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44 anos do Intel 4004, o primeiro microprocessador da história

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Nesse final de semana comemorou-se os 44 anos da chegada do Intel 4004, o primeiro microprocessador single chip comercializado na história da computação.

O Intel 4004 foi criado para uma calculadora da empresa japonesa Busicom. Seu principal responsável foi Federico Faggin, contratado da Fairchild Semiconductor. O engenheiro já havia desenvolvido a tecnologia Silicon Gate Technology (SGT), e também desenvolveu o primeiro circuito integrado MOS.

Métodos essenciais para o desenvolvimento do primeiro microprocessador comercial, uma CPU de 4 bits single chip em um encapsulado de 16 pinos, com 2.300 transistores e frequência máxima do clock de 740 KHz. Seus esquemas e chipsets estão disponíveis para visualização pública nesse link.

E isso foi apenas o começo. No ano seguinte, a Intel comercializou o 8008 (primeiro microprocessador de 8 bits) e uma versão revisada, o Intel 4040. Depois, chegou o 8080, CPU que iniciou toda uma revolução, utilizado no Altair 8800. Depois disso, temos a história que conhecemos.

A Lei de Moore promulgada pelo co-fundador da Intel, Gordon E. Moore completou esse ano 50 anos, e definiu a estratégia de negócios da indústria de semicondutores, permitindo a aparição do Intel 4004 e, mais tarde, do computador pessoal.

O efeito dessa lei persiste, apesar de ter data de caducidade, como antecipou o próprio Moore. O aumento exponencial da redução de tamanho e custo dos semicondutores está acabando, e com ela, a Lei de Moore acaba junto. Isso acontece não por conta do avanço da tecnologia, mas sim pelos custos, por considerar que muitos poucos fabricantes podem se permitir aos custos exorbitantes de pesquisa e desenvolvimento das próximas gerações de chips, muito menos construir e manter as fábricas para produzir esses chips.

O futuro passa pelo uso de materiais diferentes do silício, como o grafeno, além de tecnologias novas, como a computação quântica. Novos materiais e arquiteturas que poderão se estender à ideia principal da Lei de Moore, que teve o seu primeiro reflexo comercial como Intel 4004.

PC Does What?, a campanha que quer reanimar as vendas de PCs

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Todo mundo sabe que as vendas de PCs não estão indo bem a algum tempo, e mesmo com a chegada do Windows 10, essas vendas seguem caindo. Os principais fabricantes do setor estão preocupados, e decidiram fazer alguma coisa para reverter o quadro.

E o que eles fizeram? Deram descontos nos seus produtos? É claro que não! Fizeram uma campanha! UHU! #ironic

Microsoft, Dell, HP, Intel e Lenovo se uniram para a campanha “PC Does What?”, composta por cinco anúncios de 30 segundos cada, onde cada um destaca uma qualidade dos PCs atuais e suas possibilidades. O projeto publicitário será lançado em 19 de outubro e inicialmente é dirigido ao mercado norte-americano, mas não se descarta a sua expansão para outros países.

Será que um comercial é mais eficiente do que reduzir os preços dos produtos para o consumidor final?

Só o futuro vai dizer.

 

Via Bussiness InsiderYouTube (Intel)

 

ASUS ZenFone 5

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Um dos modelos de maior destaque no mercado mobile dos últimos meses foi o ASUS ZenFone 5. O dispositivo se destaca pelo design pensado em todos os detalhes, além da presença do processador Intel Atom 2560, que casou bem com a sua proposta de smartphone intermediário.

Além disso, esse chip da Intel promete uma maior autonomia de bateira com um uso normal, mas sem prejuízo de performance para essas atividades. Outro componente que contribui decisivamente para uma boa relação entre desempenho e autonomia de uso do ASUS ZenFone 5 é a GPU PowerVR SGX 544 MP2, que oferece um resultado final muito interessante, atendendo bem as necessidades dos usuários de entrada.

Sua câmera PixelMaster de 8 megapixels conta com um modo selfie, onde o usuário escolhe o número de pessoas que vão participar da foto, para que a câmera as identifique antes de registrar a imagem. O recurso Voltar no Tempo grava dois segundos antes da foto ser tirada, para que você recupere a imagem, garantindo que você não vai perder aquele momento.

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A ZenUI é uma interface que oferece um leque de opções vasto para o usuário se concentrar nas suas atividades de produtividade, recebendo a notificação que ele precisa. Além disso, o sistema de gerenciamento de notificações e aplicativos também ajuda na oferta de uma vida mais organizada no smartphone.

