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44 anos do Intel 4004, o primeiro microprocessador da história

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Nesse final de semana comemorou-se os 44 anos da chegada do Intel 4004, o primeiro microprocessador single chip comercializado na história da computação.

O Intel 4004 foi criado para uma calculadora da empresa japonesa Busicom. Seu principal responsável foi Federico Faggin, contratado da Fairchild Semiconductor. O engenheiro já havia desenvolvido a tecnologia Silicon Gate Technology (SGT), e também desenvolveu o primeiro circuito integrado MOS.

Métodos essenciais para o desenvolvimento do primeiro microprocessador comercial, uma CPU de 4 bits single chip em um encapsulado de 16 pinos, com 2.300 transistores e frequência máxima do clock de 740 KHz. Seus esquemas e chipsets estão disponíveis para visualização pública nesse link.

E isso foi apenas o começo. No ano seguinte, a Intel comercializou o 8008 (primeiro microprocessador de 8 bits) e uma versão revisada, o Intel 4040. Depois, chegou o 8080, CPU que iniciou toda uma revolução, utilizado no Altair 8800. Depois disso, temos a história que conhecemos.

A Lei de Moore promulgada pelo co-fundador da Intel, Gordon E. Moore completou esse ano 50 anos, e definiu a estratégia de negócios da indústria de semicondutores, permitindo a aparição do Intel 4004 e, mais tarde, do computador pessoal.

O efeito dessa lei persiste, apesar de ter data de caducidade, como antecipou o próprio Moore. O aumento exponencial da redução de tamanho e custo dos semicondutores está acabando, e com ela, a Lei de Moore acaba junto. Isso acontece não por conta do avanço da tecnologia, mas sim pelos custos, por considerar que muitos poucos fabricantes podem se permitir aos custos exorbitantes de pesquisa e desenvolvimento das próximas gerações de chips, muito menos construir e manter as fábricas para produzir esses chips.

O futuro passa pelo uso de materiais diferentes do silício, como o grafeno, além de tecnologias novas, como a computação quântica. Novos materiais e arquiteturas que poderão se estender à ideia principal da Lei de Moore, que teve o seu primeiro reflexo comercial como Intel 4004.

PC Does What?, a campanha que quer reanimar as vendas de PCs

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Todo mundo sabe que as vendas de PCs não estão indo bem a algum tempo, e mesmo com a chegada do Windows 10, essas vendas seguem caindo. Os principais fabricantes do setor estão preocupados, e decidiram fazer alguma coisa para reverter o quadro.

E o que eles fizeram? Deram descontos nos seus produtos? É claro que não! Fizeram uma campanha! UHU! #ironic

Microsoft, Dell, HP, Intel e Lenovo se uniram para a campanha “PC Does What?”, composta por cinco anúncios de 30 segundos cada, onde cada um destaca uma qualidade dos PCs atuais e suas possibilidades. O projeto publicitário será lançado em 19 de outubro e inicialmente é dirigido ao mercado norte-americano, mas não se descarta a sua expansão para outros países.

Será que um comercial é mais eficiente do que reduzir os preços dos produtos para o consumidor final?

Só o futuro vai dizer.

 

Via Bussiness InsiderYouTube (Intel)

 

ASUS ZenFone 5

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Um dos modelos de maior destaque no mercado mobile dos últimos meses foi o ASUS ZenFone 5. O dispositivo se destaca pelo design pensado em todos os detalhes, além da presença do processador Intel Atom 2560, que casou bem com a sua proposta de smartphone intermediário.

Além disso, esse chip da Intel promete uma maior autonomia de bateira com um uso normal, mas sem prejuízo de performance para essas atividades. Outro componente que contribui decisivamente para uma boa relação entre desempenho e autonomia de uso do ASUS ZenFone 5 é a GPU PowerVR SGX 544 MP2, que oferece um resultado final muito interessante, atendendo bem as necessidades dos usuários de entrada.

Sua câmera PixelMaster de 8 megapixels conta com um modo selfie, onde o usuário escolhe o número de pessoas que vão participar da foto, para que a câmera as identifique antes de registrar a imagem. O recurso Voltar no Tempo grava dois segundos antes da foto ser tirada, para que você recupere a imagem, garantindo que você não vai perder aquele momento.

