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Por que a Huawei não quis fabricar o Google Pixel?

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Hoje (4) os novos smartphones Google Pixel serão apresentados, iniciando a era Made by Google. Já sabemos praticamente tudo sobre seu hardware, que é entregue pela HTC. Mas… por que a Huawei não quis assumir a bronca?

Huawei estava pronta para o segundo ano

 

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A Google passou vários anos com os dispositivos Nexus no mercado, com modelos fabricados pelas mãos da concorrência, através de contratos fechados entre a gigante de busca e um fabricante parceiro.

Foi assim com o HTC G1, HTC Dream, Nexus One (HTC), Nexus S (Samsung), Galaxy Nexys (Samsung), Nexus 4 e 5 (LG) e Nexus 6 (Motorola). No primeiro ano em que a Google apresentou dois modelos, o Nexus 5X ficou nas mão da LG, e o Nexus 6P foi fabricado pela Huawei. Este último, um sucesso de público e crítica, por sinal.

A Huawei tinha mais um ano de parceria com a Google para desenvolver o próximo Nexus, hoje chamado de Google Pixel. Porém, o acordo foi quebrado, restando apenas um possível tablet, que pode ser apresentado hoje.

Algo aconteceu. O Google Pixel saiu da China e viajou até Taiwan, para acabar nas mãos da HTC.

Algo mais que um simples logitipo

 

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O motivo para a Huawei pular fora foi o seu logotipo.

Os modelos Nexus sempre contavam com o logotipo do seu fabricante ao lado da marca. Mas a Google decidiu mudar de formato no Google Pixel, colocando apenas o Made by Google, sem rastros do fabricante. E a Huawei não aceitou isso.

Porém, os motivos da ruptura do acordo foram além disso. As relações entre as duas empresas esfriou por conta do incumprimento por parte da Google sobre o acordo de distribuição do Huawei Nexus 6P em 2015.

A Huawei teria obtido o compromisso da Google de comercializar o Nexus 6P através de quatro grandes provedores nos Estados Unidos. A ideia era atraente para o fabricante, que via assim a possibilidade de introduzir a sua marca no país.

A fabricante queria que o acordo fosse cumprido, e que  o Nexus 6P chegasse aos clientes da Verizon, Amazon, Best Buy e B&H. Mas a Google exigiu uma exclusividade nos Estados Unidos e sua loja online. Isso fez com que a Huawei se retirasse do projeto do Pixel, e o Nexus 6P jamais chegou aos canais de venda prometidos.

Porém, indo na contramão de tudo, as relações foram refeitas para a produção de outros smartphones, mas a Google já tinha outros planos, o que fez com que a Huawei deixasse a mesa de negociações, deixando o caminho livre para a HTC assumir o Google Pixel Made by Google.

 

A Huawei não perdeu tudo

 

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Curiosamente as negociações entre os envolvidos renderam frutos.

O Nexus da Huawei nunca chegou ao mercado de forma ampla, mas estreitou as relações entre a Huawei e a Verizon.

Isso fez com que os asiáticos introduzissem no mercado dispositivos próprios no catálogo da operadora norte-americana, mesmo com resultados desfavoráveis para as duas pates. O Honor 8, último modelo lançado, registrou vendas inferiores ao esperado.

As consequências dessas negociações fracassadas alcançaram a cúpula da empresa asiática nos Estados Unidos, onde parte desse time abandonou a empresa, inclusive o diretor geral para o mercado norte-americano.

Enfim, esta é a história.

A HTC aceitou as exigências da Google, e a Huawei ainda pode desenvolver um telefone para a gigante da internet em 2017. Mas esta última informação é apenas um rumor. O tempo vai dizer o quanto isso tem de verdade.

Via Android Police

Lenovo Phab2 Pro: o Project Tango finalmente estreou

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Nasceu a criança!

Finalmente o Project Tango da Google se torna uma realidade, e a Lenovo foi a responsável por materializar o conceito, através do seu novo smartphone Lenvo Phab2 Pro, um dispositivo feito sob medida para explorar novas formas de interação do usuário com tudo aquilo que está ao seu redor.

Em um tempo onde esperamos por dispositivos inovadores (uma vez que o mercado de smartphones vive muito do “mais do mesmo”), a Lenovo consegui chamar a atenção positivamente ao oferecer um dispositivo que abraça a ideia da Google em criar mundos virtuais a partir dos elementos reais. É algo tão surreal, tão “Matrix”, “Minority Report” e outras paradas futuristas que vimos no cinema, que é até um pouco difícil explicar para vocês o que a Google conseguiu com o Project Tango.

De fato, um conjunto de câmeras capturam vários aspectos do ambiente, em uma interação em três dimensões, o que permite que o software do Project Tango insira elementos virtuais que vão interagir com as imagens tridimensionais capturadas. Sem falar que também é possível criar cenários alternativos completos, expandindo o nível de interação do usuário com aquele entorno, através dos recursos de software integrados.

