@oEduardoMoreira

De tudo, um pouco de mim

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Se até o Mark Zuckerberg usa a mesma senha para tudo…

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Não é por isso que você vai usar!

Nesse final de semana, Mark Zuckerberg teve suas contas do Twitter e do Pinterest hackeadas pelo grupo OurMine Team. O hack aconteceu por fruto do vazamento das senhas do LinkedIn, e os cibercriminosos simplesmente tiveram que tentar a senha disponível nessa ferramenta para tentar nos serviços previamente citados. Tudo bem simples, e dispensando o uso de técnicas sofisticadas de hack.

Aqui, temos uma situação constrangedora para o menino Zuck. Não tanto por ter sua conta violada, já que isso pode acontecer com qualquer pessoa, literalmente. Mas sim por ver que a filosofia de segurança do co-criador do Facebook é a mesma da sua mãe, por exemplo. A tendência dele é colocar a mesma senha em mais de um serviço online, e aí quando esse tipo de problema acontece, vários serviços ficam expostos à violação de dados.

Agora, imagine você, amigo leitor: se Mark Zuckerberg pensa em segurança com essa linha de raciocínio, imagine o quão o Facebook pode estar desprotegido?

É claro que posso até estar exagerando. É de se imaginar que Zuckerberg deixa essa missão de proteger a maior rede social do planeta para outras pessoas, para profissionais muito bem pagos na área de segurança. Em alguns casos, o Facebook chega a ser chato de tanto que enfatiza a questão de segurança, com vários sistemas de verificação de conta.

Mesmo assim, o comportamento de Zuckerberg no que tange ao ato de administrar suas contas nas redes sociais está bem longe de ser considerado o ideal. Tudo bem, eu sei… é chato decorar várias senhas. Mas para isso existem ferramentas na internet que armazenam as suas senhas em uma área (teoricamente) segura, para só depois enviar para todos os serviços que você possui uma senha única, fazendo uma espécie de “verificação em dois passos disfarçada”. O Last Pass é um dos mais conhecidos e populares, e pode ser utilizado por qualquer pessoa.

Entendo que o incidente com Zuckerberg pode servir de exemplo para qualquer pessoa. É possível minimizar riscos com medidas simples, que levam poucos minutos para serem aplicadas, e com baixo nível de complexidade. Nós, usuários comuns, nos preocupamos com aquelas nudes que mandamos pelo WhatsApp, com com os poucos reais que temos em nossa conta bancária.

Se o Zuckerberg não ligava para isso, o problema é dele!

Ladrão é preso depois que o Facebook sugeriu a uma de suas vítimas sua conta para amizade

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Omar Famuyide, um delinquente acusado de várias tentativas de furto, roubo e posse de armas, era procurado a algum tempo pela polícia de Birmingham (Reino Unido). Mas isso não o impedia de ter uma vida social, e como qualquer outro jovem de 21 anos, tinha uma conta no Facebook.

Coisas do destino: o seu perfil foi cruzado com o perfil de uma de suas vítimas, que reconheceu Omar Famuyide, e não pensou duas vezes, entrando em contato com a polícia para avisar o que estava acontecendo. Por conta dessa pista, as autoridades puderam localizar o delinquente, que foi preso e condenado a 17 anos de prisão.

A seção “pessoas que talvez você conhece” do Facebook não só mostra sugestões de amigos próximos e relacionados com os seus amigos, mas tenta ir um pouco além, mostrando contatos baseados em locais onde você viveu, o tipo de trabalho ou locais que você frequenta. Isso faz com que você encontre algumas vezes com ilustres desconhecidos… ou com o cara que roubou o seu iPhone meses antes.

E ainda dizem que as redes sociais não aproximam as pessoas… se pode te aproximar do ladrão que te prejudicou, que dirá o que pode fazer com causas mais edificantes.

Via Gizmodo UKBBC

Saiu da vida online é para nunca mais voltar!

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A vida é curta demais. Todo mundo sabe disso.

