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Airtop, um potente computador sem ventilador

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A Compulab apresenta o Airtop, um dos seus maiores computadores (já que a empresa é especializada a fabricar PCs de pequeno tamanho e sem ventilador), mas segue sendo um produto compacto (12 x 10 x 4 polegadas) e com impressionantes características.

O Airtop se destaca pelo seu modo de dissipação passiva, que alcança os 200 watts, permitindo o seu uso para algumas tarefas pesadas, podendo até se passar como servidor ou plataforma de jogos. São diversas especificações disponíveis, podendo (por exemplo) adotar um processador Intel Core i7 e uma GPU NVIDIA GeForce GTX 950, e outra que inclui Intel Xeon E3 com gráficos NVIDIA Quadro M4000.

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O Airtop também suporta até 32 GB de RAM (DDR3-1866), suporta até quatro telas 4K e inclui porta Gigabit Ethernet, WiFi 802.11ac, Bluetooth 4.0, PCIe x16, dois slots mini PCIe e várias portas USB 3.0 e USB 2.0. Também há um módulo FACE opcional que adiciona portas USB e Ethernet adicionais.

Os preços do Airtop variam entre US$ 1.128 e US$ 3.000. O Airtop-G, pensado nos gamers, conta com um processador Core i7 e GPU GXT950, com preço sugerido de US$ 1.968.

 

Via Liliputing

Sério mesmo que a Apple quer que a gente troque nosso notebook por um iPad Pro com iOS?

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O iPad Pro chegou ao mercado, com as suas primeiras unidades chegando aos compradores. Logo os veículos de tecnologia vão inundar a internet de reviews, e a própria Apple começou a fazer intervenções um tanto quanto polêmicas para promover o dispositivo.

Recentemente, Tim Cook disse ao The Telegraph que se perguntava por que as pessoas queriam comprar um PC quando “o iPad Pro é o substituto de um destkop ou notebook”. Olha, Tim… temos vários motivos, que serão explicados nesse post.

Para começar, se o iPad Pro é uma ameaça para o PC, ele também é uma ameaça para o iMac e o MacBook. Mesmo assim, Cook se mostrava confiante sobre o assunto, dizendo que a hipotética canibalização do mercado “não importava (a Apple), sempre e quando somos nós que estamos canibalizando”. Logo, vamos descartar essa possibilidade por alguns instantes.

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Em 2010, Steve Jobs participou do evento D8, e falou que as caminhonetes dominaram o parque automobilístico durante décadas nos EUA, mas que no perímetro urbano, os carros foram mais populares. “Os PCs serão como caminhonetes”, garantiu na época o co-fundador da Apple. “Continuarão entre nós, terão muito valor, mas serão utilizados por uma em cada X pessoas”.

No caso do iPad Pro, ele é visto como um carro. O problema é que hoje o iPad Pro está mais para moto mesmo. Muito útil em certas situações, mas pouco apropriado para muitas outras. Você não pode fazer com uma moto o que faz com um carro. Mesmo assim, Cook acha que tem espaço para todos, mesmo com claras quedas nas vendas dos tablets.

O debate sobre a validez desse dispositivo não faz muito sentido quando falamos do hardware. fato é que, em termos de especificações, o iPad Pro é realmente muito bom, com uma CPU e GPU que deixam para trás muitos dos desktops e notebooks do mercado atual.

Essa atenção ao detalhe já é uma constante da Apple, que salvo nas câmeras ou na tela, o iPad Pro é difícil de se criticar. E, de fato, o grande problema desse produto não está no seu hardware, mas sim no software.

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A decisão mais polêmica em relação ao iPad Pro está no fato do produto contar com o iOS, um sistema operacional móvel, e não um sistema operacional completo, tal como acontece em um notebook ou desktop. De fato, algumas coisas justificam essa decisão.

Para começar, os desenvolvedores. O modelo de negócio da Apple Store colocam esses profissionais como o centro das atenções. O crescimento do setor está nas plataformas móveis, e estimular isso é um movimento lógico por parte da Apple. Além disso, mais e mais aplicativos e serviços são executados na nuvem. Aqui, os aplicativos móveis são protagonistas, e o grande catálogo da Apple Store favorece a decisão da Apple.