O ASUS ZenFone 5 conta com suporte dual-SIM e dual Standby, além de rede de dados de alta velocidade, para uma conectividade mais eficiente. E além de um processador  e GPU que priorizam a melhor autonomia de bateria, o recurso Power Saving oferece uma vida útil ainda maior para o usuário.

O smartphone conta com uma tela IPS de 1280 x 720 pixels (294 ppp), com tecnologia ASUS TruVivid, que deixa o brilho e contraste mais acentuados, com cores mais vivas. Essa tela é protegida com a película Corning Gorilla Glass 3, aumentando a sua resistência aos danos.

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O ASUS ZenFone 5 também conta com o Easy Mode, onde os ícones mais importantes são ampliados, para facilitar o uso. Também é possível usar o smartphone para controlar o seu PC (com Windows 7 e 8) via Bluetooth, através do Remote Link. o What’s Next oferece uma agenda diária com tudo o que acontece na sua vida, como compromissos, eventos cancelados e chamadas perdidas.

O Do it Later é uma lista de tarefas e lembretes de fácil acesso. O Share Link permite o emparelhamento do ZenFone 5 com outro dispositivo para o compartilhamento de arquivos sem a necessidade de conexão WiFi. O modo Profundidade de Campo tira duas fotos, combina as duas, desfocando o fundo e realçando o objeto selecionado. E a sua câmera traseira, com o recurso PixelMaster, ajusta automaticamente a sensibilidade da luz recebida em até 400%, e o contraste de cor em até 200%, para uma maior qualidade de fotos e vídeos em baixa luminosidade.

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Michael J. Fox Foundation e Intel fecham parceria na luta conta o Parkinson

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A mundialmente conhecida The Michael J. Fox Foundation (MJFF) e a Intel uniram suas forças para um novo projeto, onde os dispositivos pessoais são os protagonistas, coletando informações que podem ajudar na pesquisa do Mal de Parkinson.

Os pacientes utilizam uma pulseira quantificadora, que mede as 24 horas de atividades de forma mais objetiva e confiável, analisando a velocidade de movimento, a severidade dos tremores e a qualidade do sono. Esses dados são processados por uma plataforma de análise de dados desenvolvida pela Intel, que oferece o software open-source da pesquisa, armazenamento e manipulação de dados Cloudera.

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No futuro, essa plataforma pode ser usada para técnicas mais avançadas, com o objetivo de desenvolver modelos preventivos que detectem as mudanças na doença de forma muito mais precisa. O estudo está trabalhando também em um aplicativo para dispositivos móveis, que permitirá aos pacientes introduzir dados sobre os medicamentos tomados, anotar suas sensações, e inserir outras informações que complementam os dados coletados.

 

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Bancada de Testes | Asus Fonepad 7

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E os produtos não param de chegar por aqui. Dessa vez, a assessoria de imprensa da Asus do Brasil enviou para testes e reviews no TargetHD.net o tablet Asus Fonepad 7. O produto se destaca por ser um produto que segue a tendência de mercado em oferecer dimensões reduzidas e baixo custo, mas oferece o diferencial de contar com o recurso de telefonia no dispositivo, permitindo a realização e recebimento de chamadas telefônicas a partir do dispositivo.

Na verdade, essa é a segunda geração de tablets da linha Fonepad, que na sua primeira versão contava com uma proposta mais pensada em usuários intermediários. Dessa vez, temos um produto com apelo claramente para o mercado de entrada. Mesmo assim, as primeiras impressões do produto são bem positivas.

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Estamos diante de um tablet que não possui grandes apelos visuais. É um produto com estética simples, com predominância dos tons escuros (azul marinho, para ser mais preciso), mas que tem duas características que certamente agradam: 1) é compacto (algo óbvio, pelo seu tamanho, mas como estou acostumado com o LG G Pad 8.3, que tem 8 polegadas de tela, a diferença é perceptível), e tem boa qualidade de construção.

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Assim como a primeira versão, o novo Fonepad 7 conta com um processador Intel, o que garante um desempenho no mínimo diferenciado para um produto de suas características. A Intel está tentando oferecer ao mercado de tablets processadores com bom desempenho e baixo custo, e no caso desse produto, pelo menos nos primeiros testes, o modelo consegue desempenhar um bom papel.

