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Instituto TIM traz O Círculo da Matemática para o Rio de Janeiro

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Estimular o aprendizado da matemática de forma lúdica e participativa entre os alunos. Esse é o objetivo do projeto O Círculo da Matemática do Brasil – que traz ao país a abordagem “The Math Circle”, desenvolvida pelos professores Bob Kaplan e Ellen Kaplan da Universidade de Harvard, já implementado em mais de 60 escolas da rede pública brasileira com apoio do Instituto TIM. Nesse mês, a iniciativa, que já beneficia mais de sete mil crianças, chega à rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, a partir de uma parceria que está sendo firmada com a Secretaria de Educação da cidade.

A metodologia do programa busca o desenvolvimento do raciocínio matemático de alunos do ensino fundamental, com idades entre sete e nove anos. Ela é aplicada em atividades extras da disciplina durante a grade curricular e convida o estudante a construir o seu próprio conhecimento, valorizando o erro como um caminho até encontrar a resposta correta.

Os educadores do projeto recebem capacitação prévia e participam de workshops com os professores Bob e Ellen Kaplan, que acompanham de perto a implantação do projeto no Brasil. O treinamento contempla imersão na abordagem do “The Math Circle”, que considera uma série de atividades que visam instigar o interesse das crianças pela disciplina.

Há um ano em desenvolvimento no país, a iniciativa já está presente em dez cidades: Aracaju, Brasília, Belém, Duque de Caxias, Fortaleza, Porto Alegre, Porto Velho, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Na capital fluminense, a metodologia será aplicada em unidades escolhidas sob a orientação da Secretaria de Educação e deve beneficiar cerca de 750 alunos nessa primeira fase.

O Círculo da Matemática do Brasil está alinhado com a missão do Instituto TIM, que visa criar e potencializar recursos e estratégias para a democratização da ciência e inovação, promovendo o desenvolvimento humano no Brasil. Criado em 2013, o Instituto tem quatro pilares que definem sua atuação: Ensino, que tem como foco a educação e a ciência; Aplicações, com o objetivo de desenvolver novas soluções tecnológicas; Inclusão, com a difusão do conhecimento de tecnologias de informação e de comunicação; e Trabalho, criando novas formas de atuação através do conhecimento tecnológico.

Via assessoria de imprensa (TIM Brasil)

A parcialidade de alguns sites de tecnologia, com linha editorial para fanboys

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Nesse final de semana, eu presenciei – mais uma vez – como funcionam as editorias de alguns sites/blogs de tecnologia, que deixam de lado a função de informar corretamente o leitor, e decidem assumir a linha editorial pensando nos fanboys. Que fique claro que não estou defendendo empresa A ou B, até porque não tenho rabo preso com ninguém. Mas que chega a ser nojento ver blogs descaradamente ocultando informações para destacar apenas um lado da questão.

Resumindo a notícia: o tribunal da Califórnia decidiu nesse final de semana sobre o caso movido pela Apple contra a Samsung, envolvendo a violação de cinco patentes de software dos seus smartphones. A sentença prevê que a Samsung foi condenada a pagar quase US$ 120 milhões pela violação de todas as patentes (esse valor pode mudar, pois algumas revisões serão feitas pelo tribunal local). Porém…

Boa parte dos sites de tecnologia – alguns deles se dizendo “sérios”, já outros “especializados” na Apple, ou seja, “imparcialidade pra quê, né?” – simplesmente “se esqueceram” #ironic de citar que o mesmo tribunal norte-americano também considerou a Apple culpada pela violação de duas patentes pertencentes à Samsung, e do valor que será pago pelos coreanos, serão descontados aproximadamente US$ 158 mil, equivalentes às duas patentes em questão.

Ok, eu sei que os valores são bem discrepantes, e que a pancada na Samsung foi maior. Porém, a questão nem é essa.