Não podemos perder tempo nesse mundo com efemeridades, aborrecimentos e qualquer evento que produza as metáforas de encheção de saco. Isso vale na vida e para as redes sociais. Porém, no mundo real, em muitas oportunidades, aquelas pessoas que temos algum tipo de desentendimento são importantes, seja no lado profissional como no pessoal. E por conta disso, argumentamos SÓ UM POUCO para manter essas relações.

Nas redes sociais, a coisa é bem diferente. Não perco mais tempo com isso.

Decidiu parar de acompanhar o conteúdo que você publica no Twitter ou Instagram? É um direito da pessoa. Desfez amizade no Facebook? Idem. Mas é muito justo que a pessoa saia para nunca mais voltar. Regra de reciprocidade, sabe?

Não é retaliação. Veja bem, até entendo que a pessoa tem o direito a mudar de ideia na vida. Todo mundo tem. Mas tem gente que é bipolar! Sai e volta três, quatro, cinco vezes. Sem falar nos motivos torpes para sair e voltar. Sério, é um tempo que você poderia gastar assistindo House of Cards (enquanto a Anatel deixar).

Outra coisa: tente eliminar pessoas das suas redes sociais sem fazer barulho. É algo muito 2008 anunciar abertamente que vai sair bloqueando pessoas, ou que vai bloquear uma determinada pessoa, citando a mesma apenas para ver a sua reação. Olha, mural de Facebook e timeline do Twitter não são confessionários do Big Brother para você justificar eliminação.

Faça tudo no silêncio. E deixe a pessoa descobrir sozinha como você tem pleno controle de suas redes sociais.

Aliás, a internet é apenas uma expansão da vida real nesse aspecto. Você escolhe quais são as pessoas que participam da sua vida. Quem você não quer por perto, fica de fora. Não há nada de errado nisso. E, quando isso acontecer, não se justifique muito. Não adianta perder muito tempo.

Agora, se acontecer com você, também não busque explicações. Você pode simplesmente ser chato e pronto. Por outro lado, garanta que sua sanidade mental ficará em ordem, sem ter que conviver com pessoas que não sabem o que querem. Mostre que você sabe o que quer, ou que não quer a pessoa por perto, nem que a vaca tussa.

Principalmente se a vaca pedir a amizade para você de volta meses depois de desfazer a amizade sem qualquer tipo de motivo aparente.

Você não precisa de gente assim atrapalhando a sua vida virtual.

Acredite em mim.

Meu novo amor na internet: Humans of PT

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Todo mundo tem um passado. E a internet é ‘eterna’ – uma vez escrito e publicado, não dá para apagar nunca mais. Agora, junte as duas coisas, e adicione uma pitada de eleitores arrependidos – direta ou indiretamente – em votarem no #13confirma. Temos aqui essa maravilha de Deus, chamada Humans of PT.

A página do Facebook é dedicada a vasculhar os rincões das redes sociais para encontrar pessoas que, antes, apoiavam incondicionalmente o Partido dos Trabalhadores, mas agora, com um momento não muito favorável do país, ‘se arrependem’ das escolhas tomadas.

O arrependimento pode ser de forma direta, ou seja, quando o cidadão reconhece que votou errado (já que, convenhamos, Dilma mentiu descaradamente ao longo da campanha eleitoral), ou quando o cidadão em questão tem aquilo que eu chamo de ‘memória seletiva’, ou seja, mete o pau em tudo o que está acontecendo no Brasil nesse momento, mas se esqueceu que um dia na sua vida apoiou os responsáveis pelo cenário atual.

A página é muito sugestiva para os tempos atuais, e apesar do tom político e até crítico sobre o tema – pois apresenta nome, sobrenome e username dos cidadãos que proferiram suas opiniões -, não deixa de ser uma visão bem humorada sobre como as pessoas se comportam de forma conveniente e de acordo com o cenário apresentado.

É claro que todo mundo pode se arrepender. No caso do #13confirma, ainda dá tempo. Porém a maioria nem se lembra do que escreveu no passado, onde em muitos casos os que pensavam de forma diferente foram achincalhados, humilhados e até ofendidos no calor da disputa política.

