Pedofilia é um assunto polêmico. Aliás, nem deveria ser: qualquer pessoa de bom senso é contra a prática, em qualquer instância. Porém, o assunto pode piorar quando descobrimos que existe um tipo de pedofilia cibernética: aquela praticada com robôs com formato de menores de idade.

Sério… qual é o sentido disso?

Nenhum, certo?

Tudo bem, a vida não faz muito sentido. Muito menos a pedofilia, na minha opinião (e, de novo, na opinião de qualquer pessoa de bom senso). De forma objetiva, qual é a graça de fazer sexo com crianças, que nem mesmo conseguem compreender a questão do desejo, do prazer, do orgasmo? Para mim, isso não faz o menor sentido, e gente que sente algum prazer em fazer sexo com crianças entram na categoria de “pessoas doentes, mentalmente lesadas e seriamente prejudicadas na sua capacidade de raciocínio”.

Agora, fazer sexo com um robô com a aparência de uma criança? Isso é o que? Um placebo cibernético ou uma variante para não ser um criminoso?

Sexo com robôs já é um tema realmente complicado. Dá a entende que a pessoa que apela para esse recurso não é capaz de conquistar uma mulher de verdade, e aí precisa apelar para a tecnologia para não se masturbar sozinho. Algo que pode ser visto como um ato desesperado de um derrotado.

Mas essa segmentação da robótica é algo simplesmente bizarro e patético. A justiça dos EUA vetou o uso de robôs com aparência infantil e, por mais que a lei deixa brechas questionáveis, eu entendo e reconheço a iniciativa como válida, e não só para reduzir o incentivo à prática pedófila, mas até mesmo para garantir um bom senso de um modo geral.

Alguém precisa por limites nessa coisa doentia. De novo, eu sei que um robô não é um ser humano (é bem óbvio isso, mas me vejo obrigado a ilustrar meu ponto de vista dessa forma), mas o conceito de fazer sexo com uma criança existe, e isso é tão imoral que qualquer posição de repúdio para não propagar tal prática é válida.

Tem muita gente precisando se tratar por aí. Fato.