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Rumor: iPhone 6s com 3D Touch Display e iPad Pro para 9 de setembro?

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Mark Gurman, um dos grandes especialistas sobre o mundo Apple, revelou mais detalhes sobre o evento da próxima quarta-feira (09), e tudo indica que teremos um arsenal de novidades.

Por um lado, teremos os lançamentos do novo iPhone 6s, que deve contar com tecnologia Force Touch de nova geração, chamada 3D Touch Display. A nova tela contaria com três níveis de pressão, no lugar dos dois níveis presentes no touchpad dos MacBooks.

Isso vai oferecer um novo leque de acessos diretos que os desenvolvedores saberão aproveitar para oferecer mais funcionalidades em seus aplicativos. Mas os smartphones não seriam os únicos que aproveitariam desta tecnologia, já que o esperado iPad Pro também seria anunciado, mostrando suas capacidades com a 3D Touch Display e uma peculiar stylus, que não se parecerá com a que estamos acostumados a utilizar. O novo tablet poderá ser reservado em outubro, com lançamento oficial previsto para novembro.

A melhor parte é que ainda teremos espaço para um novo iPad mini, e talvez para o Apple TV. Ou seja, reserve tempo da sua vida para a tarde de 9 de setembro, pois teremos um dos eventos mais intensos dos últimos meses.

E aí? Alguma aposta para o ‘one more thing’?

Via 9to5mac (1), (2)

Sony Mobile, ligada por aparelhos

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Cada vez são mais frequentes os rumores sobre o fim da divisão de smartphones da Sony, assim como o departamento de TVs. O caso da linha Xperia é o mais emblemático – e porque não dizer dramático – nesse processo de desaparecimento (ou de criação de ‘spinoffs’ de divisões) que pode acontecer ainda em 2015. Mas… o que aconteceu, dona Sony?

Em 2014, a Sony desistiu da sua lendária divisão de computadores VAIO, que ofereceu produto à frente do seu tempo, considerados tops de linha, bem conceituados e que deixavam os fãs de tecnologia simplesmente salivando com o poderio técnico oferecido por desktops e notebooks da Sony. Todo o potencial técnico era combinado com designs ajustados, materiais de alta qualidade e a promessa de uma experiência de uso única.

No final das contas, bateram de frente com fatores cruciais para o segmento, como por exemplo o crescimento do mercado de tablets, os concorrentes com dispositivos com especificações similares e preços menores, e a Apple, que oferecia produtos até inferiores nas especificações… mas era a Apple. Por que comprar um computador com Windows quando você poderia ter um MacBook Pro, não é mesmo?

Já na linha Xperia, a equação é mais complexa. A Sony até oferece produtos excelentes, principalmente entre os modelos top de linha. Porém, além deles não serem a Apple, não perceberam que os demais concorrentes ofereciam o mesmo por muito menos. Sabe, não era apenas uma experiência de uso da Sony, mas era a oferta de diferenciais que não justificavam um preço tão maior do que os concorrentes.

Em se tratando de dispositivos com o sistema operacional Android, a relação custo/benefício precisa ser convincente. Não são todos os usuários que priorizam um sensor de câmera de alta qualidade, ou uma interface pensada nos aspectos multimídia. Muita gente quer uma autonomia de bateria, um design bem ajustado, e uma tela ampla e de qualidade.

A Sony oferece isso com a linha Xperia. Mas os demais também ofereciam. E por muito menos. Aí, não há empresa que aguente.

A Sony se esqueceu que eles não estavam sozinhos no universo Android. E para complicar ainda mais a sua situação, os fabricantes menores surgiram para devorar parte do mercado de todo mundo. Inclusive o mercado deles, que já não era tão expressivo assim em relação aos concorrentes. A fatia de mercado dos japoneses sempre foi muito menor do que os principais concorrentes do mercado mobile, e a mesma foi canibalizada pelas ‘atrevidas’ Xiaomi e ZTE.

Resultado: são sete trimestres consecutivos de prejuízos. A Sony  investiu muito no segmento de smartphones e tablets, e é justamente a mobilidade que se tornou o grande calcanhar de Aquiles da empresa.

