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Por que a Huawei não quis fabricar o Google Pixel?

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Hoje (4) os novos smartphones Google Pixel serão apresentados, iniciando a era Made by Google. Já sabemos praticamente tudo sobre seu hardware, que é entregue pela HTC. Mas… por que a Huawei não quis assumir a bronca?

Huawei estava pronta para o segundo ano

 

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A Google passou vários anos com os dispositivos Nexus no mercado, com modelos fabricados pelas mãos da concorrência, através de contratos fechados entre a gigante de busca e um fabricante parceiro.

Foi assim com o HTC G1, HTC Dream, Nexus One (HTC), Nexus S (Samsung), Galaxy Nexys (Samsung), Nexus 4 e 5 (LG) e Nexus 6 (Motorola). No primeiro ano em que a Google apresentou dois modelos, o Nexus 5X ficou nas mão da LG, e o Nexus 6P foi fabricado pela Huawei. Este último, um sucesso de público e crítica, por sinal.

A Huawei tinha mais um ano de parceria com a Google para desenvolver o próximo Nexus, hoje chamado de Google Pixel. Porém, o acordo foi quebrado, restando apenas um possível tablet, que pode ser apresentado hoje.

Algo aconteceu. O Google Pixel saiu da China e viajou até Taiwan, para acabar nas mãos da HTC.

Algo mais que um simples logitipo

 

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O motivo para a Huawei pular fora foi o seu logotipo.

Os modelos Nexus sempre contavam com o logotipo do seu fabricante ao lado da marca. Mas a Google decidiu mudar de formato no Google Pixel, colocando apenas o Made by Google, sem rastros do fabricante. E a Huawei não aceitou isso.

Porém, os motivos da ruptura do acordo foram além disso. As relações entre as duas empresas esfriou por conta do incumprimento por parte da Google sobre o acordo de distribuição do Huawei Nexus 6P em 2015.

A Huawei teria obtido o compromisso da Google de comercializar o Nexus 6P através de quatro grandes provedores nos Estados Unidos. A ideia era atraente para o fabricante, que via assim a possibilidade de introduzir a sua marca no país.

A fabricante queria que o acordo fosse cumprido, e que  o Nexus 6P chegasse aos clientes da Verizon, Amazon, Best Buy e B&H. Mas a Google exigiu uma exclusividade nos Estados Unidos e sua loja online. Isso fez com que a Huawei se retirasse do projeto do Pixel, e o Nexus 6P jamais chegou aos canais de venda prometidos.

Porém, indo na contramão de tudo, as relações foram refeitas para a produção de outros smartphones, mas a Google já tinha outros planos, o que fez com que a Huawei deixasse a mesa de negociações, deixando o caminho livre para a HTC assumir o Google Pixel Made by Google.

 

A Huawei não perdeu tudo

 

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Curiosamente as negociações entre os envolvidos renderam frutos.

O Nexus da Huawei nunca chegou ao mercado de forma ampla, mas estreitou as relações entre a Huawei e a Verizon.

Isso fez com que os asiáticos introduzissem no mercado dispositivos próprios no catálogo da operadora norte-americana, mesmo com resultados desfavoráveis para as duas pates. O Honor 8, último modelo lançado, registrou vendas inferiores ao esperado.

As consequências dessas negociações fracassadas alcançaram a cúpula da empresa asiática nos Estados Unidos, onde parte desse time abandonou a empresa, inclusive o diretor geral para o mercado norte-americano.

Enfim, esta é a história.

A HTC aceitou as exigências da Google, e a Huawei ainda pode desenvolver um telefone para a gigante da internet em 2017. Mas esta última informação é apenas um rumor. O tempo vai dizer o quanto isso tem de verdade.

Via Android Police

O Huawei Mate 9 pode chegar tarde demais

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Os fabricantes tradicionalmente tentam evitar lançar produtos no mesmo período de seus concorrentes. A ideia é se antecipar em horas ou dias para roubar o protagonismo, ou senão é obrigado a conviver com os demais fabricantes nas grandes feiras de tecnologia.

