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O que eu espero do evento da Apple de logo mais (iPhone 6, iWatch, etc)

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Em 29 de maio, Eddy Cue, responsável pelo iCloud e iTunes na Apple, estava muito contente na sua aparição na Code Conference, em San Francisco. Lá, ele disse uma frase que criou um grande monstro da expectativa: disse que até o final de 2014, a Apple teria “o melhor portfólio de produtos dos últimos 25 anos”. Tal afirmação era (aparentemente) pretensiosa, ainda mais levando em conta a empresa em questão.

A WWDC 2014 apresentou interessantes novidades: iOS 8, OS X 10.10 Yosemite, Swift, etc. Mas muitos esperavam anúncios de hardware, que não aconteceram. Pois bem, hoje – 09 de setembro de 2014 -, teremos esses anúncios. E, dessa vez, podemos esperar da Apple simplesmente TUDO.

Nesse post, deixo minhas impressões dos anúncios certos, dos prováveis, dos improváveis, e do que seria legal ver no evento, mas que também é improvável que apareça. Algumas coisas serão confirmadas, outras reclassificadas, e outras sequer serão mencionadas. Mas vale pelo exercício.

 

O que já é certeza

* iPhone 6: se não for anunciado, será a grande decepção do evento. Todos esperam duas versões do novo smartphone, com telas de 4.7 e 5.5 polegadas (com os nomes iPhone 6 e iPhone 6 Plus, nomes que apareceram nas últimas horas), que poderiam adotar chips NFC e melhorias de software, com o novo iOS 8 (HealthKit, HomeKit, APIs mais abertas), características do OS X Yosemite, e as tradicionais melhorias de hardware.

*iWatch: o primeiro dispositivo wearable da Apple. Não está claro se será apenas uma pulseira quantificadora ou um relógio inteligente, mas as últimas declarações de Jony Ive apontam para um smartwatch. A ausência de vazamento de imagens parece indicar que, mesmo que ele seja apresentado, ele só deve chegar ao mercado em 2015. Além disso, esse pode ser um projeto que sequer tenha saído dos Estados Unidos, o que também explicaria a ausência de vazamentos (já que os asiáticos não conseguem ficar com a boca fechada).

* Pagamentos móveis: a Apple tem um potencial enorme nesse sentido, mas também é fato que eles ainda não afinaram o iCloud, principalmente no quesito segurança. A empresa conta com centenas de milhões de números de cartão de crédito – via iTunes e App Store -, e transferir essa experiência para um serviço que permite o pagamento de produtos e serviços que não são da Apple é o próximo passo.

* Lar inteligente e saúde: a Apple já antecipou as novidades no iOS 8 na parte de domótica e de monitorização da saúde, e essas serão duas propriedades que podem estar muito integradas nos novos iPhone e iWatch. A parte de saúde deve ser clara protagonista, e profissionais desse setor devem aparecer no keynote para mostrar algumas das vantagens do HealthKit.

 

O que é provável

* iPad Air 2: apesar de acreditar que a Apple vai realizar um evento em separado para apresentar novos tablets, existe sim a possibilidade da empresa aproveitar a oportunidade para renovar essa linha de produto. Os últimos rumores apontam que só veremos o novo iPad Air 2, enquanto que o iPad mini ficará sem atualização. A desaceleração na venda de iPads é um fato, e melhoras nesse dispositivos são esperadas (como o TouchID), com o objetivo de colocar o produto novamente em evidência.

* Beats Music & iTunes: a afirmação de Eddy Cue parece fazer mais sentido agora, com novos iPhones que contariam com um novo serviço de streaming. A compra da Beats ainda não deu frutos palpáveis, mas pode ser que hoje apareçam surpresas sobre o assunto. Por outro lado, é curioso que, nem o iOS 8, nem o OS X Yosemite contem com um potencial suporte para esse hipotético serviço de streaming, assim como o iTunes. De novo: pode ser que esse serviço também seja apresentado em um evento em separado. Em contrapartida, a possível presença da banda U2 no evento de hoje pode servir para anunciar a presença da Beats nos novos dispositivos da Apple. Um novo iPod, talvez? Acho que não. Mas… quem sabe?