Outro fator importante é impor uma maior distinção entre smartphone, tablet e computador. É claro que isso pode se voltar contra a Apple no futuro. Por fim, o usuário mudou, e esse é o principal argumento para a manutenção do iOS. O smartphone é o único computador pessoal de muita gente. Esse conceito foi aproveitado pela Microsoft para o Windows 10, e o mesmo é válido para o iOS, plataforma que quer validar esse conceito, além de querer as próximas gerações de tablets e smartphones mais familiares que os PCs tradicionais.

Uma coisa é clara: o tempo parece jogar a favor dos sistemas operacionais móveis. Porém, pode demorar para que os sistemas operacionais completos se consolidem nesse formato mobile. Mas deve acontecer. Ninguém acerta de primeira. Vide o Windows RT e os primeiros Surface. A Apple tem razão em tudo, menos em usar um sistema operacional móvel em um dispositivo com hardware tão poderoso e capaz. É uma decisão quase inexplicável.

O mais grave é que o iOS não é nem preparado ou maduro para competir em produtividade com um notebook tradicional. A gestão de multitarefa é um problema real, mas também é o suporte para a conexão de outros dispositivos, ou algo aparentemente inócuo, como explorar o sistema de arquivos (este último impossível de ser feito em dispositivos iOS).

Não só isso: como acontece com o Android, o iOS não está pensado em fazer uma transição suave até esse paradigma. Tira o uso do mouse/trackpad/touchpad, omitindo um dos métodos de interação mais poderosos e muitas áreas produtivas.

Já o Windows 10 ainda tem o Continuum, que permite uma convergência mais simples dos modos portátil para desktop. Até porque ele é um sistema operacional completo, puro e simples.

Provavelmente nenhum desses conceitos poderão substituir o PC, mas são duas formas diferentes de constatar algo muito claro: o PC mudou. Para sempre.

Mouse Computer LM-iG610X, novo desktop para quem precisa de um

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A Mouse Computer apresenta o desktop LM-iG610X, um desktop da série LUV MACHINES, que conta com um processador Intel Core i5-64000, chipsed Intel H170 Express e gráficos NVIDIA GeForce GTX 960 com 2 GB.

Além disso, o LM-iG610X suporta até 8 GB de RAM DDR3 PC3-12800, HD de até 1 TB (7200 RPM), undidade de DVD e sistema operacional Windows 10 Home de 64 bits. Seu preço sugerido é de US$ 880.

Acer Revo Build M1-601, um PC modular decente, no estilo do Project Ara

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Eu sou um dinossauro do mundo da tecnologia. E me lembro que o primeiro computador que eu tive em casa era um autêntico representante da ‘era Frankenstein’. Eu explico, novatos: antigamente, era mais barato você comprar peças de diferentes fabricantes para montar o seu computador do que comprar um produto de um único fabricante, pronto para uso. Sabe, na época não existia tantos incentivos fiscais para a produção de computadores no Brasil, o que deixava o produto final muito caro.

Mas não se preocupe. Esses velhos tempos estão de volta, com o fim do PIS/Cofins.

De qualquer forma, o tempo passou, e hoje ficou comum você comprar um computador completo, com uma garantia global de todos os componentes. As pessoas só montam o seu computador quando possuem necessidades muito específicas (servidores multimídia, centralizador de dados, máquina para games, etc). E é pensando nesse público mais específico que a Acer apresentou o Revo Build M1-601, um PC modular no estilo do Project Ara.

Nesse aspecto, o conceito é o mesmo. O usuário compra a CPU base, e de acordo com suas necessidades, vai adquirindo os complementos, para ampliar as possibilidades de uso. A grande vantagem de um produto como o Revo Build M1-601 é seus módulos ficam muito bem organizados, já que possui contatos magnéticos para encaixe desses módulos.

Tudo fica visualmente muito organizado, sem causar a estranheza de ter componentes de fabricantes diferentes, cores diferentes e especificações diferentes. Isso se reflete também na hora de configurar os novos módulos, já que o usuário pode simplesmente retirar um módulo e colocar outro, de acordo com a sua conveniência e necessidade. E o sistema reconhece tudo, sem complicações.

