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As hashtags que você deve acompanhar durante o #SuperBowl XLIX

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Daqui a poucas horas acontece no University of Phoenix Stadium em Gleendale, Arizona (EUA) o #SuperBowl XLIX (ou #SB49), a final do campeonato de futebol americano da NFL. Como nos dias de hoje não tem mais muita graça ver qualquer coisa na TV sem comentar nas redes sociais, esse post dá algumas dicas das hashtags que vocês devem seguir durante o jogo, para acompanhar os comentários em tempo real no Twitter, e dois dias depois no Facebook #troll.

Não necessariamente temos que listar itens que são exclusivamente relacionados ao futebol americano. Estamos falando de um evento mundial, com várias referências à cultura pop, ao mundo da tecnologia e ao universo da música. O que torna o #SuperBowl algo acessível para praticamente qualquer pessoa.

Vamos lá? Ok.

A hashtag oficial da #NFL para o #SuperBowl é #SB49. É essa que deve ficar em maior evidência durante todo o jogo. Porém, não será surpresa se as tags #SuperBowl ou #SuperBowlXLIX figurarem nas primeiras posições. Porém, por uma questão de economia de espaço de caracteres, o #SB49 é a mais recomendada.

É claro, temos os dois times envolvidos: Seattle #Seahawks (campeão da NFC) e New England #Patriots (campeão da AFC). Os líderes naturais desse time são os seus dois QBs (ou Quarterbacks), #RusselWilson e #TomBrady (esse último também é carinhosamente conhecido como #Giselo… entendedores entenderão…), mas não são os únicos a receber destaque.

#RobGronkowski (ou simplesmente #Gronk) e #DannyAmendola, ambos dos #Patriots, devem ser observados de perto. Podem decidir a favor do time de New England, e são vozes ativas dentro de campo. Assim como #RichardSherman e #Marshawn Lynch, jogadores dos #Seahawks. Aliás, para Lynch temos mais duas hashtags interessantes: #BeastMode (por ser um running back praticamente indomável, com corridas furiosas contra a linha defensiva adversária) e #Skittles (doce favorito de Lynch; de acordo com a mãe dele, esse é o segredo de sua aptidão atlética).

O #SuperBowl tem como um dos seus atrativos o Show do Intervalo (o #HalftimeShow), que também deve ser acompanhado de perto por muita gente. Nesse ano, a atração musical fica por conta da cantora #KatyPerry, que contará com a ajuda do rocker #LennyKravitz. Esse é um dos momentos onde as hashtags relacionadas ao jogo devem ter um maior volume de mensagens postadas.

Algumas marcas investem pesado no #SuperBowl, seja patrocinando segmentos do jogo ou áreas relacionadas à liga (como é o caso da #Microsoft, que ofereceu pela primeira vez na história da #NFL tablets #Surface, para substituir as tradicionais pranchetas ou folhas de playbooks). Um exemplo do que estou falando é que hashtags da #GoDaddy, #Pepsi, #McDonalds, #Samsung, #Nike e outros anunciantes que tradicionalmente preparam propagandas comerciais especificamente para esse jogo devem ser impulsionadas ao longo da noite de hoje.

Ah, sim, claro… onde você pode ver o #SuperBowl?

Nos EUA, o jogo será exibido pela #NBC. No Brasil, a #ESPNBrasil vai exibir na TV paga, e o #EsporteInterativo fará a cobertura na TV aberta. Ao longo da temporada, a ESPN Brasil utilizou a hashtag #ESPNtemNFL durante os jogos, mas na final, a tag a ser utilizada deve ser mesmo a #ESPNtemSuperBowl49. O Esporte Interativo não definiu sua tag até o momento da produção desse post.

Enfim, acho que é isso. Essas são as principais.

Nos falamos no Twitter (@oEduardoMoreira) a partir das 19h. E bom #SuperBowl para vocês!

Quem está pagando quem: Katy Perry? Ou a NFL?

