@oEduardoMoreira

De tudo, um pouco de mim

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Pessoas que fotografam tudo são mais felizes (é o que dizem)

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Com a febre atual das redes sociais, é muito comum ouvirmos comentários que mostram que aqueles que fotografam tudo não aproveitam a experiência que vivem. Pois bem, um estudo recente contradiz essa teoria.

A Associação Norte-Americana de Psicologia publicou um estudo que mostra que as pessoas que fotografam com maior frequência suas experiências são mais felizes que as que não fazem isso. Para o estudo, realizaram uma série de nove experimentos envolvendo 2 mil pessoas. Em cada um dos testes, os indivíduos deveriam realizar uma atividade e, dependendo do grupo de classificação que eles pertenciam, registrar ou não fotos do que viviam.

Depois disso, todos os participantes deveriam responder uma enquete especialmente desenvolvida para o estudo, para verificar o quanto eles desfrutaram da experiência e o nível de envolvimento de cada um na atividade. Na maioria dos casos registrados, aquelas pessoas que registraram fotos mostraram maiores níveis de felicidade, algo que estaria diretamente relacionado com o grau de envolvimento da pessoa (quanto mais envolvida, maior é a felicidade).

Os pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia e os professores de outras duas universidades que dirigiram o projeto afirmam que os efeitos não apenas se limitam à ação de registrar fotos, já que aqueles que revelaram terrem registrado “imagens mentais” dos momentos também se mostraram satisfeitos.

É claro que este é apenas um estudo com uma amostra pequena, dentro de um universo de milhões de pessoas que usam smartphones ao redor do planeta. Mesmo assim, ela serve para responder aos desavisados que ficam enchendo o saco quando você fica usando o Instagram e o Snapchat, pedindo para você “aproveitar a experiência”.

Até porque isso também é bem chato. Cada um deve aproveitar a sua vida (e suas respectivas experiências) do jeito que melhor lhe convir. Certo?

Via QUOAPA (.pdf)Eurekalert

Se até o Mark Zuckerberg usa a mesma senha para tudo…

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Não é por isso que você vai usar!

Nesse final de semana, Mark Zuckerberg teve suas contas do Twitter e do Pinterest hackeadas pelo grupo OurMine Team. O hack aconteceu por fruto do vazamento das senhas do LinkedIn, e os cibercriminosos simplesmente tiveram que tentar a senha disponível nessa ferramenta para tentar nos serviços previamente citados. Tudo bem simples, e dispensando o uso de técnicas sofisticadas de hack.

Aqui, temos uma situação constrangedora para o menino Zuck. Não tanto por ter sua conta violada, já que isso pode acontecer com qualquer pessoa, literalmente. Mas sim por ver que a filosofia de segurança do co-criador do Facebook é a mesma da sua mãe, por exemplo. A tendência dele é colocar a mesma senha em mais de um serviço online, e aí quando esse tipo de problema acontece, vários serviços ficam expostos à violação de dados.

Agora, imagine você, amigo leitor: se Mark Zuckerberg pensa em segurança com essa linha de raciocínio, imagine o quão o Facebook pode estar desprotegido?

É claro que posso até estar exagerando. É de se imaginar que Zuckerberg deixa essa missão de proteger a maior rede social do planeta para outras pessoas, para profissionais muito bem pagos na área de segurança. Em alguns casos, o Facebook chega a ser chato de tanto que enfatiza a questão de segurança, com vários sistemas de verificação de conta.

Mesmo assim, o comportamento de Zuckerberg no que tange ao ato de administrar suas contas nas redes sociais está bem longe de ser considerado o ideal. Tudo bem, eu sei… é chato decorar várias senhas. Mas para isso existem ferramentas na internet que armazenam as suas senhas em uma área (teoricamente) segura, para só depois enviar para todos os serviços que você possui uma senha única, fazendo uma espécie de “verificação em dois passos disfarçada”. O Last Pass é um dos mais conhecidos e populares, e pode ser utilizado por qualquer pessoa.

Entendo que o incidente com Zuckerberg pode servir de exemplo para qualquer pessoa. É possível minimizar riscos com medidas simples, que levam poucos minutos para serem aplicadas, e com baixo nível de complexidade. Nós, usuários comuns, nos preocupamos com aquelas nudes que mandamos pelo WhatsApp, com com os poucos reais que temos em nossa conta bancária.