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Produtos como esse são pensados nos profissionais com necessidades corporativas ou de administração de sistemas de rede de pequeno porte, além dos profissionais de TI que necessitam de um equipamento de fácil customização para testes e análises de sistemas. Ok, talvez o usuário doméstico também possa se beneficiar de um produto como esse, mas é bem mais difícil de se imaginar alguém usando um equipamento como o Revo Build M1-601 para tarefas mais ‘banais’, por assim dizer.

Mesmo assim, é uma proposta que considero interessante. E uma forma da Acer reinventar o segmento de desktops, tão carente de soluções inovadoras.

ASUS Zen AIO S: a prova que os desktops all in one podem ser bonitos e potentes

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‘Que beleza!’ Foi o que pensei quando vi o desktop all in one ASUS Zen AiO S. Um computador que tem leve inspiração nos últimos iMacs (principalmente na sua base), mas que possui identidade própria, para ser chamado de produto bonito e atraente, mas sem ser a cópia de algo que já foi lançado.

A ASUS foi muito feliz na utilização do alumínio para a sua carcaça externa. Deu um ar de produto premium a um computador que tem preço inicial sugerido de 1.099 euros. Um valor que não é elevando, levando em conta que estamos diante de uma tela que pode receber resoluções 4K, sem falar em complementos preciosos, como por exemplo as duas portas USB Type-C (que, felizmente, estão se tornando regra no mercado de informática de consumo).

Disponível em dois modelos com 21.5 e 23.8 polegadas, o ASUS Zen AiO S é compatível com os processadores Intel Core i5/i7 de sexta geração, além de serem compatíveis com a tecnologia RealSense 3D da Intel, algo que pode ser muito bem vindo quando trabalhado com a tecnologia de reconhecimento Windows Hello, presente no Windows 10. Ou seja, é um computador com um ótimo potencial, que não deixou de lado a beleza e a relação custo-benefício.

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A ênfase que a ASUS coloca no design dos seus produtos pode mais uma vez ser comprovada. Nos novos smartphones da linha Zenfone, a empresa enfatizou isso ao ponto de dar um destaque todo especial para esse aspecto do dispositivo, e para o trabalho da equipe de designers para o desenvolvimento do novo smartphone. Inclusive levou ao evento de São Paulo alguns renders que mostram um pouco do trabalho de evolução das linhas do telefone.

No ASUS Zen AiO S, isso não foi diferente. É claro que ainda não entramos em detalhes sobre a evolução das linhas desse produto em específico, mas bem podemos imaginar o quanto a ASUS trabalhou para alcançar esse resultado, que fatalmente vai chamar a atenção daqueles que querem colocar um estilo único no seu escritório, mas sem deixar de lado a performance para as suas tarefas pessoais e profissionais.

 

O Windows 10 em um pendrive? O Asus VivoStick é quase isso

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Virou moda. E essa moda é boa. Ter computadores (quase) completos que cabem no seu bolso era algo quase inimaginável em um passado distante, mas como a tecnologia é algo em constante evolução, hoje temos soluções viáveis e que podem abrigar tudo o que precisamos para o mínimo de produtividade e conectividade em dispositivos com dimensões bem reduzidas. É o caso do Asus VivoStick, apresentado na IFA 2015.

Em um dispositivo que pesa aproximadamente 70 gramas, temos um processador Intel Cherry Trail, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e várias portas de conectividade. Tudo isso é gerenciado pelo Windows 10, e mesmo que você não obtenha um desempenho top de linha em um produto como esse (e nem é o objetivo), você pelo menos tem um dispositivo pronto para ser usado em qualquer lugar. E com um custo baixíssimo: US$ 129.

