@oEduardoMoreira

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Você viu essa? Bill Gates apareceu em recente episódio de South Park!

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Ok, não foi exatamente o Bill Gates. Foi uma versão em desenho animado dele. Mas o fato é que o fundador da Microsoft, Bill Gates, e o CEO da gigante de Redmond, Steve Ballmer, apareceram em um recente episódio de South Park.

O episódio mostrou Cartman, Stan Kyle e Kenny mais uma vez colocando a amizade do grupo em jogo através de uma batalha dos novos consoles (Xbox One e PlayStation 4). Gates não só aparece, como faz algumas referências à Game of Trones, para ilustrar melhor como será a batalha da próxima geração de consoles.

 

O fim da “era Steve Ballmer” na Microsoft (e o que virá a seguir)

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Não mais teremos o careca acima gritando, de forma empolgada, a lendária frase “Developers, Developers, Developers!”, repetidas vezes. Steve Ballmer anunciou o seu “aviso prévio” da Microsoft, informando que vai abandonar o cargo de CEO da empresa em 12 meses. O fim da “era Steve Ballmer” reforça o movimento de mudança de posicionamento da gigante de Redmond, que definitivamente deixa de ser uma empresa de software, para se tornar uma empresa de tecnologia de consumo.

Mas… qual foi o legado de Ballmer na Microsoft?

Muita gente torce o nariz para ele, com certa dose de razão. Afinal de contas, Ballmer é a espécie de “criança feliz presa no corpo de um senhor de idade”, não passando a imagem de solidez que um CEO pede, sem inspirar confiança no mercado (a ponto das ações da Microsoft subirem hoje 9% depois do anúncio de sua aposentadoria). Me lembro que na época que Ballmer foi escolhido para substituir Bill Gates, eu mesmo fui um daqueles que não acreditavam que a Microsoft iria sobreviver à mudança (foi um dos primeiros posts que escrevi nesse blog, em 2008).

Porem, cinco anos se passaram, e podemos dizer que quem criticou Ballmer, se enganou. Ele não só não afundou a Microsoft, como cumpriu com a missão de recuperar a empresa financeiramente, salvou a sua permanência no mercado de videogames, e inseriu de uma vez a empresa no segmento de dispositivos móveis.

Algumas pessoas acreditam que a missão de Ballmer era colocar a Microsoft no topo. Ledo engano. Ballmer iniciou a reinvenção da Microsoft no mercado de tecnologia, para justamente salvá-la de sua extinção. Viu o exemplo da Apple, que dez anos antes decidiu apostar na tecnologia de consumo, e reforçou essa linha de raciocínio em Redmond, e foi bem sucedido em muitos dos investimentos que fez.

Talvez o principal trunfo de Ballmer foi apostar na reinvenção da roda do videogame. Vale lembrar que o Kinect nasceu na gestão dele, e que o Xbox 360 se tornou o console líder absoluto de mercado sobre a batuta dele. Esse movimento foi decisivo para que a própria Microsoft dissesse “esse é o caminho”.

Além disso, nas mãos de Ballmer, a Microsoft ainda conta com 90% do mercado mundial de computadores (que está em claro declínio, é verdade, mas isso não é culpa da Microsoft), ainda é líder no segmento de pacotes de aplicativos para escritório (a maioria das empresas não conseguem abandonar o Microsoft Office, e os usuários domésticos, também em sua maioria, não conseguem trocar o Office pelo Google Docs – não completamente).

Por fim, entrou no mercado de dispositivos móveis, e com uma sólida parceria com a Nokia, possui a terceira posição no market share mundial, ultrapassando a BlackBerry. Pode não parecer muito, mas eles fizeram isso em apenas três anos. É óbvio que está bem longe de assumir a liderança mobile (e acho que isso não vai acontecer nem a médio prazo), mas ao menos é alguma coisa. Melhor do que ser a BlackBerry, com certeza é.