Ao ocultar tal informação, tais sites e blogs simplesmente colocam para debaixo do tapete a tal questão moral que a Apple tanto prega, onde eles insistem de forma hipócrita que “só a Apple inova, só a Apple é criativa, só a Apple é revolucionária, e só a Apple não copia ninguém”. Com o reconhecimento legal que a Apple também infringiu patentes de sua principal concorrente no universo mobile, cai por terra de uma vez por todas que a empresa de Tim Cook é a “virgem imaculada” do mundo mobile, onde muitas vezes ela faz o papel de vítima – e na maioria das vezes, sites especializados na empresa e seus fãs compram tal teoria. De forma estúpida, é claro.

Será que essa é a melhor forma de transmitir a notícia? Fazer com que de forma tendenciosa o leitor entenda que só uma empresa é a que viola patentes?

E não falo apenas de sites que focam sua linha editorial na Apple. Grandes portais de notícias, que contam com uma editoria de tecnologia tendenciosa – posso falar isso por conhecimento de causa, pois passei por uma delas – repetiu a mesma estratégia: colocou a Samsung como violadora das patentes, mas não cita uma vírgula que, na mesma decisão, o tribunal considerou a Apple também como culpada na ação movida pela Samsung.

O pior é ver gente no Facebook questionando o Associated Press, que colocou a decisão NA ÍNTEGRA, e dando crédito para os sites locais, que usaram da prática que considero condenável.

Então, fica a dica: cuidado com o que você lê, e principalmente, de onde você está lendo uma determinada notícia. A prática da distorção da informação para enaltecer uma marca e prejudicar outra é algo que considero nojento. A distorção da informação é uma das práticas mais deploráveis que podemos encontrar no jornalismo. Entendo que aqueles que se dedicam ao ofício de transmitir a informação ao próximo tem como obrigação fazer isso de forma limpa e consciente.

Escrever para fanboys é algo muito fácil. Passar a informação correta é para poucos.

Apenas para ilustrar meu ponto: clique aqui e veja o post que fiz no TargetHD sobre o assunto em questão, e tire as suas conclusões.

Você sabia que 18% dos norte-americanos escolhem como primeiro animal de estimação… um dinossauro?

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Alguém, em algum momento, fez uma pesquisa questionando aos norte-americanos “se alguém perguntasse qual é o tipo de animal de estimação que você quer?”, e para 18% dos entrevistados, a resposta foi, sem pestanejar, “um dinossauro”.

Não é de se estranhar esse fascínio pelos dinossauros. Muita gente que eu conheço tem muita curiosidade sobre esses animais já extintos, e pela quantidade de filmes já feitos com essa espécie, temos a popularidade comprovada dos dinossauros (que até viraram série de TV, lembra?).

A pesquisa, de um modo geral, retornou respostas razoavelmente normais para as escolhas de animais de estimação: 52% preferem cachorros, 27%, gatos, e por aí vai. A coisa começa a se complicar quando as espécies citadas soam um tanto quanto absurdas, como por exemplo dragões, grifos, fênix (sim, a ave que renasce das cinzas), unicórnios, e até mesmo o Monstro do Lago Ness (18% dos entrevistados acreditam que o monstro é real).

Para 21%, as cobras são os animais mais aterrorizantes, seguidas de perto pelos alligators, com 19%, tubarões, com 18% e ursos, com 14%.

Entre os animais exóticos preferidos, 26% preferem ter como animal de estimação um tigre, 20% uma girafa, e 16%, um elefante. E o nosso amigo dinossauro entra no grupo, com os já citados 18%.

Agora… muita coincidência o dinossauro contar com 18% das respostas, e os mesmos 18% acreditarem que o Monstro do Lago Ness existe. Seria obra do acaso? Ou uma associação direta dos entrevistados?

Vai saber…

Via National Geographic

É praticamente impossível fugir do tal primeiro de abril…

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Para quem produz conteúdo hoje (em qualquer tipo de mídia), é um dia complicado. O dia primeiro de abril é pródigo por lançar notícias supostamente reais, mas que na verdade são frutos de mentes bem humoradas e desocupadas, que aproveitam de forma intensa o dia de hoje para pegar os mais trouxas ou inocentes. É um dia que eu mesmo tenho receio em publicar notícias, e confesso que não estou clicando em qualquer link. Se pudesse, eu tiraria uma folga no dia de hoje, e só voltava a publicar alguma coisa amanhã, quando tudo vai voltar ao normal (na teoria).

