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Motorola Moto G de 3ª Geração Music Edition

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A Motorola apresentou pelo menos cinco versões do Moto G 2015 (ou Moto G de 3ª Geração), com o objetivo de atender aos mais diferentes tipos de usuário. E uma dessas versões é a Music Editon.

Como o próprio nome indica o Moto G de 3ª Geração Music Edition chega para atender as necessidades dos fãs de música. Para isso, vem acompanhado de um estiloso headset Bluetooth da própria Motorola (nada de fones Track Air da SOL Republic, tão elogiados no primeiro Moto G), que devem entregar aos fãs de música mais casuais a qualidade sonora necessária para ouvir as suas músicas durante as suas jornadas diárias.

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Fora isso, é o mesmo Moto G 2015 que você conheceu recentemente: processador Snapdragon 410 quad-core de 1.4 GHz, sistema operacional Android 5.1.1 Lollipop, conectividade 4G, tela de 5 polegadas (HD), 16 GB de armazenamento (nessa versão), câmera traseira de 13 megapixels, câmera frontal de 5 megapixels, entre outras configurações.

O novo Moto G de 3ª Geração se destaca também pela resistência à água (IPX7), slot para cartão microSD de até 32 GB de armazenamento, flash LED duplo com a tecnologia CCT (Correlated Color Temperature, que ajusta a intensidade do flash), um novo design pensado na maior resistência e estilo, o já popular Moto Tela, que mostra notificações de forma minimalista e eficiente, Um dual SIM inteligente e todas as funcionalidades que consagraram essa geração de smartphones.

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Dispensável aqui dizer que o Moto G de 3ª Geração Music Edition é mais do que recomendado para os fãs de musica. Também é indicado para os usuários que querem o fone de ouvido como acessório complementar de uso com o dispositivo. Também é recomendado para os usuários que já são fãs da Motorola ou para quem prefere uma experiência do Android (quase) puro.

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Análise de Produto | Motorola Moto G

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O segundo modelo da nova fase da Motorola, que é uma empresa da Google (é sempre bom lembrar isso), é o Motorola Moto G. O smartphone chega como uma proposta bem simples, objetiva, e considerada “audaciosa” para muitos dos seus concorrentes: oferecer um produto com especificações interessantes, um desempenho impressionante, e um preço bem acessível. De forma surpreendente, eles conseguem isso, mostrando que a MotoGoogle (ou Googlerola) está mesmo disposta a ditar regras no mercado de smartphones intermediários.

Sobre o Produto

O Motorola Moto G é uma versão mais simples e de baixo custo do Moto X. Reforça a proposta geral da nova fase da Motorola, em oferecer smartphones que reflitam mais a proposta da Google para esses dispositivos. Mesmo assim, ainda consegue oferecer um produto de qualidade acima do esperado para aqueles usuários que não podem (ou não querem) gastar muito em um smartphone. Afinal de contas, o produto oferece mais por um menor preço, e as pessoas gostam disso.

Contando com uma interface Android em estado quase puro), o Moto G lembra uma versão alternativa do Nexus 4 em alguns aspectos. Não é tão potente quanto o “Googlephone da LG”, mas possui design e desempenho que, de cara, você logo pensa: “tem o dedo da Google nesse produto’.

Características

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Na sua estética, o Moto G é muito parecido com o Moto X, com algumas pequenas diferenças que são perceptíveis quando o usuário está próximo aos dois dispositivos. Posicionamentos de câmera frontal e alto-falante traseiro, além da carcaça removível do Moto G são as diferenças mais evidentes. De longe, é praticamente impossível diferenciar o Moto G do Moto X. Aliás, alguns usuários consideraram o modelo de baixo custo mais confortável para segurar do que o modelo com os recursos inteligentes.

As principais (e mais evidentes) diferenças entre os dois modelos estão nas suas características técnicas. O Moto G possui uma tabela de hardware (teoricamente) mais simples, com o claro objetivo de tornar o produto mais acessível ao consumidor final. Mesmo assim, o modelo da Motorola ainda consegue oferecer um conjunto interessante de hardware, com um processador quad-core de 1.2 GHz, GPU Adreno 305 e 1 GB de RAM (levando em conta a faixa de preço sugerida).