* iMac 4K: uma nova chance ao iMac, uma vez que a sua atualização de junho foi algo “pobre”, por assim dizer (perda de 50% de desempenho para uma economia de 18%). Vale lembrar que o evento de logo mais acontece no Flint Center, em Cupertino, Califórnia. Esse é um local especial para a Apple: foi lá que, em 1984, eles apresentaram o Macintosh, e talvez esse aniversário possa ser o motivo do lançamento de um novo iMac, com um novo design e, quem sabe, com uma tela UHD/4K. Porém, tal como acontece com o MacBook Air, o problema está nos novos processadores Intel Core M (Broadwell), que não são os mais adequados para suportar essas resoluções.

 

O que é improvável

* Tela dividida no iOS 8: com uma renovação de hardware, podemos ter mudanças específicas de software no iOS 8 para o iPad. Em junho, foi flagrado um suporte multi-janela com tela dividida, e isso pode fazer com que o interesse nos iPads volte a crescer, assim como as funções Continuity e Handoff, que permitem ampliar a convergência no ecossistema da Apple.

* iPad de grande formato: li e ouvi muito sobre isso nos últimos meses. Um terceiro iPad com tela de 12.9 polegadas, que seria uma alternativa aos seus portáteis, mas com o iOS 8 como capitão. Se esse produto faz sentido ou não é uma outra história, mas mais uma vez o momento da Apple no mercado de tablets pode apontar para uma nova tentativa de diversificação, algo que a empresa já fez com o iPod, por exemplo. Não é muito factível que algo nesse sentido apareça hoje. De fato, esse é um produto que – se existe – merece um evento próprio, ao lado de novos iPad Air e iPad mini.

* Novos MacBook Air: a renovação – se é que podemos chamar assim – do iMac e dos MacBook Pro parecem deixar o MacBook Air como protagonista solitário das possíveis próximas grandes atualizações dos computadores da Apple. Não sei se dá pra colocar isso no grupo dos “prováveis”, mas levando em conta que ainda vai levar um tempo para que os chips Broadwell estreiem, prefiro colocar no grupo dos improváveis. Os chips Intel Core M apresentados na IFA 2014 são os candidatos certos para essa renovação do MacBook Air Retina, inclusive no hipotético modelo de 12.9 polegadas. Com isso, podemos ter designs mais finos – sem ventiladores – previstos pela própria Intel, e isso pode ser interessante para uma potencial renovação desses equipamentos. Porém, de novo, não é provável que esses equipamentos apareçam até o começo de 2015, ou talvez até um pouco antes do natal.

* Apple TV: o foco nos smartphones e wearables parece evidente, e pode ser que, por conta disso, o entretenimento fique em segundo plano. Lançamentos como o Amazon Fire TV ou do Android TV podem ter apressado a Apple nesse segmento, mas se existirem anúncios nesse sentido, talvez sejam apenas uma atualização do hardware atual, que ainda segue sendo uma boa opção de gerenciamento de conteúdos, especialmente para os usuários de outras soluções do ecossistema da Apple.

 

O que seria legal ver (já que sonhar ainda é de graça)

* MacBook ARM: os rumores sobre um possível MacBook com processador ARM foram muito frequentes nos últimos meses, e os processadores da Apple parecem estar preparados para dar esse passo. O Apple A8 pode iniciar uma nova fase na informática móvel. A aparição de elementos comuns entre o OS X e o iOS 8 pode ser um dos indícios que teremos o ARM nos computadores portáteis da empresa em um futuro a médio prazo.

* Cinema Display 4K: uma atualização que seria muito interessante para quem comprou um Mac Pro. O suporte para resoluções UHD no sistema operacional está ativo no OS X a algum tempo, e essa faceta criativa viria reforçada com um produto que seria perfeito para os profissionais e fãs incondicionais das altíssimas resoluções.

WWDC 2012: o que espero da Apple (pelo amor de Deus, novidades reais no iOS 6!)