Se o Zuckerberg não ligava para isso, o problema é dele!

Saiu da vida online é para nunca mais voltar!

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A vida é curta demais. Todo mundo sabe disso.

Não podemos perder tempo nesse mundo com efemeridades, aborrecimentos e qualquer evento que produza as metáforas de encheção de saco. Isso vale na vida e para as redes sociais. Porém, no mundo real, em muitas oportunidades, aquelas pessoas que temos algum tipo de desentendimento são importantes, seja no lado profissional como no pessoal. E por conta disso, argumentamos SÓ UM POUCO para manter essas relações.

Nas redes sociais, a coisa é bem diferente. Não perco mais tempo com isso.

Decidiu parar de acompanhar o conteúdo que você publica no Twitter ou Instagram? É um direito da pessoa. Desfez amizade no Facebook? Idem. Mas é muito justo que a pessoa saia para nunca mais voltar. Regra de reciprocidade, sabe?

Não é retaliação. Veja bem, até entendo que a pessoa tem o direito a mudar de ideia na vida. Todo mundo tem. Mas tem gente que é bipolar! Sai e volta três, quatro, cinco vezes. Sem falar nos motivos torpes para sair e voltar. Sério, é um tempo que você poderia gastar assistindo House of Cards (enquanto a Anatel deixar).

Outra coisa: tente eliminar pessoas das suas redes sociais sem fazer barulho. É algo muito 2008 anunciar abertamente que vai sair bloqueando pessoas, ou que vai bloquear uma determinada pessoa, citando a mesma apenas para ver a sua reação. Olha, mural de Facebook e timeline do Twitter não são confessionários do Big Brother para você justificar eliminação.

Faça tudo no silêncio. E deixe a pessoa descobrir sozinha como você tem pleno controle de suas redes sociais.

Aliás, a internet é apenas uma expansão da vida real nesse aspecto. Você escolhe quais são as pessoas que participam da sua vida. Quem você não quer por perto, fica de fora. Não há nada de errado nisso. E, quando isso acontecer, não se justifique muito. Não adianta perder muito tempo.

Agora, se acontecer com você, também não busque explicações. Você pode simplesmente ser chato e pronto. Por outro lado, garanta que sua sanidade mental ficará em ordem, sem ter que conviver com pessoas que não sabem o que querem. Mostre que você sabe o que quer, ou que não quer a pessoa por perto, nem que a vaca tussa.

Principalmente se a vaca pedir a amizade para você de volta meses depois de desfazer a amizade sem qualquer tipo de motivo aparente.

Você não precisa de gente assim atrapalhando a sua vida virtual.

Acredite em mim.

Onde o Snapchat precisa melhorar para ganhar mais usuários?

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O Snapchat não é mais um aplicativo para os adolescentes. Virou aplicativo de adulto, de gente grande e um aplicativo grande. Logo… estaria o Snapchat “simples demais”?

Na internet, existem vários tutoriais para o aplicativo, e muitos afiram que entender o aplicativo parece ser uma questão etária. A impressão que dá é que quem tem mais de 30 anos de idade não compreende o Snapchat tão facilmente, ou que os seus desenvolvedores criaram um aplicativo que é de simples compreensão para os adolescentes, mas o menos intuitivo possível para os mais velhos.

Mas muito além da curva de aprendizagem por idade, parece que o Snapchat ainda não se traduz como algo de benefícios diretos ao usuário. Logo, quais melhorias eles poderiam fazer para ampliar o seu sucesso?

 

Uma navegação mais intuitiva

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Tem muita gente mal acostumada. Quando instala um novo aplicativo, quer ver logo um tutorial com animações ou com as explicações sobre como utilizar o aplicativo em questão. Um tutorial às vezes é pouco necessário quando um aplicativo tem uma navegação muito intuitiva, com símbolos familiares.

Mas o Snapchat acelera os processos, e vai direto ao que importa: compartilhar. Quando você abre o aplicativo, o que aparece é a imagem da câmera frontal, para vc compartilhar um snap subjetivo.