Eu penso que a Microsoft de hoje não é a mesma do Windows Vista. Os rumos que a empresa está tomando são audaciosos, e talvez essa audácia foi alimentada pela paixão, loucura e intensidade de Ballmer. Não sei qual será o seu substituto (ele dá pistas, dizendo que acredita que o novo CEO deve ficar tempo suficiente para conduzir essa transição da empresa por completo), mas sei que será difícil substituir a figura de Ballmer no mundo tech.

Amado, odiado, fanfarrônico, apaixonado. Seja como for, Steve Ballmer conseguiu entrar para a história da tecnologia, e sai pela porta da frente.

E nunca mais vamos ver um executivo de tecnologia fazendo coisas como essas que são exibidas no vídeo a seguir. E o mundo da tecnologia vai ficando cada vez mais careta, chato e almofadinho.

 

Steve Ballmer não está satisfeito com as vendas do Surface RT. Também, pudera…

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Steve Ballmer, CEO da Microsoft, deixou claro durante uma recente reunião interna realizada na última semana no campus da empresa em Redmond, que “não está contente” com as vendas do Surface RT, tablet lançado pela empresa junto com o Windows 8 no final do ano passado, com o objetivo de abrir mais um segmento no seu portfólio de produtos.

Para Steve Ballmer, a chave do pouco êxito nas vendas do Surface é que a Microsoft fabricou muitas unidades do produto, e agora, eles se veem incapazes de vender o estoque restante. A empresa tornou oficial na semana retrasada uma redução de preços de até 30% nos seus tablets, com o objetivo de aumentar o interesse dos consumidores em seus produtos.

Segundo a fonte próxima aos assuntos tratados na tal reunião privada, a Microsoft está fazendo de tudo para melhorar os resultados de vendas do Surface de forma exponencial nesse período do ano (meio do ano, férias no Hemisfério Norte), preparando grandes campanhas de marketing, centradas na volta às aulas, ou para os educadores que voltarão ao trabalho em colégios e universidades a partir de agosto.

Não é segredo para ninguém que a Microsoft já está trabalhando na sua nova geração de tablets. Os novos produtos devem ser anunciados no final de 2013 ou começo de 2014, e contarão com a nova linha de processadores Intel na versão Pro, que devem entregar ao dispositivo múltiplas vantagens, especialmente no que se refere ao desempenho do dispositivo e ao consumo de bateria.

E apesar de nada ser confirmado, é possível que o Surface RT, produto que a Microsoft defende com unhas e dentes apesar de todas as críticas, passe a incorporar os novos processadores Qualcomm Snapdragon 800 em uma nova versão.

Ainda segundo a fonte, durante a tal reunião, também sobrou tempo para falar do Windows Phone 8. Ballmer discutiu abertamente a necessidade do Instagram chegar ao sistema operacional móvel, deixando claro que, para ele, é mais importante ter um aplicativo de qualidade e com tamanha importância como é o caso da rede social de fotos do que um numero maior de aplicativos em sua loja.

Faz muito tempo que o projeto do Instagram para Windows Phone está na mesa de projetos do Facebook. A pergunta é: por que a rede social de Mark Zuckerberg, que possui ótimas relações com a Microsoft, não demonstra ter a intensão de desenvolver o seu aplicativo para o Windows Phone? A única resposta que encontro é “o Windows Phone não tem usuários suficientes para justificar nossos esforços no desenvolvimento do Instagram para o sistema”.

Algo que, particularmente, acho uma bobagem. Afinal de contas, pense no marketing positivo que o Instagram/Facebook poderia ter com o aplicativo sendo utilizado massivamente pelos usuários dos smartphones Nokia Lumia, e suas câmeras de alta qualidade de captação de imagem.

Por fim, mas não menos importante, Steve Ballmer sinalizou também a decepção ao ver o número de computadores com Windows 8 vendidos desde o seu lançamento. A maioria dos envolvidos nos planos da empresa entendem que o principal problema das vendas do sistema operacional está nos pontos de venda, que precisam se esforçar mais para obter maiores resultados. E, nesse sentido, a expansão das lojas da Microsoft será uma peça chave para a melhora dos números.

