@oEduardoMoreira

De tudo, um pouco de mim

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Saiu da vida online é para nunca mais voltar!

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A vida é curta demais. Todo mundo sabe disso.

Não podemos perder tempo nesse mundo com efemeridades, aborrecimentos e qualquer evento que produza as metáforas de encheção de saco. Isso vale na vida e para as redes sociais. Porém, no mundo real, em muitas oportunidades, aquelas pessoas que temos algum tipo de desentendimento são importantes, seja no lado profissional como no pessoal. E por conta disso, argumentamos SÓ UM POUCO para manter essas relações.

Nas redes sociais, a coisa é bem diferente. Não perco mais tempo com isso.

Decidiu parar de acompanhar o conteúdo que você publica no Twitter ou Instagram? É um direito da pessoa. Desfez amizade no Facebook? Idem. Mas é muito justo que a pessoa saia para nunca mais voltar. Regra de reciprocidade, sabe?

Não é retaliação. Veja bem, até entendo que a pessoa tem o direito a mudar de ideia na vida. Todo mundo tem. Mas tem gente que é bipolar! Sai e volta três, quatro, cinco vezes. Sem falar nos motivos torpes para sair e voltar. Sério, é um tempo que você poderia gastar assistindo House of Cards (enquanto a Anatel deixar).

Outra coisa: tente eliminar pessoas das suas redes sociais sem fazer barulho. É algo muito 2008 anunciar abertamente que vai sair bloqueando pessoas, ou que vai bloquear uma determinada pessoa, citando a mesma apenas para ver a sua reação. Olha, mural de Facebook e timeline do Twitter não são confessionários do Big Brother para você justificar eliminação.

Faça tudo no silêncio. E deixe a pessoa descobrir sozinha como você tem pleno controle de suas redes sociais.

Aliás, a internet é apenas uma expansão da vida real nesse aspecto. Você escolhe quais são as pessoas que participam da sua vida. Quem você não quer por perto, fica de fora. Não há nada de errado nisso. E, quando isso acontecer, não se justifique muito. Não adianta perder muito tempo.

Agora, se acontecer com você, também não busque explicações. Você pode simplesmente ser chato e pronto. Por outro lado, garanta que sua sanidade mental ficará em ordem, sem ter que conviver com pessoas que não sabem o que querem. Mostre que você sabe o que quer, ou que não quer a pessoa por perto, nem que a vaca tussa.

Principalmente se a vaca pedir a amizade para você de volta meses depois de desfazer a amizade sem qualquer tipo de motivo aparente.

Você não precisa de gente assim atrapalhando a sua vida virtual.

Acredite em mim.

Viber e Telegram, em modo ‘não sabe brincar, não desce pro play’ #barraqueiros

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Os gerentes de social media de certas empresas de tecnologia estavam muito excitados nessa última semana. A possibilidade do WhatsApp ser bloqueado no Brasil (por conta de uma decisão de um juiz do Piauí, que nem vou entrar muito em detalhes, pois já foi derrubada – graças ao bom senso) fez com que Viber e Telegram aparecessem como alternativas para os usuários. E disputaram esse público a tapa. (Quase) literalmente.

As contas das redes sociais no Brasil discutiram publicamente, mas tudo ‘na zoeira’. Ou pelo menos todo mundo acreditava nisso. Porém, quando o Viber citou as supostas falhas de segurança do Telegram, os russos não gostaram nada disso. Pavel Durov colocou o ‘duro’ (sem trocadilhos) na mesa, e afirmou que ia fazer o Viber engolir suas palavras. Ou seja, pode rolar processinho por aí, para a nossa alegria (ou não, pois é sempre chato cobrir essas disputas judiciais envolvendo empresas de tecnologia… acredite… é mais legal falar de outras coisas).

Entendo que as provocadas deram resultado para os dois serviços. A Bia Kunze comentou em sua conta no Twitter sobre o salto repentino de usuários novos na sua lista de contatos do Telegram, e o Viber certamente registrou um considerável aumento de usuários. Aliás, rolou até boato que o bloqueio do WhatsApp seria uma ‘estratégia política’ para evitar que as pessoas se comuniquem durante um eventual período de protestos.

