Sistemas de inteligência artificial não conseguem ver o mundo como os humanos. Pequenas alterações nos sinais de trânsito podem confundir os sistemas, a ponto de pensarem que são sinais completamente diferentes.

Para um motorista humano, um sinal de PARE é um sinal de PARE, independente de estar em perfeitas condições ou não. Mas para um sistema de reconhecimento por inteligência artificial, pequenas alterações podem transformar uma placa de PARE em uma placa de circular a 70 Km/h.

O estudo chama a atenção para o problema, ao mesmo tempo que é irrealista ao pensar que os sistemas de carros autônomos dependam exclusivamente de um sistema de inteligência artificial para identificar os sinais.

Considerando o número relativamente baixo dos sinais de trânsito, ele pode até detectar os sinais, com o reforço de diferentes sistemas de reconhecimento que validem o resultado, para que o sistema não fosse tão facilmente enganado. Sem falar que a maioria dos carros autônomos contam com mapas que incluem todos os sinais de trânsito e informações previamente colhidas, permitindo um bom desempenho mesmo se esses sinais tradicionais não existam fisicamente.

Mesmo assim, é importante lembrar que um carro autônomo terá que lidar com esse tipo de situações.

 

Via ArsTechnica