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Não só por conta do processador, mas também pela sábia decisão da Asus em não modificar de forma tão profunda o Android, o conjunto geral do produto soa agradável no primeiro contato. O desempenho do dispositivo apresenta a agilidade e a fluidez que se pede de um bom tablet. É claro que ainda preciso testar o produto em situações onde o conjunto será mais exigido (como nos jogos, por exemplo), mas pelo menos nesse primeiro contato, os resultados foram muito satisfatórios.

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O Asus Fonepad 7 conta com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean. Não é a mais recente, mas é melhor do que contar com uma versão anterior, já limitada de recursos e – por experiência própria – com pior gerenciamento de especificações técnicas. É, amigos… Google Play Service: o grande vilão do Android. Mais adiante eu falo sobre isso aqui no blog.

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Aqui, mais uma vez eu destaco a ergonomia do produto, com um ótimo agarre. O Fonepad 7 é fino o suficiente para ser confortável em um uso mais prolongado, como nos jogos, durante a leitura ocasional, e a navegação na internet.

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Para resumir: por enquanto, estou gostando do Asus Fonepad 7. O review deve sair no TargetHD nas próximas semanas. A seguir, veja o vídeo de primeiras impressões do produto.

 

A Intel quer marcar presença no mercado de tablets, custe o que custar

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A Intel estava acostumada a ter uma posição dominante no mercado, mas hoje, se dá conta que os tempos são outros, principalmente no mercado mobile. Os seus concorrentes não param de crescer, e os seus processadores para smartphones praticamente desapareceram. Porém, eles pensam de forma ambiciosa no mercado de tablets.

Durante anos, a Intel dominou sem maiores problemas o mercado de processadores para desktops, deixando a AMD fora desse mercado por mais de uma oportunidade. Infelizmente (para a Intel), algumas mudanças são bruscas. O ARM comprometeu seriamente o negócio da Intel, oferecendo chips com preços competitivos e boa performance.

Mas bem longe de esperar o quadro virar de novo, ou tentar fazer frentes com os seus rivais com os melhores chips produzidos em Santa Clara, Califórnia, a Intel entende que a melhor forma de se recuperar é investindo milhões e milhões de dólares para voltar a estabelecer uma posição dominante no mercado. Mas a partir de uma nova perspectiva: o mercado dos tablets.

Hoje, a maioria dos processadores ARM tem um preço unitário para os fabricantes que gira os US$ 20. Já o Intel Atom custa quase US$ 40 a unidade, o que se converte automaticamente em tablets mais caros, o que dificultaria uma concorrência contra a NVIDIA e a Qualcomm. A estratégia da Intel a partir de agora será praticamente presentear os fabricantes interessados com os seus processadores, pedindo aproximadamente US$ 10 por cada unidade do Bay Trail.

Dessa forma, a Intel cumpriria a sua promessa de oferecer tablets com especificações respeitáveis com os seus processadores, e com preços abaixo dos US$ 99.

Tomar uma decisão tão arriscada não será algo nada barato para a Intel, e muitos acreditam que tal movimento pode representar um prejuízo inicial de nada menos que US$ 1 bilhão. E, mesmo que isso soe muito doloroso no começo, a Intel tem que tomar decisões complexas em tempos difíceis. Tudo isso para não se tornar uma presa da ARM no futuro.

Chegaremos ao dia onde não precisaremos mais nos preocupar com a bateria dos nossos gadgets?

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Eu acordo todos os dias em torno de 7h da manhã. Faço uma caminhada (para manter a minha diabetes controlada), tomo um café, e começo a jornada diária do blog em torno de 8h da manhã. Nesse momento, todos os meus gadgets estão com a bateria em 100%, principalmente o smartphone, que é o que vou usar mais ao longo do dia. Todos os meus gadgets passam a noite carregando, e isso se tornou um hábito. OU melhor, uma obrigação cotidiana. Vivemos em um mundo conectado, e são poucos no mundo que se permitem hoje a sair de casa sem um celular, ou mesmo com um gadget com a bateria pela metade.

Porém, esta necessidade tão imperiosa para a maioria dos usuários se vê confrontada com a filosofia dos fabricantes, que seguem dizendo que o que mais precisamos em um dispositivo é que ele seja de um tamanho compacto (ou não) e estilizado (fino, principalmente), e não uma bateria generosa, que nos livre do estresse de ter que conferir o tempo todo em como está a autonomia de bateria do nosso dispositivo. Afinal de contas, receber e-mails o tempo todo, fazer e receber ligações, conferir as redes sociais, acessar o WhatsApp e outras atividades típicas de uma pessoa conectada não são mais importantes que o smartphone contar com menos de 7 mm de espessura, não é mesmo?