Agora, eles querem lucrar a todo custo. Nem que para isso eles tenham que vender essa divisão mobile, focando esforços naquilo que realmente dá dinheiro para a Sony: a divisão de imagem (sensores de câmeras e telas/componentes para TVs), a divisão do PlayStation, e a divisão de entretenimento (Sony Pictures e Sony Streaming). As demais divisões podem virar ‘spinoffs’ da empresa principal, com gestão e vida própria, ou simplesmente serem vendidas para outras empresas que desejam seguir adiante com essa divisão, tal como aconteceu com o segmento de computadores VAIO.

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Seria uma pena ver a linha Xperia desaparecer. De verdade. Entendo que tem mutia gente que é fã dos dispositivos móveis da Sony, e com razão, já que a maioria dos produtos conseguem convencer pela qualidade e experiência de uso singular. Mas o fato é que a Sony sofre há tempos do mal que a Nokia e a Motorola já sofreram: não ‘olhar para os lados, e observar o que os demais estão fazendo’.

É inegável que outros podem oferecer o mesmo ou algo melhor que a Sony oferece com a linha Xperia, e custando muito menos. Não vou nem discutir os benefícios de um Xperia Z3, já que esse é um dos dispositivos mais completos do mercado. Porém, a maioria dos usuários não precisam de tudo isso. Não vão aproveitar todo esse potencial. E a Sony ‘desistiu’ dos mercados de entrada, que é onde o volume de vendas é maior.

Na verdade, eles não se esqueceram. Eu preciso ser justo com a Sony. Eles decidiram oferecer produtos intermediários e de entrada com recursos um pouco acima da média, mas que custam um valor consideravelmente maior do que os concorrentes, que apostavam no simples e barato para convencer o consumidor.

Em muitas oportunidades eu vi dispositivos da Sony custando valores que não eram capazes de competir com os concorrentes da categoria, e os japoneses ainda acreditavam que seus diferenciais poderiam convencer o consumidor sobre sua proposta.

Não deu certo.

Agora, a linha Sony Xperia está ligada por aparelhos. Kazuo Hirai tem a difícil missão de salvar a Sony no seu aspecto financeiro, e entendo que ele não poupará esforços para fazer tudo isso dar certo. Nem que para isso ele precise se desfazer daquilo que ele não mais considera como lucrativo na empresa.

Meu conselho? Se você tem um smartphone Xperia ou pretende ter, comece a pensar no que vai acontecer com o suporte do seu produto. Não será nenhuma surpresa se a linha Xperia virar uma marca de um passado que deixará saudades em muitos fãs da empresa japonesa.

Um Galaxy S6 mais parecido com um iPhone 4?

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Os rumores sobre o novo Galaxy S6 estão mais fervilhantes que o calor que faz aqui em Araçatuba. Há quem diga que a nova versão do smartphone top de linha da Samsung vai ‘se aproximar’ do iPhone 4, oferecendo um acabamento de cristal e uma bateria não removível. Será?

Vale lembrar que o Galaxy S6 também é denominado como ‘Project Zero’, na tentativa da Samsung em reinventar completamente o seu smartphone top de linha. E tal reinvenção não é só no design, mas também no conceito geral do produto, assim como o emprego de seus materiais de fabricação. Mesmo porque os usuários não aguentam mais aquela carcaça de plástico, que passava a sensação de fragilidade (no lugar de segurança ou ‘produto premium’).

Como todo rumor que aparece nesses tempos que antecipam um grande evento de tecnologia (nesse caso, a Mobile World Congress 2015, que acontece em março em Barcelona), é sempre bom ter um pé atrás sobre o assunto. Não dá para a essa altura do campeonato pegar tudo ao pé da letra, e tomar como ‘certo’.

Por outro lado, das últimas vezes que os vazamentos de tecnologia apareceram nos veículos especializados, eles vieram de fontes muito seguras, que em muitas vezes acabavam se confirmando nos eventos de apresentação oficial do produto. É sempre bom lembrar que, hoje, fontes próximas aos fabricantes pipocam de onde menos se espera, indo de funcionários do fabricante até as empresas de acessórios para os futuros lançamentos.