O problema é que não podemos fugir do primeiro de abril. Primeiro, porque as pessoas que você segue nas redes sociais vão fazer piadinhas idiotas sobre a data de hoje. Mas essa parte eu posso simplesmente evitar, até mesmo pelo simples fato que eu entendo que as pessoas são livres para fazer as brincadeiras que quiserem (assim como eu sou livre para evitá-las a todo custo).

O que mais assusta é que os fabricantes de tecnologia, assunto que me interessa diretamente, já que escrevo todos os dias sobre isso, embarcaram nessa história de primeiro de abril como se não houvesse o amanhã! Se não bastasse o Google, onde praticamente todas as suas divisões fizeram piadas e brincadeiras sobre novos recursos, fabricantes como Nokia, Samsung Razer, Sony, LG e derivados decidiram publicar alguma “novidade” para comemorar a data.

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Ou seja, tudo indica que não teremos pautas sérias hoje em nenhum segmento. E como eu não quero pagar de otário, tomei a decisão mais drástica, porém, a mais segura: uma pauta inteira com notícias de primeiro de abril. É o tal negócio: se não se pode vencê-los, junte-se à eles.

Os posts que são notícias fantasiosas ou mentiras deslavadas publicadas no TargetHD.net hoje terão algum tipo de indicação que são brincadeiras de primeiro de abril. Até porque eu ainda considero o meu blog de tecnologia algo sério, e não dá para viver só de piadas, mentiras e brincadeiras (bem que eu tentei fazer isso com o Feedback News, mas vi como isso era perigoso). Os posts de notícias sérias e reais serão indicadas no próprio texto. Talvez alguma coisa seja publicada de forma relevante ao longo do dia, mas pelo o que estou vendo nas primeiras horas da manhã, o dia de hoje será recheado de piadas internetísticas, de informações sem um pingo de verdade.

Logo, o jeito é entrar na brincadeira. Caso contrário, fico sem pauta a ser publicada hoje. Se bem que um dia de folga não iria mal. Ainda mais depois de um feriado prolongado…

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Ah, eu já ia me esquecendo: essa imagem aqui apareceu no Twitter, mostrando que ou o BandNews entrou no espírito de primeiro de abril, mudando “só um pouco” o lugar da cidade de Brasília (DF), ou algum estagiário resolveu pregar uma peça, já que tal gráfico só foi exibido de madrugada. Seja como for, fica o registro. Vai que eles estão fazendo errado e a gente não sabe, não é mesmo?

iPhone… eu nunca vou te abandonar… Será?

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No dia de ontem (14), o Wall Street Journal publicou uma matéria informando que a Apple reduziu a encomenda de peças de fabricação do iPhone 5 pela metade, por causa da baixa demanda das vendas do produto no mercado. Deixando de lado o impacto comercial que isso possa vir a ter na marca ou para a Apple como empresa, vamos ternar olhar se isso se procede ou não em uma esfera mais próxima da minha realidade. Ou, como posso dizer, “ao meu redor”.

Eu ainda tenho um iPhone. Ainda. Mas não digo que o meu próximo smartphone será um iPhone. E, se for, não será um iPhone 5, com certeza. Estou com o iPhone e um Motorola RAZR i (em breve, devo pegar o RAZR MAXX em definitivo, por causa da bateria monstro que o smartphone possui), e me dou muito bem com os dois. Mas confesso que uso mais o RAZR i, por motivos bem justificados: internet mais rápida (3G+ no Android, e 3G no iPhone), peso menor, 95% das funcionalidades (algumas eu acesso de forma mais prática no Android) e maior integração com os serviços do Google (e-mail, agenda, Google Play, Mapas, etc). Mas isso vale pra mim. Esse comportamento pode variar de usuário para usuário.

Alguns dos meus colegas blogueiros e pessoas que eu sigo no Twitter acabaram trocando o iPhone por outras plataformas, ou pelos mesmos motivos que listei acima, ou porque se cansaram da mesmice que a Apple apresenta nos últimos anos. E muitos não se arrependem da troca. Por outro lado, ainda tem muita gente que não abre mão do iPhone por outros motivos que até eu concordo: consistência do sistema, a grande oferta de acessórios, a baixa desvalorização do produto em caso de revenda, e a quantidade de apps que já comprou na App Store.

