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iPhone 6: as primeiras peças desse quebra-cabeça já foram reveladas

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Desde aquele episódio do iPhone perdido em um bar, os rumores sobre novos smartphones da Apple não são mais os mesmos. Com o iPhone 5, não tivemos muitos segredos, assim como aconteceu com o iPhone 5s. E o mesmo está acontecendo com o iPhone 6, com tantos vazamentos.

Além disso, com as impressoras 3D virando uma realidade, mockups e maquetes já existem aos montes, e exceto pelos detalhes de acabamento final, todos eles podem se aproximar muito do que pode ser o produto final. Faltando alguns meses para o lançamento do próximo smartphone da Apple, é hora de compilar tudo aquilo que diferentes sites já especulou sobre o produto.

Dois tamanhos de tela: a aposta mais sólida

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Todos apostam que o próximo iPhone terá a sua renovação mais profunda. Por ser um novo dígito (iPhone 6), isso faz sentido. A principal aposta é no aumento do tamanho de tela, algo que já devia ter sido feito há muito tempo.

A opção sensata seria a de um novo modelo, a ser anunciado no final de setembro, com tela de 4.7 polegadas. O segundo modelo, com tela de 5.5 polegadas, teria um desenvolvimento mais tardio, e talvez nem seja anunciado. Porém, nunca se sabe.

O aumento de tela chegaria acompanhado de uma nova resolução padrão para o iPhone. Especula-se uma maior densidade de 416 ppp e 356 ppp para os modelos de 5.5 e 4.7 polegadas respectivamente, o que deixaria a resolução em aproximadamente 1.704 x 960 pixels.

De novo: tudo isso é no mundo das especulações.

Safira e cristal curvo para destacar

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Ainda há muitas dúvidas pendentes nas demais especificações do suposto iPhone 6. Uma das coisas rumoradas é a presença do cristal de safira como material protetor para a tela. Esse rumor já é antigo, e muitos apostam isso deve acontecer, pelo desejo da Apple em oferecer uma melhor proteção da câmera e do Touch ID. Porém, empresas como a Corning (fabricante do Gorilla Glass) não estão muito felizes com essa possibilidade.

A Apple deve dotar o iPhone 6 com uma tela que os seus usuários não poderão reclamar no que se refere à resistência a quedas. Tela essa que também pode estar presente no futuro iWatch.

A última rodada de rumores fala de uma tela com um acabamento levemente curvo, envolvendo a carcaça em uma peça única, seguindo linhas de design menos agressivas e mais suavizadas.

E o design?

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Usar o telefone com apenas uma das mãos. Para a maioria, isso é o aceitável (ou ideal). Uma das preocupações da Apple na hora de aumentar ou não o tamanho de sua tela é justamente esse. Por mais que as bordas possam ser ajustadas, o próximo iPhone vai crescer nas dimensões, de modo que as formas mais arredondadas e a redução da espessura do smartphone serão as armas de compensação da Apple no iPhone 6.

Os rumores aproximam o novo smartphone de um iPod Touch, tanto no design quanto na espessura. É esperado um smartphone com espessura entre 6 e 7 mm, o que tornaria o novo iPhone o mais fino até agora.

Para conseguir isso, vale todo e qualquer sacrifício: recorte de 0.2 mm na espessura da capa encarregada pela retro iluminação do painel da tela é um desses sacrifícios.

A essa altura do campeonato, é certo que não teremos mudanças no acabamento do iPhone 6, que será bem atraente no seu visual. A dúvida que fica naqueles que olham as maquetes é a separação por zonas da carcaça traseira para a área de conectividade e antenas, algo que poderia ser mais integrado ao design.

Especificações: a lógica evolução com dúvidas sobre a câmera

Muitos se preocupam com as demais especificações que não recebem o devido destaque. A lógica manda que o iPhone 6 receba a próxima geração de processadores da Apple (A8, talvez?). E o que eles farão com a bateria, cuja autonomia ainda fica um pouco longe daquela obtida pelos seus rivais?

Sem falar na câmera, que pode ser uma das pedras no sapato do iPhone 6. Os rumores recentes sobre esse item são escassos, se limitando a comentar que os 8 megapixels de resolução serão mantidos, mas com um possível salto de qualidade ajudado pela inclusão da estabilização ótica (finalmente), assim como uma maior potência fotográfica por conta de novas opções fornecidas pelo iOS 8.

Enfim, são rumores. Só tempo vai revelar a verdade. Se bem que, nas últimas vezes, o tempo mostrou que muitos rumores eram verdadeiros.

 

Quanto pesa o Mjolnir, o martelo do Thor?