Até que seria uma boa ter um Galaxy S6 com um outro tipo de acabamento. Uma ótima, aliás. Sairia do lugar comum, estabelecendo um novo padrão para o produto e agregando valor ao mesmo.

Porém, alguns usuários não vão gostar muito dessa história de não mais poder remover a bateria do smartphone, principalmente nos casos onde essa bateria está chegando ao final da sua vida útil após um dia de jornada. Será que essa escolha em específico se converte em um melhor desempenho geral do produto? Ou que, pelo menos para compensar, a Samsung vai aumentar a autonomia de bateria do novo smartphone (além de otimizar a sua bateria com recursos de software)?

Até que seria bom. Eu mesmo não ia reclamar muito de abrir mão da bateria removível por uma bateria com autonomia maior. Se bem que eu estou feliz com o Motorola Moto Maxx (não imagino trocá-lo tão cedo). Logo, fica a questão para os compradores em potencial da próxima versão do Galaxy S6.

Esse é o melhor vídeo-paródia sobre os vazamentos do iPhone 6

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O vídeo a seguir é uma bem humorada perspectiva sobre o universo dos rumores e vazamentos envolvendo o iPhone 6. Bem sabemos que 99% daquilo que vaza sobre o produto é tiro no escuro, mas sempre existe o 1% que não é. E essa paródia tenta retratar justamente os vazamentos considerados surreais.

O vídeo é sensacional, pois é ambientado como se fosse mesmo um vídeo de vazamento que várias vezes encontramos nos diversos canais do YouTube por aí. E o mais fantástico de tudo: o iPhone 6, nesse caso, é uma salsicha!

Assista, pois é diversão garantida.

 

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Seriam esses os novos stormtroopers do próximo filme de Star Wars?

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Há quem diga que sim. A foto acima é obra de Tom Hodges, artista que esteve presente nas filmagens do novo filme da série Star Wars. Ele publicou essa imagem em sua conta no Instagram, mostrando um aspecto do novo capacete das tropas imperiais. Aliás, Hodges adverte que esse é um desenho feito rapidamente, e que não corresponde de forma detalhada ao original.

Dias depois, o site Indie Revolver teve acesso às imagens mais detalhadas, que se encaixa muito com o que vimos até agora do novo filme rodado por J.J. Abrams. O design respeita muito o formato original, tão querido pelos fãs, mas adiciona elementos modernos e estilizados. Confira a seguir.

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Os motivos que levam a Apple a lançar um smartphone com mais de 4 polegadas

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Steve Jobs era uma pessoa peculiar. Todos que acompanharam a sua história e viram ele fazer da Apple o que ela é hoje sabe disso. Suas atitudes diante da vida e dos negócios fizeram com que ele alcançasse grandes sucessos, mas também teve um “lado obscuro”, que o arrastou para notáveis fracassos. Além do desenvolvimento tecnológico que tem a sua pessoa como principal responsável até quase o momento de sua morte, Jobs deixou para o mundo uma série de frases célebres. Algumas são inspiradoras. Outras, beiram o gosto duvidoso.

Em uma dessas frases, Jobs garantiu que na maioria das vezes as pessoas não sabem o que querem, até que alguém mostre para elas o que elas querem. É evidente que essa frase estava associada à capacidade da Apple em criar tendências. De fato, ele conseguiu definir novos mercados (players de música, smartphones, tablets, etc), mas nem todas as profecias de Jobs se cumpriram.

Uma dessas profecias revelava que seus engenheiros estavam convencidos que o tamanho ideal para iPhones e iPads era 3.5 polegadas, e criticou os smartphones Android com 4 polegadas. Porém, o tempo mostrou coma a Apple mudou a sua forma de ver esse aspecto.

Em 12 de setembro de 2012, Tim Cook apresentou ao mundo o iPhone 5, o primeiro smartphone da Apple com tela de 4 polegadas. Mas essa não é a única mudança liderada por Cook. Muitos usuários da empresa estão convencidos que coisas como o Siri e o novo iOS jamais teriam sido aprovadas por Steve Jobs. E é possível que eles tenham razão.