O mais legal é que o Humans of PT não agride (quase) ninguém. Ele basicamente usa o conteúdo publicado pelos usuários contra eles mesmos. É a arte da ironia sendo exposta de uma forma (quase) poética. Repito: é algo lindo e se ver. Poesia pura. Maravilhoso.

Ainda mais no meu caso, que passou BEM LONGE do #13confirma

Acesse: Facebook.com/HumansOfPT

Convençam a minha mãe a ter internet na casa dela! Por favor!

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Minha mãe. Ela é uma das últimas vovós que eu conheço que ainda não tem internet em casa. E eu digo isso porque: 1) ela é avó de cinco netos e 2) ela não tem internet em casa.

Nesse final de semana, descobri que meu pai deu para ela no último aniversário (em julho de 2014) um notebook novinho. Ok, é um notebook da CCE Info. Mesmo assim, para quem não tem o mesmo nível de exigência que o meu, está excelente. Mesmo assim, minha mãe não chegou perto.

Aliás, minha mãe é uma senhora totalmente desconectada. Tem celular (e não smartphone), não sabe o que é selfie, não tem TV por assinatura, não tem tablet… enfim, ela vive como eu vivia em 1996 (comecei a me conectar na internet em 1997, e assinei a Directv pela primeira vez em 1999). Vovós offline como a minha mãe são cada vez mais difíceis de se encontrar. Até porque, para elas, a internet é a porta do mundo que nunca foi aberta antes.

Sabe, uma das coisas mais legais do mundo da tecnologia é ver a dita ‘melhor idade’ abrindo os horizontes da vida através dela. Ver os netos pelo Skype, encontrar as amigas e parentes distantes no Facebook, procurar receitas de bolo no YouTube, buscar por pornografia no Google (sério, esse último é verdade… até a sua avó faz isso…)… a busca pelo conhecimento através de uma ferramenta democrática, prática e acessível para todos.

O pior é que minha mãe não quer chegar perto de tudo isso. E nem é por falta de recursos financeiros. Grana não falta. Ela não quer, porque não quer!

E todos nós – meu pai, minhas irmãs e os netos – entendem que ela precisa disso.

Ok… minha meta para 2015 é conectar minha mãe ao meu mundo virtual. Estimular a sua curiosidade e interesse em um universo que é praticamente ilimitado, para que o mundo real dela seja algo mais interessante. Fazer com que sua mente continue em constante expansão e exercício, para que esse aprendizado se converta em algo melhor no seu dia a dia.

Até porque as vovós conectadas que eu conheço são sensacionais!

Facebook for dummies: como bloquear o seu ex (em vídeo)

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Pode existir algo pior do que ser obrigado a bloquear alguém no Facebook? Sim: querer fazer isso, mas não saber como.

O Facebook se colocou na pele de milhões de usuários que não conhecem todas as funções do serviço, e lançou uma série de vídeos chamado ‘How To’, que ensinam de forma simpática e clara como realizar algumas de suas tarefas mais básicas: bloquear alguém, desbloquear, marcar uma foto, editar um post já publicado, entre outros.

Os vídeos estão em inglês, mas as imagens são suficientemente ilustrativas para que se saiba o que fazer para realizar as tarefas. Deixo dois vídeos de exemplo para vocês.

 

 

 

Você pode ver mais vídeos do ‘Facebook How To’, clicando aqui.

Vídeo | Por que você não deve acreditar em tudo o que os seus amigos publicam no Facebook?

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Férias paradisíacas, um casal apaixonado, fotos fabulosas, o emprego dos sonhos… No Facebook, a vida das pessoas parece ser algo maravilhoso. Tanto, que tem muita gente por aí com depressão instantânea quando compara a sua triste existência com esse mundo mágico. Na realidade, nem sempre é assim.

O vídeo a seguir mostra, de forma quase sublime, como o Facebook pode maquiar a vida das pessoas. Dirigido por Shaun Highton, esta é uma ótima paródia que mostra o que o Facebook fez com nossas vidas. Vaidade, inveja e mentira (ok, algumas vezes com um pouco de sinceridade), tudo isso é retransmitido todos os dias pelas pessoas. Não só no Facebook. É só procurar na sua rede social favorita.

