@oEduardoMoreira

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Internet da Vivo em Araçatuba continua dominante (em dezembro de 2015)

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Alguns de vocês sabem que eu estou em Araçatuba (SP), passando as festas de final de ano (Natal e Ano Novo). Um período do ano que é perfeito para descansar, mas também para eventualmente testar a tecnologia que está ao seu redor, de alguma forma. Novos gadgets, eletrodomésticos, eletrônicos… e a telefonia móvel da cidade.

Quando me mudei para Ponta Grossa (PR) em agosto, eu utilizava a Vivo como minha linha principal de celular (plano SmartVivo Controle). Aliás, fiz a mudança em 2011, depois que fiquei praticamente desconectado em Balneário Camboriú (SC) durante as festas de final de ano, já que a Claro operava muito mal na cidade. De lá para cá, são quatro anos bem satisfeito com os serviços da operadora, principalmente no que se refere à cobertura de sinal.

Em maio, o 4G da Vivo chegou em Araçatuba, e apesar do sinal só alcançar essa velocidade no centro da cidade e em pontos mais estratégicos, ao menos era um 4G efetivo. Era uma alegria poder utilizar a internet em velocidade muito superior ao 3G da mesma operadora, que em determinados pontos comerciais simplesmente zerava o sinal. Eu abandonei a Claro por conta dos problemas já citados no parágrafo anterior, e a Oi não tinha qualquer tipo de loja oficial na cidade, o que tornava essa uma opção inviável para mim em caso de problemas.

A TIM eu não considero como opção nem mesmo para chamadas de voz. Sou obrigado a ter uma linha da operadora por conta de alguns amigos e contatos comerciais que utilizam essa operadora. Infelizmente.

Ao retornar para Araçatuba para as festas de final de ano, decidimos participar de uma brincadeira, chamada Cubo do Conhecimento, idealizado pelo Uni Toledo. Quem encontrasse o tal cubo ganharia prêmios interessantes, incluindo um carro zero quilômetro. Enfim, esse foi o motivo para nos deslocarmos para um local relativamente afastado do centro da cidade, a 14 km do perímetro urbano, em uma velha estação férrea desativada. E lá eu pude comprovar como sinal de internet móvel da Vivo segue superior em relação aos demais.

Quando chegamos ao nosso destino, eu precisava consultar informações adicionais sobre as pistas buscadas na brincadeira. De forma (quase) não surpreendente, o 3G da Vivo ainda estava funcionando, mesmo com certas dificuldades para abrir as páginas (a ponto da Google acionar o modo de baixo consumo de dados, por detectar uma conexão mais lenta). O smartphone que utilizo essa linha da Vivo é o Motorola Moto Maxx.

Já o meu sobrinho, que me acompanhava no carro, possui uma linha da Claro, e ao tentar utilizar o seu iPhone 6 para realizar a mesma pesquisa, se deparou com um sinal completamente zerado. Ou seja, sem rede móvel ativa, e sem a possibilidade de navegação na internet.

O mesmo aconteceu com a linha da TIM, que utilizo para testes nesse momento com o Lenovo A7010. Aliás, mesmo no centro de Araçatuba, a TIM não consegue oferecer nem mesmo um 3G decente. Logo, não poderia imaginar outro resultado da operadora nesse aspecto.

No segundo semestre de 2015, o 4G da Vivo chegou em Ponta Grossa. Repetindo os momentos iniciais de sua implantação em Araçatuba, o sinal em alta velocidade só esteve presente em determinados locais da cidade (normalmente os mais importantes), mas com o passar dos meses ele está expandindo para os demais bairros.

Tal postura da Vivo só reforça que, ao meu ver, ela é a melhor opção em termos de cobertura de sinal de internet. Não é a melhor relação custo-benefício do mercado, e sei que os resultados podem variar de acordo com a região do Brasil que você vive. Mas chego a conclusão que não posso ficar desconectado, e não estou disposto a arriscar uma mudança nesse momento.

Detalhe: a Vivo não me pagou um centavo para esse post. Opinião 100% isenta.

Claro e Microsoft firmam parceria para facilitar a compra de aplicativos no Brasil

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A Microsoft e a operadora Claro anunciam parceria para integrar o pagamento de aplicativos e conteúdos para smartphones Microsoft Lumia na Windows Store ao sistema de pagamentos de serviços prestados pela operadora. Os clientes de planos pós-pagos poderão optar pelo débito do valor do app em sua próxima fatura e os clientes com planos pré-pagos terão a possibilidade de ter o valor da compra descontada de seus créditos sem necessidade de registro prévio ou de possuir um cartão de crédito.

A Windows Store é a primeira loja de aplicativos a oferecer esta opção aos consumidores na América Latina. A facilidade e a agilidade do processo de compra contribuirão para o conforto dos clientes Claro e Microsoft que não precisarão mais ter o receio de informar o seu número em uma loja de aplicativos online.