Sério, isso realmente é uma inovação muito considerável.

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Depois que eu vi o conceito todo funcionando na apresentação da Lenovo Tech World 2016, confesso que o resultado final ficou melhor do que tudo o que imaginei na minha cabeça. Alguns podem até questionar a validade ou utilidade desse conceito, mas não podemos jamais ignorar que, nos últimos cinco anos, pouquíssimas empresas pensaram em algo desse tipo. Ao menos a Google aqui tenta mexer um pouco nas fichas do jogo, e sabendo que um dos motivos mais relevantes no uso do smartphone é justamente o entretenimento, investir em um conceito desse não é de todo uma má ideia.

Nos aspectos técnicos, o Lenovo Phab2 Pro é um smartphone feito sob medida para o que ele se presta a fazer, e essa não é uma má notícia. Pelo contrário: estamos diante de um ótimo smartphone que, pelo fator inovação, tem um preço realmente muito competitivo (US$ 499). Trazer algo completamente novo para o mercado e custando abaixo dos US$ 500 é uma vitória. Ok, a Google pode estar subsidiando o fator I+D no preço final do produto. Mesmo assim…

A Lenovo Tech World 2016 valeu a pena por todas as suas novidades. Mostrou uma Lenovo inovadora, que está ao menos tentando dar passos à frente, mover as fichas do mercado de tecnologia, e investindo nas novas propostas para o usuário. Quem sabe os demais não a acompanham. E, mesmo que o Lenovo Phab2 Pro seja questionado com um “pra quê realmente eu vou usar isso?”, ao menos ele entra para a história por ter iniciado a trajetória do Project Tango.

E ter iniciado muito bem, diga-se de passagem.

Eu não discuto com quem não sabe usar o Google

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Em pleno ano 2016, com tanto acesso à informação, com qualquer dispositivo se conectando à internet, é simplesmente inadmissível a pessoa ser ignorante “porque quer”. Estou aprendendo a não mais discutir com pessoas que querem ficar nessa “zona de conforto” por vontade própria. Não perco mais meu tempo com esse tipo de gente. Até porque eu sei usar o Google para algo que vai além do que procurar o escudo do time na internet.

Pior: conheço gente que nem isso consegue fazer.

Falo isso sem mesmo ser um membro da geração 100% conectada. Quando comecei a trabalhar com tecnologia (programação, processamento de dados, edição de textos, planilhas, etc), a internet nem existia. Quando ela chegou, comecei a me aproveitar do melhor dela, por entender que aquela era uma ferramenta mais do que poderosa para fazer qualquer coisa. Porém, fico surpreso como algumas pessoas simplesmente se recusam a se empenhar um pouco mais para aprender como essa ferramenta funciona. Vão além: alegam que o Google “não presta”, e simplesmente desistem de prosseguir em uma determinada tarefa.

Sabe, esse tipo de coisa vai além da ignorância. É algo que, para mim, é até difícil de qualificar. Em uma época onde estamos mais obstinados e criativos, criamos mais, realizamos mais e executamos mais, é difícil para mim entender por que uma pessoa se coloca como limitada “porque quer”. Basicamente. Não falo de alguém que entra na categoria dos limitados, incapacitados ou que não contam com o acesso à informação. Falo de pessoas minimamente estudadas, com boa formação profissional, mas que se valem da desculpa do “o que eu sei me basta” para não avançarem no aprendizado.

Pode ser uma inflexibilidade da minha parte, mas não consigo aceitar que pessoas com acesso à internet e ao Google não queiram utilizar essas ferramentas de forma minimamente produtiva. Para mim, isso é praticamente impossível. Dependo muito do Google nas minhas atividades profissionais e pessoais. Imagino o quanto a vida de qualquer pessoa pode ser afetada positivamente quando seus recursos são utilizados de forma útil, nem que seja em 10% do seu potencial.

Mas… é uma pena. Não me surpreende essa postura inflexível de algumas pessoas. Para determinadas “entidades de barro”, o orgulho fala mais alto.

Porém… o tempo não para. E as pessoas não dão a mínima para “entidades de barro”.

Novo robô da Google sobe e desce escadas, e carrega até 60 quilos

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Durante a New Economic Summit 2016 (NEST 2016) realizada em Tóquio (Japão), uma conferência apresentada por Andy Rubin, responsável por iniciar o programa de robótica na Google em 2013, contou com a presença no palco de Yuto Nakanishi, CEO e co-fundador da SCHAFT, para apresentar um interessante robô até então desconhecido.

A SCHAFT é uma das sete empresas adquiridas pela Google quando Rubin era chefe desse departamento, que ao lado da Boston Dynamics fizeram parte da iniciativa Replicant, mas que não foi tão divulgada como as demais. Por isso, é um pouco estranho que seja Rubin (que mais está na Google) o responsável por apresentar o projeto inédito da SCHAFT.