Porém, alguns fabricantes, de tanto esperar o timing certo, correm o risco do seu produto naufragar. É o caso da Huawei, que pode lançar o seu Huawei Mate 9 tarde demais, o que o deixaria com as migalhas que Apple e Samsung deixariam.

 

Agosto, setembro… e novembro?

 

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Poucas pessoas duvidam que o Samsung Galaxy Note é o melhor phablet do mercado. Por conta do seu sucesso, a Apple decidiu oferecer um iPhone Plus com tela de 5.5 polegadas. E é fato que o Huawei Mate 9 tem que enfrentar os modelos de tela grande desses dois fabricantes.

O Galaxy Note 7 (apesar dos seus embrolhos de bateria) e o iPhone 7 Plus estão no mercado. E eles não são os únicos a chegarem antes de um Huawei Mate 9, cujos últimos rumores indicam a data de 8 de novembro para seu lançamento. Ou seja, daqui a pouco menos de dois meses. Muito tempo, ainda mais quando tem um Google Pixel XL e, provavelmente, Xiaomi Mi Note 2, estão a caminho.

Nesse momento, a Huawei é o terceiro maior fabricante do mercado, e o segundo maior com o Android. Mas chega para a briga com um atraso enorme, e isso pode fazer com que eles percam a mesma antes mesmo de começar. Talvez com a campanha de natal em mente, o Huawei Mate 9 deve chegar ao longo do mês de novembro… com quase todas as compras dos grandes smartphones decididas ou realizadas.

 

O que promete o Huawei Mate 9?

 

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Nesse ponto, parece que não há outro remédio a não ser aceitar que o Huawei Mate 9 chegará no mercado no final de 2016. Lembrando que a empresa quer dominar o mundo mobile em 2020.

Logo… o que eles podem ter preparado para chamar a atenção aos 45 do segundo tempo?

O último benchmark vazado revela uma tela IPS LCD de 5.9 polegadas (Full HD, 374 ppp), processador HiSilicon Hi3660 com GPU Mali-T880, mas também pode ser um Kirin 960, acompanhado com supostos 4 GB de RAM, com um modelo superior de 6 GB e 64 GB de armazenamento.

Nas câmeras, um sensor traseiro duplo de 20 MP, mas alguns benchmarks tem dificuldades em detectar determinadas configurações, o que deixa esse dado como um rumor. Já o sensor frontal contaria com 8 MP.

Com um lançamento tardio, o Mate 9 não pode sequer receber o título de ser o primeiro smartphone com o Android 7.0 Nougat, pois o LG V20 já tem essa honraria. Resta então a espera para que novos dados sobre o modelo sejam revelados.

E que uma dessas informações seja a antecipação do seu lançamento.

Huawei Y6II

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Huawei Y6II

O Huawei Y6II é um novo smartphone de linha média que se destaca pelo equilíbrio de suas especificações técnicas com o seu design renovado e jovial. As carcaças coloridas se aproximam do público mais jovem, além de se alinharem ao mercado alvo que o produto possui.

 

Huawei Y6II: características

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O modelo possui tela de 5.5 polegadas, processador HiSilicon Kirin 620 octa-core de 1.2 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento, bateria de 3.000 mAh, câmeras de 13 e 8 MP e sistema operacional Android 6.0 Marshmallow. Ou seja, oferece as especificações técnicas que o encaixam na média dentro do segmento de linha média.

O que chamou a atenção foi no seu acabamento, que não só conta com as carcaças coloridas, mas também essas carcaças contam com um sistema de relevo que oferece um melhor agarre ao smartphone. Se isso não faz a diferença a favor, também não faz a diferença contra. Pelo contrário, é até bem vindo.

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É um modelo com linhas mais sóbrias, cantos arredondados, e clara ênfase no colorido de acabamento. Além disso, os cantos de tela arredondados reforçam o conceito adotado por vários fabricantes em colocarem características de design de produtos premium em smartphones de linha média. A ideia aqui é atrair o consumidor para um novo produto, visando estimular as vendas.