 

O que a Apple guarda escondido na manga?

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O iPhone 6 vem aí, e os inúmeros vazamentos antecipam isso. Podem ser dois modelos, um com tela de 4.7 polegadas, e outro, com 5.5 polegadas. Dois números que passam longe da profecia de Steve Jobs.

Boa parte dos vazamentos procedem das fábricas que a Foxconn possui em algumas cidades chinesas. Fotografias dos primeiros protótipos reforçam os rumores, mas não garantem que tudo o que vazou será confirmado no produto final. Pelo menos até agora, tudo parece ser muito confiável, tal como aconteceu no passado. Além disso, várias fontes norte-americanas de peso (Bloomberg, Wall Street Journal) afirmam que a Apple vai apresentar os seus novos produtos no próximo dia 9 de setembro.

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A saída de Steve Jobs não serve como justificativa para que Tim Cook ignore as convicções do seu antigo chefe. Há muito mais por trás dessas decisões. Os usuários sabem sim o que querem, e a Apple não pode mais ignorar isso. E o próprio mercado mostra claramente quais são os tipos de produtos que vendem mais, mostrando esse poder de decisão dos usuários. E isso explica melhor por que a Apple está tomando hoje decisões que, em 2011, jamais fariam parte da estratégia da marca.

 

Um terço dos smartphones contam com 5 polegadas ou mais

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Aqui, Steve Jobs errou. Errou feio. Errou rude.

Um relatório recente da consultora Canalys mostra que 1/3 dos smartphones distribuídos no mundo contam com uma tela de 5 polegadas o mais. É um volume de gente que não pode estar errada para gastar tanto dinheiro em um produto que não os satisfaça. Obviamente, é tão correto escolher um modelo com 5 polegadas como comprar um modelo entre 4 e 4.5 polegadas. A decisão é muito em função do gosto e preferências de cada um, mas é algo mais ou menos acertado.

Fato é que a maioria dos modelos top de linha dos principais fabricantes contam com 5 polegadas ou mais. E vendem muito bem, mostrando claramente o interesse das pessoas por esses modelos.

Se a Apple finalmente se render ao iPhone com tela de 5.5 polegadas (o que parece ser algo cada vez mais provável), não vai deixar dúvidas de que a empresa não está disposta a desaparecer para esse terço de mercado dos smartphones, além de esquecer de uma vez por todas as filosofias defendidas por Steve Jobs no que se refere às telas de 3.5 polegadas como sendo a medida ideal.

 

Retificar é um sinal de inteligênca

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Outra decisão interessante pode ser o lançamento de duas versões diferentes para o próximo iPhone. No ano passado, a Apple fez algo parecido ao anunciar os modelos iPhone 5s e iPhone 5c, mas se os dois modelos com tamanhos diferentes forem anunciados, fica clara a aposta na diversificação da oferta, uma estratégia que se consolidaria pela tendência apresentada em 2013.

A maioria dos seus concorrentes conta com um catálogo de smartphones muito mais amplo, permitindo alcançar uma gama de usuários muito maior. É pouco provável que a Apple surpreenda com um vários dispositivos (principalmente modelos de entrada) nos próximos anos, mas não resta dúvidas que o lançamento de smartphones com telas de diferentes tamanhos deve atrair mais usuários, principalmente os descontentes com um iPhone com tela de 4 polegadas.

O mais curioso é o aspecto “radical” da Apple nessa nova aposta. O salto das 3.5 para as 4 polegadas dado com o iPhone 5 foi importante, mas deixar o seu smartphone com 4.7 polegadas é uma ruptura clara, não apenas na estratégia defendida por Steve Jobs, mas também com uma filosofia que a empresa respeitou até hoje.

Por enquanto, tudo não passa de conjecturas (bem fundamentadas). A boa notícia é que 9 de setembro não é uma data muito distante em nosso calendário, e as dúvidas serão eliminadas em poucas semanas. Finalmente saberemos se a Apple entra na festa dos smartphones com telas grandes, como parece que fará.

