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Eu olho para os novos smartphones que a Sony apresentou na CES 2018 (Xperia XA2, Xperia XA2 Ultra e Xperia L2), e pergunto: por que mais do mesmo, Sony?

A empresa atualizou os seus modelos de linha média e de entrada, que contam como principal novidade a presença dos processadores Snapdragon 630 da Qualcomm nos dois primeiros modelos.

Entendo que o Snapdragon 630 (ao lado do Snapdragon 660) será o chip referência para qualquer fabricante de smartphone Android que quer se manter na briga no mercado.

Com todo o respeito à MediaTek, mas o ASUS Zenfone 4 é a prova do que estou falando. É um chip mais barato que o Snapdragon 835/845, mas entregando um desempenho simplesmente excepcional.

E essa performance deve ser ainda melhor com o Android 8.0 Oreo, principalmente na otimização de recursos e gestão de bateria.

O Snapdragon 630 faz isso muito bem. Logo, a Sony acertou nessa escolha com os novos modelos de linha média.

Lembrando que o Xperia L2 não entra nessa equação, pois utiliza um outro tipo de processador (fabricante não revelado, mas muito provavelmente é um chip da MediaTek).

Agora… no mundo dos smartphones, a aparência é fundamental. Logo, por que mais do mesmo, Sony?

 

 

Sério mesmo que os usuários da marca gostam tanto desses dispositivos com linhas retangulares? Sério mesmo que os fãs não se cansaram desse formato de dispositivo?

A impressão que dá é que a Sony parou no tempo em termos de design. Os novos smartphones ficam com cara de dispositivos lançados em 2012, e tenho a leve impressão que isso não ajuda a vender produtos.

Quem sabe as novidades de design ficam reservados para os dispositivos top de linha, que devem ser apresentados na Mobile World Congress 2018. Bom, assim espero.

Mas até lá… a pergunta fica: por que mais do mesmo, Sony?

Por que?