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Daqui a algumas horas (a partir das 14h30, horário de Brasília, Guará, Taguatinga e adjacentes), Tim Cook deve subir ao palco do Moscone Center em San Francisco, CA, vestido de preto, com cara de bom moço, para falar dos números da Apple, em como eles revolucionaram o mundo da tecnologia e dos eletrônicos de consumo, e apresentar novidades para desenvolvedores e usuários de todo o mundo na coletiva inaugural da edição 2012 da WWDC (Worldwide Developers Conference). É mais um evento da Apple que promete novidades importantes na parte de hardware e software, principalmente no que se refere ao iOS 6, que já está com presença garantida no evento.

Mas… o que mais eu espero dessa conferência?

Pra começar, algo que metade do mundo civilizado que possui um iDevice espera vai acontecer: o iOS 6 será oficialmente apresentado. E digo apresentado, pois primeiro ele vai passar pelas mãos dos desenvolvedores, que vão trabalhar em aplicativos, que estarão prontos e/ou adaptados até o seu lançamento em definitivo. Lançamento esse que, se seguir a cartilha da Apple, acontece junto com o lançamento do novo iPhone.

Noves fora, dá pra dizer que a Apple deve lançar a nova versão do smartphone no terceiro trimestre de 2012. A janela de anúncio da nova versão de um iOS para o seu lançamento é sempre de três meses. Além disso, vale lembrar que o início do ano fiscal da Apple é sempre no mês de outubro, e o lançamento de um novo produto como o iPhone ajuda a impulsionar o primeiro semestre de vendas da empresa. A Apple já fez isso no passado. Não vai me surpreender se fizer isso agora.

Também espero novidades no Mac OS. Apesar da imprensa em geral não dar muito foco para isso (todo mundo só fala no novo iOS), essa é uma parte importante do negócio da Apple, mesmo não sendo a mais lucrativa. Estou curioso para saber se eles vão continuar o caminho de “migração” de conceito do iOS para o Mac OS, oferecendo uma experiência mais próxima dos seus desktops e noteboooks para aquilo que encontramos hoje nos dispositivos móveis da empresa. A Apple sabe o quanto o iOS fez sucesso, e quer unificar (aos poucos, sem muitos traumas) essas experiências de uso. Logo, espero novidades nesse sentido…

…mesmo porque devemos ter novidades nos iMacs e MacBooks.

Muito se especulou sobre novos produtos da Apple, principalmente com novidades nos MacBooks. Novas telas com Retina Display, telas sensíveis ao toque, a presença dos processadores Intel Ivy Bridge, GPUs Kevlar e outras modificações. E mesmo com um hardware plenamente ajustado ao software, eu também espero opções de produtos com especificações mais robustas. Afinal de contas, um pouco mais de RAM e espaço para armazenamento não faz mal à ninguém. Tá, tem usuário Apple que vai dizer “o que vale é a experiência de uso”. Ok. Mas com mais espaço e maiores possibilidades de performance, essa experiência pode ser ainda melhor.

Quanto a novos iMacs, eles devem estar presentes, e a principal novidade pode ser a presença de um processador Intel Xeon E5 no Mac Pro, além das conectividades Thunderbolt e USB 3.0 no mesmo equipamento. Vejo isso como algo positivo caso se confirme, pois é uma discreta, porém, importante mudança de comportamento da empresa de Cupertino. Ver que “forçar” o usuário a adotar apenas as suas soluções nos dias de hoje não é uma estratégia comercial inteligente, ainda mais em tempos de crise.

O importante é oferecer equipamentos que possam entregar ao usuário um maior leque de possibilidades de uso, o que consequentemente busca um público ainda maior para adquirir os seus produtos. Ainda mais em um mercado como o de desktops, que aos poucos se torna cada vez mais segmentado e específico. Com um mundo gritando por mobilidade, a maioria dos usuários “normais” anseia por notebooks e tablets para atender as suas necessidades cotidianas.

Mas, voltando ao iOS 6… o que eu realmente espero? Novidades REAIS.