Logo, um tutorial seria bem vindo para indicar como encontrar cada seção e do que se trata, uma vez que o app possui várias telas na vertical e horizontal. Ou uma mudança radical para uma interface de abas (no estilo do Instagram ou do WhatsApp). Algo mais intuitivo e mais amplo para um espectro maior de idades pode ajudar a reduzir a porcentagem de abandono do aplicativo.

 

No likes, no party

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O Facebook nos educou com a cultura das ‘curtidas’, ou ‘likes’, algo que agora evoluiu para as reações, permitindo uma maior precisão da impressão sobre um conteúdo. Isso ajudou a aumentar a popularidade da rede social em si e da pessoa dentro da rede social.

O Snapchat é um sucesso, com mais de 100 milhões de usuários ativos diários. Mas não foi por ter esse componente, que simplesmente não existe nessa rede social. O máximo que é possível fazer é comentar ou registrar quem viu aquele conteúdo.

Esta pode ser outra maneira de engajar o público e complementar o aplicativo, além de ser algo interessante para investidores sobre um índice de impressões ou como estratégia similar feita pelo Twitter ou Facebook para mostrar sua audiência ou potencial de viralidade.

 

Discover, um grande desconhecido

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O Discover é uma série de canais temáticos de patrocinadores, de maior ou menor interesse para o usuário, mas que não permite uma descoberta mais específica, ou localizar determinados perfis. É um alvo claro como canal de promoção, mas não é de agrado de ninguém.

Parece que o Discover será reformulado, se adaptando um pouco mais ao que desejam os usuários e os investidores. Uma decisão que é bem vinda para aumentar a receita do aplicativo. Afinal de contas, já é sabido que o Snapchat não é precisamente um exemplo de obter lucros.

 

Falemos de multi seção

O Snapchat tem o mesmo comportamento do WhatsApp e de tantos outros: é preciso iniciar uma nova seção de uso a cada utilização, e que este seja exclusivo de um dispositivo. Já o Telegram e o Instagram permite que você o utilizem em vários dispositivos simultaneamente.

As contas compartilhadas seriam bem vindas. Periscope, Ustream e Meerkat são apps similares que se beneficiam disso, e o Snapchat, que já é utilizado por muitos meios de comunicação e marcas, pode também se valer dessa versatilidade, com um maior número de dispositivos ativos e mais gente abastecendo suas contas de conteúdo.

 

A versatilidade

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Ao longo do tempo, uma característica principal de um aplicativo vai se modificando, ou porque as pessoas mudam o modo como elas utilizam o aplicativo, ou porque os desenvolvedores adicionam funções e mudanças. O Instagram (por exemplo), que recentemente redimensionou as fotos quadradas (1:1), permitindo as fotos em modo retrato ou paisagem.

Algo parecido pode acontecer com o Snapchat: adicionar a possibilidade de compartilhar fotos ou vídeos a partir da galeria, por exemplo. Tudo bem, isso iria contra a essência do aplicativo. Mas seria de grande ajuda no caso de contas compartilhadas ou uma conta em vários dispositivos. E, de novo, pensando nas contas corporativas, de mídia, publicidade…

 

Não é um chat, não é rede social… é Snapchat

O Snapchat é um híbrido entre mensagens instantâneas e rede social, mas o fato é que ele tem bem pouco da primeira e algo no meio do caminho da segunda, mas relativamente limitado a ampliar o seu círculo de amizades. Está em um limbo entre as categorias de aplicativos sociais, mas sem pertencer claramente a uma categoria. E essa característica de ser único em sua espécie é a base do seu sucesso.

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Um serviço que era tido como “aplicativo para adolescentes”, mas que o tempo mostrou que não é a assim. Essa é uma tendência errada e defasada. O Snapchat segue crescendo, e ainda que o espectro de idades não varie com o tempo, ele sobrevive em um terreno tão competitivo como é o dos aplicativo sociais. Pela sua qualidade de híbrido inespecífico, ele enfrenta todas as subcategorias sem pertencer a exatamente nenhuma delas.

Vamos acompanhar com atenção como vai evoluir esse peculiar aplicativo.

Meu novo amor na internet: Humans of PT

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Todo mundo tem um passado. E a internet é ‘eterna’ – uma vez escrito e publicado, não dá para apagar nunca mais. Agora, junte as duas coisas, e adicione uma pitada de eleitores arrependidos – direta ou indiretamente – em votarem no #13confirma. Temos aqui essa maravilha de Deus, chamada Humans of PT.