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A ZenUI é uma interface que oferece um leque de opções vasto para o usuário se concentrar nas suas atividades de produtividade, recebendo a notificação que ele precisa. Além disso, o sistema de gerenciamento de notificações e aplicativos também ajuda na oferta de uma vida mais organizada no smartphone.

O ASUS ZenFone 5 conta com suporte dual-SIM e dual Standby, além de rede de dados de alta velocidade, para uma conectividade mais eficiente. E além de um processador  e GPU que priorizam a melhor autonomia de bateria, o recurso Power Saving oferece uma vida útil ainda maior para o usuário.

O smartphone conta com uma tela IPS de 1280 x 720 pixels (294 ppp), com tecnologia ASUS TruVivid, que deixa o brilho e contraste mais acentuados, com cores mais vivas. Essa tela é protegida com a película Corning Gorilla Glass 3, aumentando a sua resistência aos danos.

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O ASUS ZenFone 5 também conta com o Easy Mode, onde os ícones mais importantes são ampliados, para facilitar o uso. Também é possível usar o smartphone para controlar o seu PC (com Windows 7 e 8) via Bluetooth, através do Remote Link. o What’s Next oferece uma agenda diária com tudo o que acontece na sua vida, como compromissos, eventos cancelados e chamadas perdidas.

O Do it Later é uma lista de tarefas e lembretes de fácil acesso. O Share Link permite o emparelhamento do ZenFone 5 com outro dispositivo para o compartilhamento de arquivos sem a necessidade de conexão WiFi. O modo Profundidade de Campo tira duas fotos, combina as duas, desfocando o fundo e realçando o objeto selecionado. E a sua câmera traseira, com o recurso PixelMaster, ajusta automaticamente a sensibilidade da luz recebida em até 400%, e o contraste de cor em até 200%, para uma maior qualidade de fotos e vídeos em baixa luminosidade.

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Michael J. Fox Foundation e Intel fecham parceria na luta conta o Parkinson

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A mundialmente conhecida The Michael J. Fox Foundation (MJFF) e a Intel uniram suas forças para um novo projeto, onde os dispositivos pessoais são os protagonistas, coletando informações que podem ajudar na pesquisa do Mal de Parkinson.

Os pacientes utilizam uma pulseira quantificadora, que mede as 24 horas de atividades de forma mais objetiva e confiável, analisando a velocidade de movimento, a severidade dos tremores e a qualidade do sono. Esses dados são processados por uma plataforma de análise de dados desenvolvida pela Intel, que oferece o software open-source da pesquisa, armazenamento e manipulação de dados Cloudera.

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No futuro, essa plataforma pode ser usada para técnicas mais avançadas, com o objetivo de desenvolver modelos preventivos que detectem as mudanças na doença de forma muito mais precisa. O estudo está trabalhando também em um aplicativo para dispositivos móveis, que permitirá aos pacientes introduzir dados sobre os medicamentos tomados, anotar suas sensações, e inserir outras informações que complementam os dados coletados.

 

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Bancada de Testes | Asus Fonepad 7

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E os produtos não param de chegar por aqui. Dessa vez, a assessoria de imprensa da Asus do Brasil enviou para testes e reviews no TargetHD.net o tablet Asus Fonepad 7. O produto se destaca por ser um produto que segue a tendência de mercado em oferecer dimensões reduzidas e baixo custo, mas oferece o diferencial de contar com o recurso de telefonia no dispositivo, permitindo a realização e recebimento de chamadas telefônicas a partir do dispositivo.

Na verdade, essa é a segunda geração de tablets da linha Fonepad, que na sua primeira versão contava com uma proposta mais pensada em usuários intermediários. Dessa vez, temos um produto com apelo claramente para o mercado de entrada. Mesmo assim, as primeiras impressões do produto são bem positivas.

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Estamos diante de um tablet que não possui grandes apelos visuais. É um produto com estética simples, com predominância dos tons escuros (azul marinho, para ser mais preciso), mas que tem duas características que certamente agradam: 1) é compacto (algo óbvio, pelo seu tamanho, mas como estou acostumado com o LG G Pad 8.3, que tem 8 polegadas de tela, a diferença é perceptível), e tem boa qualidade de construção.

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Assim como a primeira versão, o novo Fonepad 7 conta com um processador Intel, o que garante um desempenho no mínimo diferenciado para um produto de suas características. A Intel está tentando oferecer ao mercado de tablets processadores com bom desempenho e baixo custo, e no caso desse produto, pelo menos nos primeiros testes, o modelo consegue desempenhar um bom papel.

