@oEduardoMoreira

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Onde estão os novos MacBooks, Apple?

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A WWDC 2016, conferência para desenvolvedores da Apple, justficou o seu nome: foi essencialmente um evento para os desenvolvedores, algo que é muito bom para essa comunidade, mas um pouco decepcionante para quem esperava novidades no segmento de hardware. Alguns rumores indicavam para a apresentação de novos MacBooks, mas a Apple não fez qualquer menção sobre uma atualização desse ou de qualquer outra solução de hardware.

A postura gerou críticas de certos usuários que acreditavam ver na WWDC a oportunidade perfeita para a renovação de algumas de suas linhas de produto. Já temos mais de 390 dias que o MacBook Pro não é atualizado, e mais de 460 dias que o MacBook Air não recebe novidades de uma Apple que parecia ter centrado suas atenções no MacBook. Os usuários querem novos equipamentos, mas parece que a gigante de Cupertino vai guardar essa carta na manga um pouco mais.

Recentemente apareceram vazamentos de potenciais modelos do MacBook Pro com telas touch e com outras melhorias que poderiam chegar aos equipamentos que não são atualizados há muito tempo. Há quem diga que os atuais modelos do MacBook Pro e MacBook Air são “as piores compras em notebooks que você pode fazer” e, de fato, existem vários modelos com relação custo-benefício muito mais interessantes. Por outro lado, a construção, design e desempenho dos portáteis da Apple merecem muito destaque, mesmo com o passar do tempo.

Mas o ser humano quer mais, e algo melhor. E a Apple não está entregando isso.

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Obviamente, a linha de portáteis da Apple não é a única afetada: outros dispositivos como o Apple Watch, o esquecido Mac Pro (mais de dois anos sem notícias relevantes) ou o Thunderbolt Display que muitos esperavam que aparecesse em uma versão renovada com resolução 5K em algum momento.

Tudo são incógnitas nesse caso, e ainda que fique claro que teremos uma renovação de dispositivos móveis em setembro (iPhone 7, novos iPads), muitos acreditam que a Apple está perdendo aqui uma grande oportunidade de capitalizar. E alguns usuários acabarão perdendo a paciência, e podem acabar escolhendo outras opções.

Um MacBook Retro pelo qual você vai se apaixonar

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Faz tempo que não falamos da ColorWare, mas a sua última proposta ganha uma rápida menção aqui no blog. A empresa oferece uma edição limitada do MacBook Retro de 12 polegadas, com um chassi com um belo ar retrô que te transporta rapidamente para os anos 80, nos bons tempos do Apple II (se atente ao detalhe das laterais).

Embaixo dessa carcaça, que é capaz de produzir em muitos certa nostalgia, se esconde um MacBook 2016 top de linha, com processador Intel Core m7 a 1.3 GHz, 8 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

Dispositivos como esse tem simples caráter estético e nostálgico. É claro que você pode personalizar o dispositivo mais completo para os seus interesses de produtividade. Mas aquela sensação que estamos revivendo o passado é sempre muito bem vindo. Para as velhas e novas gerações.

Obviamente, esse tipo de repaginação sempre tem um custo adicional no produto que é vendido pela Colorware, e com esse MacBook Retro isso não ia ser diferente. Para adquirir uma unidade desse computador, é preciso desembolsar US$ 2.999, e ser rápido, já que só existem 10 unidades do produto disponíveis para compra.

Boa sorte. Com tão poucas unidades, você com certeza vai precisar de muita sorte.

Via The Next WebMacBook Retro

Pau de selfie para MacBook: é algo realmente necessário?

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Suas selfies não arrasam no Instagram? Não basta ficar andando com um bastão na mão e um smartphone na ponta desse bastão? Então, pense na possibilidade de sair por aí registrando fotos com o seu MacBook com um bastão na ponta. Exatamente do jeito que você está vendo.

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O motivo pelo qual as suas selfies não impressionam ninguém é porque você faz isso com um smartphone, ou com um tablet. Quer boas fotos? Consiga um pau de selfie para MacBook e saia por aí tirando fotos! Assim, você pode fazer fotos impactantes, ou sair em fotos impactantes… com as pessoas olhando curiosas/atônitas com a sua iniciativa.

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A boa notícia é que tudo o que você vê nesse post é parte de um projeto experimental dos artistas Moises (Art404), John Yuyi e Tom Galle para questionar como utiliza a nossa sociedade a tecnologia para alimentar o narcisismo e a vaidade exacerbada.