Atualmente, a Windows Store oferece mais de 560 mil aplicativos – mais de 66% da disponibilidade no início do ano passado. A oferta cresce diariamente com a inclusão de jogos populares, como Minecraft e Candy Crush, além de muitos outros aplicativos, como o Skype, WhatsApp, Facebook, Twitter e a nova versão do Foursquare integrada ao Swarm, além de aplicativos de mobilidade como EasyTaxi, 99taxis, Uber entre muitos outros.

Via assessoria de imprensa

Se o 3G no Brasil já é desse jeito hoje, imagina o 4G na Copa do Mundo?

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Sábado (20/04), eu fiz a minha visita semanal ao centro de minha cidade (Araçatuba/SP), com um objetivo em mente: “namorar” o LG Nexus 4. E posso dizer que estou apaixonado pelo smartphone do Google. Tive que me segurar para não jogar o cartão de crédito na cara do vendedor que me atendeu, mas esse assunto não está em questão agora. O fato é que, antes de fechar a compra, eu queria consultar o meu controle financeiro, em uma tabela salva no Google Drive, pelo smartphone. Mas para minha surpresa, quando eu fui precisar da já citada conexão 3G para buscar meus dados no Google…

Bom, resumindo: controlei o impulso de comprar o aparelho (mesmo testando ele na loja por quase uma hora), até porque não tinha a certeza se poderia ou não bancar a aventura financeira naquele momento. Porque o 3G não funcionou na hora que eu precisava.

A operadora em questão (Vivo), nos últimos meses, vem piorando a qualidade dos seus serviços. Na qualidade da internet, eu já estava observando isso a algum tempo, onde, mais uma vez, eu afirmo: o 3G por aqui simplesmente não existe. Tenho que me virar com o EDGE, principalmente quando estou usando o iPhone (no Android, de vez em quando, ele está funcional). Na qualidade de chamadas, nessa semana, deixei de fechar negócios importantes porque a rede da Vivo não completava chamadas para o meu número de São Paulo.

Mas isso não é uma exclusividade da Vivo. A linha da Claro da minha esposa também deixa de receber chamadas, ou não consegue ter uma boa qualidade em algumas ligações. A TIM aqui é um lixo! Não conseguem cadastrar chips para acesso à internet no pré-pago, e poucas áreas da cidade são cobertas com um sinal 3G eficiente. E a Oi sofre de quedas constantes de sinal (segundo algumas pessoas que utilizam a operadora por aqui).

Tá, eu sei que você vai me dizer que sua operadora é ótima no lugar que você mora. Eu digo: “que sorte a sua”, e aconselho que você saia da bolha, já que o Brasil é enorme. Nas últimas semanas, as principais operadoras realizaram lançamentos relacionados ao 4G nas capitais brasileiras, prometeram uma expansão rápida do 4G no país nos próximos anos, além de uma promessa pouco convincente de melhora nas redes 3G. Algo que, particularmente, duvido que aconteça (como em muitas coisas que são prometidas na banda larga móvel brasileira).

Agora, se temos esses problemas hoje, imagina nos próximos anos, com eventos de grande porte acontecendo? Será que realmente todos aqueles que vão visitar o Brasil durante a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos contarão apenas com dispositivos 4G, resolvendo todos os problemas do Governo Federal? É um mundo dos sonhos para as operadoras de telefonia móvel, certo?

Mas… e os atuais consumidores? Aqueles que hoje usam o 3G, que pagam caro por uma conexão de banda larga pós-paga? O que serão deles? Ficarão relegados aos serviços deficientes, sem fiscalização adequada da Anatel, que só sabe aplicar multas (que para as operadoras, é dinheiro de pinga) no lugar de adotar medidas mais drásticas e permanentes? Pelo andar da carruagem, dá para imaginar que sim, uma vez que desde que a Anatel começou a pegar no pé das operadoras, todas elas acabaram piorando o produto final entregue para o consumidor.

Por fim, quem perde com isso é o usuário, que não tem por onde correr. Somos condenados a ficar com aquela que é a “menos pior”, e contar com a sorte que o nosso telefone funcione quando precisamos. Não venha me dizer que seria muito mais prático resolver tudo pela internet ou via Skype. Eu até concordo, mas no Brasil, isso é impraticável. Algumas comunicações são mais objetivas quando feitas por telefone mesmo, e quando você tenta utilizar o Skype pelo smartphone, a sua conexão 3G não funciona, deixando a conversa ininteligível. E fechar negócios pelos chats do WhatsApp ou do Facebook ainda não é uma prática bem vista comercialmente por todos.

Ou seja, se o 3G no Brasil está desse jeito hoje, imagina o 4G na Copa do Mundo? E quem vai pagar o pato (ou elefante na sua sala) dessa conta sou eu, você, e todo mundo que gostaria de uma internet móvel de boa qualidade no país. Ou pelo menos uma internet móvel que a gente pudesse chamar de “razoável”.

[Foto] Jogo dos 7 erros: a Claro quis trollar a Samsung com a foto desse anúncio?

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Amigos, veja essa foto com atenção, e tente me responder o que tem de errado nela.