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Excelente pergunta. Sua resposta, cientificamente falando, é difícil de ser obtida, ainda mais se considerarmos que são escaços os dados que conhecemos sobre o mítico martelo Mjolnir. Mas vamos tentar responder.

A Mjolnir é tão pesada, que, se ela escorregasse das mãos de Thor, por descuido, destruiria o planeta Terra por completo. É claro que essa é uma resposta hipotética: nos filmes, histórias em quadrinhos, desenhos animados e outras interações de cultura pop, isso não aconteceu (até agora).

Existem versões diferentes para sua existência. Uma delas afirma que ela foi forjada sob medida, e é fruto de uma aposta com Loki, sem detalhar qual material foi utilizado para a sua fabricação. Uma segunda versão (publicada pela Marvel), detalha que a Mjolnir foi forjada por ordem de Odin, no interior de uma estrela, e a partir do material do seu próprio núcleo. E é essa segunda hipótese que é a escolhida para “destruir a Terra com um descuido”.

Levando em conta a versão da Marvel, o martelo de Thor é absurdamente pessado. Uma estrela de nêutrons tem tanta massa, que um fragmento do tamanho de um cubo de açúcar desse núcleo pesaria aproximadamente 400 milhões de toneladas métricas.

Levando em conta o tamanho da cabela do martelo, calcula-se que a Mjolnir pesaria aproximadamente 4.6 bilhões de toneladas métricas, ou 97 milhões de navios Titantic condensados em poucos centímetros quadrados.

No caso do impacto contra o nosso planeta – como o que aconteceu no primeiro filme de Thor -, o martelo não deixaria uma cratera com metros de profundidade, mas sim atravessaria o planeta, destruindo o mesmo por completo. A força gravitacional do martelo é suficiente para transformar em pedaços qualquer pessoa que se aproximar demais dessa arma.

Infelizmente, a mitologia nórdica garante que uma das qualidades mágicas de Mjolnir é poder golpear com a força que Thor desejar, de modo que se supõe que Eitri e Brokk – os artesãos que teriam forjado o martelo na primeira hipótese – encontraram a maneira correta de modular a massa do martelo de forma conveniente.

Para ilustrar melhor essas teorias, veja a seguir o vídeo produzido pelo pessoal do Vsauce.

 

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O Flappy Bird valia US$ 50 mil por dia. Por que desistir dele?

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Dong Nyugen é um homem de palavra. Ou é um marqueteiro. Pode ser as duas coisas, obviamente. Ontem (09), ele levantou várias hipóteses quando cumpriu a promessa de remover a sua mina de dinheiro em forma de jogo irritante o seu jogo Flappy Bird das lojas da Apple App Store e da Google Play Store. E até o presente momento, não sabemos direito o motivo para isso acontecer. Mesmo com Dong explicando até de forma didática para todo mundo.

O nosso amigo Dong (aparentemente) ficou cansado com a exposição que veio com o sucesso do jogo, e com a quantidade de pessoas criticando o jogo pelas suas semelhanças com outro grande sucesso do mundo dos videogames, o Mario Bros. Na verdade, a semelhança é só estética mesmo. O game tem uma mecânica de jogo bem simples e irritantemente viciante. Ele consegue ser ainda mais simples que clássicos da simplicidade, como por exemplo Angry Birds e Jetpack Joyride.

Segundo o próprio Nyugen, ele ganhava aproximadamente US$ 50 mil por dia com o jogo em receitas de publicidade. Mas por conta de sua decisão, ele decidiu retirar o jogo das duas lojas. Informou que vai seguir desenvolvendo novos títulos para as plataformas móveis, mas não entrou em maiores detalhes sobre os seus futuros projetos.

Por partes. Eu não conheço o Dong. Não sou aqui advogado para defender ou condenar suas atitudes. Vou apenas levantar teorias.

Uma dessas teorias é que ele realmente pode ter se cansado de tudo isso. Afinal de contas, pense em uma horda de trolls desocupados e cheios de inveja no coração falando um monte de besteiras todos os dias. Tem gente que se enche mesmo. E nem uma montanha de dinheiro pagaria essa encheção de saco.

Outra teoria bem plausível é que essa remoção será temporária, para preparar um passo ainda maior, trazendo o jogo de volta para o iOS e o Android em algum momento considerado oportuno, para que o Flappy Bird tenha um boom ainda maior do que já tem hoje. Uma grande jogada de marketing.

Aliás, alguns efeitos indiretos desse “fim” do Flappy Bird já podem ser percebidos. Alguns malucos estão oferecendo por aí smartphones com o jogo pré-instalado, e cobrando verdadeiros absurdos para lucrar em cima do desespero de otários pessoas inocentes.