A página do Facebook é dedicada a vasculhar os rincões das redes sociais para encontrar pessoas que, antes, apoiavam incondicionalmente o Partido dos Trabalhadores, mas agora, com um momento não muito favorável do país, ‘se arrependem’ das escolhas tomadas.

O arrependimento pode ser de forma direta, ou seja, quando o cidadão reconhece que votou errado (já que, convenhamos, Dilma mentiu descaradamente ao longo da campanha eleitoral), ou quando o cidadão em questão tem aquilo que eu chamo de ‘memória seletiva’, ou seja, mete o pau em tudo o que está acontecendo no Brasil nesse momento, mas se esqueceu que um dia na sua vida apoiou os responsáveis pelo cenário atual.

A página é muito sugestiva para os tempos atuais, e apesar do tom político e até crítico sobre o tema – pois apresenta nome, sobrenome e username dos cidadãos que proferiram suas opiniões -, não deixa de ser uma visão bem humorada sobre como as pessoas se comportam de forma conveniente e de acordo com o cenário apresentado.

É claro que todo mundo pode se arrepender. No caso do #13confirma, ainda dá tempo. Porém a maioria nem se lembra do que escreveu no passado, onde em muitos casos os que pensavam de forma diferente foram achincalhados, humilhados e até ofendidos no calor da disputa política.

O mais legal é que o Humans of PT não agride (quase) ninguém. Ele basicamente usa o conteúdo publicado pelos usuários contra eles mesmos. É a arte da ironia sendo exposta de uma forma (quase) poética. Repito: é algo lindo e se ver. Poesia pura. Maravilhoso.

Ainda mais no meu caso, que passou BEM LONGE do #13confirma

Acesse: Facebook.com/HumansOfPT

Viber e Telegram, em modo ‘não sabe brincar, não desce pro play’ #barraqueiros

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Os gerentes de social media de certas empresas de tecnologia estavam muito excitados nessa última semana. A possibilidade do WhatsApp ser bloqueado no Brasil (por conta de uma decisão de um juiz do Piauí, que nem vou entrar muito em detalhes, pois já foi derrubada – graças ao bom senso) fez com que Viber e Telegram aparecessem como alternativas para os usuários. E disputaram esse público a tapa. (Quase) literalmente.

As contas das redes sociais no Brasil discutiram publicamente, mas tudo ‘na zoeira’. Ou pelo menos todo mundo acreditava nisso. Porém, quando o Viber citou as supostas falhas de segurança do Telegram, os russos não gostaram nada disso. Pavel Durov colocou o ‘duro’ (sem trocadilhos) na mesa, e afirmou que ia fazer o Viber engolir suas palavras. Ou seja, pode rolar processinho por aí, para a nossa alegria (ou não, pois é sempre chato cobrir essas disputas judiciais envolvendo empresas de tecnologia… acredite… é mais legal falar de outras coisas).

Entendo que as provocadas deram resultado para os dois serviços. A Bia Kunze comentou em sua conta no Twitter sobre o salto repentino de usuários novos na sua lista de contatos do Telegram, e o Viber certamente registrou um considerável aumento de usuários. Aliás, rolou até boato que o bloqueio do WhatsApp seria uma ‘estratégia política’ para evitar que as pessoas se comuniquem durante um eventual período de protestos.

Nem preciso dizer para vocês não caírem nessa, certo? Vocês são inteligentes.

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De qualquer forma, como vivemos no mundo da ‘zoeira never ends’, acho que o Durov não precisava ficar tão nervosinho com as palavras do Viber. Afinal de contas, qualquer smartphone é considerado vulnerável se o usuário ficar baixando pornografia, instalar aplicativos suspeitos, ou deixar nas mãos de uma criança irresponsável. Não é necessariamente um aplicativo de comunicação que vai violar seus dados ou ferrar com a segurança do sistema.

Até o WhatsApp em mãos erradas pode virar uma arma de destruição em massa.