Nem preciso dizer para vocês não caírem nessa, certo? Vocês são inteligentes.

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De qualquer forma, como vivemos no mundo da ‘zoeira never ends’, acho que o Durov não precisava ficar tão nervosinho com as palavras do Viber. Afinal de contas, qualquer smartphone é considerado vulnerável se o usuário ficar baixando pornografia, instalar aplicativos suspeitos, ou deixar nas mãos de uma criança irresponsável. Não é necessariamente um aplicativo de comunicação que vai violar seus dados ou ferrar com a segurança do sistema.

Até o WhatsApp em mãos erradas pode virar uma arma de destruição em massa.

É claro que ver as alfinetadas entre as duas empresas é bem mais divertido do que falar sobre a disputa judicial que as mesmas podem se envolver por conta das palavras ditas (ou mal ditas/mal interpretadas). O próprio Durov depois deu uma alfinetada no Viber, chamando a postura da empresa de ‘patética’, já que o seu aplicativo não está listado nem entre os 12 mais baixados do iOS no Brasil. Já o Telegram é o primeiro.

Quer propaganda melhor do que essa?

Logo, crianças do Viber e do Telegram, executivos e responsáveis pelas contas de social media das duas empresas… relaxem! Já que vocês entraram no ‘módulo zoeira’, aguentem as consequências. Dediquem seus esforços em oferecer serviços cada vez melhores para os seus usuários, e que justifiquem a troca do WhatsApp por uma dessas opções. Nada de ficar com briguinhas desnecessárias e ameaças de processo, ok? Não precisamos disso.

Aproveitem o momento de insegurança sobre o WhatsApp (particularmente não acho que ele será banido do Brasil, mas vai que…) e promovam os seus produtos de forma tranquila. Ou de modo que os usuários escolham livremente. Deixar essa impressão de briga de playground nunca é a melhor opção.

Todo mundo nas redes sociais nessa Copa (e na cozinha, na sala, no quarto…)

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Já que a FIFA fica de miserinha com certos termos, temos que usar dessas pequenas estratégias para poder deixar nossos posts dentro da lei e da ordem. Enfim, aquele torneio de futebol está prestes a começar (quinta-feira, 17h, horário de Brasilia), e mais uma vez teremos um evento esportivo onde poderemos ver os jogos pela TV, mas comentar esses mesmos jogos com qualquer pessoa do planeta através das redes sociais.

Não é um movimento novo. É a segunda edição do torneio da FIFA em que teremos um uso maciço das redes sociais por parte dos internautas para comentar os jogos. Eu me lembro que em 2010, quando o torneio foi realizado na África do Sul, foi justamente o Twitter e o Facebook que tornou essa experiência televisiva bem mais interessante e divertida. Afinal de contas, quem aqui consegue esquecer o #CALABOCAGALVAO, que se tornou bordão no Twitter meses antes do torneio começar (em março, na abertura da temporada da F1 daquele ano)?

Qual será a grande pérola da geração conectada em 2014?

Aliás, em 2014, além do Twitter e do Facebook, temos outras ferramentas bem interessantes para manter os torcedores ativos e interagindo com a ação esportiva exibida na tela. Instagram, Vine, WhatsApp e Google Hangouts devem ser utilizados de forma exaustiva, tanto pelas grandes corporações de mídia quanto os ilustres desconhecidos internautas que querem comentar os jogos com os demais internautas espalhados ao redor do mundo.

Sem falar que nesse mundial em específico será possível acompanhar alguns dos astros do torneio compartilhando parte do dia a dia das concentrações, bastidores de jogos e outras peculiaridades do torneio, em fotos e vídeos que já estão em grande profusão nas principais redes sociais. E como todo mundo lá no fundo gosta de uma perspectiva “Big Brother” de tudo…

Toda essa mudança comportamental promovida pela geração conectada é muito positiva. Tudo bem, eu entendo que jamais será possível substituir a felicidade de encher a casa com amigos bêbados, fazer um churrasco o dia inteiro e torcer e vibrar com os jogos da Seleção Brasileira diante da TV na sala de casa. Porém, nem se você colocar os humoristas mais criativos do Brasil na mesma sala de casa será possível produzir a quantidade de pérolas e piadas que os internautas são capazes de criar no recanto escuro do seu quarto, com a ajuda do computador ou do smartphone (ou do tablet).