Esperamos vê-lo no Brasil em breve. Por enquanto só está disponível nos mercados internacionais. A Huawei tem que aproveitar que o dólar por aqui está relativamente baixo (pelo menos no dia em que esse post foi produzido estava) para oferecer esse modelo no mercado nacional. Meu feeling diz que ele seria muito bem vindo.

Huawei G8, um smartphone premium na ‘nova linha média’

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Depois de fazer muito barulho com o Mate S e o seu ‘Force Touch’ (mandando um discreto #ChupaApple), a Huawei ‘volta ao normal’, oferecendo um dispositivo de linha média com características premium. O Huawei G8 custa 400 euros, valor considerado elevado demais para um dispositivo que está em uma categoria onde a relação custo-benefício ainda é mais valorizada do que os complementos que um fabricante pode colocar em um produto.

Não me entendam mal. Eu acho excelente que um fabricante coloque elementos de produtos top de linha em modelos intermediários, já que esse segmento de consumidor merece sim ter produtos mais ajustados e de melhor qualidade. Porém, com lançamentos da Motorola, Asus, LG e outros com preços mais competitivos – mesmo com materiais menos nobres -, propostas como a do Huawei G8 fatalmente contarão com dificuldades para vingar no mercado.

Mesmo assim, o Huawei G8 é um modelo interessante. Um chassi metálico (muito melhor que o plástico), baixa espessura e peso, tela de 5.5 polegadas Full HD (IPS AMOLED), processador ‘padrão’ para a sua categoria (o onipresente Snapdragon 615), 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento, câmeras bem ajustadas (a traseira de 13 MP com estabilizador ótico, flash dual e autofoco), bateria de 3.000 mAh, sistema Android 5.1.1. Lollipop… some tudo isso, e temos um bom smartphone de linha média.

Que poderia custar menos de 400 euros, para ser uma ótima opção. Ou para fazer um pouco mais de barulho, para incomodar os concorrentes.

De qualquer forma, a Huawei tenta nesse caso abrir um novo caminho no mercado de linha média. Criar novas alternativas. Buscar o usuário de linha média que quer o ‘smartphone premium de linha média’, mesmo que seja estranho dizer isso. Até porque, no meu entendimento, um produto premium não se limita a ter uma carcaça metálica ou recursos avançados. É preciso ter um hardware (conjunto SoC + GPU + RAM) top de linha, que garanta a melhor performance possível para o usuário.

Ou o desempenho mais ajustado no conjunto hardware e software, no caso do iPhone (que, como bem sabemos, não tem o melhor hardware do mercado, mas é tão redondo no seu equilíbrio técnico, que é considerado um top de linha na prática).

Mas… boa sorte para a Huawei. É mais um que tenho curiosidade em testar.

Huawei Mate S ‘passou a perna’ na Apple com o seu ‘Force Touch’

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Espero que as pessoas saibam ler as ironias quando se deparam com elas em um texto. Enfim, a Huawei disse para a Apple hoje um ‘onde está o seu Deus agora?’, quando apresentou o Huawei Mate S, smartphone que foi amplamente comparado com o iPhone 6 Plus (tem até um design que lembra muito), mas com uma diferença substancial: uma tecnologia similar ao Force Touch.

Digo ‘similar’ porque não podemos dizer que é exatamente a mesma tecnologia Force Touch que a Apple deve introduzir no seu futuro iPhone 6s. Ou pelo menos esperamos isso. Caso contrário, é bom a Huawei preparar os seus advogados.

De qualquer forma, os asiáticos já conseguiram o barulho que queria, apenas pelo fato de apresentarem essa solução com uma interação diferenciada antes dos norte-americanos. Em linhas gerais, eles apresentam algo que deve ser muito parecido com o que a Apple deve apresentar na semana que vem. A Huawei até apresentou recursos interessantes no seu Force Touch, como a possibilidade de dar zoom em uma foto pressionando ela por mais tempo, ou até mesmo pesar objetos (leves, nada de pesar a sua sogra) na tela do dispositivo.