Ah, não sabe o que quer dizer ‘exacerbada’? Sem problemas. Você tem um pau de selfie, e isso te basta! ;)

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Via

 

 

MacBook Air no Brasil a R$ 8.499? Mac Pro a R$ 36 mil? Hahahaha….

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Adoro fazer esse tipo de post. Mesmo. Me divirto muito com isso.

A Apple lançou hoje (13) novos iMacs com telas de 21.5 polegadas com 4K e 27.5 polegadas com 5K. Além disso, apresentou novos acessórios (Magic Keyboard, Magic Mouse e Magic Trackpad). E para aproveitar a leva de novidades, aumentou os preços de todos os seus computadores (e dos acessórios). Uma notícia “bonita”, se pensarmos que a Black Friday e as vendas de Natal estão chegando, mas que de nada vale com os novos preços anunciados.

Eu poderia resumir tudo isso na frase “o que era coisa de rico, virou coisa de muito rico”. Mas seria uma visão simplória da situação. Ficou proibitivo. Impossível para os meros mortais. Impossível para eu e você. A boa notícia é que se tornou impossível para o Eike Batista, que deixou de ser bilionário.

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O computador da Apple “menos caro” é agora o MacBook Air de 11 polegadas, que custa a “bagatela” de R$ 8.499. Na boa? Nem alta do dólar justifica isso. Não falo só pelo preço elevado, mas pelo hardware simplório e muito abaixo de vários dispositivos mais competentes com Windows 10. Quem compra MacBook Air hoje no Brasil quer pagar de rico na Starbucks ou no seu blog de moda. Só pode!

Não vale mais pela produtividade ou eficiência. É apenas o “fator Apple” se fazendo presente. Na boa, só gente muito burra compra um MacBook Air no Brasil. O que confirma o ridículo produzido nesse caso é que o MacBook Air agora custa o que custava o MacBook Pro, sem chegar perto de ter o mesmo poder de hardware.

Aliás, o MacBook Pro é outro caso a ser estudado por sociólogos, economistas e pessoas de bem. O modelo mais barato desse segmento custa agora R$ 12.499, mas seu conjunto de hardware não foi atualizado em nada. É um computador “velho”. Ok, você pode me dizer que funciona muito bem com o OS X. Mas, amigo… você está comprando hardware velho! É o mesmo que comprar um Xbox 360 a R$ 1.119! Não faz o menor sentido!

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Sem falar no MacBook Pro de 13 polegadas a R$ 10.499. Esse modelo (com drive de CD) quase dobrou de preço! Por que? Porque a Apple quis! De novo: não dá pra pagar esse preço por hardware velho. Me desculpem os fãs, mas eu sei que a cotação do dólar subiu 75% de 2013 para cá. Mesmo assim. Entendo que o bom senso precisa prevalecer, até mesmo para a empresa não passar ridículo.

Por fim, o igualmente risível Mac Pro (aka cinzeiro gigante), que custa R$ 36.999. Profissional do quê vai comprar esse modelo? Da NASA? FBI? CSI? Nem para pesquisa da cura do câncer dá para fazer um investimento desses.

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A Apple já tinha pirado na batatinha quando aumentou o preço de iPads lançados há dois anos. Vem de uma sequência de aumentos consecutivos nos seus produtos desde janeiro, e como o ano não acabou (mas os incentivos da Lei do Bem sim), um novo reajuste nos preços dos smartphones e tablets é esperado.

Porém, a empresa abusa do fato de ser a Apple para mandar a mão mais pesada nos reajustes. Sim, amigos. A Apple é linda e maravilhosa para muitos. Mas não é santa.

E podem preparar para vender o rim no mercado negro, pois é quase certo que os novos iPhone 6s e iPhone 6s Plus terão preços que vão colocar o Brasil de novo no topo da lista de países com iPhones mais caros do planeta.

Mas é claro que eu não encerro esse post sem mandar um #lacra13 com muita força. Dilma e sua turma tem boa parte da culpa por esse ridículo que passamos.

Mas nesse caso em especial, não carrega a culpa sozinha.

Eu gostei do novo MacBook (mesmo dourado)

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O principal anúncio da Apple na tarde de hoje (9) foi o novo MacBook, que me agradou. Ah, e antes que eu me esqueça: a Apple reformulou tanto o portátil, que decidiu tirar os termos ‘Pro’ e ‘Air’ do nome do novo modelo, seguindo a tendência de nomenclatura reformulada dos outros produtos. Além disso, esse é um modelo bem diferente dos demais, e a tendência é que o cliente diga ao vendedor “quero o novo MacBook” na hora de comprar.

