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Um Natal destruído por um pedaço de madeira em forma de PS4

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Aconteceu de novo, e dessa vez, não foi no Brasil, como muitos já imaginaram ao ler o título desse post.

Scott Lundy, uma criança de 9 anos de idade, recebeu um PS4 de Natal. Um belo presente que, inicialmente, o deixou muito feliz… até a hora dele abrir a caixa.

Tal e como você pode ver na foto acima, o envoltório escondia um bloco de madeira cortado no formato do PS4, algo que seus pais obviamente não sabiam, e que fez o pobre Scott chorar durante um dia inteiro.

Mas a pior parte ainda estava por vir. O tal bloco de madeira contava com uma desagradável mensagem, acompanhado de desenhos não muito aptos para a criança que recebeu o presente. Entendendo ou não a mensagem, Scott passou o seu pior dia de Natal da sua vida.

Ao menos os pais conseguiram devolver o pedaço de madeira, e substituí-lo por um novo PS4, além de um vale de US$ 100 como compensação pelos problemas causados.

Via GameSpotFox25

 

Uma vizinhança decidiu sincronizar as suas iluminações de Natal. E o resultado foi esse aqui…

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Algumas pessoas contam com vizinhos simplesmente espetaculares. Essa vizinhança decidiu sequenciar as suas iluminações de natal, sincronizando de acordo com as canções natalinas.

Nem dá pra imaginar como eles planejaram isso, ou qual foi o sistema que faz tudo funcionar. Mas se temos uma vizinhança que vive em harmonia a ponto de produzir resultados como esse, é sinal que nem tudo está perdido nesse mundo, e que o espírito natalino cumpriu com o seu papel.

A seguir, dois vídeos que mostram essa façanha.

 

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Natal dos tablets: não é bem assim…

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Ao longo de 2011, muitos dos que escrevem sobre tecnologia (inclusive esse mancebo que aqui vos fala) falaram aos sete ventos que o Natal desse ano seria o “Natal dos tablets”, onde as ofertas de opções seriam fartas, com preços reduzidos por causa dos incentivos fiscais. O fim de ano chegou, e o que vemos é um cenário que nos mostram duas alternativas: ou todos nós mentimos para vocês, ou todos nós fomos ligeiramente enganados pelos fabricantes, e até por nosso “otimismo”.

Vou me explicar. Os tablets entraram na “MP do Bem” no segundo semestre. Na época, tudo era lindo e maravilhoso (no papel, evidentemente), com isenções fiscais para empresas que optassem em produzir os seus produtos em território nacional. Alguns fabricantes se inscreveram, e outros até promoveram redução de preços de seus produtos. Mas, na prática, a mudança não foi nada maravilhosa, e os preços praticados no mercado nessa importante época do ano para o comércio são muito próximos a aqueles que eram divulgados nos meses de agosto e setembro. Logo, mais uma vez, o Brasil “não fecha a conta”.

Alguns exemplos que mostram essa teoria. Um dos tablets mais procurados do mercado (pelo fator preço) é o Life, da Multilaser. O modelo inicialmente custava R$ 799,00, mas agora, pode ser encontrado por R$ 499,00. Seja para estimular as vendas, ou porque efetivamente recebe os benefícios fiscais, a sua queda de preço é significativa. Já um modelo de uma marca mais conhecida, como a Samsung, teve o preço o seu Galaxy Tab 10.1 reduzido em uma margem bem menor. O tablet chegou ao mercado custando mais caro que o iPad 2, mas hoje, custa em torno de R$ 1.500,00. Da mesma forma, a Motorola não reduziu muito o preço do seu tablet Xoom. Em compensação, lançou o Xoom 2 Media Edition, opção com uma configuração de hardware robusta e preço relativamente competitivo (R$ 1.299,00).

Já o tablet Ypy, da Positivo, tem uma proposta diferenciada, voltada para o usuário brasileiro que quer um produto totalmente adaptado para o seu idioma. Mas, mesmo assim, o valor sugerido de R$ 999,00 (algumas lojas de e-commerce oferecem o produto por R$ 849,00) acaba espantando boa parte do público-alvo do produto. Alguns até podem pagar um valor um pouco maior para ter um modelo com uma maior gama de recursos.

Outros modelos com mais tempo de mercado não tiveram seus preços reduzidos de forma satisfatória. O Samsung Galaxy Tab de 7 polegadas (a primeira versão) custa algo em torno de R$ 1.000,00, um preço elevado para um produto que está estacionado no Android 2.2. E olha que nem falamos no iPad 2, que vai ficar com o preço “padrão” da Apple (a Foxconn alega não ter recebido todos os benefícios fiscais do Governo Federal e do Estado de São Paulo para começar a produção nacional do tablet da Apple a tempo para as vendas de Natal), e depois do caso “preço do iPhone 4S da Apple – a.k.a algo totalmente fora da nossa realidade”, não creio que devemos ter muitas esperanças em preços competitivos vindos da empresa de Cupertino. Afinal de contas, ficou muito claro para todos que a briga agora é para obter lucros, e não oferecer preços para estimular a disseminação dos tablets.

Enfim, o “Natal dos tablets” ficou só na conversa. É claro que em janeiro os números podem mostrar que eu estou errado, e podem registrar recordes de vendas entre os brasileiros (e é muito provável que isso aconteça). Mas que está longe do prometido, isso é fato. Nem mesmo uma competição entre os principais fabricantes aconteceu. Um final de ano decepcionante (ou não: muitos já esperavam que muito pouco mudaria), depois de tantas promessas, especulações, e falatórios (dos fabricantes e de nós, bobocas que embarcamos nessa).

Quem sabe no ano que vem… (olha aí… eu, de novo, alimentando minha mente com ilusões).

Oi? Multa? Como assim? Vocês estão fazendo errado!

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A tal liberdade agora tem preço. A Oi mudou de ideia, e agora, passa a vender aparelhos subsidiados e planos sujeitos a multa por cancelamento. Ou seja, aquilo que a própria operadora promovia em suas propagandas como “diferencial” em relação às demais, não existe mais.

Ou seja… “multa? SIM!”, certo, Oi?

O que acontece é que, a partir de agora, os novos clientes recebem “alternativas” como planos de fidelização, multas e outras punições em caso de desistência de contrato. As novas condições valem para a atual promoção de Natal, no plano “Fale à Vontade”, que tem uma multa de R$ 358,00 para o usuário, em caso de cancelamento. O valor possui uma redução proporcional, de acordo com a quantidade de dias que faltam para concluir os 12 meses de contrato.

O argumento de Maxim Medvedowsky, diretor do segmento de varejo da Oi, é que o consumidor atual pensa antes no aparelho, para depois pensar no plano. Mas… em 2009, a própria Oi lançou uma vasta propaganda contra as multas! Incoerência? Ou tudo muda, e o assinante que se dane? E pior entre as quatro grandes operadoras nacionais, é a mais defasada. Ou seja, já não é lá grande coisa. Depois dessa…

Aí, pessoal da Oi: VOCÊS ESTÃO FAZENDO ERRADO!

Segue abaixo o vídeo para refrescar a memória (a nossa e a deles).



via AdNews