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Do mais, estamos diante de um smartphone com tela de 5.5 polegadas, muito bonito e muito potente. Aliás, temos que admitir que a Huawei está em constante evolução no segmento de dispositivos móveis, apresentando soluções visualmente atraentes e com um hardware potente e equilibrado. O último Huawei que testei, já com processador Kirin, é um pequeno notável… apesar de lembrar um iPhone 4 no seu design.

Assim como o Huawei Mate S lembra E MUITO o iPhone 6 Plus nas suas linhas. Mas… e daí? Quem se importa (além da Apple e os fanboys da Apple). Eu mesmo não me importo, e gostaria de um desses aqui em casa para brincar um pouco.

Fica a dica, Huawei! 🙂

 

Bancada de Testes | Huawei Ascend 7

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Os produtos não param de chegar para testes. Dessa vez, foi a assessoria de imprensa da Huawei que enviou o Huawei Ascend 7 para testes. Como você bem sabe, o review será publicado em breve no TargetHD.net.

O que posso adiantar desse smartphone? É que ele é um modelo muito bonito, muito bem acabado e muito leve. Mesmo. Seu baixo peso deixa o produto confortável nas mãos, apesar da parte traseira do produto (protegida em vidro) não dar toda essa sensação de segurança que o mesmo ficará firme nas mãos.

Aliás, essas laterais com borda de metal e essa traseira em vidro… te lembra o que mesmo? Sim, eu sei… um dos modelos mais antigos daquela maçã mordida… mas vamos deixar isso de lado, ok?

Pelo menos nas primeiras impressões, o Ascend 7 parece ser um dispositivo rápido e fluído. Acho que um dos grandes pontos de dúvida dos usuários é sobre o desempenho do processador Kirin HiSilicon presente nesse modelo. Como ele vai trabalhar em conjunto com a GPU, com a tela Full HD e os demais elementos de hardware integrados?

Sem falar que sua interface é customizada, bem diferente da proposta do Android ‘puro’. Com tudo isso, acho que o dispositivo não decepciona nesses aspectos. Mas… vamos ver. Só o tempo de uso vai dizer se ele entrega o que promete.

As câmeras traseira e frontais prometem entregar ao menos resultados decentes ou satisfatórios para a maioria dos usuários que desejam obter boas fotos para compartilhamento nas redes sociais.

Por fim, gostei da ideia geral do Huawei Ascend 7. Vamos ver se vou gostar do produto no uso prático diário.

Vídeo de primeiras impressões a seguir.

 

Santos FC e Huawei anunciam parceria para patrocínio Master

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O Santos FC e a Huawei, líder global de soluções de tecnologia da informação e comunicação, fecharam uma parceria para o patrocínio Master, que inclui a marca da Huawei estampada no peito – no espaço mais nobre da camisa – e nas costas do uniforme do Clube. O contrato foi firmado para partidas que serão realizadas até o final da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, mas existem conversas para prorrogar a parceria.

O reconhecimento de marca da Huawei entre os consumidores aumentou com seu posicionamento “Make it Possible” e com uma série de campanhas promocionais bem sucedidas em todo o mundo. A Huawei realizou atividades de patrocínio com organizações esportivas de primeira linha da Europa.

Em outubro de 2014, a Huawei ficou na 94ª posição do Relatório das Melhores Marcas Globais da Interbrand, o que a torna a primeira empresa de origem chinesa a figurar nesta lista. Atualmente, a marca Huawei está avaliada em US$ 4,3 bilhões, com expectativas de continuar crescendo junto da influência global da empresa.

Via assessoria de imprensa (Huawei)

Huawei com cuidados nos materiais nobres e no design dos seus novos produtos

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A Huawei se encontra em um momento muito bom. Se consolidou como uma das quatro mais importantes empresas de telefonia do mundo, e durante a IFA 2014, apresentou os seus novos smartphones Huawei Ascend P7 (em versão limitada, com tela de safira) e Huawei Ascend G7 (mais discreto, mas com carcaça de alumínio). E isso mostra a sua personalidade para seduzir os usuários asiáticos.