Comentários? Pois não!

No caso do Surface, isso era de se esperar. O tablet não está disponível em muitos mercados com considerável potencial (Brasil inclusive), muito em parte por culpa da própria Microsoft. O Surface RT é uma proposta interessante de tablet com Windows, porém, é caro e limitado (já que usa o Windows RT). O seu lançamento no Brasil é algo financeiramente inviável, e acredito que isso acontece em outros países com perfil econômico semelhante. E isso faz com que a Microsoft deixe de ganhar dinheiro com esses mercados.

Sobre o Windows Phone e o Instagram, Ballmer tem um ponto. O Instagram é um dos motivos pelos quais alguns (poucos) usuários de outras plataformas não migram de vez para o Windows Phone. É a cereja no bolo que falta para o sistema entrar de vez na briga. E, de novo: com o advento das câmeras dos modelos Nokia Lumia, o menino Zuck perde uma ótima oportunidade de capitalizar em cima do principal ingrediente do Instagram: a imagem.

Sobre o Windows 8, acho que Ballmer também não leva em consideração a queda de vendas dos computadores ao redor do planeta, algo que influencia de forma direta nas vendas dos produtos com o sistema operacional da Microsoft. As pessoas não compram mais computadores. Estão comprando tablets e smartphones no seu lugar. E muitos que já contam com um PC com Windows ainda não atualizaram para o Windows 8 pelos mais diferentes motivos. Entendo que Ballmer precisa pensar nesse aspecto também.

Mas, caro Ballmer: não fique triste. Dias melhores virão!

Com informações do alt1040.com

A salvação da RIM (e do BlackBerry) pode ser… o Windows Phone 8!

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Antes que me xinguem, tudo o que eu vou dizer abaixo é apenas uma teoria. Uma simples proposta de discussão de ideias, apenas para começar a semana. Nada aqui representa uma proposta para uma eventual solução de problemas da Research in Motion, mesmo porque eu não sou pago para isso. Nosso amigo Thorsten Heins, CEO da empresa, que se vire para salvá-la do buraco.

Os últimos resultados financeiros da RIM correspondentes ao último trimestre são um verdadeiro desastre. As perdas ficaram acima de qualquer tipo de previsão feita pelos analistas de mercado ou pela própria empresa. Como consequência, eles reduziram a sua folha de funcionários em praticamente um terço (5 mil demissões estão programadas para os próximos meses). Essa notícia para a imagem da empresa é péssima, e certamente vai afugentar possíveis investidores interessados em lucrar na recuperação da fabricante canadense. Afinal, quem quer investir dinheiro em uma empresa que não gera lucros?

Para piorar a situação, a RIM decidiu adiar o lançamento do BlackBerry 10, a nova versão do seu sistema operacional móvel, que mesmo bem elogiado pelos presentes no evento para desenvolvedores da empresa, só chegará ao mercado no primeiro trimestre de 2013, deixando que todos os seus concorrentes apresentem novos modelos de smartphones, roubando mais um pouco do cada vez mais reduzido mercado dos smartphones BlackBerry.

E apesar de Thorsten Heins afirmar que está otimista com o futuro do BB10, é fato que ele precisa lidar com uma situação nada confortável, que é gerenciar uma empresa que financeiramente agoniza, sem ter certeza que vai ter forças para passar por uma recuperação lenta. Principalmente quando o próprio Heins afirma que parte dessa recuperação passa por manter o BlackBerry sob uma mesma plataforma, até que a nova versão do SO móvel seja lançado.

Porém, a pressão por resultados é grande, e o tempo não para. Os concorrentes não vão ficar parados, esperando pelo lançamento de novos modelos BlackBerry, e os atuais investidores da empresa exigem resultados rápidos. E é aí que os rumores começam. Com toda a força.

