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Eu Experimentei | Skittles

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O jogador da NFL Marshawn Lynch (Seattle Seahakws) disse uma vez que o segredo de sua energia eram essas balinhas. Os Sktittles são muito populares nos Estados Unidos, mas no Brasil, só através de importadoras… ou em supermercados que vendem produtos importados. E ao me mudar para a cidade de Ponta Grossa (Paraná), muito maior que Araçatuba (São Paulo), foi mais fácil encontrar esses itens importados aqui. E eu decidi experimentar esse produto.

Na verdade, aqui eu estou muito mais no modo de eliminar a curiosidade do que qualquer outra coisa. Antes de provar o produto, a impressão que eu tive é que ele seria algo tão doce, que eu jamais iria gostar. Sem falar que a minha saúde não permite que eu consuma muitos produtos açucarados (infelizmente… #DamnYouDiabetes). Mesmo assim, entendi que valia a pena passar pela experiência, para que outros pudessem conhecer sobre o que se trata.

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Aliás, vale a pena aqui definir exatamente o que é o Skittles. Oficialmente, é uma bala envolvida em xarope de milho, corantes e até a dextrina de tapioca, que é o que deve dar essa consistência de bala mastigável. Esse pacote tem 51 gramas de peso, e carrega consigo pelo menos 200 calorias e 36 gramas de açúcar.

Os números assustam, e eu logo penso ‘estou consumindo uma bomba de açúcar no meu organismo… é melhor eu deixar o telefone do SAMU já discado no meu celular’.

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A impressão de morte certa por ingestão de açúcar só piora quando você abre a embalagem e se depara com um monte de balas coloridas e meladas pelo açúcar do xarope de milho. O produto estava acondicionado no supermercado em temperatura ambiente (aproximadamente 20 graus), e a variação do clima (frio de manhã, sol à tarde e frio de novo à noite) pode ter causado esse efeito colateral.

Por outro lado, não é nada agradável abrir a embalagem de um produto e ver esse resultado. Eu esperava algo mais ‘normal’, ou seja, uma bala que não me obrigasse a procurar um lenço para limpar as mãos. Mas, enfim… já estava ali mesmo… por que não experimentar?

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E aqui temos a boa notícia. Aliás, excelente notícia: o Skittles é menos enjoativo do que você imagina.

Por escolher um pacote com frutas cítricas, o sabor mais ácido veio bem a calhar, sendo refrescante e ajudando a quebrar o doce do xarope de milho. O resultado é uma bala saborosa, açucarada, mas que não te dá aquela sensação que você pode morrer a qualquer momento de diabetes. É claro que, para os diabéticos, eu recomendo que apenas experimentem essa bala, com a moderação que a doença pede. Mas pode ser uma boa pedida para quem quer consumir uma coisa doce depois do almoço, mas não tem tempo nem dinheiro para comer uma sobremesa de forma civilizada.

O pacotinho de 51 gramas pode parecer pouco, mas é o suficiente para aliviar o formigão que existe dentro de você. Até porque o preço do Skittles no Brasil é meio proibitivo (R$ 6,49 por esse pacotinho), e só me permiti comprar essa iguaria porque ele estava em uma super promoção (R$ 1.99 cada pacote).

No final das contas, o Skittles foi uma agradável surpresa. Está aprovado, justamente por ser menos doce do que aparentava ser. Ainda preciso provar outras opções de sabores do produto, mas certamente voltaria a comprar a opção com frutas (laranja, limão, lima, uva e morango).

Oreo com bacon: seria o melhor de dois mundos?

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Não vou aqui julgar a validade da proposta, valores nutricionais ou o quanto isso pode me levar à óbito. Fato é que a lógica me manda racionalizar o quanto pode ser bom o Bacon Fried Oreos, ou a excelente bolacha Oreo revestida com o bacon frito.

A iguaria é uma criação do site gastronômico OhBiteIt!, e não requer prática e tão pouco habilidade para ser feito. É só você clicar aqui para ver o passo a passo. Se você for fazer um desses na sua casa, conte como foi a experiência (ou me convide).

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Mapa dos EUA com as refeições preferidas de cada estado

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A versão norte-americana da revista Playboy fez um mapa baseado nos dados coletados pelo AskReddit, que mostra qual é o prato preferido de cada estado da nação. De sanduíches até o poke, passando pela sopa de caranguejos, hambúrgueres e até maçãs. E esse último soa até surpreendente, já que pouco se imagina ver algum norte-americano comendo comida saudável.