São poucos os fabricantes que oferecem para os usuários alternativas de produtos com autonomia de uso pleno para, pelo menos um dia de uso, permitindo que a gente se esqueça dos limites de uso do nosso gadget. Porém, a tecnologia existe para isso, e parece que esse pesadelo vai acabar em breve, graças aos últimos avanços que algumas empresas estão apresentando nesse aspecto.

Não deixa de ser um paradoxo o fato da maioria dos smartphones mais vendidos no mercado durem apenas um dia completo de uso (e isso, com muita dificuldade). E a maioria de nós se acostumou com isso. O fato é que essa deficiência está hoje um pouco menor do que nos últimos anos. Vejo cada vez menos geeks com baterias complementares no bolso, ou cases com bateria para poder utilizar os seus smartphones durante um dia completo. Alguns modelos do passado (como o Palm Pre, por exemplo) simplesmente tinham a sua bateria esgotada no meio da tarde, deixando os seus usuários (na maioria dos casos, profissionais) malucos.

Na internet, temos vários conselhos que permitem prolongar a vida útil dos nossos dispositivos, como desativar o Bluetooth, 3G, notificações push, ou outros recursos. O problema é que isso transforma o seu smartphone cheio de recursos em um dispositivo de primeira geração (ou em um celular chique), sacrificando assim as suas funcionalidades mais interessantes.

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Mas uma coisa que deve ser observada é que, felizmente, esse problema não afetou os tablets (que fique registrado: os tablets de boa qualidade). Os principais fabricantes lançam no mercado produtos com baterias com elevada autonomia de uso. Alguns modelos permitem que você utilize o dispositivo por, pelo menos, dois dias completos sem precisar recorrer ao recarregador de bateria.

Mas vamos ao ponto que nos interessa: como resolver o problema da baixa autonomia de bateria dos smartphones?

A Intel realizou na última semana a International Science and Engineering Fair, uma feira anual onde as melhores ideias desenvolvidas entre estudantes na área de tecnologia são apresentadas. Uma jovem de 18 anos apresentou um super condensador, que poderia ser adotado nos dispositivos móveis, de forma que os mesmos poderiam recarregar a sua bateria em apenas 20 segundos. Mais: esse condensador poderia multiplicar os ciclos de carga da bateria. Agora, imagine a revolução e o impacto que uma descoberta como essa pode ter no mercado mobile.

A melhor parte dessa descoberta é que ela pode ser adotada também nos computadores portáteis (laptops, ultrabooks), e poderia (na teoria) ser combinada com a tecnologia Haswell da própria Intel, que amplia a autonomia da bateria dos seus dispositivos em 50% (incluindo os MacBooks que veremos no mercado no final de 2013 ou começo de 2014). Ou seja, até mesmo os notebooks e ultrabooks poderiam deixar os seus carregadores em casa.

Entendo que já temos hoje um cenário que é bem melhor do que aquele visto em 2007, 2008, onde já era uma vitória se um smartphone tivesse uma autonomia de uso de 8 horas. A maioria dos modelos que testei em 2013 já alcançam tranquilamente a marca de um dia de uso intenso (3G, WiFi, chamadas, redes sociais, e-mails, WhatsApp, alguns jogos, algumas horas de música e alguns vídeos). Ainda está um pouco distante do que eu considero como o ideal (pelo menos dois dias de uso), mas estamos no caminho.

Eu mesmo serei um daqueles que vai agradecer (e muito) em poder recarregar a bateria do meu smartphone em apenas 20 segundos. Ter que esperar pelo menos duas horas de recarga para obter 80% de bateria não é algo lá muito prático.

Intel disponibiliza na CES 2013 uma árvore feita com 176 ultrabooks e quase 6 metros de altura

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A Intel colocou em seu estande na CES 2013 uma árvore interativa, feita com 176 ultrabooks. Essa árvore mede quase seis metros de altura, e os visitantes da feira podem enviar flores para a sua copa ao tocar nos dispositivos.

O equipamento permite que o visitante crie a sua própria flor na tela sensível ao toque dos ultrabooks conversíveis presentes no estande, e depois, faça o envio para a copa da árvore. A Intel acredita que mais de 500 mil toques serão realizados ao longo do evento, formando assim mais de 200 mil flores. A árvore é composta de ultrabooks que já estão disponíveis no mercado internacional.

Via Assessoria de Imprensa – Intel Brasil