Eu mesmo diria.

A Apple deixou a miséria de lado na hora de adicionar novos recursos, tecnologias e soluções para o novo MacBook. Cortou tudo o que podia e não podia para deixar o produto o mais fino possível. Até o teclado foi refeito do zero, com um novo mecanismo de acionamento das teclas foi adotado, prometendo uma melhor resposta da acionamento, mesmo com uma espessura 40% menor.

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O teclado também é de tamanho completo, o que facilita muito a vida daqueles que buscam uma maior produtividade. Apesar de achar que as restrições de hardware feitas no produto (principalmente na escolha de um processador Intel Core M Broadwell – sem ventiladores, mas com menor potência) podem resultar em uma performance que limite um pouco a experiência de uso com softwares de produtividade, área em que a Apple costuma dar um destaque maior nos seus produtos.

De qualquer forma, ver um notebook tão fino é algo excelente. E com uma tela Retina? Melhor ainda.

Esse rumor do MacBook com tela Retina foi se arrastando ao longo dos últimos 18 meses, pelo menos. Porém, parece que esse é mesmo o melhor momento para um modelo com essa resolução de tela chegar ao mercado. E combinar isso à experiência do Mac OS pode ser a garantia de boas vendas para a Apple. Pode também ser um diferencial importante na hora de vender em um mercado que continua em retração (nesse momento, tem mais gente comprando phablets do que notebooks).

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Outra novidade do novo MacBook da Apple é o Force Touch, o novo trackpad do notebook, que promete ser mais inteligente, com possibilidades de mais funcionalidades, e eliminando os botões integrados abaixo do trackpad. Agora, os comandos e o acionamento de ícones ficam por conta de toques da área de contato do novo trackpad. Sem falar que também ajudou na redução de espessura do computador.

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Também entra nessa equação para oferecer o notebook mais fino já criado pela Apple o fato do equipamento remover tudo quanto é conector possível e imaginável. Rodou tudo, inclusive o Thunderbolt, aposta da Apple que, ao que tudo indica, ficou no passado. Só temos o conector para fones de ouvido de 3.5 mm, e o conector USB 3.1 Type C reversível, sendo esse um dos primeiros equipamentos a adotar essa solução.

Aliás, o USB reversível do novo MacBook não só permite conectar os cabos e conectores USB em qualquer direção, mas também substitui as portas HDMI, USB tradicional, VGA, etc. É mais uma vez a Apple investindo na simplicidade e inovação em nome do design. A boa notícia é que agora qualquer coisa é conectada em uma única porta (com a ajuda dos adaptadores). A má notícia é que é uma única porta, ou seja, escolha muito bem o que será conectado nela.

Em linhas gerais, eu gostei e muito do novo MacBook. É realmente o portátil mais fino que já vi na vida, e chama a atenção a quantidade de tecnologia empregada pela empresa para alcançar esse resultado. Entendo que mesmo que com os eventuais questionamentos sobre a capacidade desse computador em realizar tarefas mais pesadas, eu tenho certeza que os mais geeks gostaram do que viram, e vão querer levar para casa um dispositivo que não só é um equipamento de produtividade, mas também uma bela peça de tecnologia moderna.

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Se eu queria um novo MacBook para chamar de ‘meu’? É claro que sim! Mas eu não posso. Lá fora ele custa a partir de US$ 1.599. Aqui no Brasil, ele vai custar um rim e a alma da minha mãe. Como eu gosto mais do meu rim e da minha mãe, eu vou ter que deixar esse produto na #wishlist. Quem sabe um dia, quando o TargetHD.net me render os “prometidos R$ 80 mil por mês” que dizem que alguns blogueiros brasileiros ganham (essa é uma lenda urbana, tá).

Até lá, eu fico compartilhando minhas impressões desses produtos com vocês.

O que eu espero do evento da Apple de logo mais (iPhone 6, iWatch, etc)

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Em 29 de maio, Eddy Cue, responsável pelo iCloud e iTunes na Apple, estava muito contente na sua aparição na Code Conference, em San Francisco. Lá, ele disse uma frase que criou um grande monstro da expectativa: disse que até o final de 2014, a Apple teria “o melhor portfólio de produtos dos últimos 25 anos”. Tal afirmação era (aparentemente) pretensiosa, ainda mais levando em conta a empresa em questão.