Aliás, com o lançamento do iPhone 5, estranhamente, os modelos iPhone 4S e iPhone 4 (principalmente aqueles com maior capacidade de armazenamento, que não são mais encontrados nas lojas de e-commerce e operadoras) se valorizaram no seu preço de revenda, e é possível ainda fazer um bom negócio na venda desses modelos. E para muitos que estão interessados nesses modelos mais antigos, a ideia de não gastar tanto em um iPhone é algo atraente, mesmo que seja em um modelo mais antigo.

Por outro lado, eu começo a ver os primeiros iPhones 5 rodando nas mãos dos usuários em minha cidade (e olha que eu moro no “fim do mundo” do estado de São Paulo, Araçatuba), o que significa que “vendendo, o iPhone 5 está”. A questão agora é: quanto está vendendo?

E mais: dessas vendas, quantos são de usuários que já estavam com alguma versão antiga do iPhone compraram o iPhone 5. E a pergunta mais importante de todas: as pessoas estão mesmo abandonando o iPhone para buscar outras plataformas, principalmente o Android?

Bom, eu tiro por mim. Uma das coisas que me impedem (ainda) de mudar completamente do iOS para o Android é a base de dados pessoais que tenho salva no meu iPhone, que apesar de não ser elevada, já se provou ser mais confiável salvar nele do que no Android. Isso, sem falar na biblioteca de músicas do iTunes, que até pode ser transferida para o cartão de memória de qualquer smart Android que eu tiver. Fora isso, se em algum momento de 2013 eu entender que o Android cobre todas as minhas necessidades de uso em um smartphone, eu direi adeus ao iPhone sem pensar duas vezes. Não vou abandonar a plataforma iOS por completo, pois ainda vou ter o iPad e o Apple TV por aqui. Talvez até compre um iPod Touch como player musical, mas muito provavelmente não levarei mais no bolso o iPhone como meu smartphone de uso pessoal.

Por outro lado, tem a crise econômica. O mercado global está comprando menos, e o iPhone é um dos smartphones mais caros do mercado. Lá fora, as pessoas estão trocando os produtos mais caros pelos mais baratos, por pura contenção de despesas. E o iPhone entra nessa lista. Mas voltemos ao nosso mundinho aqui.

Por enquanto, o iPhone fica. Mas 2013 pode ser o seu ano “limite”. E para você? Vai de iPhone 5? Ou vai esperar o “next best thing” que a Apple vai apresentar nesse ano?

 

Panasonic fornecerá equipamentos para o Big Brother Brasil 13

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São Paulo, 08 de janeiro de 2013 – A Panasonic do Brasil fechou acordo com a Rede Globo de Televisão para o fornecimento eletroeletrônicos para próxima edição do reality show Big Brother Brasil, que estreia hoje, terça-feira,  08/01.

A casa terá TVs de alta tecnologia, como a VIERA 3D LED TC-L55WT50B, com tecnologia progressive Full HD 3D, que proporciona maior profundidade e imersão nas cenas em três dimensões; a TV VIERA 3D LED TC-L42ET5B,  com painéis IPS LED, que proporcionam mais brilho com menor consumo de energia; e os modelos P50UT50B,  P65VT50B e 42UT50B, de plasma e alta definição.

Para deixar a diversão completa, a casa terá o Blu-Ray Theater 3D – SC-BTT490PUK, com 25 alto falantes virtuais  posicionados estrategicamente para reproduzir o verdadeiro 3D Cinema Surround, além do DVD Theater SC – XH170LB-K, com USB, caixas acústicas e conexão com a TV, e Mini Systems, de 900W e 1660W, com sons de alta  potência, memória interna de até 4GB e função Karaokê.

A cozinha do BBB ficará mais “verde” com o refrigerador NR-BB51P, que é equipado com as tecnologias Econavi e  Inverter, que economizam energia. A Panasonic estará presente também na lavanderia da casa. A Lavadora NA-FS12G1 tem a exclusiva tecnologia Dancing Water System (sistema de águas dançantes), que agita as roupas  dentro da máquina graças a diferentes fluxos de água que não danificam os tecidos. Além disso, a tecnologia  Inverter, presente no modelo, ajuda a reduzir o consumo de água e energia.