 

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Todo mundo nas redes sociais nessa Copa (e na cozinha, na sala, no quarto…)

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Já que a FIFA fica de miserinha com certos termos, temos que usar dessas pequenas estratégias para poder deixar nossos posts dentro da lei e da ordem. Enfim, aquele torneio de futebol está prestes a começar (quinta-feira, 17h, horário de Brasilia), e mais uma vez teremos um evento esportivo onde poderemos ver os jogos pela TV, mas comentar esses mesmos jogos com qualquer pessoa do planeta através das redes sociais.

Não é um movimento novo. É a segunda edição do torneio da FIFA em que teremos um uso maciço das redes sociais por parte dos internautas para comentar os jogos. Eu me lembro que em 2010, quando o torneio foi realizado na África do Sul, foi justamente o Twitter e o Facebook que tornou essa experiência televisiva bem mais interessante e divertida. Afinal de contas, quem aqui consegue esquecer o #CALABOCAGALVAO, que se tornou bordão no Twitter meses antes do torneio começar (em março, na abertura da temporada da F1 daquele ano)?

Qual será a grande pérola da geração conectada em 2014?

Aliás, em 2014, além do Twitter e do Facebook, temos outras ferramentas bem interessantes para manter os torcedores ativos e interagindo com a ação esportiva exibida na tela. Instagram, Vine, WhatsApp e Google Hangouts devem ser utilizados de forma exaustiva, tanto pelas grandes corporações de mídia quanto os ilustres desconhecidos internautas que querem comentar os jogos com os demais internautas espalhados ao redor do mundo.

Sem falar que nesse mundial em específico será possível acompanhar alguns dos astros do torneio compartilhando parte do dia a dia das concentrações, bastidores de jogos e outras peculiaridades do torneio, em fotos e vídeos que já estão em grande profusão nas principais redes sociais. E como todo mundo lá no fundo gosta de uma perspectiva “Big Brother” de tudo…

Toda essa mudança comportamental promovida pela geração conectada é muito positiva. Tudo bem, eu entendo que jamais será possível substituir a felicidade de encher a casa com amigos bêbados, fazer um churrasco o dia inteiro e torcer e vibrar com os jogos da Seleção Brasileira diante da TV na sala de casa. Porém, nem se você colocar os humoristas mais criativos do Brasil na mesma sala de casa será possível produzir a quantidade de pérolas e piadas que os internautas são capazes de criar no recanto escuro do seu quarto, com a ajuda do computador ou do smartphone (ou do tablet).

Aliás, jamais podemos desprezar o poder das redes sociais nesses momentos importantes do mundo esportivo. Não só pela capacidade de criar verdadeiros fenômenos como o #CALABOCAGALVAO, mas também pelo nascimento de novas ideias e projetos que nasceram do encontro de pessoas com mentes criativas e inteligentes?

Novos sites de humor, novos blogs esportivos, novas parcerias de negócios e até casamentos apareceram desses encontros inusitados.

Por isso, nem preciso dizer que a partir da próxima quinta-feira (12), a ordem do dia é: TV ligada, pipoca + refri (ou cerveja + qualquer petisco de sua preferência) ao seu alcance, e notebook no colo (ou smartphone/tablet na mão). Não há nenhum motivo para você simplesmente se isolar do mundo conectado justamente na hora onde todos vão expressar seus pensamentos e sentimentos com o mundo através das redes sociais. Até porque elas se chamam “redes sociais” por um motivo, certo?

Sem falar que ver televisão lendo o Twitter e o Facebook não só está salvando a experiência de ver TV, mas também tornando esses eventos mais pessoais, divertidos e interativos. Nada melhor do que dar muitas risadas quando um zagueiro fura, ou ler os comentários raivosos de torcedores adversários quando o seu time marca um gol.

Ou mandar um certo narrador famoso “calar a boca” quando ele começa a disparar uma inesgotável sequência de comentários, digamos, “espirituosos”, no nível de “limite extremo” e “com a faca entre os dentes”.