De qualquer forma, o mapa também serve para aqueles que querem fazer um tour gastronômico pelos Estados Unidos, e desejam comer aquilo que os moradores daquele estado mais gostam. É uma das assinaturas de uma região, e sempre vale a pena ter esse tipo de referência gastronômica.

Pronto! Estou com vontade de comer coxinha!

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Se você clicou nesse link achando que ia encontrar um texto sobre política, lamento te decepcionar. Temos aqui um texto sobre gastronomia, ou desejos gastronômicos. Ou sobre a minha incontrolável vontade de comer coxinha.

Pode parecer algo tonto e trivial para escrever um post. E é mesmo. Mas o blog é meu, e eu escrevo sobre o que eu quiser. Então, estou aqui comunicando que, depois de tanto ler e ouvir falar sobre “coxinhas” (na internet e fora dela), eu fiquei com uma súbita vontade de comer coxinha. Preferencialmente de carne, mas não rejeito as coxinhas de frango e até de atum.

Sabia que existe coxinha de atum? Não? Então… confira a seguir.

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Então… dizem que o ser humano é altamente influenciável por conta do meio que o rodeia. Particularmente, nunca dei muita bola para essa frase. Mas nesse caso, eu tenho que concordar. De tanto ouvir falar em coxinha nos últimos dias (ou semanas), eu despertei em mim o desejo de comer coxinha.

E não pode ser qualquer uma. Só não comi até agora porque não quero ingerir algo muito gorduroso, ou feito em qualquer biboca.

Ah, sim… eu poderia fazer essas coxinhas em casa? É claro que sim. Mas, convenhamos… não teria a mesma graça!

Como compartilhar uma pizza com amigos, e ainda assim ficar com a maior parte?

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Desse jeito que Dave Hax, uma pessoa criativa e miserável, faz. Engane seus amigos para ficar com um pedaço maior de pizza.

O vídeo abaixo mostra uma técnica sutil para que você compartilhe sua pizza e ainda assim ficar com o pedaço maior para comer depois (durante a madrugada, ou no café da manhã no dia seguinte). O processo é simples e maligno… e é por isso que é genial.

 

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Sushezi, a bazuca que faz sushi

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O número de pessoas que amam o sushi aumenta a cada dia, assim como o nível de exigência dessas pessoas. Para esse grupo de pessoas (e aqueles que gostam de comida e coisas diferentes), apresentamos o Sushezi, uma bazuca que prepara o sushi em poucos passos e em grandes quantidades. Bom, isso é o que o produto promete.

Tudo o que você precisa fazer é preparar o arroz branco no estilo japonês, colocar um pouco de azeite para lubrificar o tubo, e rechear com os ingredientes que você quiser. Feche a ‘arma’ e empurre a alavanca para que o rolo de arroz recheado saia pelo tubo. Deixe sobre uma folha de alga para ser enrolado e cortado em rodelas.

Pegue um pouco de molho de soja, wasabi e alioli, e sirva.

A seguir, um vídeo ilustra todo o processo.

 

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Quer saber se a sua comida é segura? Esses palitos podem te ajudar

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A Baidu anuncia um novo projeto, que está diretamente ligado aos hábitos gastronômicos dos usuários. O Baidu Kaisou são palitos equipados com tecnologia capaz de detectar se existem elementos contaminantes no alimento prestes a ser ingerido.

Esse problema é muito comum na China, que desde 2011 implementou novas medidas de higiene para restaurantes. Mas você sabe como funciona: é praticamente impossível fiscalizar restaurantes em um país com mais de 1 bilhão de pessoas. Logo, ter um desses não é uma má ideia.

Esses palitos são equipados com sensores em uma de suas extremidades, que são capazes de detectar e analisar o conteúdo dos alimentos, como calorias, conteúdo do pH e as informações nutricionais. Mas o que realmente nos interessa é que os sensores também informam se a qualidade do azeite de cozinha e da água usada na preparação do alimento são boas o suficiente para levar o produto à boca, ou se estão livres de agentes contaminantes.

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Todas essas informações são enviadas para o smartphone do cliente, onde um aplicativo emite um alerta se estamos diante de um prato que cumpre as medidas de segurança e higiene, oferecendo todas as informações relacionadas com o que estamos por comer.

Os protótipos foram demonstrados nessa semana, e a Baidu não revela uma data para o início da produção dos palitos, assim como o seu preço, ou se serão comercializados em outros países. Até lá, recomendo um cuidado triplicado antes de comer qualquer bobagem na rua, ok?

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Quero esse dispender de refrigerantes para ontem!

