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O Samsung Galaxy A11 é uma correção de um erro da Samsung apresentado ao mundo no ano passado. Na verdade, é a segunda correção, ou o “dessa vez eles corrigiram o erro de uma vez por todas”.

Explico: no ano passado, a Samsung apresentou o Galaxy A10, o smartphone mais básico dentro do seu portfólio. Porém, o que os coreanos chamaram de “básico”, eu chamei de “algo imprestável”, pois eram especificações tão pobres para 2019, que é de se questionar por que a empresa quis fazer isso com os usuários que não tem grana para comprar o Galaxy S10.

Parecia até castigo para quem era pobre.

A Samsung corrigiu parcialmente o problema com o Galaxy A10s, que apresentou algumas melhorias em relação ao modelo original, mas que não era efetivamente uma atualização para uma nova geração. Não vou julgar se ele é um placebo ou não, mas era fato que a série mais básica da empresa precisava se posicionar em relação aos seus concorrentes diretos, que eram muito melhores e mais baratos.

Bom… o Samsung Galaxy A11 pode sim ser chamado de atualização.

Três câmeras na parte traseira, tela perfurada (algo que só era pensado nos modelos mais caros, mas que finalmente chegou nos dispositivos de entrada) e uma bateria de 4.000 mAh com recarga rápida são as principais melhorias que o Samsung Galaxy A11 apresenta.

Não que tudo isso faça desse modelo a escolha perfeita para todos, mas pelo menos ele se torna mais competitivo em comparação aos modelos dos gigantes chineses, os principais concorrentes da Samsung nos países emergentes.

O Samsung Galaxy A11 pode ser a segunda opção de muita gente que não quer correr riscos com o seu caro smartphone principal, ou pode ser o escolhido daqueles usuários que não querem gastar muito para comprar um telefone para as atividades mais básicas. Seu preço não foi revelado, mas espero (de verdade) que ele cumpra com o prometido para a sua categoria de preço, custando menos de R$ 1.000.

Se cumprir com a meta do preço, ele se torna uma opção justa e válida.


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