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Não só por conta do processador, mas também pela sábia decisão da Asus em não modificar de forma tão profunda o Android, o conjunto geral do produto soa agradável no primeiro contato. O desempenho do dispositivo apresenta a agilidade e a fluidez que se pede de um bom tablet. É claro que ainda preciso testar o produto em situações onde o conjunto será mais exigido (como nos jogos, por exemplo), mas pelo menos nesse primeiro contato, os resultados foram muito satisfatórios.

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O Asus Fonepad 7 conta com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean. Não é a mais recente, mas é melhor do que contar com uma versão anterior, já limitada de recursos e – por experiência própria – com pior gerenciamento de especificações técnicas. É, amigos… Google Play Service: o grande vilão do Android. Mais adiante eu falo sobre isso aqui no blog.

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Aqui, mais uma vez eu destaco a ergonomia do produto, com um ótimo agarre. O Fonepad 7 é fino o suficiente para ser confortável em um uso mais prolongado, como nos jogos, durante a leitura ocasional, e a navegação na internet.

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Para resumir: por enquanto, estou gostando do Asus Fonepad 7. O review deve sair no TargetHD nas próximas semanas. A seguir, veja o vídeo de primeiras impressões do produto.

 

A Intel quer marcar presença no mercado de tablets, custe o que custar

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A Intel estava acostumada a ter uma posição dominante no mercado, mas hoje, se dá conta que os tempos são outros, principalmente no mercado mobile. Os seus concorrentes não param de crescer, e os seus processadores para smartphones praticamente desapareceram. Porém, eles pensam de forma ambiciosa no mercado de tablets.

Durante anos, a Intel dominou sem maiores problemas o mercado de processadores para desktops, deixando a AMD fora desse mercado por mais de uma oportunidade. Infelizmente (para a Intel), algumas mudanças são bruscas. O ARM comprometeu seriamente o negócio da Intel, oferecendo chips com preços competitivos e boa performance.

Mas bem longe de esperar o quadro virar de novo, ou tentar fazer frentes com os seus rivais com os melhores chips produzidos em Santa Clara, Califórnia, a Intel entende que a melhor forma de se recuperar é investindo milhões e milhões de dólares para voltar a estabelecer uma posição dominante no mercado. Mas a partir de uma nova perspectiva: o mercado dos tablets.

Hoje, a maioria dos processadores ARM tem um preço unitário para os fabricantes que gira os US$ 20. Já o Intel Atom custa quase US$ 40 a unidade, o que se converte automaticamente em tablets mais caros, o que dificultaria uma concorrência contra a NVIDIA e a Qualcomm. A estratégia da Intel a partir de agora será praticamente presentear os fabricantes interessados com os seus processadores, pedindo aproximadamente US$ 10 por cada unidade do Bay Trail.

Dessa forma, a Intel cumpriria a sua promessa de oferecer tablets com especificações respeitáveis com os seus processadores, e com preços abaixo dos US$ 99.

Tomar uma decisão tão arriscada não será algo nada barato para a Intel, e muitos acreditam que tal movimento pode representar um prejuízo inicial de nada menos que US$ 1 bilhão. E, mesmo que isso soe muito doloroso no começo, a Intel tem que tomar decisões complexas em tempos difíceis. Tudo isso para não se tornar uma presa da ARM no futuro.

Chegaremos ao dia onde não precisaremos mais nos preocupar com a bateria dos nossos gadgets?

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Eu acordo todos os dias em torno de 7h da manhã. Faço uma caminhada (para manter a minha diabetes controlada), tomo um café, e começo a jornada diária do blog em torno de 8h da manhã. Nesse momento, todos os meus gadgets estão com a bateria em 100%, principalmente o smartphone, que é o que vou usar mais ao longo do dia. Todos os meus gadgets passam a noite carregando, e isso se tornou um hábito. OU melhor, uma obrigação cotidiana. Vivemos em um mundo conectado, e são poucos no mundo que se permitem hoje a sair de casa sem um celular, ou mesmo com um gadget com a bateria pela metade.

