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Por que as pessoas abandonam os seus smartwatches?

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Smartwatches

Os smartwatches se transformaram em um dos produtos mais importantes entre os wearables, apesar de um começo difícil e de representar um mercado que ainda não gera grandes vendas. Não só isso: a perda de interesse por esses dispositivos é algo relevante, e somando os dois fatores, podemos dizer que os principais fabricantes precisam melhorar e muito.

Então… por que os usuários acabam deixando de lado os seus smartwatches?

Ótima pergunta.

Um estudo feito pela Ericsson mostra a resposta. Os cinco motivos mais habituais, segundo os próprios usuários, são:

1. Funcionalidade e uso limitados.
2. Não são produtos independentes em relação à sua necessidade de estar vinculado a um smartphone para um uso pleno.
3. Não possui conectividade 3G ou 4G.
4. Informação ou dados imprecisos, em relação às suas funções de conteúdo e medição de atividades físicas, entre outros.
5. Pobre integração com seus smartphones.

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Se avançamos na lista, também há referências à escassa autonomia de bateria, que é um dos pontos mais importantes de qualquer smartwatch, e que deveria receber maior atenção, já que não é nada agradável a ideia de ficar sem bateria antes do fim do dia, ou ter que recarregá-lo todas as noites.

Imagino que gigantes como Samsung, LG, Motorola, Huawei e Apple, que são as principais marcas no setor, tem muito claro em mente esses pontos, e aos poucos começam a tomar medidas para melhorar os próximos dispositivos.

Os cinco wearables de maior destaque na IFA 2015

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Entre tantos gadgets apresentados na IFA 2015, algumas revisões são necessárias. E começo pelos wearables. O evento estava repleto de relógios inteligentes e monitores de atividades de diversos fabricantes, e esse post compila aqueles que receberam o maior destaque no evento de Berlim.

 

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Samsung Gear S2

Muito esperado e anunciado antes da IFA 2015, o Gear S2 fez a sua aparição oficial diante da imprensa. Com sua caixa redonda e a nova versão do Tizen, o produto foi um dos mais comentados do evento, por conta do bom traablho realizado pela Samsung: tela OLED circular de 1.2 polegadas, borda rotatória e um bom acabamento. Preço e disponibilidade são um incógnita. Por enquanto…

 

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TomTom Spark

A TomTom não quis se distanciar do setor esportivo, e o seu novo relógio Spark segue esta linha de design e funcionalidades. O produto pode fazer um acompanhamento detalhado de qualquer atividade realizada, contando agora com o seu próprio reprodutor musical (com 3 GB de armazenamento), e disponibilidade de vários modelos. A sua versão mais completa custará 249 euros, chegando ao mercado em outubro.

 

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Novo Moto 360

Os rumores estavam certos. A segunda geração do Moto 360 veio em dois tamanhos, de 42 e 46 mm, e conta com uma versão Sport, com diferentes materiais e GPS integrado. Nos dois equipamentos, temos as mesmas especificações técnicas (processador quad-core Snapdragon 400, 512 MB de RAM e 4 GB de memória interna). O novo Moto 360 tem preço base de US$ 299, e o Moto 360 Sport ainda não tem preço ou data de lançamento definida.

 

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Huawei Watch

O Huawei Watch foi apresentado na Mobile World Congress 2015, mas foi apenas na IFA 2015 que descobrimos o seu preço e disponibilidade. Não foi uma estratégia tão ruim assim, já que o relógio da Huawei voltou a atrair a atenção de todos. O dispositivo com Android Wear estará disponível ainda em setembro, com preços que oscilam entre 399 e 699 euros.

 

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Runtastic Moment

A Runtastic está em boa fase desde que foi comprada pela Adidas. A prova disso é a importante aposta feita no seu relógio Moment. Longe dos típicos monitores de atividades em forma de pulseira, a empresa quis adentrar no mundo dos wearables com um relógio analógico, com sensores que registram nossa atividade física. Sua bateria possui uma autonomia de cômodos seis meses, e o modelo estará disponível no final de setembro por 129,99 euros para a versão de alumínio, e 199,99 euros para a versão de aço inoxidável.

Os wearables da IFA 2014

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A IFA 2014 foi a casa dos wearables. Gigantes como Sony, Samsung e Asus apresentaram suas apostas em relógios inteligentes e pulseiras quantificadoras. Os dispositivos vestíveis estão se tornando aos poucos os protagonistas do mundo da tecnologia, e o evento de Berlim foi pródigo em nos mostrar o que está por vir nesse setor. Esse post faz um resumo dos produtos anunciados, com alguns detalhes que você precisa conhecer.