Enquanto outros fabricantes fizeram apostas mais conservadoras, a Huawei mostra que quer dar um passo adiante no design e principalmente no uso de materiais mais nobres. Por exemplo, o fato do Ascend G7 oferecer materiais metálicos e de alumínio é algo notável, com um processo de acabamento digno de produto ‘premium’, com processos avançados de produção, como é o caso do nano casting (que oferece um acabamento sobresalente). O modelo conta com uma curiosa ‘tela flutuante’, que preserva sua baixa espessura e o contorno do seu chassi.

Algo parecido acontece com o Huawei Ascend P7, cuja variante marca a estreia de uma tela de safira em um smartphone. Além do emprego do material, a Huawei utiliza a cerâmica na parte traseira, com um contorno metálico em dourado, tornando o dispositivo muito exclusivo para um público mais exigente.

 

A Huawei conseguiu se antecipar à Apple

Sem data de lançamento ou preço definidos, podemos pensar que é difícil para a Huawei produzir as tais telas de safira, o que justifica a escolha do Ascend P7 como uma edição limitada. Mesmo assim, é curioso ver uma empresa se antecipando à Apple, que deve anunciar hoje (9) um iPhone com a tal tela safira como uma das novidades.

Outros fabricantes deveriam anotar a receita da Huawei (alô Samsung, Sony, LG…), e prestar atenção na estratégia deles: se antecipar nos diferenciais que a Apple vai apresentar com algum atraso, e largar na frente na corrida pelo consumidor.

 

Huawei mosta um tabletphone Android com tela de 6.1 polegadas

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Se você achava que a Samsung exagera no tamanho dos seus dispositivos, reveja os seus conceitos. A Huawei decidiu se antecipar à CES 2013, e apresentou na china um tabletphone com tela de 6.1 polegadas, com resolução de 1080p (Full HD) e densidade de 316 ppp. Complementam o conjunto um processador de 1.8 GHz quad-core, uma bateria de 4.000 mAh (é praticamente a bateria do Samsung Galaxy Tab 2) e uma espessura de 9.9 mm. Sem preço anunciado. Agora… você andaria com um desses no bolso, para substituir o seu tablet (ou smartphone)? Vídeo demonstrativo abaixo.

Via BGR.com

[Especial] Cinco smartphones pelos quais vale a pena esperar: Parte 05 – Huawei Ascend D Quad XL

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O último modelo da nossa lista especial é o mais desconhecido deles. Para muitos, esse modelo não entraria em uma lista onde praticamente só estão listados modelos “fantasiosos”, que sequer foram anunciados oficialmente, mas o Huawei Ascend D Quad XL possui seus méritos próprios para entrar na lista daqueles que vale a pena a espera.

A fabricante chinesa que entrou a pouco tempo no mercado mobile já aposta alto na oferta de smartphones pom configurações respeitáveis, que não devem nada a gigantes como o Samsung Galaxy S III. Na verdade, a aposta deles é tão alta que alguns veículos qualificam as especificações técnicas do Ascend D Quad XL como “sensacionais”, e não é para menos: processador de quatro núcleos, tela de 4.5 polegadas, com IPS e resolução de 720p, uma câmera de 8 megapixels e um deisgn muito interessante.

O único inconveniente é que o modelo já teve o seu lançamento adiado por mais de uma vez, para “ajustar as suas especificações, para oferecer o melhor”. Por outro lado, esse é o que deve chegar mais rápido ao consumidor, com previsão para o final do terceiro trimestre de 2012, e preço aproximado de 450 euros. Financeiramente, é uma opção bem interessante, nas especificações e nos valores a serem cobrados pelo modelo, e para alguns mercados específicos (principalmente o mercado asiático), é um modelo que pode fazer muito barulho.

Por que esperar por ele: primeiro, porque é um super smartphone (pelo menos, na teoria). Segundo, porque como a Huawei está investindo de forma mais pesada no mercado brasileiro, as chances desse modelo ser lançado no Brasil aumentam. Terceiro, porque quanto mais opções disponíveis no mercado, melhor.