 

O desconhecido robô bípede da Alphabet

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Nos três anos em que a SCHAFT fez parte da Google (agora Alphabet), nunca ficamos sabendo dessa empresa, que pertencia ao laboratório de tecnologia experimental da empresa, a X. Porém, de alguma forma, Rubin convenceu Nakanishi para essa apresentação.

O robô, que ainda não tem nome, possui um design que se baseia em duas pernas unidas para manter-se em equilíbrio. Não tem nada na parte superior, e entre as duas pernas possui um espaço que permite a articulação para subir e descer escadas, levar uma carga de até 60 quilos e se movimentar em espaços reduzidos.

O robô pode caminhar em superfícies irregulares sem problemas, suporta todo o tipo de condições ambientais e pode caminhar sobre a neve, superfícies molhadas, rochas, madeira e qualquer outro material. Entre as duas permas é possível colocar ferramentas para diversos tipos de tarefas.

Este não é um anúncio oficial do Alphabet, e todas as informações daqui vieram pelas redes sociais, através de pessoas que estavam no evento de apresentação. O porta-voz do X informa que “o que foi apresentado na NEST 2016 não foi um anúncio de um produto ou um preview específico de algum produto”. Logo, temos que esperar por mais informações sobre o robô bípede.

 

Via IEEE Spectrum

Android Marshmallow com 1 GB de RAM… é o suficiente?

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Existe a tradição (nada bem vinda) do sistema operacional Android ser um devorador de recursos de hardware, principalmente de RAM e bateria. No quesito bateria, vários placebos podem ser adotados para resolver o problema, e a própria Google já tomou providências sobre o assunto, com o novo modo Doze. Aparentemente, essa questão está parcialmente resolvida. Mas… e a questão do consumo de RAM? Como fica?

Oficialmente, nem a Google, nem os especialistas em tecnologia falam muito sobre esse tema. Até porque o Android Marhsmallow está presente em apenas 2.3% dos dispositivos Android distribuídos no mercado, e a grande maioria deles são modelos top de linha, que não precisam se preocupar com o consumo de recursos ou de RAM. Porém, alguns fabricantes estão dando a entender que a nova versão do sistema operacional consegue um bom desempenho com apenas 1 GB de RAM ou menos.

Um exemplo.

Recentemente testei o LG K10, recente lançamento da LG para o mercado de linha média. Esse já conta com o Android 6.0 Marshmallow, processador octa-core e 1 GB de RAM. Durante os testes, o modelo até se comportou bem em um uso mais básico (navegação na internet, acesso às redes sociais, chamadas, gerenciamento de contatos, registro de fotos e vídeos, visualização de vídeos e jogos básicos). Porém, em um uso mais exigente, principalmente na execução de jogos pesados, ele se apresentou insuficiente. O jogo Real Racing 3 fechou sozinho em pelo menos três oportunidades, por conta da ausência de RAM que já era ocupado por outros programas rodando em segundo plano, ou pela própria atividade do sistema operacional.

A tendência é que outros fabricantes de dispositivos farão apostas semelhantes para os segmentos de entrada e linha média. Na teoria, eles entendem que o Android Marshmallow está otimizado o suficiente para rodar bem com pouca quantidade de RAM. Porém, essa mesma teoria é contrariada quando vemos modelos como o Galaxy S7 e LG G5 oferecendo uma quantidade absurdamente grande de memória, apenas para garantir a experiência de uso mais fluída possível.

Então… por que os fabricantes estão ‘regulando mixaria’ em um aspecto da configuração que é considerado vital para uma boa experiência de uso? Qual é o objetivo disso?

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Não quero aqui acusar fabricante nenhum de forçar a barra em um aspecto que, honestamente, poderia ser feito de outra forma. Mas é algo realmente que me custa a entender o real motivo disso. Ainda mais nesse caso, onde todos os principais concorrentes de preço do LG K10 contam com, pelo menos, 2 GB de RAM. Alguns deles igualmente atualizáveis para o Android 6.0 Marshmallow.

Não que você não possa utilizar o Android com apenas 1 GB de RAM. Eu mesmo utilizei bem o modelo da LG com essa especificação. Porém, como disse lá no começo: é um uso bem básico e simples. Típico dos usuários de entrada. E eu bem sei que os usuários de linha média já contam com um perfil de uso mais avançado. Não se limitam a ficar apenas no Facebook e no WhatsApp. Assistem vídeos em HD, rodam jogos um pouco mais elaborados e outras tarefas que exigem do Android e do hardware do dispositivo, mesmo que em um nível inferior ao dos usuários hardcores.

Logo, é de se pensar. Será que essa será a tendência? Os usuários de linha média vão ter que se virar com 1 GB de RAM? Será que o Android Marshmallow é tão milagroso assim?

Na minha primeira experiência com a nova versão, posso dizer que: o milagre tem limites nesse caso.

