O pior sistema operacional que eu usei? Fácil: Windows Vista (consegue ser pior que o nefasto Windows 2000). Mas escolher o pior console de videogame que eu já tive é algo bem difícil. É mais fácil escolher o pior console da história. A nostalgia impede que a gente escolha algum videogame como o pior, pois naquela época o que a gente tinha era o máximo.

Historicamente, muitos consoles de videogames eram bem ruins, e merecem o título de pior console da história. Um deles é o Apple Bandai Pippin, que gerou uma expectativa enorme, mas não chegou a ter um jogo sequer que realmente valesse a pena investir o sagrado dinheiro nele.

Há vários outros candidatos que merecem o título com méritos próprios ou justificativas de sobra para serem reconhecidos como o pior videogame da história, como são os casos do Atari Jaguar e do 3DO, mas dois sistemas ao menos contavam com alguns jogos que conseguiram aproveitar do seu máximo potencial de verdade, com resultados que são divertidos para muitos jogadores.

 

 

A nostalgia impede a minha crueldade

 

Se a lista se limitar aos consoles de videogames que eu tive ao longo da vida, o pior mesmo é qualquer clone do Nintendo NES que passou pela minha mão. Top Game, Turbo Game, Dynavision… todos eram bem fracos tecnicamente, mesmo reproduzindo os jogos do Nintendo 8 Bits.

E os cartuchos que prometiam “mais de 100 jogos”, mas que na verdade contava com no máximo 10 jogos que se repetiam umas 10 vezes. Os consoles clones tinham muitas dificuldades na hora de ler os jogos originais da Nintendo, e paravam de funcionar algum tempo depois da compra.

Nesse aspecto, o Master System (SEGA) sempre foi tecnicamente superior. Não tinha clones, os jogos entregavam gráficos melhores, trilhas sonoras envolventes e o seu controle clássico que era simplesmente maravilhoso. E a pistola oficial desse videogame? Horas e horas matando caubóis e patos!

E nem por isso eu saio por aí atirando nas pessoas, tá?

Também devemos colocar nessa equação os “consoles” que decepcionaram por não cumprir com todas as expectativas, como por exemplo os clássicos games portáteis em formato de console com tela preto e branco. E, de novo, a nostalgia me impede de chamar de pior, pois apesar de ser bem ruim hoje, era (de novo) o máximo que a tecnologia entregava na época.

E a nostalgia me impede em ser muito cruel com as coisas que já amei.