Porém, esta necessidade tão imperiosa para a maioria dos usuários se vê confrontada com a filosofia dos fabricantes, que seguem dizendo que o que mais precisamos em um dispositivo é que ele seja de um tamanho compacto (ou não) e estilizado (fino, principalmente), e não uma bateria generosa, que nos livre do estresse de ter que conferir o tempo todo em como está a autonomia de bateria do nosso dispositivo. Afinal de contas, receber e-mails o tempo todo, fazer e receber ligações, conferir as redes sociais, acessar o WhatsApp e outras atividades típicas de uma pessoa conectada não são mais importantes que o smartphone contar com menos de 7 mm de espessura, não é mesmo?

São poucos os fabricantes que oferecem para os usuários alternativas de produtos com autonomia de uso pleno para, pelo menos um dia de uso, permitindo que a gente se esqueça dos limites de uso do nosso gadget. Porém, a tecnologia existe para isso, e parece que esse pesadelo vai acabar em breve, graças aos últimos avanços que algumas empresas estão apresentando nesse aspecto.

Não deixa de ser um paradoxo o fato da maioria dos smartphones mais vendidos no mercado durem apenas um dia completo de uso (e isso, com muita dificuldade). E a maioria de nós se acostumou com isso. O fato é que essa deficiência está hoje um pouco menor do que nos últimos anos. Vejo cada vez menos geeks com baterias complementares no bolso, ou cases com bateria para poder utilizar os seus smartphones durante um dia completo. Alguns modelos do passado (como o Palm Pre, por exemplo) simplesmente tinham a sua bateria esgotada no meio da tarde, deixando os seus usuários (na maioria dos casos, profissionais) malucos.

Na internet, temos vários conselhos que permitem prolongar a vida útil dos nossos dispositivos, como desativar o Bluetooth, 3G, notificações push, ou outros recursos. O problema é que isso transforma o seu smartphone cheio de recursos em um dispositivo de primeira geração (ou em um celular chique), sacrificando assim as suas funcionalidades mais interessantes.

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Mas uma coisa que deve ser observada é que, felizmente, esse problema não afetou os tablets (que fique registrado: os tablets de boa qualidade). Os principais fabricantes lançam no mercado produtos com baterias com elevada autonomia de uso. Alguns modelos permitem que você utilize o dispositivo por, pelo menos, dois dias completos sem precisar recorrer ao recarregador de bateria.

Mas vamos ao ponto que nos interessa: como resolver o problema da baixa autonomia de bateria dos smartphones?

A Intel realizou na última semana a International Science and Engineering Fair, uma feira anual onde as melhores ideias desenvolvidas entre estudantes na área de tecnologia são apresentadas. Uma jovem de 18 anos apresentou um super condensador, que poderia ser adotado nos dispositivos móveis, de forma que os mesmos poderiam recarregar a sua bateria em apenas 20 segundos. Mais: esse condensador poderia multiplicar os ciclos de carga da bateria. Agora, imagine a revolução e o impacto que uma descoberta como essa pode ter no mercado mobile.

A melhor parte dessa descoberta é que ela pode ser adotada também nos computadores portáteis (laptops, ultrabooks), e poderia (na teoria) ser combinada com a tecnologia Haswell da própria Intel, que amplia a autonomia da bateria dos seus dispositivos em 50% (incluindo os MacBooks que veremos no mercado no final de 2013 ou começo de 2014). Ou seja, até mesmo os notebooks e ultrabooks poderiam deixar os seus carregadores em casa.

Entendo que já temos hoje um cenário que é bem melhor do que aquele visto em 2007, 2008, onde já era uma vitória se um smartphone tivesse uma autonomia de uso de 8 horas. A maioria dos modelos que testei em 2013 já alcançam tranquilamente a marca de um dia de uso intenso (3G, WiFi, chamadas, redes sociais, e-mails, WhatsApp, alguns jogos, algumas horas de música e alguns vídeos). Ainda está um pouco distante do que eu considero como o ideal (pelo menos dois dias de uso), mas estamos no caminho.

Eu mesmo serei um daqueles que vai agradecer (e muito) em poder recarregar a bateria do meu smartphone em apenas 20 segundos. Ter que esperar pelo menos duas horas de recarga para obter 80% de bateria não é algo lá muito prático.

Intel disponibiliza na CES 2013 uma árvore feita com 176 ultrabooks e quase 6 metros de altura

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A Intel colocou em seu estande na CES 2013 uma árvore interativa, feita com 176 ultrabooks. Essa árvore mede quase seis metros de altura, e os visitantes da feira podem enviar flores para a sua copa ao tocar nos dispositivos.