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É sério! Faz tempo que estou atrás de um negócio como esse, e só encontro lá fora. Esse modelo da foto é o Fizzsaver Drink Dispenser (US$ 4), um simples dispositivo que é conectado diretamente na garrafa de 2 litros do seu refrigerante. Você pode mandar a garrafa para a geladeira normalmente, e quando você quiser beber o seu líquido geladinho, basta virar a garrafa de ponta a cabeça, e mandar o líquido para o copo. Ok, os compradores da Amazon não aprovaram muito a ideia, mas isso não importa. Quero um desses na minha mesa em 15 minutos!

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Uma forma civilizada de servir pão e queijo para suas visitas

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A Slice & Serve é uma tábua de pão e queijo, que possui uma superfície que remove todas as migalhas de alimentos produzidos pelo manuseio do alimento, além de ser uma tábua multiuso. Um lado é para o pão, que pode ser cortado e servido com manteiga ou outros condimentos. O outro lado serve para outros alimentos, como queijo, picles ou aqueles itens que você gosta de comer… com pão!

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Me conte algo que eu já não soubesse: chocolate branco NÃO é chocolate (nunca foi…)

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Páscoa. A data é lembrada pelo renascimento de Cristo – e pelo renascimento dos nossos propósitos positivos  e nobres… bom, deveria ser… -, pelos ovos de chocolate, pelos parentes que ficam o dia inteiro na sua casa (ou você na casa deles), pela sua tia avó que você raramente encontra, pelo seu tio bêbado dormindo no sofá da sala, e principalmente, pelo chocolate. Muito chocolate. Os verdadeiros e os falsos chocolates.

Foi-se o tempo que eu enchia a minha cara com chocolate durante a Páscoa. A diabetes não me permite mais isso. Mas mesmo nos meus tempos onde eu me entupia dessa felicidade em forma de cubos e cascas de açúcar e cacau, eu sempre tive em mente uma teoria que gerava polêmica entre algumas pessoas. Algo que era considerado uma heresia entre os mais puristas. Algo tão grave quanto comer carne bovina na sexta-feira da paixão.

Chocolate branco NÃO é chocolate. 

Isso é tão óbvio, que não precisava de uma matéria do iG para confirmar isso. É uma questão de pensar com racionalidade: chocolate precisa ser gostoso. E tem que ter cacau. Duas coisas que o chocolate branco nunca foi. Aliás, quem come o tal chocolate branco se ferra ainda mais, pois está consumindo a GORDURA do cacau, sem a pasta que deixa o chocolate verdadeiro, genuíno e delicioso.

O problema é que o brasileiro médio aprendeu a amar o chocolate branco, apenas pela hipótese de ser um “chocolate” ainda mais doce que o tradicional. O que, obviamente, não é verdade. A única coisa que ele realmente pode ter é uma maior quantidade de açúcar – que obviamente é adicionada pelo fabricante -, para atender ao desejo daqueles que querem se iludir comendo um chocolate… que não é chocolate.

Para essa Páscoa, já é meio tarde. Mas espero que você leve esse ensinamento para os próximos dias de sua vida: além de procurar ser uma pessoa que realmente entende o propósito do renascimento de Cristo (ou que procure ser uma pessoa um pouco melhor em alguns aspectos, apenas para que o mundo não seja algo tão complicado e chato como é hoje), que você aprenda, de uma vez por todas, que CHOCOLATE BRANCO NÃO É CHOCOLATE! É algo que inventaram para você acreditar que está consumindo algo mais saudável. E não é.

Outra coisa: segure a onda com o chocolate de qualquer forma. Não adianta nada eu afirmar que você está se enganando com o chocolate branco, se você decidir se afundar no chocolate tradicional. Assim como outras coisas boas da vida, consuma o chocolate com moderação.

Bom final de Páscoa para vocês.

Conheça a Foodini, a impressora 3D de alimentos

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Mais cedo ou mais tarde, as impressoras de comida chegariam para as nossas vidas. Só não esperava que fosse ser tão rápido. Mas diferente das propostas já apresentadas, a Foodini é uma impressora de verdade, que realmente imprime a comida.

Os seus criadores tentam manter os usuários longe da comida super processada, já que a Foodini pode ser recarregada com comida comprado no mercadinho da esquina. O produto funciona como um grande robô ajudante, podendo preparar praticamente qualquer coisa.

O Foodini está nesse instante arrecadando fundos no Kickstarter, e por US$ 99, você pode ter uma dessas impressoras. Isso é, se os seus idealizadores alcançarem os US$ 100 mil solicitados.

 

Via Kickstarter