das massas pré-assadas e adicionando no momento certo os ingredientes selecionados pelo cliente.

Algo que qualquer ser humano com o mínimo de habilidade poderia fazer. Mas que os geeks viciados como eu vão achar muito mais legal ser feito por um robô.

Uma vez que a pizza está montada, ela vai para o forno. Quando ela estiver pronta, o robô a adiciona em uma caixa, e o alimento é entregue ao consumidor, que vai retornar para a sua residência e comer a pizza enquanto assiste a mais uma reprise do Campeonato Carioca de futebol (Fluminense x Friburguense, jogo de quinta-feira à noite, com narração do Luiz Roberto).

Os desenvolvedores do dispositivo explicam que, por conta da redução de custos que a automatização do processo de produção de uma pizza pode oferecer (pois robôs não cobram salário, hora extra, décimo terceiro, direitos trabalhistas, não processa o patrão e nem fica procrastinando durante o trabalho), é possível utilizar ingredientes de melhor qualidade e, consequentemente, oferecer pizzas melhores.

Além disso, a Piestro se diferencia das demais máquinas por não se limitar a assar pizzas congeladas, mas sim prepará-las do zero. Tá… só não vi esse robô fazendo a massa, que já vem pré-assada. Será que foi aqui que apareceu a tal intervenção humana que eles não querem contar?

Seja como for, o Piestro é só um protótipo funcional nesse momento, e seus desenvolvedores lançaram uma campanha de crowdfunding para obter os fundos necessários para a produção do robô em larga escala e, dessa forma, lançar o produto no mercado.

 

 

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