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Como podem cobrar mais que R$ 450 no Moto G 2014?

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Moto G 2014

Eu entendo que os donos de um Moto G sintam um amor eterno pelo seu dispositivo. Só não entendo por que a devoção leva à supervalorização na hora da revenda.

Recentemente, escrevi que achava um absurdo as pessoas cobrarem mais de R$ 300 por um Moto G de primeira geração, modelo lançado em 2013 e já descontinuado pela Motorola (que, na época, era uma empresa da Google ainda). O modelo nem no mercado está mais. Agora, vejo fenômeno semelhante com o Moto G de segunda geração, lançado em 2014, que ainda está no mercado, mas tem um défcit considerável para o Moto G3, lançado um ano depois.

 

Aceitem a desvalorização

Para começar, um smartphone Android se desvaloriza mais que um iPhone. Mais e mais rápido. Logo, entenda que o valor a ser recuperado na revenda será naturalmente menor, por conta de uma própria disposição do mercado. Se você pedir um valor muito alto, você vai ficar com o aparelho na mão, pois o cliente vai dizer “por esse preço, eu prefiro comprar um novo”.

Além disso, estamos falando de tecnologia pura e simples. Diferente do mercado de videogames (onde o ciclo de renovação das gerações é consideravelmente maior – aproximadamente sete anos), o mercado de smartphones tem um fluxo constante e intenso de novidades, e dois anos é tempo mais que suficiente para deixar um dispositivo obsoleto nos seus aspectos técnicos.

Ainda mais no caso dos smartphones Android, cujo sistema operacional devora recursos de forma voraz.

Ou seja, essa supervalorização de um dispositivo apenas porque ele é seu não faz muito sentido nos dias de hoje. Tem gente cobrando R$ 550 em um Moto G 2014, sendo que por R$ 750 você compra um Moto G 2015 novo no Submarino.

Para mim, isso não faz o menor sentido. Ainda mais em tempos onde a palavra de ordem é DESAPEGO.

Logo, amiguinhos… não queiram perder a noção das coisas. Quando for revender o seu smarphone (ou produto de tecnologia de um modo geral), entenda que existe uma oferta enorme, e que o seu produto terá que competir com isso. Respeito o dinheiro suado que você gastou no seu dispositivo, mas a realidade é uma só: ele é mais um entre tantos.

Ou seu produto é muito especial (e você mostra isso de forma efetiva), ou aceita que ele não vale essa Coca-Cola toda que você está cobrando.

E eu disse que o Moto Maxx ficaria mais barato em janeiro de 2015… #fail

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Eu errei. E quem não erra nesse mundo, não é?

Eu disse de forma inocente que os preços dos novos e cobiçados smartphones da Motorola (Moto G de 2ª Geração, Moto X de 2ª Geração e Moto Maxx) deveriam cair no começo de 2015, por conta das tradicionais promoções do começo do ano. Ledo engano: desses apenas o Moto X 2014 não teve o seu preço reajustado. Ainda. E pode ser uma questão de tempo para isso mudar.

Os reajustes foram mais modestos se comparados aos R$ 300 (em média) que a Apple impulsionou nos seus iPhones. Mesmo assim, não deixa de ser uma má notícia para quem pensava em comprar esses produtos e não comprou, na esperança de uma redução de preço.

Eu mesmo fiquei me perguntando se estava fazendo a coisa certa ao aceitar pagar a ‘pequena fortuna’ pedida pelo Moto Maxx. Eu mesmo cheguei a escrever no blog que esse poderoso smartphone era caro demais para mim, e que não aceitaria pagar mais do que R$ 1.500 por ele. Sucumbi aos desejos capitalistas, e parcelei o smartphone em 12 vezes, sem medo de ser feliz. E fui, porque o Moto Maxx é f*da (review no TargetHD em breve).

Porém, de forma bizarra, eu acabei fazendo um bom negócio, já que o mesmo Moto Maxx custa hoje R$ 200 a mais do que paguei originalmente.