A WWDC 2014 apresentou interessantes novidades: iOS 8, OS X 10.10 Yosemite, Swift, etc. Mas muitos esperavam anúncios de hardware, que não aconteceram. Pois bem, hoje – 09 de setembro de 2014 -, teremos esses anúncios. E, dessa vez, podemos esperar da Apple simplesmente TUDO.

Nesse post, deixo minhas impressões dos anúncios certos, dos prováveis, dos improváveis, e do que seria legal ver no evento, mas que também é improvável que apareça. Algumas coisas serão confirmadas, outras reclassificadas, e outras sequer serão mencionadas. Mas vale pelo exercício.

 

O que já é certeza

* iPhone 6: se não for anunciado, será a grande decepção do evento. Todos esperam duas versões do novo smartphone, com telas de 4.7 e 5.5 polegadas (com os nomes iPhone 6 e iPhone 6 Plus, nomes que apareceram nas últimas horas), que poderiam adotar chips NFC e melhorias de software, com o novo iOS 8 (HealthKit, HomeKit, APIs mais abertas), características do OS X Yosemite, e as tradicionais melhorias de hardware.

*iWatch: o primeiro dispositivo wearable da Apple. Não está claro se será apenas uma pulseira quantificadora ou um relógio inteligente, mas as últimas declarações de Jony Ive apontam para um smartwatch. A ausência de vazamento de imagens parece indicar que, mesmo que ele seja apresentado, ele só deve chegar ao mercado em 2015. Além disso, esse pode ser um projeto que sequer tenha saído dos Estados Unidos, o que também explicaria a ausência de vazamentos (já que os asiáticos não conseguem ficar com a boca fechada).

* Pagamentos móveis: a Apple tem um potencial enorme nesse sentido, mas também é fato que eles ainda não afinaram o iCloud, principalmente no quesito segurança. A empresa conta com centenas de milhões de números de cartão de crédito – via iTunes e App Store -, e transferir essa experiência para um serviço que permite o pagamento de produtos e serviços que não são da Apple é o próximo passo.

* Lar inteligente e saúde: a Apple já antecipou as novidades no iOS 8 na parte de domótica e de monitorização da saúde, e essas serão duas propriedades que podem estar muito integradas nos novos iPhone e iWatch. A parte de saúde deve ser clara protagonista, e profissionais desse setor devem aparecer no keynote para mostrar algumas das vantagens do HealthKit.

 

O que é provável

* iPad Air 2: apesar de acreditar que a Apple vai realizar um evento em separado para apresentar novos tablets, existe sim a possibilidade da empresa aproveitar a oportunidade para renovar essa linha de produto. Os últimos rumores apontam que só veremos o novo iPad Air 2, enquanto que o iPad mini ficará sem atualização. A desaceleração na venda de iPads é um fato, e melhoras nesse dispositivos são esperadas (como o TouchID), com o objetivo de colocar o produto novamente em evidência.

* Beats Music & iTunes: a afirmação de Eddy Cue parece fazer mais sentido agora, com novos iPhones que contariam com um novo serviço de streaming. A compra da Beats ainda não deu frutos palpáveis, mas pode ser que hoje apareçam surpresas sobre o assunto. Por outro lado, é curioso que, nem o iOS 8, nem o OS X Yosemite contem com um potencial suporte para esse hipotético serviço de streaming, assim como o iTunes. De novo: pode ser que esse serviço também seja apresentado em um evento em separado. Em contrapartida, a possível presença da banda U2 no evento de hoje pode servir para anunciar a presença da Beats nos novos dispositivos da Apple. Um novo iPod, talvez? Acho que não. Mas… quem sabe?

* iMac 4K: uma nova chance ao iMac, uma vez que a sua atualização de junho foi algo “pobre”, por assim dizer (perda de 50% de desempenho para uma economia de 18%). Vale lembrar que o evento de logo mais acontece no Flint Center, em Cupertino, Califórnia. Esse é um local especial para a Apple: foi lá que, em 1984, eles apresentaram o Macintosh, e talvez esse aniversário possa ser o motivo do lançamento de um novo iMac, com um novo design e, quem sabe, com uma tela UHD/4K. Porém, tal como acontece com o MacBook Air, o problema está nos novos processadores Intel Core M (Broadwell), que não são os mais adequados para suportar essas resoluções.

 

O que é improvável

* Tela dividida no iOS 8: com uma renovação de hardware, podemos ter mudanças específicas de software no iOS 8 para o iPad. Em junho, foi flagrado um suporte multi-janela com tela dividida, e isso pode fazer com que o interesse nos iPads volte a crescer, assim como as funções Continuity e Handoff, que permitem ampliar a convergência no ecossistema da Apple.