A “treta” entre o Tecnoblog e o Google Discovery

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Quem sou eu para incitar o ódio entre os blogs de tecnologia. Eu nunca fiz isso na minha vida, e não será a primeira vez que eu vou fazer. Aliás, nunca critiquei nenhum blog parceiro (mentira, já fiz isso nas internas, mas vocês nunca saberão os blogs que foram alvos da minha crítica… ou até sabem, se me seguem no @oEduardoMoreira do Twitter…). Mas dessa vez, vou ter que abrir uma exceção para falar dos dois “amiguinhos” em questão: o Tecnoblog e o Google Discovery.

Antes de qualquer coisa… tsc, tsc, tsc… que feio para vocês! Ficarem “brigando” por causa do Google Chrome, que não faz mal a ninguém (a não ser devorar a RAM de muitos equipamentos por aí, problema este que foi parcialmente resolvido – convenhamos, isso já foi bem pior), que vive a sua vida de força dominante da internet, rei absoluto entre os navegadores, e ferramenta principal para os leigos o confundir com o Google?

Leave Google Chrome alone, Tecnoblog!

Leave Google Chrome alone, Google Discovery!

Aliás, essa “treta” só aconteceu por causa de dois posts feitos por dois amigos pessoais, pessoas que, se eu pudesse, levaria para o churrasco na minha casa todo final de semana. Isso é, se eu morasse em São Paulo, ou se eles morassem no Paraná, já que aqui na cidade de Ponta Grossa a galera come churrasco quase todo final de semana.

 

A versão do Tecnoblog

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De um lado, o Paulo Higa do Tecnoblog assinou um artigo onde ele afirma categoricamente que “o Chrome é o novo Internet Explorer“, e o seu principal argumento é a clara dominância do navegador da Google no seu segmento, com mais de 77% de cota de mercado no Brasil (de acordo com os números do StatCounter). Aqui, temos um cenário de monopólio estabelecido, onde algumas soluções web já são desenvolvidas exclusivamente para esse navegador.

Isso, e todos os demais problemas que o usuário pode receber no pacote ao utilizar o Chrome de forma ampla e irrestrita: a dependência da Google para muitas ferramentas e soluções conectadas, a ausência de extensões e plugins em outros navegadores e a já destacada fome do navegador pela RAM do seu equipamento.

Ou seja, temos aqui argumentos bons o suficiente para concordarmos com um dos japas mais simpáticos da blogosfera de tecnologia do Brasil, certo?

 

A versão do Google Discovery

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Por outro lado, o Renê Fraga (aka Fox Mulder… desculpa, até a pessoa física se parece um pouco com esse personagem), responsável pelo Google Discovery, afirma exatamente o contrário do que o Higa declarou em seu texto, com um contundente “o Chrome NÃO é o novo Intenet Explorer“. Seus argumentos se apoiam no caráter histórico que envolve tanto o Google Chrome como o Internet Explorer, e como os dois tomaram caminhos bem diferentes para estabelecerem suas respectivas dominâncias no mercado.

Renê usa uma bela carta de Super Trunfo para seus argumentos: para dominar o mercado na sua época, a Microsoft usou de práticas ilegais, integrando o Internet Explorer nos seus sistemas operacionais Windows 95 e Windows 98 (e nas versões posteriores, até que a justiça europeia decidiu acabar com a farra do boi deles). A estratégia funcionou, e o Netscape, então líder entre os navegadores web, foi simplesmente dizimado do do mercado.

Já o Google Chrome galgou a sua liderança degrau por degrau, conquistando a confiança dos usuários com uma oferta de um navegador simples, leve, veloz, com atualizações automáticas e a total integração com o principal mecanismo de pesquisa da internet.

 

Quem tem razão nessa “treta”?

Quem tem razão, na minha opinião, é o leitor inteligente que, a essa altura do campeonato, já sacou que esse post serve apenas para divulgar dois ótimos textos feitos por parceiros que tenho na internet e na vida. Em alguns temas, não existe o lado certo. Os dois lados contam com argumentos válidos, e se complementam. Ter pontos de vistas diferentes não quer dizer que eles são conflitantes ou discordantes. Só quer dizer que o mundo da tecnologia permite sim a dualidade de opinião. No final das contas, todo mundo vai beber cerveja e contar piadas no final do dia.

Se você achou que esse era um post de iniciar a treta entre dois amigos, lamento por você. Reveja seus conceitos, e aprenda a ler ironias em um texto na forma de “palavras entre aspas”.

Vai te fazer um bem danado!

Por que os estados da Califórnia e Nova Iorque querem proibir a venda de smartphones codificados?

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O tema da privacidade volta a ficar em evidência nos Estados Unidos, um país onde as pessoas estão ficando mais preocupadas em proteger os seus dados. Na semana passada, o governo de Nova Iorque anunciou um projeto de lei que obriga a todos os fabricantes de smartphones a ter backdoors nos seus dispositivos vendidos dentro daquele estado.

Agora, o estado da Califórnia fez praticamente o mesmo, copiando palavra por palavra o projeto de lei anunciado pelo estado da Big Apple. Nos dois casos, se trata apenas de uma proposta, mas no caso de ser aprovada, empresas como Apple e Google teriam duas opções: deixar de vender os seus smartphones nos dois estados, ou instalar métodos que permitem decifrar as informações contidas no dispositivo.