O equipamento permite que o visitante crie a sua própria flor na tela sensível ao toque dos ultrabooks conversíveis presentes no estande, e depois, faça o envio para a copa da árvore. A Intel acredita que mais de 500 mil toques serão realizados ao longo do evento, formando assim mais de 200 mil flores. A árvore é composta de ultrabooks que já estão disponíveis no mercado internacional.

Via Assessoria de Imprensa – Intel Brasil

Surface: a Microsoft mostrou a sua arma para o mercado de tablets

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Los Angeles, 18 de junho de 2012. Nesse dia, a Microsoft oficialmente entrou no cobiçado mercado de tablets, no melhor estilo “se quer fazer bem feito, faça você mesmo”. O novo Microsoft Surface (engraçado, esse nome não era para a tal mesa digitalizada?) se mostrou em duas opções claramente voltadas para dois segmentos distintos de usuários, e é a principal aposta da empresa para colocar o Windows 8 como alternativa real de sistema operacional para tablets e desktops (principalmente para tablets). Mas… será que essa proposta pode mesmo bater de frente com todo o universo de tablets Android e, principalmente, com o onipresente e onipotente iPad?

Antes de qualquer coisa, a primeira coisa que devemos dizer é: “agora o Windows 8 faz o total sentido”. Mesmo. Pense bem: a Microsoft cria versões diferentes do seu sistema operacional, para processadores diferentes… a troco de nada? Tudo bem, tem gente que vai dizer que são para equipamentos diferentes, e eu concordo. Mas o principal motivo para essa decisão está nos modelos apresentados ontem nos Estados Unidos. Dois tablets muito específicos, com propósitos e objetivos diferentes, para públicos diferentes, atendendo aos usuários “normais” e ao mercado corporativo.

É cedo para dizer o que esses novos tablets são capazes de fazer em termos de performance. O que sabemos é que o Windows 8, até o momento, se apresenta como um sistema que cumpre o que promete: ser simples e funcional na sua proposta de uso. A interface Metro segue sendo minimalista e funcional, e a aposta da Microsoft em integrar essa experiência de uso em todas as suas plataformas é uma atitude inteligente da empresa. Se apoiar nisso para oferecer uma mesma experiência de uso é uma aposta que pode gerar resultados positivos nas vendas dos produtos.

Isso, sem falar que a tendência natural é que a maioria daqueles que já contam com o sistema operacional Windows acabem aderindo ao Windows 8. Usuários com necessidades específicas e grandes empresas devem permanecer com o Windows 7 ou versões anteriores, até que a Microsoft prove que o Windows 8 é capaz de atender tais necessidades. Mas esta é uma tarefa que a empresa de Steve Ballmer terá que enfrentar nos próximos meses.

Mas… será que o Microsoft Surface é capaz de bater de frente com o iPad? Ou sequer com os outros tablets Android?

A resposta é: “por enquanto, não. Mas, quem sabe mais para frente?”.

Mesmo que o Windows 8 com sua interface Metro esteja convencendo uma boa quantidade de usuários de desktops em relação à sua experiência de uso, é fato que o novo sistema “começa do zero” no mercado de tablets. A Microsoft aposta muito na integração da interface de usuário. Por outro lado, essa integração é um processo relativamente lento, e não só no desenvolvimento de produtos, mas principalmente, na mudança de filosofia dos usuários que já usam as suas plataformas.

Além disso, o grande desafio do Surface for Windows RT (com processadores ARM), que é pensado no grande público, é ser competitivo não só no seu desempenho, mas principalmente, no seu preço. A gigante de Redmond terá que pensar muito bem na sua estratégia mercadológica para oferecer um produto com um valor competitivo o suficiente para roubar clientela do iPad e do Kindle Fire, o principal tablet Android do mercado (pelo menos no número de vendas). Está mais que provado que desempenho não é tudo nesse mundo. Preço também faz a diferença.

A Microsoft fez uma revolução visual no seu sistema operacional em 1995, e se deu muito bem com isso, dominando o mercado de sistemas operacionais. Se prepara para fazer a mais radical mudança até então, e aposta muitas fichas na palavra mágica do momento: integração. Tudo o que foi feito no Windows Phone e no software do Xbox foram estágios preparatórios para aquilo que vai acontecer no final do terceiro trimestre de 2012. E os tablets são parte fundamental desse processo.