* iPad de grande formato: li e ouvi muito sobre isso nos últimos meses. Um terceiro iPad com tela de 12.9 polegadas, que seria uma alternativa aos seus portáteis, mas com o iOS 8 como capitão. Se esse produto faz sentido ou não é uma outra história, mas mais uma vez o momento da Apple no mercado de tablets pode apontar para uma nova tentativa de diversificação, algo que a empresa já fez com o iPod, por exemplo. Não é muito factível que algo nesse sentido apareça hoje. De fato, esse é um produto que – se existe – merece um evento próprio, ao lado de novos iPad Air e iPad mini.

* Novos MacBook Air: a renovação – se é que podemos chamar assim – do iMac e dos MacBook Pro parecem deixar o MacBook Air como protagonista solitário das possíveis próximas grandes atualizações dos computadores da Apple. Não sei se dá pra colocar isso no grupo dos “prováveis”, mas levando em conta que ainda vai levar um tempo para que os chips Broadwell estreiem, prefiro colocar no grupo dos improváveis. Os chips Intel Core M apresentados na IFA 2014 são os candidatos certos para essa renovação do MacBook Air Retina, inclusive no hipotético modelo de 12.9 polegadas. Com isso, podemos ter designs mais finos – sem ventiladores – previstos pela própria Intel, e isso pode ser interessante para uma potencial renovação desses equipamentos. Porém, de novo, não é provável que esses equipamentos apareçam até o começo de 2015, ou talvez até um pouco antes do natal.

* Apple TV: o foco nos smartphones e wearables parece evidente, e pode ser que, por conta disso, o entretenimento fique em segundo plano. Lançamentos como o Amazon Fire TV ou do Android TV podem ter apressado a Apple nesse segmento, mas se existirem anúncios nesse sentido, talvez sejam apenas uma atualização do hardware atual, que ainda segue sendo uma boa opção de gerenciamento de conteúdos, especialmente para os usuários de outras soluções do ecossistema da Apple.

 

O que seria legal ver (já que sonhar ainda é de graça)

* MacBook ARM: os rumores sobre um possível MacBook com processador ARM foram muito frequentes nos últimos meses, e os processadores da Apple parecem estar preparados para dar esse passo. O Apple A8 pode iniciar uma nova fase na informática móvel. A aparição de elementos comuns entre o OS X e o iOS 8 pode ser um dos indícios que teremos o ARM nos computadores portáteis da empresa em um futuro a médio prazo.

* Cinema Display 4K: uma atualização que seria muito interessante para quem comprou um Mac Pro. O suporte para resoluções UHD no sistema operacional está ativo no OS X a algum tempo, e essa faceta criativa viria reforçada com um produto que seria perfeito para os profissionais e fãs incondicionais das altíssimas resoluções.

US$ 650 por um MacBook Air: é o que a Microsoft oferece para você comprar o Surface Pro 3

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As lojas Microsoft Store dos Estados Unidso e Canadá abriram um plano de troca válido entre os dias 20 de junho e 31 de julho, onde serão oferecidos nada menos que US$ 650 para todos os usuários que visitarem as lojas, entregar o seu MacBook Air e adquirir imediatamente um novo Surface Pro 3.

A ideia da promoção é demonstrar que o tablet da Microsoft pode substituir perfeitamente um computador portátil (ainda mais um da concorrência), e ainda que não esteja especificado qual é o modelo do MacBook Air que eles estão aceitando, a única exigência que eles fazem é que o computador da Apple esteja ao menos funcionando.

Mais uma vez, a Microsoft volta a se centrar no MacBook Air, já que como vocês bem se lembram, foi o modelo da concorrência que sofreu as diversas comparações na apresentação do produto pela Microsoft.

Será que vai dar certo? Descobriremos em 01 de agosto.

Via ZDNet

Novo MacBook Pro, por US$ 2.200. Eu não tenho essa grana. E você?

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Ontem foi final de Copa do Mundo, final de novela das nove, ou a primeira vez de um americano virgem para os Apple Fanboys espalhados ao redor do planeta. A conferência inaugural da WWDC 2012 apresentou algumas novidades de hardware e software da Apple. Algumas delas já conhecidas, outras foram realmente novidades. Mas a que realmente chamou a atenção foi o novo MacBook Pro Next Generation. Em todos os sentidos. Para o bem e para o mal.