No caso de Nova Iorque, a lei menciona que, a partir de 1 de janeiro de 2016, todos os smartphones que serão vendidos dentro do estado deverão contar com “as tais facilidades” para acessar o conteúdo pessoal do usuário, como contas bancárias, locais visitados via registro de GPS, chamadas e mensagens recentes e informações de contatos, assim como fotografias e contas de e-mails.

Ou seja, o fim da privacidade como um todo, basicamente. O pesadelo de todo paranoico. Ou reservado. Ou qualquer um mais preocupado com a privacidade, o que não é um crime nenhum.

O mais sério do assunto na lei de Nova Iorque é que a iniciativa já passou pelos dois primeiros filtros legais, e se encontra nas mãos da assembléia legislativa, que vai decidir se ela vai passar ou não ao senado para a sua aprovação. Os moradores do estado poderão acessar a página do senado e votar para que os legisladores conheçam a opinião dos cidadãos.

No caso da Califórnia, o membro da assembleia Jim Cooper apresentou a sua proposta de lei, que no mesmo caso de Nova Iorque, exige que fabricantes, prestadoras de serviço ou desenvolvedores dos sistemas operacionais, tenham a capacidade de decifrar e desbloquear equipamentos de comunicação móvel no caso de que a lei assim exija.

Diferente de Nova Iorque, na Califórnia a lei se aplicaria em dispositivos vendidos a partir de 1 de janeiro de 2017. Qualquer smartphone vendido no estado depois dessa data que não puder ser decodificado, terá uma multa de US$ 2.500 para o fabricante ou responsável do software.

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De acordo com as palavras de Cooper, esta medida obedece ao que a polícia pede, por não poder fazer o seu trabalho de forma correta, por conta das empresas de tecnologias bloquearem a aplicação da lei. Nos Estados Unidos, os juízes podem ordenar o bloqueio de contas bancárias ou ordens de registro em casos suspeitos, mas por mais incrível que pareça, não existe uma maneira de ordenar que acesse a informação contida em um smartphone.

Obviamente isso é um grave problema para empresas como a Apple, que já esclareceu por diversas ocasiões que o iOS possui codificação que nem a Apple pode romper. O mesmo vale para a Google, que nas mais recentes versões do Android, conta com codificação para os dados armazenados no dispositivo.

O mais curioso é que, se a lei for aprovada no estado da Califórnia, Apple e Google não podem vender os seus dispositivos dentro do estado onde se encontram os seus respectivos quarteis generais. Agora o próximo passo é esperar a decisão do comitê no caso da Califórnia, enquanto que em Nova Iorque tudo recai sobre as mãos da assembléia legislativa.

Já pensou se a moda pega?

Transforme o seu smartphone em um sabre de luz, com a ajuda da Gooogle

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Os fãs de Star Wars fatalmente vão gostar do Lightsaber Escape, solução da Google que transforma o seu smartphone em um sabre de luz. Bom, não literalmente é claro, mas o efeito moral compensa.

Basta você acessar esse link, onde você vai obter um endereço de um site com um código, que deve ser acessado pelo navegador web do seu desktop. A página vai ajudar a conectar os dois dispositivos, permitindo assim a interação com a tela, utilizando o seu smartphone como um dos sabres de luz de Star Wars.

O Lightsaber Escape nasceu da parceria da Google com a Lucasfilm e o estúdio de efeitos visuais do filme, a Industrial Light & Magic. O site usa WebGL para os gráficos 3D, além de WebRTC e WebSocket para a comunicação em tempo real entre o smartphone e o seu desktop.

Os efeitos estão muito bem finalizados, e não preciso dizer duas vezes que você deve dar uma chance para o Lightsaber Escape.

Chromecast 2 e Chromecast Audio, o entretenimento sem fio por US$ 70 e nada mais

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A Google é bem espertinha. Lançou dois produtos com o mesmo hardware, mas com finalidades diferentes. O Chromecast 2 é a reformulação do primeiro modelo, adotando um formato mais confortável para quem tem vários dispositivos conectados na TV, e o Chromecast Audio… bem… é um Chromecast… para áudio, oras!

O objetivo da gigante de Mountain View nesse caso é oferecer uma experiência de entretenimento integrada e livre de cabos, utilizando o smartphone, tablet ou computador como “central de mídia”. A ideia de dois dispositivos baratos que oferecem essa liberdade ao usuário é muito bem vinda. Até porque as pessoas estão consumindo mais e mais conteúdos online, através desses dispositivos já citados nesse parágrafo.

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O novo Chromecast 2 tem um formato mais ajustado para quem tem uma TV com vários dispositivos, é mais leve (ajudando na portabilidade), mais potente e principalmente mais conectado. Uma das grandes novidades do dispositivo apresentado hoje (29) pela Google é a presença de uma nova disposição de antenas para captação do sinal WiFi, o que deve reduzir as falhas do streaming de conteúdo. Sem falar no suporte para resolução Full HD (nada de 4K por enquanto).