O resultado dessa combinação é um desempenho muito consistente, com uma fluidez quase impecável, uma autonomia de bateria excelente, e um resultado final de uso que o posiciona à frente dos seus principais concorrentes. O fato de contar com o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean (com atualização para o Android 4.4 KitKat já em curso) em estado quase puro ajuda e muito em oferecer como resultado final um experiência de uso otimizada.

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Outro aspecto importante no Moto G (e que se alinha à proposta da Google, em oferecer o bom, barato e com baixo consumo de recursos) é a sua autonomia de bateria, que é realmente muito boa. A ausência de recursos avançados, que estão presentes no Moto X (como por exemplo a tela inteligente, o processador de voz ligado o tempo todo, os sensores de movimento, etc) ajudam nessa economia de bateria. Mesmo assim, comparado com os concorrentes de preço (e até modelos um pouco mais caros, mas com especificações semelhantes), o resultado obtido pela Motorola nesse aspecto é realmente surpreendente.

Por fim, a Motorola colocou pequenos diferenciais que devem atrair muitos usuários, como as carcaças traseiras personalizadas, e principalmente, o fone Bluetooth Sol Republic na versão Music Edition, que nos EUA custa mais de US$ 200, e recebeu muitos elogios em reviews. Pagar R$ 200 nesse acessório acaba sendo um grande negócio.

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Prós

– Um desempenho praticamente impecável: um dos melhores smartphones da sua categoria nesse aspecto. A experiência de uso do Moto G não deve em nada ao Moto X (exceto pelas diferentes funcionalidades já destacadas), o que é um ponto muito positivo para o dispositivo.
– Autonomia de bateria excelente: em meus testes com o dispositivo, ele pode alcançar os dois dias completos de uso moderado, ou até 4 dias em standby (conectado na internet via Wi-Fi). É algo que chama a atenção, e deve ser um dos chamarizes para aqueles que necessitam ter a certeza que o dispositivo vai funcionar por um dia completo de uso.
– Diferenciais nos itens complementares: algumas pessoas gostam de personalizar os seus dispositivos, e as carcaças traseiras são bem vindas. E os fones Sol Republic são um grande negócio aqui no Brasil.
– A melhor relação custo/benefício da sua categoria: o Moto G é, hoje, a melhor relação custo/benefício entre os modelos de linha média. Você não vai encontrar na concorrência um modelo que ofereça tantos benefícios por um preço tão acessível.

Contras

– As câmeras são apenas “ok”: tudo bem, estamos falando de um telefone de linha média, e a grande maioria dos smartphones com essa faixa de preço não contam com câmeras espetaculares. E sim, estamos falando da Motorola, que historicamente não consegue oferecer grandes câmeras nos seus dispositivos. Mesmo assim, não é pedir muito sensores um pouco melhores.
– Carcaça traseira: seu material é de qualidade mediana (já esperado, mas é mais tampa traseira que muitos dos seus concorrentes), e de difícil remoção. Um cuidado maior ao manusear esse item é recomendado.
– Bateria não removível: pelo menos para mim, não faz muito sentido ter uma tampa traseira no dispositivo, mas não permitir que sua bateria seja removível.
– Ausência de slot para cartões microSD: entendo que a decisão aqui prioriza um melhor desempenho do sistema. Porém, muitos usuários reclamam do fato de não poderem ampliar o espaço de armazenamento do smartphone, ficando restritos aos 8/16 GB disponíveis no telefone.

Relação Custo/Benefício

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Vou repetir: o Motorola Moto G é, sem medo de errar, a melhor relação custo/benefício entre os smartphones de linha média do mercado nacional nesse momento. A Motorola estabeleceu padrões para produtos nessa categoria, e a concorrência vai ter que seguir esse padrão em 2014. Com um conjunto de hardware equilibrado e alinhado com o software, o dispositivo oferece uma experiência de uso Android plena e satisfatória, e principalmente, superior aos seus concorrentes diretos.

Os pontos considerados negativos (ou contrários) ao Moto G não desabonam o produto, até porque estamos falando de um dispositivo de linha média. E, como já foi frisado nesse post por algumas oportunidades, os concorrentes não oferecem a mesma experiência de uso tão favorável que o telefone da Motorola apresenta hoje.