Não satisfeita em atualizar os seus modelos anteriores do MacBook Pro, e eliminar o modelo de 17 polegadas do seu catálogo de produtos, a Apple apresentou aquele que eles consideram “o melhor notebook que eles já criaram”. E eles estão 100% certos nessa afirmação. A empresa de Cupertino conseguiu uma combinação de notebook compacto, potente e leve, ou o sonho de todo o fabricante de Ultrabook do mercado “normal” (normal para o mundo da Apple…). Aliás, o sonho também está nas cifras cobradas pelo novo brinquedinho, mas eu chego nesse item daqui a pouco.

O novo MacBook Pro é um baita de um notebook. Tela de 15 polegadas com Retina Display e resolução de 2.880 x 1.800 píxels, 1.8 cm de espessura, 2 kg de peso, processador Intel Ivy Bridge (terceira geração) Core i7 quad-core, FaceTime HD, Bluetooth 4.0, até 16 GB de RAM, gráficos NVIDIA Kepler GT 650M, até 768 GB de armazenamento em SSD, entre outros recursos. É máquina pra nego, branco, amarelo, azul, smurf, avatar e argentino nenhum botar defeito. É praticamente o sonho de todo usuário obcecado por alta performance, portabilidade e beleza.

Certo? Todos nós concordamos com isso? Ok, quase todos concordam (e toda unanimidade é burra).

Mas… a pergunta é: quem realmente precisa de uma máquina desse porte?

Antes que você responda “toda e qualquer pessoa de bem” (e eu não vou deixar de concordar com você), devo dizer logo de cara que a grande maioria dos usuários de computador do planeta Terra (e adjacências) NÃO PRECISA DE UM NOVO MACBOOK PRO! Entenderam? Estou falando de pessoas normais, que vão usar o computador para usar o Twitter, escrever no Facebook, visitar o site da Ana Maria Braga e conversar com a neta no Skype. Esse não é um notebook para usuários de entrada, e até mesmo para usuários intermediários.

Nem mesmo você, gamer inverterado, não precisa de uma máquina dessas. Ou melhor, não precisa gastar US$ 2.200 (tá, seus chatos… US$ 2.199… e com US$ 1 você não compra nem um Kit Kat em Boca Ratón) para jogar World of Warcraft com até 16 GB de RAM. Existem máquinas mais ajustadas para isso, com sistemas mais ajustados para isso (abraço, Windows). Pensando de forma mais específica, eu penso no meu segmento profissional, o de produtor de conteúdo.

E nem assim me imagino gastando tudo isso para fazer o meu trabalho.

Hoje, eu tenho um Ultrabook e um Notebook. Ambos com configurações suficientes para produzir conteúdos em texto, áudio e vídeo. E esses equipamentos não chegam a custar US$ 2.200. E tudo acaba funcionando muito bem. É claro que eu não vou negar que, como qualquer viciado em tecnologia, ter uma máquina como o novo MacBook Pro em casa é o sonho de consumo de qualquer um. Ter um Mac é ainda um sonho de consumo (e com muita luta, trabalho e moedas economizadas, eu vou chegar lá), mas sou um pobre blogueiro que coloco todos os meus gastos e economias em uma planinha para sobreviver. Ou seja, eu aprendi a diferenciar investimentos de devaneios financeiros.

Mas, então… quem deve (e pode) comprar o novo MacBook Pro da Apple? Eike Batista? Luciana Gimenez? O cara que vai comprar muamba em Miami?

Não é bem assim… o MacBook Pro é recomendado para quem REALMENTE PRECISA de uma máquina desse porte. Exemplo: profissionais da área gráfica (aqueles que trabalham com AutoCAD, fotógrafos, finalização de imagens, etc), editores de vídeo e áudio, desenvolvedores web (programadores, web designers de grande porte), enfim, todo e qualquer profissional que precisa de um equipamento top, com performance premium e com recursos de hardware e software praticamente ilimitados. Para tarefas que demandam alto poder de processamento, e para aqueles que precisam realizar essas tarefas em qualquer lugar (em casa, no escritório, em clientes ou durante as viagens de férias), o novo MacBook Pro é o equipamento ideal.

Vale a pena registrar que isso não é uma simples compra. Com o dólar a mais de R$ 2.00, o MacBook Pro custa quase uma moto (ok, vão dizer que é exagero, mas eu não consigo ainda subir em um computador da Apple e ir até o trabalho…). Logo, não só esse equipamento, mas qualquer produto de tecnologia com um valor consideravelmente elevado e com uma boa dose de recursos empregados deve ser encarado como um investimento. Logo, vale a pena sempre pesar a pergunta fatal…

“Eu realmente preciso de um produto como esse para fazer o que eu faço?”