É claro que ver as alfinetadas entre as duas empresas é bem mais divertido do que falar sobre a disputa judicial que as mesmas podem se envolver por conta das palavras ditas (ou mal ditas/mal interpretadas). O próprio Durov depois deu uma alfinetada no Viber, chamando a postura da empresa de ‘patética’, já que o seu aplicativo não está listado nem entre os 12 mais baixados do iOS no Brasil. Já o Telegram é o primeiro.

Quer propaganda melhor do que essa?

Logo, crianças do Viber e do Telegram, executivos e responsáveis pelas contas de social media das duas empresas… relaxem! Já que vocês entraram no ‘módulo zoeira’, aguentem as consequências. Dediquem seus esforços em oferecer serviços cada vez melhores para os seus usuários, e que justifiquem a troca do WhatsApp por uma dessas opções. Nada de ficar com briguinhas desnecessárias e ameaças de processo, ok? Não precisamos disso.

Aproveitem o momento de insegurança sobre o WhatsApp (particularmente não acho que ele será banido do Brasil, mas vai que…) e promovam os seus produtos de forma tranquila. Ou de modo que os usuários escolham livremente. Deixar essa impressão de briga de playground nunca é a melhor opção.

As hashtags que você deve acompanhar durante o #SuperBowl XLIX

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Daqui a poucas horas acontece no University of Phoenix Stadium em Gleendale, Arizona (EUA) o #SuperBowl XLIX (ou #SB49), a final do campeonato de futebol americano da NFL. Como nos dias de hoje não tem mais muita graça ver qualquer coisa na TV sem comentar nas redes sociais, esse post dá algumas dicas das hashtags que vocês devem seguir durante o jogo, para acompanhar os comentários em tempo real no Twitter, e dois dias depois no Facebook #troll.

Não necessariamente temos que listar itens que são exclusivamente relacionados ao futebol americano. Estamos falando de um evento mundial, com várias referências à cultura pop, ao mundo da tecnologia e ao universo da música. O que torna o #SuperBowl algo acessível para praticamente qualquer pessoa.

Vamos lá? Ok.

A hashtag oficial da #NFL para o #SuperBowl é #SB49. É essa que deve ficar em maior evidência durante todo o jogo. Porém, não será surpresa se as tags #SuperBowl ou #SuperBowlXLIX figurarem nas primeiras posições. Porém, por uma questão de economia de espaço de caracteres, o #SB49 é a mais recomendada.

É claro, temos os dois times envolvidos: Seattle #Seahawks (campeão da NFC) e New England #Patriots (campeão da AFC). Os líderes naturais desse time são os seus dois QBs (ou Quarterbacks), #RusselWilson e #TomBrady (esse último também é carinhosamente conhecido como #Giselo… entendedores entenderão…), mas não são os únicos a receber destaque.

#RobGronkowski (ou simplesmente #Gronk) e #DannyAmendola, ambos dos #Patriots, devem ser observados de perto. Podem decidir a favor do time de New England, e são vozes ativas dentro de campo. Assim como #RichardSherman e #Marshawn Lynch, jogadores dos #Seahawks. Aliás, para Lynch temos mais duas hashtags interessantes: #BeastMode (por ser um running back praticamente indomável, com corridas furiosas contra a linha defensiva adversária) e #Skittles (doce favorito de Lynch; de acordo com a mãe dele, esse é o segredo de sua aptidão atlética).

O #SuperBowl tem como um dos seus atrativos o Show do Intervalo (o #HalftimeShow), que também deve ser acompanhado de perto por muita gente. Nesse ano, a atração musical fica por conta da cantora #KatyPerry, que contará com a ajuda do rocker #LennyKravitz. Esse é um dos momentos onde as hashtags relacionadas ao jogo devem ter um maior volume de mensagens postadas.

Algumas marcas investem pesado no #SuperBowl, seja patrocinando segmentos do jogo ou áreas relacionadas à liga (como é o caso da #Microsoft, que ofereceu pela primeira vez na história da #NFL tablets #Surface, para substituir as tradicionais pranchetas ou folhas de playbooks). Um exemplo do que estou falando é que hashtags da #GoDaddy, #Pepsi, #McDonalds, #Samsung, #Nike e outros anunciantes que tradicionalmente preparam propagandas comerciais especificamente para esse jogo devem ser impulsionadas ao longo da noite de hoje.