Segundo uma fonte da Reuters, a cúpula diretiva da RIM começa a pensar seriamente em outras opções para salvar os seus produtos e, por tabela, a empresa. Uma dessas alternativas é admitir publicamente que errou ao escolher a estratégia de sua plataforma móvel, e abandonar o uso do seu próprio sistema operacional para smartphones (ou pelo menos até que a nova versão chegue ao mercado em 2013).

“E o que eles vão usar no lugar?”, você pergunta. A resposta, logo abaixo.

Isso mesmo. O Windows Phone 8, da Microsoft.

Nos últimos meses, RIM e Microsoft se aproximaram, graças à influência de Steve Ballmer, com o objetivo de um acordo ou parceria semelhante com aquela que a gigante de Redmond mantém com a Nokia. De acordo com as fontes, a RIM poderia oferecer para a Microsoft uma parte das ações da empresa, em troca de um pesado investimento em marketing e no custeio dos gastos gerais da Research in Motion. Para a empresa canadense, essa solução não é interessante, pois acabaria com a independência da empresa no seu negócio. Mas, em tempos de crise, o que é melhor: ser independente, mas sem dinheiro no bolso, ou depender de uma das maiores fabricantes de software do mundo, e ter as contas pagas?

Outro detalhe a ser observado, é que para conseguir dispositivos de sucesso, a RIM seria obrigada a portar o seu serviço de mensagens seguras para a plataforma da Microsoft, uma vez que esse é o elemento essencial para que um smartphone seja considerado um BlackBerry genuíno. Isso resultaria em um maior tempo de desenvolvimento e adaptação dos aparelhos para as especificações requeridas.

O que deve impedir que essa parceria aconteça (na minha opinião) é o fato que, em uma hipotética janela de lançamento dos BlackBerrys com Windows Phone para o final de 2012, o intervalo para a chegada dos modelos com o BlackBerry 10 OS seria de, no máximo, cinco meses (a própria RIM afirma que smarts com BB10 chegam ao mercado até o final do primeiro trimestre de 2013). E a ideia de uma mudança tão grande em um curto espaço de tempo é, no mínimo, contraproducente para uma empresa que precisa recuperar dinheiro.

A matéria da Reuters revela também uma segunda opção nos possíveis planos da RIM para se salvar: vender a sua rede de mensagens para outra empresa, ou modificá-la para que ela possa ser utilizada por outros smartphones, licenciando de algum modo o seu uso em outros sistema operacionais móveis. Jim Balsille, antigo CEO da empresa, já apresentou essa opção, que apesar de ser cogitada, não foi aprovada.

Os rumores seguem, mesmo com tantas notícias negativas em torno da RIM. Seja lá qual for o futuro da empresa, é triste saber que uma marca tão icônica como o BlackBerry pode desaparecer. Eu fui um daqueles que tive um aparelho BlackBerry durante um ano, e aproveitei muito dos benefícios dos seus serviços. Abandonei o aparelho porque reconheço que sua proposta ficou obsoleta, e que outros aparelhos chegaram por aqui, com funcionalidades e recursos mais completos. Mas espero que a Research in Motion ainda tenha tempo de se reinventar e sobreviver no disputado mercado de tecnologia. Afinal de contas, ainda defendo a máxima de “quanto maior o número de opções, mais completo o mercado fica”.

Microsoft pode ajudar financeiramente Nokia e Samsung para promover os telefones com Windows Phone

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A Microsoft está disposta a injetar US$ 44 milhões para promover os próximos modelos de telefones da Nokia e Samsung com o sistema Windows Phone. Por enquanto, não se sabe se o dinheiro destinado à Nokia para o marketing inclui essa nova “ajuda” da Microsoft, que estaria pronta a destinar aproximadamente 20 milhões de libras para a fabricante finlandesa, como parte de seus acordos de cooperação, deixando assim a Samsung com 8 milhões. Mas, fato é que dinheiro não vai faltar, e não será por falta de propaganda que o Windows Phone vai falhar.

via WMPowerUser