Não sou contrário a comprar o que é caro, não me entendam mal. Mas um produto como o MacBook Pro precisa ter um propósito muito bem definido, e que de preferência, possa pagar o investimento feito. Se você que está lendo esse post tem a grana pra gastar, e não está nem aí pra saber de onde o dinheiro vem, que bom pra você. Vai para os “States” e compra o MacBook Pro (declarando imposto na Receita Federal; afinal de contas, você “está podendo”…). Agora, para a maioria de nós, brasileiros normais, que precisa ralar todos os dias para conseguir o dinheiro nosso de cada dia, o novo MacBook Pro é um sonho distante.

Mas tem um lado bom. Para quem ama realmente o mundo da tecnologia, é um incentivo para um dia chegar lá. Foi assim que consegui os meus produtos de tecnologia: me estimulando para conquistar o que parecia distante. E pode não ser um notebook que custa US$ 2.200. Mas algo que possa representar um upgrade na experiência conectada, no meu entretenimento pessoal, ou na minha atividade profissional.

E o MacBook Pro vai vagar os sonhos de muitos fanáticos por tecnologia, sendo o combustível de muitos deles para novas conquistas tecnológicas. Isso é fato.

WWDC 2012: o que espero da Apple (pelo amor de Deus, novidades reais no iOS 6!)

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Daqui a algumas horas (a partir das 14h30, horário de Brasília, Guará, Taguatinga e adjacentes), Tim Cook deve subir ao palco do Moscone Center em San Francisco, CA, vestido de preto, com cara de bom moço, para falar dos números da Apple, em como eles revolucionaram o mundo da tecnologia e dos eletrônicos de consumo, e apresentar novidades para desenvolvedores e usuários de todo o mundo na coletiva inaugural da edição 2012 da WWDC (Worldwide Developers Conference). É mais um evento da Apple que promete novidades importantes na parte de hardware e software, principalmente no que se refere ao iOS 6, que já está com presença garantida no evento.

Mas… o que mais eu espero dessa conferência?

Pra começar, algo que metade do mundo civilizado que possui um iDevice espera vai acontecer: o iOS 6 será oficialmente apresentado. E digo apresentado, pois primeiro ele vai passar pelas mãos dos desenvolvedores, que vão trabalhar em aplicativos, que estarão prontos e/ou adaptados até o seu lançamento em definitivo. Lançamento esse que, se seguir a cartilha da Apple, acontece junto com o lançamento do novo iPhone.

Noves fora, dá pra dizer que a Apple deve lançar a nova versão do smartphone no terceiro trimestre de 2012. A janela de anúncio da nova versão de um iOS para o seu lançamento é sempre de três meses. Além disso, vale lembrar que o início do ano fiscal da Apple é sempre no mês de outubro, e o lançamento de um novo produto como o iPhone ajuda a impulsionar o primeiro semestre de vendas da empresa. A Apple já fez isso no passado. Não vai me surpreender se fizer isso agora.

Também espero novidades no Mac OS. Apesar da imprensa em geral não dar muito foco para isso (todo mundo só fala no novo iOS), essa é uma parte importante do negócio da Apple, mesmo não sendo a mais lucrativa. Estou curioso para saber se eles vão continuar o caminho de “migração” de conceito do iOS para o Mac OS, oferecendo uma experiência mais próxima dos seus desktops e noteboooks para aquilo que encontramos hoje nos dispositivos móveis da empresa. A Apple sabe o quanto o iOS fez sucesso, e quer unificar (aos poucos, sem muitos traumas) essas experiências de uso. Logo, espero novidades nesse sentido…

…mesmo porque devemos ter novidades nos iMacs e MacBooks.

Muito se especulou sobre novos produtos da Apple, principalmente com novidades nos MacBooks. Novas telas com Retina Display, telas sensíveis ao toque, a presença dos processadores Intel Ivy Bridge, GPUs Kevlar e outras modificações. E mesmo com um hardware plenamente ajustado ao software, eu também espero opções de produtos com especificações mais robustas. Afinal de contas, um pouco mais de RAM e espaço para armazenamento não faz mal à ninguém. Tá, tem usuário Apple que vai dizer “o que vale é a experiência de uso”. Ok. Mas com mais espaço e maiores possibilidades de performance, essa experiência pode ser ainda melhor.

