Ryan Creamer é um homem solteiro, que vive em Nova York. Até aí, nada demais. Porém, ele está prestes a alcançar a marca de 2 milhões de visualizações no Pornhub por publicar um tweet com o seu vídeo de nome “A coisa mais pervertida no Pornhub”. 200 mil RTs depois, as pessoas descobriram que Ryan nem publica pornoggrafia.

Ele só coloca nomes sugestivos nos seus vídeos, como “Eu entrego a pizza e não te meto a minha salsicha”, “Entro em um táxi e não tenho sexo com o motorista” ou “Te abraço e digo que passei muito bem com você essa noite, e depois vou para casa”.

E nos vídeos, ele entrega EXATAMENTE O QUE ESTÁ NO TÍTULO: coisas inofensivas mas engraçadas, com clichês típicos de filme pornô, onde a cena muitas vezes acaba em sexo.

Creamer criou o seu canal em outubro de 2018, e tem apenas 13 vídeos que não duram nem um minuto. Um dos seu vídeos tem 1.7 milhão de visualizações, suas qualificações são positivas.

Explicando: Creamer é humorista. Ele escreve para o CollegeHumor, mas em um belo dia decidiu postar os seus vídeos no Pornhub, já que o processo de verificação de conta é bem simples (uma foto dele segurando um pedaço de papel com o seu nome escrito).

 

 

Pornhub tem conteúdo para todos os gostos

 

 

No Pornhub, tem pornografia para todos os gostos. Desde pornô com Minercraft até gameplays proibidos no YouTube, filmes camuflados e os criadores de conteúdo do finado Tumblr.

O experimento de Creamer é mais uma prova definitiva que, na web, tem público para tudo. O que pode ter de tão atraente no conteúdo do Creamer?

Eu não entendo, e você também pode não entender os motivos desse sucesso, mas é bem óbvio que o cara tem o seu público.

E como alguém no Pornhub chega até esse tipo de conteúdo? É um outro mistério que não vamos conseguir responder hoje ou tão cedo. Mas uma coisa fica bem clara: tem espaço para tudo na internet. Fato.

 

Via The Next Web