Aliás, jamais podemos desprezar o poder das redes sociais nesses momentos importantes do mundo esportivo. Não só pela capacidade de criar verdadeiros fenômenos como o #CALABOCAGALVAO, mas também pelo nascimento de novas ideias e projetos que nasceram do encontro de pessoas com mentes criativas e inteligentes?

Novos sites de humor, novos blogs esportivos, novas parcerias de negócios e até casamentos apareceram desses encontros inusitados.

Por isso, nem preciso dizer que a partir da próxima quinta-feira (12), a ordem do dia é: TV ligada, pipoca + refri (ou cerveja + qualquer petisco de sua preferência) ao seu alcance, e notebook no colo (ou smartphone/tablet na mão). Não há nenhum motivo para você simplesmente se isolar do mundo conectado justamente na hora onde todos vão expressar seus pensamentos e sentimentos com o mundo através das redes sociais. Até porque elas se chamam “redes sociais” por um motivo, certo?

Sem falar que ver televisão lendo o Twitter e o Facebook não só está salvando a experiência de ver TV, mas também tornando esses eventos mais pessoais, divertidos e interativos. Nada melhor do que dar muitas risadas quando um zagueiro fura, ou ler os comentários raivosos de torcedores adversários quando o seu time marca um gol.

Ou mandar um certo narrador famoso “calar a boca” quando ele começa a disparar uma inesgotável sequência de comentários, digamos, “espirituosos”, no nível de “limite extremo” e “com a faca entre os dentes”.

Cidadão maqueia a própria mão para mostrar uma namorada fake no Instagram

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Essa é uma das formas que deviam estar em qualquer post de título “como usar o Instagram da pior forma possível”. Além de ser de certo modo bem triste o que a solidão é capaz de fazer com uma pessoa.

O cidadão das fotos abaixo publicou uma série de fotos no Instagram retratando diversos momentos agradáveis com sua namorada. Acontece que, na verdade, a namorada não existe. A namorada nada mais é do que a sua mão pintada (mão e unhas, diga-se de passagem), que através da perspectiva do posicionamento da câmera faz os seus seguidores acreditarem que temos uma mulher fazendo gracejos com a cara dele.

Bom, ou ele pelo menos acreditou que o efeito poderia ser esse.

O pior é que o cara fez isso acreditando que ele fosse impressionar as outras mulheres que o seguem. Se bem que elas não iriam entender que ele estaria disponível. Porém, por outro lado, também deixa claro que, emocionalmente, o cara é completamente abandonado. O que não deixa de ser triste de alguma forma. Para ele. Para mim, não.

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Via Geekologie

Nokia: desesperada para ter o Instagram no Windows Phone

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O Instagram virou uma mina de ouro, mesmo sem ter uma forma muito clara para obter lucros. Em pouquíssimo tempo, se tornou aplicativo essencial para qualquer plataforma móvel, acumulou valor de mercado, foi comprado pelo Facbeook, e ao que tudo indica, a partir de agora, “o céu é o limite”. Nem mesmo o fato de ter sua integração com o Twitter retirada fez com que o seu interesse diminuísse, e as gigantes do mundo mobile que ainda não contam com a sua opção começam a ficar aflitas com o fato de não poder oferecer aos seus usuários o aplicativo de compartilhamento de fotos.

Um desses fabricantes é a Nokia, que ao que tudo indica, está desesperada para ter esse aplicativo em seus smartphones com Windows Phone. A prova que esse desespero é tão grande, que até existe um aplicativo para o sistema móvel da Microsoft cuja única função é mostrar para o Instagram que os usuários do Windows Phone querem o seu software em sua plataforma. Eu nem sei o que pensar direito sobre isso, mas vamos entrar em detalhes, para tentar entender o que está acontecendo.

O aplicativo responde pelo nome #2InstaWithLove, e não serve para nada, além de colocar pressão no Instagram. O objetivo do app é fazer com que o pessoal do aplicativo de fotos perceba que existem muitos usuários dos smartphones Nokia Lumia com Windows Phone interessados no seu aplicativo. Tudo o que o aplicativo faz é tirar uma foto, colocar um único filtro, e permitir o compartilhamento nas redes sociais cadastradas, usando a hastag #2InstaWithLove.