 

Samsung Gear S

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A Samsung finalmente entendeu o conceito de um smartwatch (na teoria), já que o novo Gear S é autônomo, ou seja, não depende de um smartphone para funcionar, já que conta com um slot para SIM card, podendo receber e realizar chamadas. Além disso, possui as funções já esperadas, como monitor de atividades, medidor cardíaco, notificações, etc.

O Gear S conta com a plataforma Tizen, deixando o Android Wear de lado, e tem autonomia de bateria prometida de dois dias de uso, com um processador de 1 GHz. O ponto negativo está no seu design, que não parecer ser tão bom, ainda mais pelo fato da Samsung ter integrado um teclado QWERTY em uma tela de 2 polegadas. Te desafio a redigir um e-mail nessa telinha.

 

Asus ZenWatch

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O primeiro smartwatch da Asus funciona com o sistema Android Wear, e tem preço de 199 euros. Seu design mostra um formato curvo e uma pulseira de couro, deixando o modelo muito parecido com um relógio convencional. A Asus fez um ótimo trabalho com o software do produto, agregando valou com aplicativos próprios, como por exemplo um aletra no caso de telefone perdido, desbloqueio de smartphone ou tablet com o relógio e sistema de gestos e notificações com melhorias.

O Asus ZenWatch possui uma tela de 1.63 polegadas com Gorilla Glass 3, processador Qualcomm Snapdragon 400, é resistente à água e poeira, e possui uma boa combinação de design, hardware e funcionalidades. Parece que a Asus acertou com esse produto.

 

Sony SmartBand Talk

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A Sony surpreendeu com essa pulseira quantificadora com tela de tinta eletrônica, que é mais cômoda para ler notificações e dados exibidos na tela. Um grande diferencial. A pulseira recebeu novos sensores para coletar as informações das atividades esportivas, além de um monitor de sono.

Seu design é bem atraente, e vale destacar que a tela de tinta eletrônica entrega uma autonomia de bateria maior, um ponto chave nos wearables. A Sony SmartBand Talk é resistente a água e poeira, está disponível em várias cores, e é orientada ao usuário mais juvenil.

 

Sony SmartWatch 3

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A Sony finalmente decidiu fabricar um smartwatch com Android Wear. O SmartWatch 3 conta com GPS e microfone para comandos de voz, mas não possui alto-falante integrado para chamadas. Seu design é modular, permitindo a troca das pulseiras.

Além disso, o modelo da Sony é uma excelente opção para os esportistas, contando com uma memória interna de 4 GB para armazenar músicas, e o já citado GPS para monitorar sua atividade. O modelo é resistente a água e poeira, e é compatível com dispositivos Bluetooth LE, como fones de ouvido (por exemplo).

 

LG G Watch R

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Por fim, temos um dos smartwatches com melhor design até agora, e uma das respostas ao design do Moto 360. O novo LG G Watch R funciona com o sistema Android Wear e possui corpo de aço inoxidável, correia de couro e tela redonda com 1.3 polegadas (P-OLED).

Seu processador é um Qualcomm Snapdragon 400 de 1.2 GHz, com 512 GB de RAM e 4 GB de armazenamento, além de contar com um sensor de ritmo cardíaco e contar com certificação IP67. Chega ao mercado em outubro, com um preço sugerido de 299 euros.

OK, me convenceram: agora eu quero um smartwatch (ou uma pulseira inteligente)

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A Mobile World Congress 2014 foi dividida em dois grandes grupos: os smartphones (por motivos óbvios), e os chamados “wearables”, ou gadgets vestíveis. Mais precisamente os smartwatches, que por sua vez estão representados em dois grupos: os relógios inteligentes e as pulseiras quantificadoras. E eu me convenci que eu quero um troço desses!

No ano passado, eu ainda estava me perguntando “por que eu quero um smartwatch”. Eu ainda estava indeciso por não identificar qual era a real utilidade desse produto para o meu dia a dia. Agora, parece que as coisas estão ficando mais claras, onde os fabricantes estão detectando quais são os públicos que esses dispositivos estão destinados. Bom, pelo menos na teoria.

Uma coisa que é liquida e certa: os esportistas já contam com um dispositivo exclusivo para suas finalidades. As pulseiras quantificativas, que coletam todo e qualquer tipo de informação da atividade física do usuário, podem ser as primeiras a efetivamente vingarem nesse universo de gadgets vestíveis. Primeiro, porque já contam com uma finalidade clara para o seu comprador: melhorar a sua saúde. E quem não quer isso?

Segundo, por serem mais próximas da proposta considerada ideal pelos próprios usuários. São menores, contam com um design mais ajustado ao corpo (o novo Gear Fit da Samsung que o diga), e com funcionalidades específicas para as tarefas de exercício e monitoramento biométrico.