Até porque reconhecer erros  é algo que só os nobres são capazes de fazer.

iPhone 6: as primeiras peças desse quebra-cabeça já foram reveladas

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Desde aquele episódio do iPhone perdido em um bar, os rumores sobre novos smartphones da Apple não são mais os mesmos. Com o iPhone 5, não tivemos muitos segredos, assim como aconteceu com o iPhone 5s. E o mesmo está acontecendo com o iPhone 6, com tantos vazamentos.

Além disso, com as impressoras 3D virando uma realidade, mockups e maquetes já existem aos montes, e exceto pelos detalhes de acabamento final, todos eles podem se aproximar muito do que pode ser o produto final. Faltando alguns meses para o lançamento do próximo smartphone da Apple, é hora de compilar tudo aquilo que diferentes sites já especulou sobre o produto.

Dois tamanhos de tela: a aposta mais sólida

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Todos apostam que o próximo iPhone terá a sua renovação mais profunda. Por ser um novo dígito (iPhone 6), isso faz sentido. A principal aposta é no aumento do tamanho de tela, algo que já devia ter sido feito há muito tempo.

A opção sensata seria a de um novo modelo, a ser anunciado no final de setembro, com tela de 4.7 polegadas. O segundo modelo, com tela de 5.5 polegadas, teria um desenvolvimento mais tardio, e talvez nem seja anunciado. Porém, nunca se sabe.

O aumento de tela chegaria acompanhado de uma nova resolução padrão para o iPhone. Especula-se uma maior densidade de 416 ppp e 356 ppp para os modelos de 5.5 e 4.7 polegadas respectivamente, o que deixaria a resolução em aproximadamente 1.704 x 960 pixels.

De novo: tudo isso é no mundo das especulações.

Safira e cristal curvo para destacar

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Ainda há muitas dúvidas pendentes nas demais especificações do suposto iPhone 6. Uma das coisas rumoradas é a presença do cristal de safira como material protetor para a tela. Esse rumor já é antigo, e muitos apostam isso deve acontecer, pelo desejo da Apple em oferecer uma melhor proteção da câmera e do Touch ID. Porém, empresas como a Corning (fabricante do Gorilla Glass) não estão muito felizes com essa possibilidade.

A Apple deve dotar o iPhone 6 com uma tela que os seus usuários não poderão reclamar no que se refere à resistência a quedas. Tela essa que também pode estar presente no futuro iWatch.

A última rodada de rumores fala de uma tela com um acabamento levemente curvo, envolvendo a carcaça em uma peça única, seguindo linhas de design menos agressivas e mais suavizadas.

E o design?

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Usar o telefone com apenas uma das mãos. Para a maioria, isso é o aceitável (ou ideal). Uma das preocupações da Apple na hora de aumentar ou não o tamanho de sua tela é justamente esse. Por mais que as bordas possam ser ajustadas, o próximo iPhone vai crescer nas dimensões, de modo que as formas mais arredondadas e a redução da espessura do smartphone serão as armas de compensação da Apple no iPhone 6.

Os rumores aproximam o novo smartphone de um iPod Touch, tanto no design quanto na espessura. É esperado um smartphone com espessura entre 6 e 7 mm, o que tornaria o novo iPhone o mais fino até agora.

Para conseguir isso, vale todo e qualquer sacrifício: recorte de 0.2 mm na espessura da capa encarregada pela retro iluminação do painel da tela é um desses sacrifícios.

A essa altura do campeonato, é certo que não teremos mudanças no acabamento do iPhone 6, que será bem atraente no seu visual. A dúvida que fica naqueles que olham as maquetes é a separação por zonas da carcaça traseira para a área de conectividade e antenas, algo que poderia ser mais integrado ao design.

Especificações: a lógica evolução com dúvidas sobre a câmera

Muitos se preocupam com as demais especificações que não recebem o devido destaque. A lógica manda que o iPhone 6 receba a próxima geração de processadores da Apple (A8, talvez?). E o que eles farão com a bateria, cuja autonomia ainda fica um pouco longe daquela obtida pelos seus rivais?