Outra possibilidade: o “fim” do Flappy Bird é uma forma de promover a empresa de Dong (e ele mesmo) para o lançamento de uma nova linha de jogos e serviços. De certo modo, já estaria funcionando, pois até semana passada, (quase) ninguém sabia quem era Dong Nyugen.

Por fim, uma última hipótese: ele realmente matou o jogo, e fim da história. Esperem o próximo.

A essa altura do campeonato, já começaram a aparecer na Apple App Store e (principalmente) na Google Play Store os “clones” do Flappy Bird (alguns até de mal gosto). Nosso amigo Dong pode também estar se protegendo para processar todo mundo. Se bem que, para uma pessoa que abriu mão de US$ 50 mil por dia, é muito pouco provável que ele queira enfrentar os tribunais.

De qualquer forma, vamos ficar de olho nos próximos acontecimentos. Enquanto isso, o Flappy Bird, nesse momento, entrou no esquema  “quem tem, tem; quem não tem, vai ficar querendo…”.

Os rumores (e mais rumores) sobre o iPhone 5S (e o iPhone “de baixo custo”)

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Um iPhone de plástico, e colorido. Será? Os rumores que envolvem a Apple nas últimas semanas apontam para um novo iPhone 5S em setembro (esse é dado como certo) e um iPhone “de baixo custo” (de novo: vai saber o que Tim Cook e seus comparsas entendem como “baixo custo”…), algo que ainda fico um pouco reticente para um lançamento para tão já. Até porque todas as vezes que eu penso em um iPhone com carcaça de plástico e com várias opções de cores, a palavra que me vem à mente é “será?”

Não sou contrário ao lançamento de um iPhone com uma estrutura de fabricação mais simples e com componentes mais baratos que a proposta atual, desde que o resultado final do produto seja de boa qualidade. Ou que pelo menos se distancie ao máximo do serviço feito pela Samsung na linha Galaxy. A grande questão é: faz algum sentido um iPhone de baixo custo nesse momento, ainda mais para a Apple?

Vejamos: o iPhone 5S deve mesmo ser anunciado em setembro de 2013, junto com a versão final do iOS 7, para que a gigante de Cupertino inicie um novo ano fiscal com vendas fortes. Muitos rumores falam de melhorias significativas no sensor de sua câmera traseira (12 megapixels, dizem), 2 GB de RAM, uma tela que aproveita melhor o brilho, mas com menor consumo de bateria, e um processador duas vezes mais potente.

Particularmente, não acredito o iPhone 5S melhorando tanto assim. Com o histórico da Apple, imagino a empresa sendo mais comedida e modesta nas atualizações. Até porque, em tese, se é para “enfiar o pé na jaca” nas melhorias, eles devem fazer isso em um suposto iPhone 6. De qualquer forma, qualquer novidade que aparecer em um novo smartphone top de linha vai envolver uma coisa que eu, você e Tim Cook necessita todos os dias: dinheiro.

Sem falar que esse suposto iPhone 5S deve chegar ao mercado com o mesmo valor final que o iPhone 5 atual (pelo menos nos Estados Unidos; no Brasil, você sabe como as coisas funcionam, e nem vale a pena discutirmos isso nesse post).

Agora, um iPhone de baixo custo… ele faz sentido no quesito de adentrar de vez em um segmento de mercado que a Apple não consegue (ou não quer) entrar: os mercados emergentes. Quem tem um smartphone top dificilmente vai trocar de aparelho (salvo em casos específicos). E os mercados emergentes (que é quem mais compra smartphones hoje) muitas vezes enxergam o iPhone 5 um produto fora da realidade financeira de um consumidor que, hoje, faz o dinheiro girar.

Um iPhone de baixo custo pode aproximar a empresa desse consumidor. Principalmente se esse modelo se aproximar em alguns itens de hardware do desempenho do modelo principal. Ou seja, se esse suposto iPhone de baixo custo for melhor que o iPhone 4 (por exemplo), já é um bom negócio para o consumidor.

Mas… seria um bom negócio para a Apple?

Vendo a possibilidade de remover o iPhone 4 do mercado, que mesmo sendo oferecido de graça nos Estados Unidos (com dois anos de contrato com operadoras), ele muito provavelmente está no seu limite técnico para suportar as novidades oferecidas pelo iOS 7, sem falar que o seu hardware está muito defasado, se comparado com os modelos 4S e 5.