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Nota Final: 8.8/10

Desempenho: 9
Design: 8
Funcionalidades: 8
Preço: 10
Relação Custo/Benefício: 9

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Especificações Técnicas

MarcaMotorola
Tipo de ChipMicro Chip
Sistema OperacionalAndroid
ModeloTouch
FormatoBarra
Tamanho do Display4.5″
Tecnologia3G
Wi-fiSim
BluetoothSim
MultichipDual Chip
Câmera5MP
FlashSim
Câmera FrontalSim
FilmadoraHD
Sintonizador de TVsem TV
RádioSim
GPSSim
NFCNão
Processador1.2 GHZ
Memória Interna8GB/16GB
Dual CoreNão
Quad CoreSim
Tipo de PlanoDesbloqueado
BandaGSM 850/900/1800/1900 WCDMA 850/900/1900/2100
EDGESim
GPRSSim
WAPNão
Recursos FotográficosCamera Integrada 5MP + LED Flash e Camera Frontal de 1.2MP
Recursos de videosGravação nos formatos: HD720 (720×1280)
MP3 PlayerSim
Recursos de somMP3, Conector padrão 3.5mm; Rádio FM.
Extensão para Cartões de MemóriaNão
Recursos de chamadaDiscagem rápida, chamada em espera, registro de chamadas feitas, recebidas e não atendidas
ToquesMP3
Alerta vibratórioSim
Viva-vozSim
JogosSim (via Download do Google Play Store)
Agenda, capacidade máxima de contatosLimitado pela memória
Data e HorárioSim
CalendárioSim
CalculadoraSim
CorPreto
Idiomas do menuPortuguês, Inglês, Espanhol
Alimentação, tipo de bateriaBateria 2070mAh
Material/ComposiçãoPlástico com componentes eletrônicos
Conteúdo da EmbalagemSmartphone XT1033; Fone de ouvido estereo; Carregador de parede; KIT de Manual do usuário; Cabo para Sincronismo e 3 capas traseiras coloridas
Dimensões aproximadas do produto – cm (AxLxP)12,9×6,5×1,1cm
Dimensões aproximadas da embalagem do produto – cm (AxLxP)13,9×9,8×5,9cm
Peso liq. aproximado do produto (Kg)140g
Peso liq. aproximado da embalagem c/ produto465g
Garantia do Fornecedor12 meses
Mais InformaçõesAlgumas funções, serviços e aplicativos dependem de acesso à internet e/ou da disponibilidade da operadora, limitados à sua área de cobertura. Termos, condições e/ou taxas adicionais podem ser aplicáveis. Todas as funções, características e outras especificações técnicas do produto dependem do modelo do smartphone e estão sujeitas a alterações sem aviso ou outras obrigações. Contate seu provedor de serviços e de produto para obter mais detalhes e informações sobre o funcionamento e restrições. A venda pode estar sujeita às políticas do seu provedor de acesso, incluindo assinatura de contrato de permanência mínima. Todo o período de conversação ou em stand-by é contabilizado no Modo Digital, de forma aproximada. O desempenho da bateria depende da configuração de rede, da intensidade do sinal, da temperatura de funcionamento, das funções selecionadas, além do padrão de uso de voz, dados e outros aplicativos. A memória indicada corresponde à memória total não formatada, sendo que a capacidade disponível para o usuário depende da versão do sistema operacional, aplicações, conteúdos e dados instalados. Este produto atende às exigências técnicas e legais relacionadas à exposição à Rádio Frequência. MOTOROLA é marca registrada da Motorola Trademark Holdings LLC. Android, Google, Google Play, Google+, Google Maps, e Google Now, entre outras, são marcas pertencentes ao Google Inc. Todos os outros nomes de produtos e serviços pertencem aos seus respectivos proprietários. © 2013 Motorola Mobility LLC. Todos os direitos reservados.
Referência do modeloXT1033

Bancada de Testes | Motorola Moto G

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Finalmente, a criança chegou até aqui! O muito solicitado por alguns leitores do TargetHD e assinantes do canal de vídeos do YouTube chegou para testes e reviews: o Motorola Moto G.

O produto enviado pela assessoria de imprensa da Motorola Brasil já passou pelos primeiros testes, e é o protagonista de mais um vídeo de primeiras impressões. O smartphone é o mais recente lançamento da Motorola no mercado brasileiro, e chega com a promessa de oferecer um smarphone de linha média com uma experiência de uso de top de linha (salvo as suas devidas proporções), com um preço muito competitivo (entre R$ 699 e R$ 999). E o que posso dizer logo de cara é que o produto cumpre o que promete.

