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Vysk QS1 é um case que protege a sua privacidade

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A empresa Vysk Communications apresenta o case Vysk QS1, que promete garantir a nossa privacidade. O produto é compatível com os modelos iPhone 5/5se Samsung Galaxy S5.

O case possui um mecanismo que cria interferências nos microfones e uma codificação para chamadas (mediante pagamento de US$ 10/mês) e mensagens, que impede o acesso desse conteúdo por alheios. O produto ainda possui silenciadores de microfone para evitar que as conversações normais possam ser ouvidas, tampa para a objetiva da câmera e bateria adicional para 50% a mais de tempo de conversação.

O case Vysk QS1 custa US$ 230 (???), e estarão disponíveis no Natal de 2014 nos EUA. Bom, se serve de consolo, é mais barato do que comprar um Blackphone da Geeksphone.

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PirateBox 1.0: compartilhamento e comunicação de forma simples e barata

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O projeto do PirateBox levou tempo no seu desenvolvimento, e os seus responsáveis anunciaram recentemente o lançamento do PirateBox 1.0, a primeira versão final do dispositivo, que conta com uma interface de usuário adaptável (responsiva), permitindo também o uso com smartphones e tables na hora de compartilhar arquivos e conversar com outros usuários.

O PirateBox é um dispositivo de comunicação para rede local, que dispensa o uso da rede externa. Sua construção é baseado em roteadores sem fio, smartphones Android – com uma ferramenta específica para esse sistema operacional -, notebooks ou até mini-computadores, como o Raspberry Pi.

O sistema foi desenvolvido para fomentar a privacidade e a segurança. Não há registro de usuário no início da seção, e nenhuma informação da seção de uso é salva. O usuário pode manter o seu anonimato por completo, já que eles não estão conectados em outra rede externa (como por exemplo a internet), podendo compartilhar arquivos e se comunicar em uma rede local privada e anônima.

O software pode acessar um repositório de arquivos que podem ser armazenados, modificados ou reproduzidos. Também é possível publicar imagens ou manter seções de chat em uma ferramenta que se assemelha a um programa de mensagens instantâneas, porém, local, mantendo intacta a sua privacidade.

Ainda que possam ser utilizadas diferentes soluções para que qualquer pessoa habilidosa possa construir a sua própria PirateBox, um dos formatos mais populares de uso é com um router sem fio ( TP-Link TI-MR3020 ou TL-MR3040), que são especialmente recomendados, além de um pendrive USB conectado ao router, como dispositivo de armazenamento.

Nesse router, se instala o software OpenWrt e todos os processos são gerenciados através de uma interface web responsiva, que se adapta tanto aos PCs e portáteis quanto a smartphones e tablets.

Via PirateBox

Blackphone, ou “a busca pela privacidade perdida”

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Com a internet, acabou a privacidade. Essa é uma máxima extremista e apocalíptica, mas é uma verdade que muitos afirmam como clara e presente. E se você parar para pensar, não é uma afirmação absurda. Pelo contrário: basta estar uma vez no Google, e pronto: uma coisa vai puxar a outra, e se você não tomar cuidado, os seus dados vão aparecer nos resultados de busca. E fim da história.

Isso pode acontecer até mesmo contra a sua vontade. Com o processo de conversão para o formato digital de alguns órgãos públicos, os documentos convertidos ou produzidos em PDF acabam incluindo informações consideradas sensíveis e altamente relevantes ao cidadão comum, como por exemplo o RG e CPF. Que são, por sua vez, itens suficientes para que gatunos, larápios e desocupados cometam fraudes na internet em seu nome.

Ou seja, não vai ser só o fato de você colocar aquela sua foto bêbado na festa de final de ano da firma no Facebook que fará com que a sua privacidade vá para o saco. A própria estrutura da internet e das ferramentas de busca disponíveis se encarregam de todo o trabalho.

Sem falar no fato de todo mundo ter uma câmera no seu celular, até mesmo os mais simples, e (quase) todo mundo ter uma conta no Facebook hoje. E como cada vez mais as pessoas não se prezam por ter respeito pelas outras (em vários aspectos), aquela seu tranquilo passeio no shopping pode virar um meme. Simples assim.