Outro fator importante é que os modelos vendidos pelas lojas autorizadas podem, na pior das hipóteses, chegar com o mesmo preço do iPhone 4 atual. Tudo bem, você vai dizer “mas é um iPhone de plástico, e…” e daí? Se tiver um processador, RAM e câmera traseira melhores, já está valendo.

Fato é que: os rumores continuam, e vão se seguir até setembro. E é duro estar ainda na metade do mês de julho. Será um longo inverno…

Agora que Michael Scott saiu… quem REALMENTE vai ser o novo chefe de The Office?

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Michael Scott (Steve Carell) infelizmente já é passado. Depois de 148 episódios, e da despedida emocionante do ex-chefe da Dunder Mifflin, The Office deve seguir sua vida. E uma pergunta crucial permanece: quem vai assumir o papel de chefe na série? Temos muitas cartas na mesa lançadas pelo The Hollywood Reporter, e vamos aqui analisar de forma breve todas as possibilidades.

Ricky Gervais

David Brent vai reaparecer no final de temporada da série (que terá vários convidados especiais que listaremos abaixo; alguns deles fortes candidatos ao título de chefe), mas o próprio ator já disse que não quer reprisar o personagem como elenco fixo na versão norte-americana. Ultimamente, está trabalhando mais com dublagens e no desenvolvimento da terceira temporada de The Ricky Gervais Show (HBO). Tempo livre para ele é relativo, mas não acreditamos que ele será o novo chefe.

Will Ferrell

Por enquanto, o novo chefe é Deangelo Vickers. Ferrell está mais contido, mas bem dirigido, conseguiu críticas muito positivas. Foi bem no episódio dos Prêmios Dundie, mas está em “fase de testes”. Ficará nos últimos episódios da temporada para que produtores e roteiristas avaliem a resposta da audiência ao ver o ator liderando a trupe. É no momento o nome mais cotado, mas se o público não responder de forma positiva, será descartado rapidamente. O que pode atrapalhar é que ele está cotado para rodar 4 filmes em 2012 (além de estar envolvido na produção de outros seis), o que vai deixá-lo bem ocupado até, pelo menos, 2014.

Will Arnett

Outro que deve aparecer nessa season finale. A dúvida: será que ele vai aparecer como Devon Banks (seu personagem em 30 Rock)? Se sim, seria um interessante crossover com a série de Tina Fey. Seja como for, é uma boa opção, mas está com a imagem queimada depois do fracasso que foi Running Wilde. Se ele não se envolver com o desenvolvimento de roteiro da série (acho improvável que ele se envolva), pode ser uma boa escolha. O que pode impedir é que ele está cotado para estrelar na nova comédia da NBC, ainda sem nome, protagonizada por Christina Applegate.

Jim Carrey

Participação já confirmada na season finale. Carrey vem se aproximando muito da NBC nos últimos meses. Seu Saturday Night Live foi o mais visto de 2011, e se ele for escolhido como o novo chefe de The Office, será uma grande jogada da NBC. Porém, vai ser meio estranho ver Carrey, com uma sólida carreira no cinema, ir para a TV. Ainda mais que ele está envolvido em outros 5 projetos, o que o deixa ocupado por até, pelo menos, 2013.

Ray Romano

Outro que também estará no finale. Romano pode ser outra ótima escolha, pois é um nome que o público americano gosta, e muito. É um dos que está menos ocupados, pois está envolvido apenas com a continuação de A Era do Gelo, com estreia prevista para julho de 2012, e a segunda temporada de Men Of a Certain Age (TNT) acaba em 1 de junho. Não se fala nada sobre a terceira temporada da série, e mesmo que aconteça, é possível conciliar as duas produções (teoricamente).

Catherine Tate

Mais conhecida dos fãs de Doctor Who, também estará presente no finale da temporada. Outra que está com agenda relativamente vazia, e pode ser uma escolha bem interessante, se a proposta é dar um reboot na série, renovando a sua proposta e perspectiva.

James Spader

Alan Shore. O personagem da vida de Spader na televisão. Que ele é bom ator de comédia, isso está mais que provado. Aliás, Spader é, da lista, um dos atores mais completos (se não for o mais completo), pois vai bem no drama e na comédia. Está mais envolvido agora nos projetos cinematográficos, com algumas produções para 2012, mas nunca se sabe. Ele é outro que tem uma agenda menos ocupada que os demais, aumentando assim as suas chances.

Bom, façam suas apostas. A Season Finale de 1 hora de The Office vai ao ar nos Estados Unidos em 19 de maio. Antes disso, dificilmente saberemos a resposta. Depois disso, poderemos apontar com mais precisão quais desses nomes gerenciará a Dunder Mifflin/Sabre na próxima temporada.