A própria Nokia não nega que o objetivo desse aplicativo é chamar a atenção dos responsáveis pelo Instagram, e nada mais. Palavras da empresa:

“Muitos de vocês nos perguntam quando o Instagram vai chegar ao Windows Phone, e o aplicativo #2InstaWithLove foi criado como uma maneira para que você possa fazer com que eles te escutem. Se trata de mostrar ao Instagram o quão apaixonada é a comunidade do Windows Phone, assim, sejam criativos e compartilhem suas fotos favoritas conosco, usando a rede social que preferir.” 

Fato é que o Instagram se tornou um dos pontos decisivos dos usuários na hora de comprar um novo smartphone. Uma coisa que devemos pensar é que, talvez (mas só talvez) quem deveria fazer esse tipo de pressão era a Microsoft, que é quem é a responsável direta pelo Windows Phone, e não a Nokia. De qualquer forma, a pressão até faz sentido, e alguns rumores até corroboram que ela está fazendo resultado.

Recentemente foi divulgada uma foto de uma propaganda do Nokia Lumia 620 em Portugal, onde a imagem ilustrava o ícone do Instagram entre os hubs de aplicativos. Alguns veículos de tecnologia acreditam que Nokia, Microsoft e Instagram já fecharam um acordo para que o aplicativo de fotos chegue ao Windows Phone 8, mas que seja exclusivo nos smartphones dos finlandeses. Acho isso um pouco difícil de acontecer, mas de qualquer forma, exceto pelo fato da imagem em questão ser ilustrativa, podemos até pensar que o Instagram está mesmo próximo do Windows Phone 8.

Agora, que a Nokia quer muito esse aplicativo para combinar com os benefícios que suas câmeras oferecem, isso é evidente. Nove entre dez usuários de dispositivos móveis não vivem hoje sem o Instagram, e a Nokia sabe muito bem disso.

 

Zuckerberg lança o Graph Search, ou “o Google do Facebook”

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Mark Zuckerberg mais uma vez apareceu diante de jornalistas, com sua mesma roupa descolada, para informar mais uma novidade de sua rede social (que ele mesmo afirma ser “uma ideia idiota”… porém, altamente lucrativa), o Graph Search, um mecanismo de busca inteligente e exclusivo para os usuários do Facebook buscarem o que quiser dentro da rede. Isso é, o que quiser, dentro daquilo que outros usuários autorizarem. Mas, basicamente, Zuckerberg quer adicionar um “Google dentro do Facebook”. Vamos entender melhor isso.

O que torna o Graph Search algo relativamente interessante é que (na teoria) ele é um sistema de busca privado, ou como gosto de dizer “dentro da caixa”. Fora dela, o usuário só vai poder localizar em outros mecanismos de busca se a pessoa está ou não no Facebook e informações mais triviais do usuário. Já dentro do Facebook e utilizando o Graph Search, é possível fazer buscas mais detalhadas e de dados mais relevantes adicionados pelo usuário dentro da rede, uma vez que a busca fica restrita aos dados dos bancos de dados do próprio Facebook.

Você pode achar que, com essa somatória, o espectro de busca será bem limitado. Ledo engano. O número de usuários do Facebook cresce a cada dia (apesar de algumas perdas localizadas de usuários, mas disso eu falo mais para frente nesse texto), e os usuários ativos mandam muito, mas MUITO conteúdo todos os dias para os servidores da rede social. Com isso, essa base de dados é praticamente um organismo vivo, que cresce constantemente, e que pode aumentar de forma considerável com o passar dos anos. E uma vez que agora ela fica dentro de um ambiente fechado, pode agregar um maior valor e relevância para os próprios usuários do Facebook.

Na prática (ou pelo menos essa foi a ideia que Zuckerberg deixou transparecer na coletiva), os usuários poderão fazer buscas mais objetivas sobre informações relacionadas a outros usuários cadastrados na rede social. Mas… a pergunta que (sempre) fica é: e a nossa privacidade?