Levando em conta que estamos falando de um sistema operacional da Microsoft (que já foi bem mais caro, mas ainda não é Open Source como os seus concorrentes), a relação custo-benefício do Asus VivoStick é muito interessante, principalmente para os usuários que precisam de um computador para as tarefas mais básicas. É uma alternativa interessante aos Chromebooks, uma vez que você pode chegar em qualquer lugar com um monitor ou TV com HDMI, conectar o dispositivo, e realizar uma tarefa básica de edição ou consulta na web (sempre se lembrando de levar o teclado e o mouse na mochila, é claro).

Além disso, produtos como o VivoStick tornam o mundo da informática e da internet algo acessível para as populações de baixa renda, uma vez que essa alternativa é uma das mais baratas disponíveis no mercado. Ok, talvez você pense que uma TV com HDMI não é uma das coisas mais baratas do mundo, e que talvez valesse mais a pena investir um pouco mais para ter um notebook com Chrome OS ou até mesmo com o Windows 10 (olá, Lenovo Ideapad 100S).

Pode ser. Mas as chances das pessoas terem uma TV com HDMI em casa hoje são consideráveis. E para quem quer trabalhar em bibliotecas ou escolas (onde existem os monitores e TVs com tal porta), esse dispositivo pode ser uma mão na roda.

Então, Asus… mais um que pode ser enviado pra gente brincar… o que acham disso?

Este mouse esconde um PC em seu interior

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Este é o Mouse Box, criado por uma equipe de desenvolvedores do software e hardware da Polônia, e é uma curiosa alternativa aos minicomputadores convencionais.

O Mouse Box parece um mouse qualquer, mas no seu interior possui um processador ARM de 1.4 GHz, 128 GB de armazenamento em flash, uma porta micro HDMI, conectividade WiFi e duas portas USB 3.0.

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Os responsáveis pelo projeto agora trabalham em um mousepad com função de carregador por indução, para o conjunto ficar completo. O projeto está em fase de financiamento, na procura de empresas que queiram investir na ideia.

O Mouse Box não tem preço, nem data de lançamento, além de não contar com maiores detalhes sobre suas especificações (Bluetooth, sistema operacional, etc), mas ficarei de olho no projeto, e prometo atualizar vocês quando as novidades vierem.

 

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Você ainda usa um notebook ou PC, mesmo na era do tablet?

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Eu tive o meu primeiro computador em 1996. Na verdade, não era meu. Meu pai comprou o PC para a família toda, mas como ficou no meu quarto, eu era aquele que mais utilizava o produto. Chegava a dar briga em casa para saber quem iria usar o produto antes e para quê. No final das contas, o tempo passou, e cada um passou a ter o seu computador (eu, meu pai e minha irmã mais velha). Era o objeto de desejo da década de 1990.

Eu cresci, comecei a trabalhar, e um dos objetivos era ter um notebook. Objetivo alcançado, com o dinheiro do meu trabalho. Depois que comecei a escrever nos blogs, esse objetivo foi tomando novos contornos, como por exemplo ter um notebook mais potente, com um sistema operacional atual. Depois, a meta era ter um notebook mais leve, para poder levar em qualquer lugar. Felizmente, todos esses objetivos também foram alcançados.

Mas o tempo foi passando, e eu fui ficando mais ranzinza. Não queria mais levar o notebook para a sala para comentar as corridas de F1 ou os eventos esportivos. Aliás, quando estava na sala para ver TV, se eu tivesse que comentar alguma coisa sobre o que estava assistindo, não tinha motivos para recorrer ao notebook ou ultrabook. Ia para o smartphone mesmo. Porém, não era algo muito confortável (não era, pois hoje estou com um smartphone com tela maior).

Aí você compra um tablet. E resolve tudo isso.

Devo confessar que não me livrei dos meus notebooks por causa do Nexus 7 (que é um fiel companheiro na hora de consumir conteúdos). Porém, é inegável que o cenário de hoje é totalmente voltado para os tablets e smartphones. O IDC registrou no primeiro trimestre de 2013 uma queda de 10% nas vendas dos PCs (nesse grupo, devemos incluir  desktops, notebooks, ultrabooks, netbooks e all-in-ones), e um dos principais motivos para essa queda é que muitos usuários domésticos simplesmente estão abandonando os seus PCs e notebooks para ficarem só com os tablets.