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O Moto G oferece a melhor relação custo/benefício entre os modelos com a sua faixa de preço. E falo isso sem medo de errar. Você não vai encontrar um smartphone com um processador quad-core de 1.2 GHz, GPU Adreno 305, 1 GB de RAM, tela de 4.5 polegadas HD (1280 x 720p, 312 ppp) e sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean praticamente puro por esse preço.

Mais do que isso: você não vai encontrar um produto por esse preço, com o desempenho que o modelo da Motorola entrega. Ok, muitos vão dizer que “ah, ele não tem slot para cartões microSD…”, e eu digo: comece a se acostumar com isso. Tudo indica ser uma tendência ao menos dos produtos com a chancela da Google (como é o caso do Moto G), onde o usuário deve escolher entre uma maior capacidade de armazenamento e um melhor desempenho. Entre os dois, eu prefiro a segunda opção.

Além disso, com os serviços de streaming e armazenamento na nuvem, para muita gente, 16 GB de armazenamento serão suficientes para as necessidades mais básicas.

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Voltando ao Moto G, o smartphone passa uma sensação de solidez muito interessante. Possui um acabamento mais simples que o Moto X (obviamente), mas não deixa de ser um smartphone bem sólido. Tal como muitos já afirmaram em outros reviews e testes, a carcaça traseira do produto é bem complicada de ser removida (tanto, que não me atrevi em fazer isso durante o vídeo de primeiras impressões), mas com um pouco de treino, você consegue retirar essa tampa com maior praticidade.

As câmeras também são outro ponto a ser observado. As duas câmeras do Moto G são “OK” para a maioria dos usuários que pensam em comprar um smartphone dessa categoria. Os seus 5 megapixels são suficientes para enviar fotos casuais para as redes sociais, mas nada mais exigente que isso. E, convenhamos: não temos câmeras excelentes em smartphones nessa faixa de preço. Logo, imagino que quem vai comprar o Moto G não terá como prioridade as suas capacidades fotográficas.

A prioridade aqui é uma boa experiência de uso. E nisso, o Motorola Moto G é um dos melhores.

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Um Android em estado quase puro, uma experiência de uso prazerosa, com transições suaves, uma performance realmente muito boa, e que pode até oferecer boas horas de entretenimento durante os jogos. Pelo menos no teste dos jogos Real Racing 3 e Dead Trigger 2, o smartphone rodou esses títulos sem maiores problemas, apesar das propriedades gráficas ficarem limitadas. Mesmo assim, para quem pensa em jogar com o smartphone, os resultados podem ser muito positivos.

Enfim, minhas primeiras impressões com o Motorola Moto G são as melhores possíveis. Nos próximos dias, sigo com os testes com o smartphone, e em breve, você poderá conferir o review completo do smartphone no TargetHD. Ah, e quando vai ao ar esse review completo? Clique aqui para saber.

 

E a Motorola fez com o Moto G o que a Apple não quer fazer de jeito nenhum

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Eu estava ontem (13) em Salvador (BA), cobrindo o evento de lançamento do Ford Ka Concept (falo mais sobre isso ainda nesta semana), mas fiquei de olho nas redes sociais para acompanhar o lançamento do Moto G, que é considerada a versão de baixo custo do Moto X.

Aliás, o post que saiu no TargetHD falando do lançamento foi produzido entre o voo de Salvador para Belo Horizonte (obrigado, Azul Linhas Aéreas, pela graça alcançada)… assim como esse post, que é produzido entre Belo Horizonte e Campinas. Sério, essas coisas só acontecem no Brasil.

Enfim, vamos ao que interessa: a Motorola chegou para chutar bundas. Contar com o apoio direto da Google é sempre muito bom, mas o resultado final desse anúncio foi melhor do que o esperado. Ou melhor, foi melhor do que aquilo que eu esperava.

Eu imaginava um Moto G mais caro, ou com um valor mais próximo do Moto X. Para a nossa alegria, não foi isso o que aconteceu. Eu acreditava que o valor inicial do novo smartphone da Motorola ficaria em uma faixa de preço de R$ 999, que até então era o valor considerado padrão para os smartphones de linha média. Não foi o que aconteceu.