Zuckerberg pensou nisso, e praticamente jurou de pés juntos que a privacidade do usuário seria preservada, e pelo próprio usuário. O Graph Search vai permitir que o usuário da rede decida quais dados serão adicionados no sistema de busca, entre fotos, vídeos, atualizações de status, compartilhamentos e qualquer outro tipo de utilização que o mesmo tenha feito desde o momento de sua entrada no Facebook. Se ele quiser, ele nem participa do Graph Search. Os únicos dados que serão encontrados sobre o usuário são o seu nome, daquilo que gosta, restaurantes indicados… enfim, coisas triviais e consideradas inofensivas.

Confesso que esperava alguma iniciativa mais pensada para o mundo mobile, algo que o próprio Facebook está investindo muito nos últimos meses (inclusive buscando a todo custo melhorar a experiência de seus aplicativos para Android e iOS). De qualquer forma, é uma interessante adição que, como disse lá em cima, tem como principal objetivo agregar valor ao Facebook, criando uma base de dados que, se bem explorada, pode ser uma mina de ouro para anunciantes e empresas. É claro que sempre vem aquela velha questão da privacidade na rede, mas não resta dúvidas que um dos objetivos a serem alcançados é esse. Vide o próprio Google, que tem dados de praticamente todo mundo que está vivo na Terra. O Facebook quer o mesmo de seus 1 bilhão de usuários.

Zuckerberg faz esse lançamento quando começa a se colocar em xeque algumas de suas iniciativas. Um dia antes do anúncio do Graph Search, o AppStats revelou que os números de usuários ativos do Instagram, empresa que agora pertence ao Facebook, caiu pela metade, um mês após serem anunciadas as novas políticas de utilização das imagens postadas pelos usuários no serviço. Ao mesmo tempo, foi informado que o Facebook no Reino Unido perdeu aproximadamente 600 mil usuários em dezembro. E em um país onde pelo menos metade da população conectada usa a rede social de forma ativa.

São pequenas grandes pulgas atrás da orelha de Mark, que por enquanto só são números, mas que podem ser um ponto de fissura na organização mais descolada do mundo (mais até do que o Google, dizem alguns). Mark deve ficar de olho nisso. Muitos analistas afirmam que o declínio do Facebook acontece dentro de cinco anos, e muitos analistas gostariam de estar certos de ver o declínio da rede social. Por que? Simplesmente porque incomoda ver um moleque de pouco mais de 30 anos de idade ser uma das pessoas mais ricas do mundo. E com “uma ideia idiota”.

O Graph Search começa a entrar em atividade (em estágio beta) nas contas de alguns usuários do Facebook em breve.

Instagram (a.k.a. Facebook) vs Twitter: uma nova guerra começou

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Como se não bastasse a chegada do final do ano, e todos aqueles votos de “paz e fraternidade entre os povos” que não entram na cabeça de algumas pessoas, agora temos mais uma batalha do mundo da tecnologia. O Twitter abriu guerra contra o Instagram, que como todo mundo sabe, agora é de propriedade do Facebook. Ou seria o contrário? Bom, mas a pergunta mais importante é: será que os dois não podem mais coexistir em uma mesma timeline?

Segundo o Twitter, não. Principalmente depois que o pessoal do Instagram disse: “vocês podem ver nossas fotos com melhor qualidade no Instagram, e não no Twitter”. Ao saber disso, o Twitter disse: “ok, eu não quero mais brincar”, e removeu a integração das imagens do concorrente em sua linha do tempo. E foi além: o rumorado recurso de filtros de imagens no Twitter foi lançado hoje (nos aplicativos para iOS e Android), antecipando uma decisão que só seria tomada ou no final do ano, ou no começo do ano que vem.

O mercado de imagens se tornou algo muito importante para o mercado de tecnologia como um todo. Qualquer celular hoje tem câmera, e contar com um serviço que seja competente e atraente no ato de compartilhar (e embelezar) imagens pode ser uma mina de ouro no quesito “vamos agregar valor ao serviço”. E como todo mundo hoje tem um celular com câmera… é só fazer as contas.