Os motivos são os mais diversos: é mais barato, basicamente faz a mesma coisa que um notebook (para a maioria dos usuários, que fique bem claro; não estamos aqui analisando comportamentos específicos), é mais leve, logo, mais alinhado ao conceito de mobilidade, possui uma tela razoavelmente confortável para a navegação na internet… é mais barato… (eu já disse que é mais barato?), entre outros fatores.

De fato, comprar um notebook hoje no Brasil pode não ser um bom negócio para aquelas pessoas que apenas consomem os conteúdos na internet. Acessar vídeos no YouTube, ler e-mails, redes sociais, jogos… todas essas atividades podem ser desenvolvidas com um tablet, sem maiores problemas. E, convenhamos: a maioria dos usuários de tecnologia usam seus dispositivos para, basicamente, esses itens previamente descritos.

Logo, podemos entender que a maioria está no grupo dos “consumidores”. Os produtores de conteúdo (blogueiros, jornalistas, editores, programadores, profissionais de diferentes áreas, executivos…) ainda vão precisar de um computador convencional, por causa de uma única palavra: produtividade.

Eu já tentei produzir textos em tablets (principalmente no iPad). O teclado virtual não é uma solução, e mesmo com um teclado QWERTY físico (conectado ao tablet via Bluetooth), os resultados não são os mesmos. Em algum momento, vamos precisar de um recurso específico que só será encontrado no desktop, e o ideal é que, se o tablet vai mesmo ser a sua ferramenta de produtividade, que ele resolva pelo menos 95% de todos os seus problemas.

No meu caso, isso ainda não acontece. Alguém aí já tentou editar podcasts em um iPad? Sei que é possível, mas dá um trabalho… o mesmo caso vale para edição de vídeos e tratamento de imagens. Para tarefas mais pesadas e complexas, o PC ainda é a melhor solução.

Logo, entendo que o usuário doméstico tradicional deve migrar completamente para as plataformas móveis. Afinal de contas, faz mais sentido, uma vez que estamos em um mundo desprovido de fios e cabos, e onde as pessoas querem registrar os seus melhores momentos em qualquer lugar. Para aqueles que trabalham com isso, o PC ainda vai sobreviver por um bom tempo (quem sabe pelo resto da vida útil desse grupo), o que deve garantir que o computador tradicional não será extinto.

Lembrando: muitos acreditam que um tablet ou um smartphone é sim um “personal computer”. E eu concordo com essas pessoas. Afinal de contas, poucas coisas são tão pessoais hoje do que um smartphone ou tablet. Seguindo nessa linha, o conceito PC não vai desaparecer. Pelo contrário. Vai perdurar por décadas.

Case para PC da Lian Li é em forma de… Ferrorama! Espetacular!

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Dessa aqui, você vai gostar. A Lian Li lançou um case para PCs, o PC-CK101, que é em forma de locomotiva, no melhor estilo “maria fumaça”. Suporta duas portas USB 3.0, certificado SFX, 300 W 80 Plus e está disponível em duas versões: uma, que fica “estacionada na estação”, e outra, que pode se mover pelos trilhos! Simplesmente espetacular. Seu preço inicial é de US$ 229 (versão “móvel” é de US$ 379). O produto será lançado nos Estados Unidos e Canadá no final de setembro. Vídeo demonstrativo abaixo.

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Ele parece um Atari 2600… mas na verdade, é um moderno desktop disfarçado

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Não se deixe enganar: o que você vê acima não é um Atari 2600. É um desktop em edição limitada, revitalizado pela Microsoft e Hard Drives Nortwest, que foi repaginado para poder executar jogos em HTML5. No seu interior, temos um processador Core i7 de 3.4 GHz, 8 GB de RAM, 120 GB de armazenamento SSD, gráficos Radeon HD 6570 com 1 GB de memória, conectividades USB 3.0 e 2.0, eSATA, DisplayPort, DVD e HDMI. Os modelos recebem uma discreta assinatura de Nolan Bushnell, co-fundador da Atari. Ah, e não serão vendidos. A Microsoft vai sortear os felizardos que vão receber as limitadas unidades.

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