Quando o Facebook mata…

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Faz um bom tempo que estou querendo encerrar a minha conta no Facebook. Não faço isso por conta dos meus parentes que lá estão (e que gostam de ver fotos de outros parentes na rede), por alguns amigos que realmente gosto de acompanhar, por enriquecer a minha experiência de alguma forma (e eles sabem quais são), e por motivos profissionais (as fanpages dos meus blogs, que se não são mais a mesma coisa de antes, ao menos estão lá, funcionando). Mas se não fosse isso, eu já tinha desistido da rede de Mark Zuckerberg.

A morte de Fabiana Maria de Jesus, 33 anos, que foi espancada por dezenas de moradores no Guarujá (SP), por conta de um boato publicado no Facebook é apenas mais um indício do quanto está desagradável permanecer nas redes sociais. Aliás, vamos por partes: a culpa da morte de Fabiana não é da rede social, definitivamente. É dos acéfalos que espancaram Fabiana até a morte. Em um país sério, de pessoas minimamente educadas e civilizadas, isso não aconteceria. E, se acontecesse, os culpados seriam severamente punidos.

Detalhe: Fabiana era 100% INOCENTE! Apenas porque a foto publicada no tal boato era de uma pessoa parecida com ela. Espancaram ela sem provas. Sem direito à defesa. Fizeram justiça com as próprias mãos, e agora, vão se esconder por trás da rede social. Covardes!

É o ser humano mais uma vez dando dez passos para trás, minha gente.

Eu começo a pensar naqueles que todos os dias inventam mentiras na internet sobre terceiros. Eu já fui vítima de calúnias na internet. Processei a pessoa, que acabou basicamente “arregando”, pois um dos seus sites estava diretamente ligado à atividades ilegais na internet. Mas não matei ninguém. Procurei os meus direitos, na justiça, utilizando os dispositivos legais que estavam ao meu alcance.

Porém, entramos numa “vibe” de resolver nossos problemas da pior forma possível: utilizando a justiça dos homens. De forma indiscriminada, sem analisar os fatos, sem tomar as medidas legais. Aliás, que bando de desocupados que vão na onda de um boato nas redes sociais, hein? Tudo bem, você cair uma vez em uma mentira ou outra, até vai. Agora, nesse caso, onde temos uma vítima fatal? Sério que são pessoas ditas “racionais”?

Eu estou cansado do Facebook. Mas acho que estou mais cansado da imbecilidade de algumas pessoas nessa rede. Da falta de bom senso, de educação, de respeito ao próximo. Chegamos na falência moral do ser humano, e o retrato mais claro disso está nas ditas redes sociais. Xingar o alheio é a palavra de ordem. Ofender e humilhar virou o objetivo.

Porém, o caminho está ficando perigoso. Pois estamos transportando nossas mazelas do mundo virtual para o mundo real. E pior: sem procurar a verdade.

Até agora, ninguém foi preso pelo assassinato de Fabiana. E não duvido que isso fique assim. O Brasil virou, definitivamente, o país da impunidade, onde as leis não se aplicam e a justiça é morosa para quem não tem dinheiro. Provavelmente o marido de Fabiana provavelmente não vai ver a justiça sendo feita. E o que é pior: muito provavelmente os assassinos de sua esposa são os seus vizinhos.

Mas, mesmo que o Brasil judicialmente seja uma piada, não se justifica uma violência deliberada, sem critério. Ser um bom cidadão é denunciar, deixar para as autoridades cuidarem das questões que lhe competem. Em último caso, procure o governante de sua cidade. Cobre dos políticos para que a justiça seja feita, dentro do bom senso.

Ou senão, crie um blog na internet e denuncie.

Um recado final: o Facebook, assim como as demais redes sociais, é apenas uma extensão daquilo que você é. Você pode até tentar mentir por um bom tempo, se fazendo de bonzinho, de pessoa feliz e espiritualmente iluminada. A qualquer momento, a verdade pode vir à tona, com um simples post. Um boato. Uma mentira. Que pode gerar consequências graves.

Cabe a cada um de nós ser quem nós somos. E responder pelas consequências de nossas postagens, likes, compartilhamentos. Dentro e fora da rede social.