E no caso do Moto G 2014 (comprei uma unidade a R$ 799), parece ter sido um negócio tão bom quanto. O modelo mais caro custa hoje R$ 849 (preço oficial da Motorola), jogando uma água no chope de quem procurava pelas promoções.

O Moto X ainda está com o seu valor original de R$ 1.499, e eu ficaria surpreso se a Motorola decidisse reajustar o seu preço. Um dos segredos do sucesso desse smartphone é justamente a sua relação custo/benefício, que é excelente. Particularmente, não creio que esse modelo vai aumentar de preço tão cedo. Mas como tudo pode acontecer, por via das dúvidas, garanta a sua unidade enquanto é tempo.

O mesmo vale para o Moto Maxx. Ele ainda pode ser encontrado por R$ 2.199 em alguns e-commerces, mas isso não vai durar por muito tempo. Se você está interessado em pagar o preço antigo pelo smartphone, clique aqui e compre o quanto antes.

Já o Moto G 2014… esse, não tem mais jeito. Ele não é mais encontrado no valor antigo (pelo menos nos grandes e-commerces), e o que resta agora é ‘beijar a viúva’, e comprar o produto pelo novo valor

…ou esperar um pouco, pois posso te ajudar de alguma forma (vendendo uma unidade lacrada que vai chegar, por um preço abaixo do que o valor antigo… aguarde e confie…).

Comparar (de vez em quando) é preciso…

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Só hoje (19) eu decidi publicar o comparativo dos novos Motorola Moto X de Segunda Geração e do Motorola Moto G de Segunda Geração, ambos lançados em 2014. Algumas pessoas não gostam desse tipo de comparação, pelo simples fato de considerar descabida a comparação entre modelos que claramente são de categorias diferentes. Eu compreendo essas pessoas. Mesmo assim…

Mesmo assim, eu considero importante mostrar as diferenças entre os dois produtos. Principalmente pelo fato dessa geração de dispositivos apresentar diferenças mais evidentes do que os modelos lançados em 2013. Eu mesmo presenciei algumas vezes algumas pessoas se irritando quando amigos menos inteirados no mundo da tecnologia confundirem o Moto X (mais caro) com o Moto G (mais popular).

Logo, se a Motorola adicionou diferenças evidentes e facilmente identificáveis, por que não mostrar essas diferenças ao grande público? Eu tenho quase certeza que a Motorola quer exatamente isso: que as pessoas consigam identificar os dois modelos com maior facilidade.

Tem também o lance da comparação em si. Confesso que me incomoda de vez em quando passar pela missão de ter que determinar se esse ou aquele produto é melhor ou pior que o outro. Mas também entendo que faz parte do jogo de tentar passar uma informação mais acertada para o leitor/consumidor.

Faz muito tempo que eu penso que não existe o melhor produto, e sim aquele produto que é o melhor para aquela pessoa. É claro que um iPhone 6 é muito melhor que um Samsung Galaxy Y (esse último, na minha modesta opinião, jamais deveria ter existido). Mas para alguns usuários, um produto mais simples pode ser uma escolha mais acertada, uma melhor relação custo/benefício.

E é por conta disso que o comparativo entre os novos Moto X e Moto G existe.

Não é apenas colocar os dois produtos frente a frente para determinar qual é o melhor – até porque todo mundo sabe que o Moto X 2014 é, naturalmente, melhor -, mas sim para qual usuário cada modelo é mais indicado. Além disso, quero mostrar aos leitores/consumidores o que se ganha ou se perde em cada modelo nas suas características e funcionalidades. E tais fatores podem ser determinantes na hora da compra para muita gente.

Por isso, vale a pena conferir esse comparativo. Clique aqui para acessar.

E se você já definiu a sua escolha, compre os produtos nos banners a seguir (agradeço desde já pela comissão).