DICAS:

1) preste atenção no Marco Luque
2) preste atenção no produto que a Claro está querendo vender
3) seja esperto e faça a associação de tudo
4) dê as respostas nos comentários

Mais tarde eu volto aqui para explicar para quem não entendeu (mas está tão óbvio que não vai ser difícil explicar…)

ATUALIZADO EM 31/07/2012, 12h14: não precisa ser nenhum Sherlock Holmes para perceber que, em uma propaganda promovendo um smartphone da Samsung, aparecer o Marco Luque utilizando um iPad é, no mínimo, uma baita distração de quem fez a arte da campanha. Sério, se é uma empresa mais séria, algum estagiário estaria demitido pelo erro.

Via Blue Bus

O 4G no Brasil, e a torcida para que realmente seja bom pra todo mundo

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Nessa semana, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) fez o leilão das faixas de frequências das novas redes de transmissão de dados. As redes 4G devem atender as zonas urbana e rural em pé de igualdade, e devem estar completamente implementadas até o final de 2016. Mas vale ficar atento para alguns detalhes que, ao meu ver, não deixam as coisas tão felizes e vantajosas para o consumidor. Vejamos…

As grandes vencedoras do leitão, ops… quero dizer, do leilão da Anatel foram Claro e Vivo. E isso já era esperado. Com duas empresas multinacionais muito interessadas em investir no mercado de telecomunicações do Brasil (Carlos Slim já deixou isso muito claro – sem trocadilhos – e a Portugal Telecom fez até a finada Telefonica a mudar de nome, só para limpar a sua imagem por aqui), e entendem que o mercado das redes 4G pode ser um excelente negócio a longo prazo. E olha que estamos falando do Brasil, um país onde os smartphones são caros, e a grande maioria vai ter que trocar de aparelho para usufruir das novas velocidades.

Porém, pensando a curto prazo, com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos batendo na porta, as empresas que ficaram com as melhores cotas poderão explorar o potencial comercial dessa nova rede de forma mais imediata, obtendo lucros mais imediatos. Acordos podem ser fechados com o peso do “nós somos capazes de oferecer a conexão com melhor qualidade”, e nesse jogo, as operadoras de telefonia estão de olho nos milhões que podem entrar através dos governos estaduais, dos patrocinadores dos eventos esportivos, e até do Governo Federal.

E para você, que deseja navegar em uma velocidade próxima à banda larga que você tem na sua casa? Quando poderá usar a conexão 4G?

A melhor resposta para isso é: puxe uma cadeira. Melhor, busque a cama mais próxima. Não vai ser tão cedo.

Assim como o processo de migração do sinal de TV analógico para digital (aqui em Araçatuba não existe o sinal de TV digital… sim, eu vivo no fim do mundo), o processo de adoção das redes 4G no Brasil será algo lento. Muito lento. Mais lento que o Rubinho Barrichello. A prioridade está nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, mesmo porque essa é uma das exigências da FIFA (conexão de alta velocidade e qualidade). As cidades adjacentes também devem se beneficiar dessa primeira fase da implantação do 4G no Brasil, mas não criem muitas esperanças sobre isso. É apenas uma tendência, mas nada confirmado.

Outro detalhe importante que o consumidor deve ficar atento: Claro e Vivo compraram as melhores frequências oferecidas pela Anatel (2.5 GHz). Isso não quer dizer que elas vão oferecer o melhor serviço, porém, já largam na frente em relação à TIM e Oi, que ficarão com frequências mais fracas. Esse é um fator que deve ser levado em consideração na hora da contratação do serviço.

Por outro lado, fique atento. Procure ouvir o feedback de outros usuários sobre a qualidade do serviço que a operadora oferece. E isso não vale só para quando o 4G chegar. Utilizar uma rede 3G no Brasil pode ser, em muitos casos, um tiro no escuro, e para muitos, é um investimento relativamente caro demais para ficar arriscando em operadoras que não entregam o serviço prometido, ou que ficam com uma qualidade de serviço e atendimento abaixo do esperado.

Quanto ao 4G no Brasil, eu tenho muito mais fé do que certezas. Tenho fé que o serviço prometido será entregue de acordo com as expectativas dos usuários brasileiros. Tenho fé que operadoras e fabricantes serão no mínimo coerentes para oferecerem smartphones com preços pelo menos razoáveis (não dá pra pedir preços justos, pois essa realidade ainda não existe). Alguns modelos de smartphones que serão compatíveis com as redes 4G já estão circulando pelo mercado nacional. Com preços elevados, é verdade. Mas o tempo passa. Quem sabe lá na frente.

O mais importante: tenho fé que todo esse processo de adoção das redes 4G no Brasil será a menos traumática possível, e que até mesmo as redes 3G melhorem, ou fiquem mais baratas. Mas, repetindo: fé é acreditar em algo que você não tem certeza se existe, ou que vai acontecer. Todos nós sabemos que, no Brasil, a realidade é bem diferente dos nossos sonhos, e esse é um pequeno “obstáculo” no cenário ideal que cada um de nós imaginamos.

Mas, enfim… daqui a quatro anos, vamos voltar a falar nesse assunto.