Já os smartwatches “clássicos” ainda precisam melhorar um bocado, principalmente no seu design. Segundo pesquisas recentes, uma das coisas que afastam o usuário dos relógios inteligentes atuais é justamente o formato pouco discreto, o peso que os produtos podem representar no uso diário, e sua bateria de curta duração.

Aliás, o grande desafio da indústria é aumentar a autonomia de uso desses pequenos dispositivos. Afinal de contas, quanto menor o tamanho, menor a sua bateria, e por tabela, menor a sua capacidade de funcionar por vários dias. O ideal seria um funcionamento de, pelo menos, uma semana sem chegar perto do carregador (nesse aspecto, o Pebble segue imbatível).

No final das contas, as pessoas querem smartwatches para serem inteligentes. Ler feeds das redes sociais, receber alertas de eventos e atividades, visualizar informações conectadas. Mas querem tudo isso com um relógio do tamanho e peso do seu relógio atual. E com um design bonito, para que, de forma orgulhosa, ele possa aproveitar tudo isso em qualquer lugar.

Escrever tantas pautas sobre os smartwatches fez com que eu ficasse seduzido pelo produto. Finalmente. Eu já estava ficando preocupado em não me sentir atraído pela proposta. Não digo que terei o meu já em 2014 (até porque tenho outras prioridades), mas que vou passar a acompanhar esse segmento mais de perto, isso é fato.

Vamos mesmo vestir gadgets inteligentes em 2014?

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A CES 2014 foi marcada por alguns temas: 4K, telas curvas, Internet das Coisas e gadgets vestíveis. Vamos falar nesse post desse último grupo de produto. Até porque é essa categoria que eu entendo que pode estar mais próxima da nossa realidade de geek pobre brasileiro. E, mesmo assim, “naquelas”.

A chuva de relógios inteligentes, pulseiras inteligentes, óculos e até peças de roupa com funções mais avançadas do que te deixar bonito foi relativamente pesada na feira de Las Vegas. Alguns analistas entenderam que o volume de produtos apresentados no evento foi menor do que o esperado, mas temos que levar em consideração que o melhor lugar para esses itens serem revelados é a Mobile World Congress 2014, feira de mobilidade que acontece no final do mês de fevereiro, em Barcelona (Espanha).

Mesmo assim, alguns fabricantes resolveram revelar alguns dos seus planos. Alguns acessórios realmente chamam a atenção pela proposta de ser não só inteligente, mas principalmente, útil para o usuário. E isso pode criar um problema: produtos direcionados demais para grupos específicos de usuários, e não para o público em geral.

Por exemplo: relógios e pulseiras para esportistas, ou para pessoas preocupadas com a saúde.

É claro que alguns modelos conseguem oferecer funcionalidades mais amplas, que permitem uma maior flexibilidade de uso para quem quer se manter conectado, alcançando assim um público maior. Mas, pelo menos nesse primeiro momento, os relógios inteligentes, e principalmente, as pulseiras inteligentes, se voltam mais para os esportistas, atletas e entusiastas nesses dois segmentos.

Outro aspecto que pude observar na CES 2014 é que os grandes fabricantes de tecnologia (ou pelo menos aqueles que mais estão em evidência dentro do segmento mobile) ainda não entraram com os dois pés firmes no segmento de dispositivos vestíveis. De novo: a MWC 2014 está chegando. Mesmo assim, a gente sabe que a Samsung, a Sony e a Motorola apresentaram suas opções, mas que mais parecem protótipos do que produtos finais (uma consideração: o smartwatch da Sony é mesmo muito melhor que o da Samsung…).

Será que vamos mais uma vez depender da Apple para que um segmento de mercado de tecnologia se impulsione de vez? Se eu sou um executivo de uma gigante do setor, não esperaria muito, e não daria esse mole para Tim Cook, Jony Ive e derivados subirem ao palco para dizer “esse produto é mágico e revolucionário”.

Por outro lado, é  uma aposta de risco. Enquanto muitos apostam que os gadgets vestíveis serão a nova revolução do mercado de tecnologia de consumo, outros entendem que “ainda não é a hora de apostar pesado nesse segmento”, uma vez que, na prática, a maioria das pessoas ainda não sabem o que fazer com esse tipo de produto.

No final das contas, isso virou um jogo de xadrez. Eu mesmo gostaria de ver esses produtos em maior quantidade no mercado em 2014. Sei que ainda paira uma dúvida se esse segmento vai mesmo vingar, mas como um bom geek, eu quero é mais! Quanto maior o número de cacarecos tecnológicos estiverem disponíveis no mercado, mais feliz eu vou ficar!