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Para comprar o Motorola Moto X 2014

 

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Para comprar o Motorola Moto G 2014

 

Sobre o novo Moto G (2014)

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O Moto G, lançado em 2013, é o maior sucesso comercial da história da Motorola. Também, não é pra menos: é um modelo competente no desempenho, com especificações técnicas razoáveis, e com um preço muito competitivo, tirando a obrigatoriedade das pessoas adquirirem um top de linha para obter uma experiência de uso decente em um smartphone. Agora, a Motorola – uma empresa da Lenovo – lança a segunda versão desse smartphone, deixando um recado claro para todo mundo: em time que está ganhando, não se mexe.

Aqueles que esperavam grandes melhorias e inovações no novo Moto G podem ficar um pouco decepcionados. Por outro lado, os mais conservadores (é o meu caso) ficarão satisfeitos com o que foi melhorado, e principalmente com a manutenção do valor do produto. A Motorola “deu uma de Apple” nesse aspecto, pois fez as atualizações de hardware nos poucos pontos de crítica do dispositivo, colocou um hardware atualizado, e manteve o preço do produto.

Um dos pontos de melhoria que merecem ser destacados está na câmera do dispositivo, que agora passa a contar com um sensor de 8 megapixels. Tudo bem, muita gente comprou o Moto G sem pensar na sua câmera, mas entendo que também tem muita gente que queria um dispositivo com um sensor melhor para registro de fotos. Não custava muito melhorar isso. E a prova é que o novo modelo possui um sensor pelo menos maior. Se ele vai se converter em um sensor para fotos melhores, é uma outra história.

Outra mudança importante está na sua tela, que está maior (5 polegadas), mas mantendo a resolução de 720p. Aqui, ganha todo mundo por uma melhor experiência de uso, mas a densidade de pixels fica abaixo dos 300 pontos por polegada (294). Para a maioria dos usuários, isso não vai fazer muita diferença (não fez no primeiro Moto G, que considero que tem uma tela muito boa), mas talvez os mais exigentes se incomodem com esse detalhe.

Particularmente, os mais exigentes que procurem outro smartphone. Não vejo o Moto G como um modelo para quem exige mais dos aspectos de hardware e software, mas sim um smartphone para aqueles que querem um dispositivo que funcione muito bem.

Moto G Back Dynamic

Os aspectos de customização também estão presentes no novo Moto G, além de contar com uma versão com TV digital (1-Seg). Pelo menos por enquanto, a única versão com 16 GB de armazenamento é essa com TV digital e capas personalizadas. Até o presente momento, não temos um novo Moto G Music Edition, ou uma versão com single SIM card. Todos os modelos contam com suporte ao dual SIM.

Mas a melhor notícia foi a manutenção dos valores. Encontrar essa versão atualizada a R$ 699 (no modelo mais básico, sem as capinhas coloridas e com 8 GB de armazenamento) é uma grande vitória para quem já aspirava comprar esse modelo. Resta saber se a versão anterior vai continuar no mercado por um preço menor. E com o bônus dessa nova versão contar com o slot para cartões microSD (de até 32 GB).

As diferenças de valores dos novos Moto G e Moto X continuam acentuadas, assim como suas funcionalidades e, consequentemente, o foco de público. Por outro lado, entendo que o novo Moto G continua a ser uma excelente relação custo/benefício, podendo ser o smartphone ideal para muitos que podem viver muito bem sem a tela inteligente, ou o “ok, Google” do modelo mais completo. É um smartphone intermediário muito bem equilibrado na relação hardware/software, prometendo um desempenho excelente para a maioria das atividades mais comuns para os usuários.

As melhorias podem ser poucas? Sim. Mas é só a primeira impressão. Se olharmos para os detalhes dessas melhorias, veremos que quem comprar esse novo Moto G, fará um excelente negócio. Vai receber mais (bem mais, na minha opinião), mas pagando o mesmo que muita gente pagou em 2013.

Altamente recomendado.