Sem falar na câmera, que pode ser uma das pedras no sapato do iPhone 6. Os rumores recentes sobre esse item são escassos, se limitando a comentar que os 8 megapixels de resolução serão mantidos, mas com um possível salto de qualidade ajudado pela inclusão da estabilização ótica (finalmente), assim como uma maior potência fotográfica por conta de novas opções fornecidas pelo iOS 8.

Enfim, são rumores. Só tempo vai revelar a verdade. Se bem que, nas últimas vezes, o tempo mostrou que muitos rumores eram verdadeiros.

 

Conceito de iPhone 6 baseado em esquemas vazados. Você acredita que pode ser assim?

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É difícil até de acreditar que a Apple daria esse mole de deixar esquemas dos seus projetos vazando por aí (apesar de um dos seus funcionários esquecer um iPhone no bar, depois de algumas cervejas na cabeça), mas pelo sim, pelo não… o designer francês Martin Hajek publicou no site NowhereElse alguns renders de um conceito para o suposto iPhone 6, baseado em esquemas vindos da própria Apple, que caíram em suas mãos.

E você? O que acha? Gostaria de um iPhone 6 parecido com o modelo que você está vendo nas imagens desse post? Até que não seria nada mal, ao meu ver…

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Pode mesmo a Google lançar o seu próprio centro de entretenimento e console de videogames?

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O Ouya chamou muita atenção, e foi um sucesso em sua campanha na Kickstarter. Muita gente imaginou que um novo nicho de mercado estava nascendo, e quase todo mundo afirmou que, em pouco tempo, Google, Apple e Samsung apresentariam os seus próprios consoles, aproveitando as suas capacidades de entretenimento de suas respectivas plataformas. Porém, quando o Ouya chegou ao mercado, veio junto a decepção da proposta.

O desencanto aconteceu por todas as partes. Compradores e grandes lojas de eletrônicos de consumo questionaram as possibilidades do console Android. Por tabela, todos começaram a questionar o potencial das plataformas móveis em substituir os consoles domésticos – dentro de casa, é claro.

Mesmo assim, ainda existe uma pequena possibilidade dos consoles Android não morrerem antes mesmo de nascer. Talvez as gigantes de tecnologia ainda estejam esperando as condições ideias para lançar produtos que serão bem recebidos pelos consumidores.

Na última CES de Las Vegas, vimos a Huawei apresentando o seu próprio console Android, que pode ou não estar se adiantando em relação à concorrência, mas que seria o suficiente para estimular as demais a seguirem o mesmo caminho.

Ou, pelo menos, a Google.

A Google comrpou a Green Throttle Games… lembra?

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A Green Throttle Games é uma pequena empresa desenvolvedora de acessórios para videogames, com foco nos periféricos. Seus controles são alguns dos melhores quando utilizados em conjunto com o Android. Pois bem, a Google recentemente adquiriu essa empresa, e quando uma empresa como a Google faz isso, é impossível conter o início das especulações.

Puxando pela memória, não será difícil lembrar todas as oportunidades que a Google foi vinculada com a criação de consoles, ou como levar os jogos para a sua central de entretenimento, como a Google TV, por exemplo. Porém, até agora, nenhum desses rumores chegaram perto de se tornar uma realidade, o que poderia ser o suficiente para também descartar um lançamento de um videogame da Google nesse momento.

De qualquer forma, ainda temos que ter em mente que a Green Throttle se dedica ESSENCIALMENTE aos controles para dispositivos Android. E é óbvio que algo está acontecendo nesse momento.

Um novo console com a Google TV?

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Esse post “grita” o termo “console Android” até gora, certo? Mas devo lembrar que os consoles que estão no mercado hoje deixaram de ser simples brinquedinhos eletrônicos que gastamos algumas horas jogando. Hoje, são centrais de entretenimento integrados, permitindo várias atividades multimídia e/ou tarefas conectadas.