Quanto a novos iMacs, eles devem estar presentes, e a principal novidade pode ser a presença de um processador Intel Xeon E5 no Mac Pro, além das conectividades Thunderbolt e USB 3.0 no mesmo equipamento. Vejo isso como algo positivo caso se confirme, pois é uma discreta, porém, importante mudança de comportamento da empresa de Cupertino. Ver que “forçar” o usuário a adotar apenas as suas soluções nos dias de hoje não é uma estratégia comercial inteligente, ainda mais em tempos de crise.

O importante é oferecer equipamentos que possam entregar ao usuário um maior leque de possibilidades de uso, o que consequentemente busca um público ainda maior para adquirir os seus produtos. Ainda mais em um mercado como o de desktops, que aos poucos se torna cada vez mais segmentado e específico. Com um mundo gritando por mobilidade, a maioria dos usuários “normais” anseia por notebooks e tablets para atender as suas necessidades cotidianas.

Mas, voltando ao iOS 6… o que eu realmente espero? Novidades REAIS.

Durante o evento da HP, estava conversando com o @ftarcan, do WeRGeeks, que é o que eu chamo de “Apple Fanboy do Bem” (sim, eles existem, e pagam pelos outros, que são chatos pra c#$@#$@). E ele tocou em um ponto interessante: o iOS não inova mais.

Os usuários Apple ficam impressionados com novas funções ou recursos que a empresa adiciona a cada atualização, mas se pararmos para pensar, o sistema não oferece mudanças que realmente modifiquem a sua estrutura ou filosofia. Não existe um impacto visual no iOS desde o seu lançamento. Aqueles que possuem um iPhone ou iPad com jailbreak podem realizar coisas incríveis nesse sentido, mas estranhamente, a Apple se mantém conservadora a adotar algumas dessas “sugestões” criadas pelos desenvolvedores “alternativos”.

A Apple alega que isso é feito para preservar a integridade do sistema. Oras, Apple… vocês são A APPLE! A dita empresa fodona, que faz o “mágico e revolucionário”… e fica com medinho da criatividade dos outros? Ah, vá! É responsabilidade da gigante de Cupertino garantir que tudo funcione direito, mas isso não impede que inovações de funcionalidades e design não sejam adotadas. Pelo menos eu penso assim.

Outro detalhe importante: a Apple tem como princípio oferecer um dispositivo “que até a sua avó pode usar”. E isso está mais que provado: qualquer pessoa pode usar um iPhone ou um iPad (se bem que isso tem o efeito colateral direito: qualquer imbecil também acredita ser um especialista em tecnologia apenas porque usa um iPhone ou iPad…). Eu concordo que a Apple pense assim. Afinal de contas, eles conquistaram um público novo justamente pela simplicidade do iOS.

Por outro lado, é hora de se reinventar. Não digo que o iOS precisa de mudanças radicais, mas que essas mudanças sejam adicionadas aos poucos, de forma gradativa e sem traumas. Acredito que muitos usuários que já estão na plataforma vão se empolgar se alguma mudança mais evidente no sistema for adotada. Algo que atraia os usuários novos e veteranos, que agrade aos olhos quando apresentado em uma demonstração. E que possa até convencer mais pessoas do quanto é legal ter um iPhone ou iPad, com aquele novo recurso que realmente salta aos olhos.

Enfim, é isso o que eu espero. Daqui a pouco, eu serei mais um dos blogueiros abnegados a conferir todas as novidades da Apple na WWDC 2012. Sim, porque são dias como esses que justificam todos os posts sobre tecnologia que escrevemos. É sempre diversão na certa quando esses eventos acontecem.

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Vídeo: AirBook, o primo chinês do MacBook Air, que nunca foi reeconhecido pela Apple

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A fila de imitadores do MacBook Air é longa, mas o AirBook, cópia chinesa do notebook da Apple, furou essa fila. O modelo é realmente muito parecido com o produto original, e os olhos mais distraídos podem ser enganados pelo nível de semelhança. O clone tem tela de 13,1 polegadas com LED retro-iluminada (1366 x 768), e possui apenas 0,5 cm de espessura no ponto mais fino, e 1,9 mm na região mais grossa (contra 0,3 x 1,7 do MacBook Air). O modelo chinês ainda conta com um slot para cartões SD, portas USB 2.0, miniHDMI e até um conector do tipo “MagSafe”. Seu processador é um Atom de dois núcleos de 1.8 GHz e 4 GB de RAM.



via MicGadget