Durante o evento da HP, estava conversando com o @ftarcan, do WeRGeeks, que é o que eu chamo de “Apple Fanboy do Bem” (sim, eles existem, e pagam pelos outros, que são chatos pra c#[email protected]#[email protected]). E ele tocou em um ponto interessante: o iOS não inova mais.

Os usuários Apple ficam impressionados com novas funções ou recursos que a empresa adiciona a cada atualização, mas se pararmos para pensar, o sistema não oferece mudanças que realmente modifiquem a sua estrutura ou filosofia. Não existe um impacto visual no iOS desde o seu lançamento. Aqueles que possuem um iPhone ou iPad com jailbreak podem realizar coisas incríveis nesse sentido, mas estranhamente, a Apple se mantém conservadora a adotar algumas dessas “sugestões” criadas pelos desenvolvedores “alternativos”.

A Apple alega que isso é feito para preservar a integridade do sistema. Oras, Apple… vocês são A APPLE! A dita empresa fodona, que faz o “mágico e revolucionário”… e fica com medinho da criatividade dos outros? Ah, vá! É responsabilidade da gigante de Cupertino garantir que tudo funcione direito, mas isso não impede que inovações de funcionalidades e design não sejam adotadas. Pelo menos eu penso assim.

Outro detalhe importante: a Apple tem como princípio oferecer um dispositivo “que até a sua avó pode usar”. E isso está mais que provado: qualquer pessoa pode usar um iPhone ou um iPad (se bem que isso tem o efeito colateral direito: qualquer imbecil também acredita ser um especialista em tecnologia apenas porque usa um iPhone ou iPad…). Eu concordo que a Apple pense assim. Afinal de contas, eles conquistaram um público novo justamente pela simplicidade do iOS.

Por outro lado, é hora de se reinventar. Não digo que o iOS precisa de mudanças radicais, mas que essas mudanças sejam adicionadas aos poucos, de forma gradativa e sem traumas. Acredito que muitos usuários que já estão na plataforma vão se empolgar se alguma mudança mais evidente no sistema for adotada. Algo que atraia os usuários novos e veteranos, que agrade aos olhos quando apresentado em uma demonstração. E que possa até convencer mais pessoas do quanto é legal ter um iPhone ou iPad, com aquele novo recurso que realmente salta aos olhos.

Enfim, é isso o que eu espero. Daqui a pouco, eu serei mais um dos blogueiros abnegados a conferir todas as novidades da Apple na WWDC 2012. Sim, porque são dias como esses que justificam todos os posts sobre tecnologia que escrevemos. É sempre diversão na certa quando esses eventos acontecem.

Ah, e siga o @TargetHD para ficar por dentro de tudo. E quando puder, visite o TargetHD.net para ler as postagens sobre tecnologia que escrevo por lá.

Apple lidera o mercado de desktops all-in-one com o iMac

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Esse é um mercado que está em franca expansão, e os números provam isso. A Bloomberg publicou uma matéria que revela que o mercado de dekstops all-in-one cresceu em 39%, alcançando a marca de 14,5 milhões de unidades vendidas. Com essas vendas, quem tirou mais proveito do momento foi a Apple, com o seu iMac, que tem 33% das vendas globais. É o desktop mais vendido da empresa, superando de longe o Mac Mini e o Mac Pro.

A Apple é seguida de perto pela Lenovo e HP, que devem mostrar equipamentos nessa categoria durante a CES 2012, em Las Vegas.

Taí algo que você não sabia. Desconfiava, mas não sabia.

Via Bloomberg

mLogic mDock torna a conexão de periféricos ao seu Mac muito mais simples

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O mDock é uma pequena caixa que permite a conexão de todo o tipo de dispositivos ao seu Mac, mantendo os cabos em ordem. Ele conta com um disco rígido interno para cópias de segurança, conector MagSafe, mini DisplayPort, FireWire, entrada e saída de áudio e porta USB high-power para dispositivos iOS. Infelizmente, o Thunderbolt ficou de fora. Funciona com MacBook Pro de 13 e 15 polegadas. Preços: US$ 220 para a versão de 500 GB, US$ 300, para a versão de 1 TB, e US$ 350, para o modelo de 3 TB.



via SlashGear