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Já o Chromecast Audio nada mais é do que um Chromecast 2 para o áudio. Ele tem o mesmo formato que o dispositivo que você vai conectar na TV, as mesmas especificações de hardware, mas adaptado para ser conectado em um alto-falante ou sistema de som convencional, atuando como intermediário entre esse e o dispositivo que vai reproduzir o conteúdo (smartphone, tablet ou PC).

O que é mais legal no Chromecast Audio (além do seu tamanho compacto e sua portabilidade) é a sua simplicidade. Basta conectar o produto no auto-falantes (entradas digital, analógica ou 3.5 mm), configurar o gadget no dispositivo que vai gerenciar o conteúdo, selecionar o serviço musical, dar play, e pronto. A conexão WiFi faz o resto do trabalho, com um baixo consumo de bateria e resultados melhores em relação à conectividade Bluetooth.

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Dizer que eu quero os dois é redundante. Eu já queria o primeiro Chromecast, mas um dos motivos para não comprá-lo foi o fato de ter dispositivos demais fazendo a mesma coisa (Apple TV, Xbox 360, Xtreamer Media). Agora, como tenho mais de uma TV em casa, acho que vale a pena fazer esse investimento.

Tá, eu sei: podia ser melhor. O dólar podia não custar R$ 4. Ainda assim, acho que vale o investimento.

Google Pixel C: é possível ser produtivo com o Android?

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Uma das “surpresas” do evento da Google é o Google Pixel C, novo tablet pensado nos produtivos e corporativos. Eu digo “surpresa” “entre aspas” porque ele vazou na web horas antes do evento. Mas isso não é relevante. O que importa é que a gigante de Mountain View decidiu entrar na briga pelo segmento que o Surface Pro da Microsoft estava (quase) solitário, mas que recebeu a companhia recentemente do iPad Pro.

Esse é o produto que muitos podem ver com alguns pontos de observação. Para começar, não estamos diante de um dispositivo da linha Nexus. Logo, a sua proposta geral, concepção e preço são diferentes. E talvez por isso ele se posicione como um dispositivo para profissionais. Isso e o seu case teclado bem bolado.

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O teclado é rígido, mais próximo do teclado de um notebook, e não uma adaptação com silicone e outros materiais flexíveis. Possui um sistema de encaixe magnético, que deixa o produto perfeito para o transporte, protegendo a tela do tablet durante o transporte, ou integrando ao design do produto em outras modalidades de utilização.

Nesse aspecto, o Google Pixel C é muito bem sacado. Talvez é uma das propostas de dispositivo híbrido (entre notebook e tablet) que melhor se encaixe às minhas necessidades de uso. Sem falar que, diferente das opções da Apple e Microsoft, permite o uso no colo do usuário, com o teclado rígido suficiente para que a produtividade seja efetiva em qualquer lugar.

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Por esses motivos, o Google Pixel C já larga na frente em relação aos seus concorrentes diretos. O seu hardware robusto (com a chancela de um processador NVIDIA X1) pode garantir o desempenho pleno para os usuários mais exigentes. Porém, isso não é tudo.

Muitos vão se questionar se é possível ser produtivo com o sistema Android, que como todo mundo sabe não é otimizado para os tablets. Nesse sentido, o iOS está em vantagem, sem falar que, pensando no público-alvo do produto (os profissionais), a quantidade de aplicativos disponíveis na plataforma da Apple é muito maior.

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Por outro lado, se você pensar na produtividade em estado pleno, a melhor solução continua a ser o Surface Pro da Microsoft. Pelo simples fato dessa alternativa contar com um sistema operacional completo (o Windows), e não um sistema operacional móvel (iOS ou Android). Quem precisa rodar programas pesados e depende de uma multitarefa mais flexível vai fatalmente optar pela alternativa de Redmond, ou continuar com o seu notebook ou ultrabook da vida toda.

Em resumo: eu vejo com simpatia a proposta do Google Pixel C, mas pensando em um sentido mais profissional, eu não tenho muita certeza se essa é a melhor proposta. O fator preço é claro que influencia (US$ 499 para a versão mais básica do tablet, com 32 GB), e US$ 149 para o teclado), e a presença do pacote Microsoft Office no Android ameniza um pouco as coisas.

Mesmo assim, eu tenho um perfil de uso mais específico. Dependo de outras ferramentas para o meu trabalho, onde algumas delas só funcionam da forma como eu preciso no Windows, e que certamente eu não encontraria soluções similares no Android. E por melhor que seja o desempenho do Pixel C, bem sei que o desempenho do Android para tarefas mais complexas não é o mesmo que aquele encontrado em um sistema operacional completo.

De qualquer forma, temos mais uma alternativa no mercado, e isso nunca é ruim. Quem sabe a Google não busca o seu espaço nesse segmento emergente? Não podemos prever o futuro.