Não é a primeira vez que a Google tenta isso. Há alguns anos, eles apostaram com força na Google TV, a sua própria plataforma de entretenimento na nuvem, que de um modo muito similar ao que acontece com o Android, é comercializado com o hardware de terceiros.

Todo mundo sabe o que aconteceu depois: a Google TV foi um retumbante fracasso, a ponto de nenhum fabricante se atrever a apostar em uma segunda geração de produtos.

Mesmo assim, levando em conta essa aposta toda, a segunda tentativa veio em um produto mais limitado, porém, melhor recebido: o Chromecast. Logo, não custa nada acreditar que a Google não renunciou ao sonho de ter uma autêntica central multimídia.

Talvez a Google tenha finalmente compreendido como as coisas funcionam. Observar com atenção o que Microsoft e Sony fizeram em produtos como o Xbox One e o PlayStation 4, e canalizar esforços para desenvolver uma plataforma de videogames domésticos potente o suficiente par abuscar uma fatia de mercado e, por tabela, impulsionar a evolução da Google TV.

Windows rodando aplicativos Android no futuro? É… pode ser…

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O site The Verge causou um verdadeiro rebuliço hoje (12), ao levantar um rumor sobre os planos da Microsoft em permitir a execução nativa dos aplicativos do Android nos seus sistemas operacionais Windows (Windows e Windows Phone). A estratégia seria semelhante a adotada pela BlackBerry  com o novo BlackBerry 10 OS, onde os aplicativos da plataforma da Google poderiam ser adaptados para a plataforma móvel dos canadenses, sem maiores dificuldades.

O principal objetivo dessa suposta manobra é um só: resolver de uma vez por todas a carência de aplicativos no Windows Phone (principalmente). Com essa iniciativa (na teoria), os desenvolvedores poderiam investir mais tempo em oferecer os seus aplicativos para o sistema operacional da Microsoft.

Mas isso, lembrando, é uma teoria. Na prática, também pode ser um tiro no pé.

Ao priorizar a quantidade de aplicativos, a Microsoft automaticamente abre mão do interesse dos desenvolvedores na sua própria plataforma, o Windows Phone. Na prática, caso a ideia vingue, a Microsoft estará dizendo “queremos mais aplicativos no Windows Phone, não importa de onde venham”.

Mas talvez seja realmente isso o que a Microsoft quer: a quantidade de aplicativos. Até porque, ao que tudo indica, nem mesmo os usuários do Windows Phone estão muito interessados se os aplicativos são específicos para o sistema. Desde que sejam aplicativos… é o que importa.

Aliás, se esse rumor se transformar em realidade, o temor maior de alguns executivos da junta diretora da empresa está na possibilidade da eventual “morte” gradativa do Windows Phone. Tá, é uma visão meio apocalíptica, mas eu não duvido de mais nada a essa altura do campeonato.

Particularmente, me agrada a possibilidade de ver o Windows Phone recebendo mais aplicativos e soluções, mesmo que seja às custas de uma assinatura de um atestado de fracasso da Microsoft. Ainda vejo a gigante de Redmond meio atrapalhada na sua estratégia de expansão do seu sistema operacional móvel. Parece até que, com a compra da Nokia, “herdou” as decisões patéticas dos finlandeses (quem acompanhou a Nokia de 2009 para cá, sabe do que estou falando).

Não vou aqui ficar zicando a Microsoft. Na verdade, quero mais é que dê certo, de alguma forma. Só me pergunto como pode ser possível dar certo. Bom, até dá pra imaginar: a Microsoft quer o mercado de entrada, dos smartphones mais básicos, que é onde o Windows Phone realmente está fazendo o seu nome.

E eles sabem que, sem ter os principais apps presentes no Android, eles não tem a menor chance.

Logo, a aposta até faz sentido. Ao mesmo tempo que não faz tanto sentido assim. A não ser que a Microsoft, em um belo dia, desista dessa história do Windows Phone, se foque no produto (utilizando o expertise da Nokia), e lance smartphones com o sistema Android.

Por mim, as duas alternativas estão valendo. Principalmente se for a segunda opção.

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