Mas a missão de Steve Ballmer e sua turma é árdua. O sucesso do Surface depende da eficiência da própria Microsoft em mostrar para consumidor que o sistema é confiável, consistente e eficiente o suficiente para garantir a mesma usabilidade existente nos desktops. Se conseguir, a Microsoft crava o seu lugar no mercado de tablets, pois acredito que aquilo que os usuários novos (que é o mercado que todas as empresas querem conquistar) mais desejam hoje é poder ter vários produtos em casa, mas que todos funcionem exatamente da mesma forma.

#FirstLook: Ultrabook Toshiba Protégé Z835

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Estive em São Paulo ontem (31/03), para mais uma de minhas viagens malucas de 24 horas. Entre tantas atividades que tinha que realizar por lá, uma delas era concluir a aquisição de um objeto de desejo dos últimos meses? um ultrabook. Depois de muito pesquisar, minha escolha foi pelo Toshiba Protégé Z835, e minhas primeiras impressões sobre o produto são as melhores possíveis.

Bom, o que define o ultrabook em seu conceito? Um notebook mais fino, muito leve, com um processador rápido e uma alta performance, com um valor abaixo dos US$ 1.000. Ou seja, um MacBook Air, mas sem o seu preço elevado. Os fabricantes aceitaram esse desafio da Intel, e os primeiros resultados começam a aparecer.

O modelo da Toshiba foi um dos primeiros a serem anunciados no segundo semestre do ano passado, mas ainda não chegou ao Brasil em larga escala. Logo, posso dizer que sou um dos primeiros a adquirirem o produto por aqui. E, pelo menos nesse começo, estou impressionado com a proposta.

O produto é realmente muito fino e leve. Entre os ultrabooks que estão no mercado, é o mais fino. E isso faz com que ele seja muito prazeroso para trabalhar, tanto com o produto no colo quanto com ele em uma bancada. As primeiras horas com o produto tem sido muito produtivas, e o modelo promete fazer a minha alegria de mobilidade, já que pesa apenas 1.1 kg. Ou seja, é mais leve que o netbook da HP que eu estava usando (review no @TargetHD em breve).

Acreditem, ele não pesa quase nada. Muito prático para o transporte.

Breve comparativo de espessura do ultrabook da Toshiba e do netbook da HP. Chega a ser até covardia a comparação.

Mas o que realmente chama a atenção no Protégé Z835 é o seu desempenho. É realmente impressionante que seja possível adicionar um processador de alta performance, com uma bateria de longa duração (pelo menos 5 horas de uso), e desempenho elevado em um produto com corpo tão fino e leve. O Windows 7 Home Premium de 64 bits se apresenta em performance plena, com uma experiência de uso simplesmente impecável, sem travamentos, e sem muito tempo gasto para a carga do sistema operacional e de seus aplicativos. Muito disso é possível graças ao disco de SSD presente no produto (que por sinal, não é dos mais rápidos).

Outro fator decisivo para a compra: o teclado retroiluminado. Ele consegue ser eficiente e agradável para uma digitação noturna, sem interferir na luminosidade das teclas em ambientes bem iluminados. Inclusive, um dos pontos fracos dos ultrabooks está no teclado, que não podem ter teclas muito saltadas como nos notebooks convencionais, para se manter mais fino, mas no caso do modelo da Toshiba, a adaptação está sendo bem tranquila. A única coisa que estou tendo que fazer é tomar uma maior atenção para o novo posicionamento das teclas, uma vez que o teclado está no padrão US-Internacional. Mas para quem vai usar o produto para redigir textos de longa duração, o produto é excelente.

O review completo do ultrabook Toshiba Protégé Z835 estará disponível no TargetHD.net em breve. No review, contarei todos os detalhes sobre o produto, que por enquanto, está correspondendo muito bem às minhas expectativas.

P.S.: esse texto foi redigido no ultrabook da Toshiba. Aliás, digitar com ele vem sendo uma alegria constante.

Intel está preparando um serviço de IPTV para ser lançado no final de 2012

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É evidente que, quanto mais rápido podemos nos conectar à internet, mais em risco a TV a cabo fica, e com o consumo de conteúdos pela internet ficando cada vez mais comum, ainda falta uma grande empresa a se comprometer a criar um serviço de IPTV de peso. Mas isso pode mudar, uma vez que a Intel está preparando o lançamento do seu serviço de TV via internet, para competir com as empresas de TV a cabo e via satélite.