Vai que…

Nexus 6P é o top de linha com preço competitivo

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Quando a Google lançou o Nexus 6 em 2014, todo mundo se assustou por aquele ser o único dispositivo apresentado na época, e com um preço totalmente fora da realidade apresentada pela própria Google para a linha Nexus. Um ano depois, a gigante de Mountain View não desistiu de ter um phablet para chamar de seu, mas corrigiu o problema que eles mesmos criaram, lançando dois dispositivos. O Nexus 5X, mais acessível e pensado nos usuários que não gostam de phablets, e o Nexus 6P, um top de linha com tela de 5.7 polegadas.

O Nexus 6P marca também a estreia da Huawei como parceira da Google no projeto de smartphones da linha Nexus, o que é um grande referencial futuro para os asiáticos. E, justiça seja feita: a Huawei vem melhorando e muito ao longo dos anos com o seu smartphone Android. Logo, sua escolha é algo compreensível. Mesmo porque a Google não tem mais a Motorola para chamar de sua.

O novo phablet tem uma ótima tela de 5.7 polegadas (2K), processador Snapdragon 810, 3 GB de RAM, a partir de 32 GB de armazenamento (isso mesmo… nada de 16 GB… graças a Deus…), alcançando os 128 GB de armazenamento na versão mais completa, câmeras poderosas de 12.3 megapixels (traseira) e 8 megapixels (frontal), leitor de digitais, NFC, WiFi 802.11 ac, USB Type-C entre outras características.

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O Nexus 6P é uma alternativa que vem para bater de frente no segmento de produtos que hoje (lá fora) custam a partir de US$ 600. E o preço de entrada para o novo smartphone da Google é de US$ 499. São US$ 100 a menos para um dispositivo com especificações de hardware que pouco ou nada devem a muitos de seus concorrentes.

Não só isso. Estamos diante de um dispositivo que vai receber a experiência do Android 6.0 Marshmallow antes dos outros, e em estado puro, sem customizações. Esses são diferenciais muito relevantes para usuários que buscam a mais fiel experiência Android, e com as garantias de um desempenho pleno.

É claro que só poderemos comprovar se o Nexus 6P tem essa qualidade toda na prática, e espero os primeiros testes para eliminar as dúvidas. Uma delas está na autonomia de bateria. O Nexus 5 e Nexus 6 contavam com um sério problema de autonomia de bateria, que drenava rapidamente.

O Nexus 6P conta com uma bateria de 3.450 mAh, mas de nada vai valer se a Google não resolveu os problemas de drenagem de bateria presentes no Android Lollipop. Alguns veículos internacionais indicam que esse problema foi resolvido. Mas vamos esperar.

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É claro que o Nexus 6P é um ilustre cobiçado. Mesmo sendo de valor proibitivo para muito gente (já que estamos falando de um modelo que está com os dois pés no segmento premium), ele ainda consegue ser mais barato que os seus concorrentes diretos. De novo: a Google aprendeu a lição do ano passado. Não adianta oferecer um produto com o mesmo preço da concorrência, quando nos anos anteriores a sua linha de produtos se destacou exatamente pela boa relação custo-benefício.

A presença de carcaças com material metálico, sensores de câmeras poderosas, um competente processador, grande capacidade de armazenamento e uma tela de grandes dimensões podem resultar em dores de cabeça para os demais fabricantes. Ainda mais custando US$ 100 a menos que a maioria dos demais modelos do segmento.

Sem falar que o mais caro Nexus 6P, com 128 GB de armazenamento, custa exatamente o mesmo que o mais barato iPhone 6s de 16 GB de armazenamento.

Façam as contas, crianças!

Nexus 5X: é a Google corrigindo os erros do Nexus 6

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Voltar um número, nesse caso, não é tão ruim assim. A Google não é uma empresa orgulhosa, que persiste no erro por muito tempo (beijo, BlackBerry, Sony…). O novo Nexus 5X é uma correção do que estava errado no Nexus 6, que não era um smartphone ruim (basicamente um Moto X 2014 com tela maior), mas que fugia a todos os propósitos previamente estabelecidos pela linha Nexus. E esse foi um grande erro.

Trazer de volta a LG para o projeto Nexus é parte desse acerto. Os coreanos foram os responsáveis por dois modelos dessa linha. Os dois mais populares. O Nexus 4 vendeu que nem água, e foi objeto de desejo por muita gente. E o Nexus 5 é o maior vendedor de todos os tempos entre os smartphones da Google. Logo, nada mais justo do que apostar de novo nessa parceria, seguindo as diretrizes de design deles e algumas novidades bem vindas.

Uma dessas novidades é uma nova câmera, com uma nova tecnologia de tamanho de pixels. A Google fez sérias comparações com o iPhone 6s Plus (nem poderia ser diferente), além de traçar um paralelo com o Nexus 6. As melhorias são promissoras, o sensor é mais rápido com a ótima ajuda do autofoco a laser, e é capaz de captar uma maior quantidade de luz.

