A Black Shark, subsidiária da Xiaomi, vai apresentar um smartphone pensado nos games, para competir com a aposta da Razer, com um preço mais competitivo.

A pergunta é: será que a Xiaomi realmente precisa fazer isso?

Os rumores apontam para um dispositivo octa-core com Snapdragon 845 de 64 bits, com variamente com diferentes capacidades de RAM e processamento. O modelo mais acessível terá 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, enquanto que o mais completo contará com 8 GB de RAM e 256 GB. Completam o pacote o modo de recarga rápida Quick Charge 3.0 da Qualcomm e o Android 8.0 Oreo.

O modelo contaria com o Shark Space, o equivalente do Game Center, com otimizações para vários jogos.

A pontuação desse dispositivo no Geekbench foi muito alta, até mesmo para um dispositivo com Snapdragon 845. Há quem diga que o novo sistema de resfriamento dos componentes internos estão produzindo tal milagre.

 

 

E, sobre a pergunta do título desse post… sem sombra de dúvidas! Precisamos de mais smartphones pensados nos games.

Os desenvolvedores de jogos estão olhando mais para as plataformas móveis, já que os smartphones estão cada vez mais potentes. No futuro, podemos ligar os smartphones na TV para obter uma potência extra para os jogos, que terão desempenho muito próximo aos games de console ou do computador.

Um novo player como a Xiaomi chegando nesse mercado vai contribuir para uma melhor relação custo/benefício para esse tipo de equipamentos, levando os fabricantes de jogos a desenvolverem títulos cada vez melhores.

Logo, todos ganham com isso. Inclusive nós, meros mortais, que gosta de rodar alguns jogos nos smartphones.