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No dia 18 de junho, completou-se quatro anos do lançamento do primeiro Microsoft Surface, um produto que no seu início gerou sensações contrapostas e até chegou a ser muito criticado por empresas como a Apple, que via o dispositivo como um híbrido desnecessário, mas que anos depois deu o braço a torcer, “pegando emprestado” o conceito para lançar o seu iPad Pro.

 

Aposta ambiciosa que deu certo com o passar do tempo

A aposta inicial da Microsoft foi muito ambiciosa, e por isso acabou lançando um modelo baseado na arquitetura ARM e Windows RT, com um custo acessível, além de outro modelo x86 com Windows 8. O primeiro modelo não teve muito sucesso nas duas primeiras gerações, e acabou sendo descontinuado com certa facilidade.

Já a linha baseada em CPUs x86 seguiu adiante, e experimentou uma pequena evolução, onde a Microsoft foi polindo o conceitou aos poucos, ajustando pequenos detalhes e incluindo componentes mais modernos e potentes.

Podemos dizer que o Surface marcou sim um “antes e depois” no mundo dos computadores portáteis, mostrando efetivamente o valor único que poderiam oferecer os equipamentos no formato 2 em 1, e confirmando que era possível sim desfrutar de toda a potência de um PC de verdade em um equipamento que pesa menos de um quilo.

Aqueles que compraram o Microsoft Surface ainda contam com um dispositivo muito capaz e potente, uma vez que utilizam um processador Intel Core de terceira geração (Ivy Bridge) fabricados em 22 nanômetros, acompanhados de 4 GB de RAM e telas com resolução de 1080p.

Com isso, a Microsoft cumpriu o seu objetivo, mesmo com as reticências iniciais, já que não só popularizou um novo conceito de equipamento portátil, mas também serviu de inspiração para outros fabricantes do setor.