O Wall Street Journal informa que o CEO da Intel, Paul Otelini, deu o seu aval pessoal ao projeto, por meio do qual esperam vender receptores para TVs e distribuir o conteúdo. A Intel está conversando com as produtoras de conteúdo, mas até o momento, não existe nenhum nome confirmado para o lançamento da “operadora de TV virtual”. Isso nos faz pensar que o suposto lançamento do serviço para o final desse ano pode ser algo pouco difícil de acontecer, mas se a Intel é uma empresa que, quando se compromete com alguma coisa, não devemos duvidar. É esperar para ver.

Via Wall Street Journal

Notebook HP 350br possui processador Intel Core i5 e Windows 7 Home Premium

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Especificações técnicas:

-Processador: Intel Core i5-450M (2.4GHz com tecnologia Turbo Boost para até 2.66 GHz, 3MB de memória Cache)
-Memória RAM: 4GB DDR3 (2 DIMM) DDR3 de 1066MHz; Expansível até 8GB
-HD: 500GB SATA (7200RPM)
-Drives: SuperMulti 8X DVD±R/RW com tecnologia LightScribe e suporte para Camada Dupla
-Tela: Tela Plana Widescreen de 14.0″ de alta definição com tecnologia HP BrightView LED (1366 x 768)
-Rede: 10/100
-Som: Alto-falantes integrados Altec Lansing
-Vídeo: Intel HD Graphics; Até 1.696 MB de memória compartilhada disponível para gráficos
-Teclado: Teclado com a funcionalidade de 101 teclas compatível com Windows HP Clickpad com botão de ligar/desligar
-Mouse: Touchpad
-Sistema Operacional: Windows 7 Home Premium 64bits Original
-Softwares inclusos: Microsoft Office 2010 Starter; Windows Live Messenger; Windows Live Mail; Windows Live Writer
-Alimentação: Bateria de íon de lítio de 6 células 47 WHr; Adaptador de CA de 65 W
-Cor: HP Imprint azul imperial com design prisma
-Wireless: WLAN 802.11b/g/n e Bluetooth

Preço: R$ 1.899,00

Intel e Google otimizarão a Plataforma Android para a Arquitetura Intel

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Intel Corporation e Google Inc. anunciaram hoje (13/09) que trabalharão juntas para habilitar e otimizar futuras versões do Android™ para a família de processadores de baixo consumo Intel Atom™. Isso significa que as futuras versões da plataforma Android oferecerão suporte para a tecnologia Intel, além das outras arquiteturas.

O esforço conjunto foi projetado para acelerar o tempo para o lançamento no mercado de smartphones baseados na tecnologia Intel rodando a plataforma Android. A Intel aproveitará a acessibilidade de código aberto da plataforma Android para fornecer a seus clientes produtos tecnológicos que inspirem a inovação contínua, além de ajudar a habilitar poderosas experiências pessoais que se aproveitem da tecnologia da Intel em uma ampla gama de dispositivos. Esse trabalho permitirá que OEMs de dispositivos móveis e operadores de redes wireless aproveitem as capacidades de desempenho e baixo consumo da arquitetura Intel® e a escala do ecossistema x86 para desenvolvedores a fim de estimular a adoção da plataforma Android.

“Ao otimizar a plataforma Android para a arquitetura Intel, levamos uma nova e poderosa capacidade para o mercado a fim de acelerar a adoção e ampliar as opções da indústria, e levar novos e empolgantes produtos ao mercado que se aproveitem do potencial combinado da tecnologia Intel e da plataforma Android”, declarou o Presidente e CEO da Intel, Paul Otellini. “Juntas, estamos acelerando a arquitetura Intel e levando novos níveis de inovação para a plataforma Android”.

“A combinação do Android com o plano da Intel para smartphones de baixo consumo abre uma oportunidade para a inovação e o surgimento de mais opções”, declarou Andy Rubin, vice-presidente sênior de mobilidade do Google. “Essa colaboração estimulará o ecossistema Android de agora em diante”.

O anúncio de hoje aproveita as recentes iniciativas conjuntas das duas empresas para habilitar a arquitetura Intel nos produtos do Google, que incluem o SO Chrome, Google TV, o Kit para Desenvolvimento de Software (SDK) e o Kit para Desenvolvimento Nativo (NDK) para Android.

via assessoria de imprensa