Na verdade, a briga mesmo é entre o Twitter e o Facebook. As duas principais redes sociais do planeta decidiram ir para o combate direto em um dos recursos mais usados em comum pelas duas redes. Como era de se esperar, o Twitter começou o seu serviço de filtro e edição de imagens pequeno, com apenas oito filtros disponíveis. Mas já é um começo. Enfrentar o Instagram, que se tornou a referência nesse segmento, é um desafio muito grande. Mas o fato da base de usuários do microblog ser muito maior que a do serviço de fotos mais popular do planeta deve ajudar a diminuir esse abismo inicial.

Eu sei que vai ter muita gente que vai preferir adotar logo o serviço do Twitter em seus dispositivos, já que vai tudo para uma timeline só, e já está tudo na mão mesmo, sem precisar sair de um aplicativo para outro. O problema é que o Instagram faz isso e mais. Se você desejar, ele manda a mesma imagem para o Twitter, Facebook, Flickr, Foursquare, e-mail… no meu caso, nem todos os meus contatos do Twitter estão no Facebook, ou mesmo no Instagram. Mandar uma imagem que eu gosto apenas para o Twitter não é muito funcional, no meu caso.

Além disso, as pessoas com um cadastro de longa data no Instagram já criaram um histórico e uma biblioteca de imagens considerável, que não vão querer desperdiçar assim, do nada.

No meu caso, vou continuar com o Instagram mesmo, que já manda a imagem para vários lugares. Isso não quer dizer que eventualmente eu não vou usar o recurso de fotos do Twitter. Só quer dizer que, pelo menos por enquanto, meus seguidores na rede de Biz Stone vão ter que clicar em um link para ver a foto. Ou me acompanhar no Foursquare. Se bem que não tenho postado tantas fotos ultimamente… mas como as férias estão chegando… “vai que”, né?

Site transforma posts de redes sociais em guias de viagens personalizados

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Um novo serviço chamado Tripbirds tem uma ideia que combina turismo e redes sociais. Ele transforma suas postagens nas redes sociais em uma espécie de “guia de viagens personalizado”, para ajudar outros usuários a planejarem as suas próximas viagens de férias.

O site foi lançado oficialmente hoje (20/03) depois de trabalhar em modo beta privado durante um mês. O Tripbrids basicamente reúne as fotos publicadas no Instagram, os check-ins do Foursquare e publicações no Facebook, formando assim o seu guia de viagens e turismo. Com isso, o usuário pode pesquisar a atividade de seus amigos com base no destino deles, podendo adicionar os locais mais interessantes que eles já visitaram na sua própria lista de atividades.

O grande diferencial do Tripbrids é que ele é capaz de organizar o conteúdo publicado pelos usuários em outras plataformas, mas de uma forma onde o planejamento da viagem se torna viável, não se limitando à informações como “o que está acontecendo” ou “o que estou fazendo”. O conceito do site é formar uma base relevante de dados, com quantas fontes for possível.

O site também mostra quantos dois seus contatos estiveram no destino que você deseja, tornando a solicitação de dicas e conselhos sobre o local algo mais prático. Por exemplo, se você planeja passar suas férias em Dublin, você pode ver imagens e dados sobre a cidade postadas pelos seus amigos no Instagram, Foursquare, ou Facebook. Ao solicitar dicas de pontos turísticos sobre o local, o Tripbirds exibe para o usuário os resultados mais relevantes, com indicação de pontos específicos indicados pelos seus amigos.

O serviço é prático, e cria um incentivo para que os usuários convidem os seus amigos a se cadastrarem no site. O Tripbirds toma o cuidado de não exibir conteúdos marcados por geotag sem a permissão dos usuários. “Cada vez mais as pessoas querem obter informações com pessoas que eles confiam, e não com usuários aleatórios”, diz o CEO da Tripbirds, Ted Valentin. Eles pretendem capitalizar suas atividades através de taxas de referência para hotéis e serviços turísticos, e o site já levantou aproximadamente 550 mil euros em financiamentos.

O único problema do Tripbirds é que, se os seus amigos nas redes não se cadastrarem, ele se torna meio inútil, pois você vai depender das informações deles para traçar a sua rota das próximas férias. Logo, a tendência é que os novos usuários incentivem os não-cadastrados a se cadastrarem, criando assim uma corrente contínua, e o constante crescimento de inscrições.

Via Mashable