Ah, sim, claro… onde você pode ver o #SuperBowl?

Nos EUA, o jogo será exibido pela #NBC. No Brasil, a #ESPNBrasil vai exibir na TV paga, e o #EsporteInterativo fará a cobertura na TV aberta. Ao longo da temporada, a ESPN Brasil utilizou a hashtag #ESPNtemNFL durante os jogos, mas na final, a tag a ser utilizada deve ser mesmo a #ESPNtemSuperBowl49. O Esporte Interativo não definiu sua tag até o momento da produção desse post.

Enfim, acho que é isso. Essas são as principais.

Nos falamos no Twitter (@oEduardoMoreira) a partir das 19h. E bom #SuperBowl para vocês!

Nunca… JAMAIS minta para o Hulk!

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Esse não é apenas um conselho de amigo. É um conselho para a vida: jamais minta para o Hulk.

Eu nem precisava dizer os motivos, pois eles são muito óbvios. Afinal de contas, estamos falando de um cara que é aparentemente calmo, mas que quando fica nervoso, fica grande e forte pra c*c*t*. Isso já é o suficiente para causar dor, destruição e estragos físicos em qualquer pessoa. Ninguém quer se envolver em encrencas com um cara desses, e uma das formas de evitar um violento espancamento – físico ou moral – é evitar mentir para esse cidadão.

Se esses não são argumentos bons o suficiente para você – e deveriam ser -, pense no fato que Hulk é uma personalidade mundialmente conhecida. Ok, você também pode ser relativamente conhecido (ou conhecida) lá fora, mas não tem a mesma popularidade do cara verde (ou do mortal que o incorpora). Quando mentem para o Hulk, o mundo inteiro fica sabendo disso. E o próprio Hulk deixa bem claro como ele vai se sentir diante da mentira. E para o mundo todo.

Sabe, mentir para o Hulk é o mesmo que tentar segurar um elefante com um fio de nylon. Não vai dar certo. Você pode até tentar mentir para milhões de pessoas dentro do seu próprio país, pode usar argumentos contraditórios, e voltar atrás quando alguém te coloca na parede em uma rede social. Mas… mentir para o Hulk? Na era das redes sociais (com internautas que vão acabar contando a verdade para o Hulk)? #fail.

Isso é errar feio. Errar rude.

Não se mente para um herói de tamanha magnitude. Aliás, o problema da mentira não é mais a perna curta. O problema da mentira está no fato de você viver em um mundo conectado. Não se sustenta mais uma mentira por muito tempo. No caso do Hulk, a mentira durou menos de 24 horas. E não pega bem. Lá fora e, principalmente, aqui dentro.

Bom, eu não vou aqui ser hipócrita e dizer que não minto. Todo mundo mente. Todo mundo vive de algumas mentiras nessa vida. Porém, eu não cairia na besteira de mentir para o Hulk. O cara pode ficar bravo, verde, triplicar de tamanho e me esmagar. Pior do que isso: se todo mundo ver essa mentira, e começar a buscar as outras mentiras que me cercam, eu estou ferrado.

Aliás, nem precisava dessa mentira do Hulk para dizer que certos estragos estão feitos para aqueles que tentaram mentir para o Hulk nessa semana. E olha que eu acho que a maioria dos brasileiros nem sabem quem o Hulk é.

De qualquer forma, fica a dica, crianças. O ideal é não mentir. Como isso é muito difícil, se for mentir, jamais passe para trás um herói da Marvel. Ainda mais o Hulk.

Porque ‘Hulk esmaga’.

Cinco comentários que você jamais verá nas redes sociais

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As redes sociais são a quinta essência da internet. Neal, podemos nos expressar livremente (ou assim acreditamos). Porém, o Facebook e o Twitter são apenas motores quem magnificam e radicalizam praticamente qualquer opinião. O resultado? Essa tirinha bem humorada, que mostra coisas que você jamais vai ler nas redes sociais.

O humorista Richard Stevens, da Diesel Sweeties, captou como ninguém esse estado de espírito permanente que nos torna incapazes de ler qualquer tipo de notícia, comentário ou opinião alheia com plena tranquilidade. Traduzi a imagem para maior comodidade de vocês, mas você pode ver o original criado por Richard clicando aqui.

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