Porém, temos uma sentida ausência nessa câmera: a estabilização ótica (OIS). Ok, eu entendo que é preciso te ruma boa relação custo-benefício. Mas acho que não é necessário ter restrições aqui. Ainda mais sabendo que o usuário prioriza e muito a questão do registro de fotos no smartphone.

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Outra novidade do Nexus 5X é a presença do leitor de digitais. Uma vez que o Android 6.0 Marshmallow conta com um melhor suporte para esses leitores, nada mais conveniente do que incentivar usuários e desenvolvedores a explorarem essa novidade. Até porque a Google quer capitalizar com as funcionalidades de pagamento através do smartphone, aproveitando que essa é uma corrida que ainda está começando, e ninguém (exceto a Starbucks) se estabeleceu de forma eficiente como líder no mercado.

Além disso, o Nexus 5X é um dos primeiros a contar com o Android 6.0 Marshmallow, diferencial relevante para muitos usuários na hora de escolher um produto. O dispositivo já tem suporte de atualizações para os próximos dois anos (pelo menos), prometido pela Google. Vai além dos 18 meses de suporte mínimo indicado pela gigante de Mountain View para os dispositivos Android e outros fabricantes. Outro diferencial importante.

De quebra, outra modernidade presente no Nexus 5X é a presença do conector USB Type-C, trazendo o dispositivo para a modernidade dos tempos atuais, e ajudando a oferecer esse tipo de conexão como padrão no mercado.

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No final das contas, o Nexus 5X é um acerto da Google em vários aspectos. Volta ao time que estava ganhando, acrescenta funções interessantes, um hardware na medida certa, com um processador Snapdragon 808, e apesar de contar com apenas 2 GB de RAM e ter opções com 16 GB (por que, Senhor?) e 32 GB de armazenamento (não expansíveis), ele está dentro do aceitável para a sua proposta de preço e posicionamento de mercado, sendo sim uma interessante opção para o mercado de linha média-alta.

É claro que não dá mais para oferecer smartphones a US$ 199 e US$ 299 com essas especificações (a não ser que você fabrique os seus dispositivos na China). Mas por US$ 379 na versão mais básica, o Nexus 5X até que está dentro da faixa do aceitável para a nova realidade de mercado. Levando em conta que é possível ter uma ótima experiência de uso com um produto como esse.

Vamos esperar pelos primeiros testes para confirmar essas boas primeiras impressões.

Acer Chromecast R11: mais caro por ser conversível

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Acer Chromebook R11-01

Bem sabemos como o mercado de computadores tenta se reinventar para sobreviver, e uma dessas reinvenções é representada pelos Chromebooks. Os notebooks com Chrome OS são pensados naqueles que buscam realizar as suas atividades conectadas de forma simples, mantendo tudo na nuvem, com praticidade e grande intimidade (por assim dizer) com os recursos do Google. E tudo isso resultou em um computador barato e acessível para diversos segmentos, principalmente o educacional.

Agora, a Acer apresenta na IFA 2015 o Chromebook R11, que é considerado o primeiro notebook conversível com o sistema Chrome OS. Tal movimento tem como objetivo atender os usuários que precisam de uma maior versatilidade de uso, que se alterne entre o notebook e o tablet quando necessário. É uma estratégia oportuna para ampliar a diversidade de público desse tipo de produto. Por outro lado, já temos um produto com um preço significativamente mais alto do que a proposta original para esse tipo de produto: US$ 299.

Entendo toda a proposta desse novo produto. Mas ele podem ao mesmo tempo representar uma mudança de paradigma na proposta dos Chromebooks. Sem falar que eu não creio que o Chrome OS é o melhor sistema do mundo para ser utilizado no formato tablet.

De qualquer forma, preferia ver o Chrome OS no seu formato mais ‘clássico’, abrigado nos notebooks, com alguma interação com toques na tela sim, mas muito mais voltado para quem quer utilizar os recursos do Google com maior produtividade. É inegável que a era dos dispositivos com tela sensível ao toque domina o mercado de tecnologia hoje, mas se vamos adotar essa solução, que não seja com o Chrome OS.

A não ser que o Google reformule a proposta e interface de usuário para essa finalidade, e de forma drástica.

E em tempos onde encontramos notebooks com Windows 10 a US$ 199, não dá para dizer que este é o melhor momento para fazer esse movimento. Abre os olhos, Google!

Bom, ao menos sabemos o sexo do robô do Android…

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O que uma imagem no Google Maps não faz… ainda mais quando essa imagem faz claro bullying com a Apple. Enfim, a imagem do robô Android no mapas do Google urinando em cima de uma maçã mordida correu o mundo.

O Google já pediu desculpas pela ‘brincadeira’, e garante que isso foi obra de um usuário que utilizou uma característica do MapMaker do Google Maps, que permite criar e editar mapas para depois personalizá-los. O recurso existe desde 2011, mas só agora (e por causa disso) se destacou junto ao grande público.