O Moto G de 8 GB com preço inicial sugerido de R$ 649 desbloqueado é uma excelente opção. Estamos sim diante de um smartphone de linha média, mas com uma experiência de uso bem ajustada para que o smartphone seja totalmente funcional, assim como é no Moto X (que entrega uma usabilidade excelente), um processador Qualcomm Snapdragon 400 quad-core de 1.2 GHz, uma tela de 4.5 polegadas HD (1280 x 720 pixels, com 423 pixels por polegada), e o design rigorosamente igual ao do Moto X.

Nada mal para um produto de linha média, certo?

Mais do que isso. A Motorola coloca o dedo na cara dos seus concorrentes, com uma proposta de Android parrudo com um preço competitivo. De novo, não é um Moto X da vida, e nem pode ser, mas é melhor do que todos os seus concorrentes diretos, sem medo de errar.

Compreendo que, com a chegada do Moto G, os modelos RAZR D3 e o RAZR i serão abandonados. Não que eles deixaram de ser bons smartphones. Porém, não fazem mais sentido, ou perderam a razão de permanecerem vivos no portfólio da Motorola. Apesar disso, pelo menos o RAZR D3 vai receber o Android 4.4 KitKat, o que pode garantir uma sobrevida ao dispositivo.

Porém, se for para comprar um ou outro, escolha o Moto G sem pensar.

Quando leio os colegas blogueiros dizendo “a Motorola acertou de novo”, foi nesse sentido. Buscar um mercado que ainda precisa ser explorado (o de linha média), com um produto que oferece especificações decentes, para um desempenho decente, por um preço competitivo. O mercado de smartphones top de linha já está praticamente dominado (e até saturado, vendo por alguns aspectos), com modelos já escolhidos por usuários que não devem trocar tão cedo de smartphone.

Porém, para os modelos de linha média, ainda existe um mercado em rotação. Não só por conta daqueles que trocam constantemente de smartphone para buscar algo melhor, mas principalmente pelos mercados em desenvolvimento, que é quem está estimulando a venda de smartphones em todo o planeta. Sem falar naqueles que compraram um dispositivo de entrada, e agora querem algo um pouco melhor.

A Motorola, nesse aspecto, deu uma lição pra todo mundo. Não só para a Apple (que faz o discurso que quer os mercados emergentes, mas nada faz para conquistá-los), mas para as demais. É possível sim ter o bom e barato no segmento de smartphones. E o Moto G é a prova cabal disso.

Moto G: a Motorola vai fazer o que a Apple nunca quis fazer com o iPhone 5c?

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O Motorola Moto G, o próximo smartphone da Motorola, será anunciado no dia 13 de novembro. Muito se fala lá fora que esse modelo será a versão de baixo custo do Moto X. Mas… será que a agora empresa da Google vai conseguir alcançar o objetivo que a Apple nunca quis alcançar com o já lançado iPhone 5c?

Contextualizando: quando os primeiros rumores do iPhone 5c apareceram, muitos acreditavam que ele seria um iPhone “de baixo custo”. No final das contas, virou um telefone de baixo custo apenas para a Apple, que tem um menor custo de produção para construir um iPhone 5 com uma carcaça externa mais barata. Depois, Tim Cook confirmou (por mais de uma vez) que o iPhone colorido jamais seria um produto de baixo custo.

Ok, vida que segue.

Agora, temos a Motorola, com o Moto G, que lá fora já apareceu em anúncios publicitários, com a promessa de ser um produto com dimensões diminutas e preço reduzido. Com tela de 4.3 polegadas, 8 GB de armazenamento, câmera de 5 megapixels e processador Qualcomm Snapdragon quad-core (todos os itens padecem de confirmação), o Moto G pode seguir os passos da HTC, que com o HTC One mini, oferece uma versão menor do produto, com especificações interessantes. A diferença é que o modelo da HTC não é tão barato assim…

…enquanto que em um dos folhetos vazados nesse final de semana, o Motorola Moto G pode ser oferecido por atraentes US$ 215 (ou 160 euros), livres de contratos com operadoras, o que tornaria o futuro smartphone um dos mais atraentes smartphones Android para esse final de ano.

É um desafio para a Motorola. Mas como eles agora pertencem à Google – que tem bala na agulha para isso – não será surpresa se daqui a menos de 10 dias estivermos diante de uma das melhores relações custo/benefício do mercado atual.

Vamos esperar pacientemente pelo dia 13 de novembro.