Bom, você não vai conseguir impedir que as pessoas não saibam mais nada sobre você. Mas pode ao menos dificultar a vida daqueles que querem bisbilhotar os seus dados.

Na Mobile World Congress 2014, o Blackphone, smartphone criado em parceria com a Silent Circle, fez a sua primeira aparição pública. Ele promete devolver (em partes) a privacidade perdida pelo usuário. O telefone não só vai encriptar os dados enviados pelo usuário por e-mail, SMS e outros recursos de conectividade, mas vai enviar essas informações em uma rede segura, para garantir que tais informações não serão vistas pela grande maioria dos gatunos virtuais.

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O smartphone utiliza um sistema operacional próprio (mas baseado no Android), o PivotOS, e o software foi customizado para que garantisse toda essa segurança em várias camadas. Inclusive no que se refere às conexões WiFi desconhecidas, já que essa é uma das principais formas de invasão de dispositivos e captura de dados armazenados.

Além disso, o sistema promete ter um maior controle sobre os aplicativos instalados no dispositivo, gerenciando de forma mais rígida o que o app vai acessar, e quando ele pode acessar tal informação. Sem falar que também será possível a remoção remota de dados em caso de perda ou roubo, e a promessa de atualizações periódicas, sempre com o objetivo de aumentar ainda mais a segurança dos dados do usuário.

Custando a partir de US$ 629, o Blackphone é uma proposta acessível para qualquer tipo de usuário. É claro que o primeiro grupo que imagino usando esse dispositivo é justamente o dos executivos, que se preocupam muito mais com os dados e conversas sigilosas, que podem custar milhões. Mas imagino qualquer pessoa mais preocupada com a sua privacidade utilizando o produto.

Agora… se ele realmente vai evitar que alguém acesse aquele e-mail que você não quer que ninguém veja, essa é outra história. Ao menos me parece que a proposta apresentada é bem séria e consistente. De certo modo, torço para que dê certo. Apesar de entender que, nos dias atuais, privacidade é uma coisa do passado, é bom saber que, se ao menos quisermos tentar, temos uma opção de esconder alguma coisa do mundo.

Mesmo que sejam as fotos do carnaval no Guarujá, bêbado e fantasiado de crossdresser de Inês Brasil.

 

OFF Pocket, uma pequena bolsa que deixa o seu smartphone totalmente OFF

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Se você algum dia precisar ficar totalmente offline, e simplesmente quer colocar o seu dispositivo dentro da bolsa e se esquecer que ele vai tocar, pode usar a OFF Pocket. Essa pequena bolsa consegue bloquear todos os sinais nas frequências compreendidas entre 800 MHz até 2.4 GHz, incluindo os sinais de celular, GPS e WiFi.

Seu funcionamento é garantido para qualquer dispositivo, de qualquer operadora, de qualquer país do mundo. Está disponível em dois tamanhos (o que deve cobrir a maioria dos dispositivos disponíveis no mercado), sendo um produto flexível e leve, o que deve facilitar o transporte do seu smartphone durante viagens ou eventos onde você não pode ser interrompido. Preço: R$ 85 (depois de passar pela Kickstarter).

Off-Pocket

Via Kickstarter

Processo coletivo na Coreia contra a Microsoft por envio de dados no Windows Phone 7

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O mesmo que aconteceu com a Apple. Um grupo de usuários do Windows Phone 7 na Coreia do Sul entrou com uma ação coletiva contra a Microsoft, argumentando que os telefones com o sistema da empresa registram a localização dos usuários através da câmera, enviando essas informações para os servidores da Microsoft.

O processo cita uma suposta carta apresentada no Congresso dos Estados Unidos pelos criadores do sistema, onde eles argumentam que esse envio era feito com a autorização dos usuários. “O que é falso”, argumenta os autores da ação. A Microsoft não se pronuncia sobre o processo, e vamos ver o que isso vira nas próximas semanas.

via FACUA