Líder em tecnologia 3D, a Panasonic possui uma ampla linha de produtos de uso profissional e doméstico que inclui filmadoras, televisores, conversores, óculos, entre outros.

Via Assessoria de Imprensa

11 iPads por hora foram vendidos durante a Black Friday. Já o Surface… ficou no zero!

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Sinônimo de tablet? iPad! Essa é uma verdade que persiste, e os números provam isso. A Black Friday não é apenas uma forma de se fazer dinheiro e vender mais produtos. Também é a forma de você medir o quanto o seu produto vende bem, e o quanto ele é desejado quando você coloca esse preço mais baixo que o normal. A Black Friday 2013 foi mais um exemplo claro que as pessoas desejam o tablet da Apple, e que ele segue como líder de mercado.

O que é curioso é que, mesmo nesse cenário, temos demonstrações do quão bizarra pode ser essa diferença. Segundo um estudo conduzido pela empresa Piper Jaffrey, enquanto uma loja da Apple Store em um shopping na cidade de Minneapolis (EUA) vendia 11 iPads por hora (em média), a Microsoft Store, localizada no mesmo shopping, não conseguia vender uma única unidade do seu primeiro tablet, o Surface.

Isso prova que os norte-americanos não se importam mesmo com o produto de Steve Ballmer e sua turma, mesmo com toda a propaganda maciça que a Microsoft está fazendo com o produto. E, se a propaganda não está dando certo, é a prova clara que o norte-americano está simplesmente sendo indiferente ao Surface.

A coisa fica mais dramática quando observamos o número de vendas em geral nas duas lojas. A Apple estava vendendo 17.2 itens por hora, enquanto que a Microsoft vendeu apenas 3.5 itens na mesma hora. Quer algo mais bizarro? A maioria das vendas da Microsoft eram de jogos para o Xbox 360.

Mas nem tudo são flores para a Apple. As vendas de Macs e iPads caíram em 2012. Ano passado, foram vendidos, em média, 15 tablets iPad por hora, e 6.7 Macs no mesmo período. A queda de vendas na Black Friday foi de 60%. Mas vale lembrar que esses números são de apenas uma loja. Não sabemos qual foi o volume total de vendas da Apple e da Microsoft em todo o território norte-americano.

Via Fortune

Microsoft avisa: o evento de lançamento do Windows 8 vai acontecer em 25 de outubro

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A Microsoft confirmou no meio do ano que a próxima versão do seu sistema operacional, o Windows 8, vai chegar ao mercado em 26 de outubro. E, para comemorar tal acontecimento, eles estão enviando para os veículos de imprensa norte-americanos o convite para o evento de comemoração desse lançamento, marcado para o dia 25 de outubro, em Nova York. Maiores detalhes não foram informados no convite. Mas a festa deve ser boa. Bom, pelo menos, promete.

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Acredite, se quiser: já tem gente vendendo lugar na fila da compra do iPhone 5 (e tem babaca comprando)

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Sempre achei essa história de ficar na fila para comprar um novo produto da Apple coisa de nerd desocupado. Agora, com essa história de vender lugar na fila, para um smartphone que só vai ser lançado no dia 21 de setembro, coisa de nerd imbecil. Aliás, babaca é quem compra o lugar, e quem vende, por US$ 55. Afinal, nada impede você de comprar no modo pré-venda e receber em casa, e se você quiser ter o “prazer” de tomar chuva e passar frio na fila, faz como o Wozniak: entra na fila e fica, como todo mundo.

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Infográfico: as características dos usuários de smartphones

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Hoje, apresento para vocês um infográfico que mostra as atitudes de características das pessoas que usam smartphones. Não é nenhuma surpresa para você, mas o estudo confirma que o iPhone é o dispositivo mais amado de todos, com 65%, e todos eles não conseguem viver sem ele. Já 15% preferem desistir do sexo do que ficar um final de semana sem o seu iPhone. Pessoas estranhas… bom, veja mais dados no infográfico abaixo.

Vi na IntoMobile