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O Show do Intervalo do Super Bowl. Esses são 12 minutos muito cobiçados na TV dos Estados Unidos e ao redor do planeta. Afinal de contas, a exposição é tão grande, que pode dar um impulso exponencial para o artista envolvido na ação. Em 2015, tivemos uma ‘novidade’: a NFL queria que o artista que se apresentasse no Halftime Show pagasse pela performance. Ao que tudo indica, Katy Perry topou pagar. Mas… afinal, quem está pagando quem nesse negócio?

Nos idos de antigamente, o Show do Intervalo do Super Bowl era qualquer coisa que servisse para entreter o público no estádio. Rolou de tudo: bandas universitárias, exibição de patinação no gelo, dançarinos caribenhos e até desfile de cachorros. A coisa começou a mudar em 1991, quando a Disney decidiu colocar o New Kids On The Block para cantar Step By Step para os pais e avós presentes no estádio.

Em 1993, a coisa mudou de vez, quando a NFL recrutou ninguém menos que Michael Jackson para fazer o Show do Intervalo. A partir daí, o negócio virou um evento global, onde todo mundo queria ver, e todo artista queria participar.

Muitos produziram esse show: Radio City Music Hall, E-Trade, Jimmy Iovine, Disney e a MTV. Aliás, essa última é a mais famosa, por causa do ‘nipplegate’ (Justin Timberlake ‘rasgando’ o vestido de Janet Jackson, que mostrou mais do que devia – ou não). Desde então, o Show do Intervalo do Super Bowl ficou um tempo sendo uma coisa de ‘tiozões’, com artistas consagrados e mais comportados se apresentando, e nos últimos anos, voltou a ter a sua pegada mais pop, com artistas com maior apelo junto ao público juvenil e juvenil/adulto.

Fato é que: desde 1993, o Show do Intervalo do Super Bowl se transformou em um grande negócio. Para a NFL, que capitaliza muito com merchandising, visibilidade e audiência (em 2012, o show de Madonna teve maior pico de audiência do que o próprio jogo), e para o artista envolvido, que consegue capitalizar e muito por uma exposição de apenas 12 minutos para o mundo todo.

Logo… quem está pagando para quem nesse negócio?

Katy Perry pode ter pago dinheiro de pinga para ter um retorno extraordinário em exposição, vendas de singles e até mesmo nos futuros acordos para shows e turnês. E leva Lenny Kravitz à tiracolo, o que atrai o público mais rocker para conferir essa performance.

Como não existe o tal ‘almoço grátis’, parece que a estratégia de ‘pagar para tocar no Super Bowl’ deve agradar os dois lados. Agrada a NFL, que coloca mais uma grana no bolso. E ao artista, que agora ‘investe’ na sua exposição global. Entendo que são negócios, e que pode ser uma tendência de negócio interessante para o futuro. Afinal de contas, até que demorou para a NFL perceber que estava com um produto forte nas mãos, que poderia sim ser capitalizado, render lucros e engordar cofres.

E, no final das contas, o Show do Intervalo pode ser o investimento da vida para Katy Perry. E Rihanna e Coldplay não se aperceberam disso. Tsc, tsc, tsc…

A melhor forma de homenagear o Baltimore Ravens pelo título do Super Bowl XLVII

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Foto: Instagram/NFL

O Baltimore Ravens venceu o Super Bowl XLVII, ao derrotar em um jogo fantástico o San Francisco 49ers, por 34 a 31. Para deixar uma menção justa aos vencedores, segue abaixo o poema “The Raven”. Os fãs dos Ravens certamente entenderão o porquê disso.

O CORVO* (de Edgar Allan Poe)

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.
“Uma visita”, eu me disse, “está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais.”

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu’ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P’ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais –
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!

Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
“É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais”.

E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
“Senhor”, eu disse, “ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi…” E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.

A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais –
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.

Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
“Por certo”, disse eu, “aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.”
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
“É o vento, e nada mais.”

Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.

E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
“Tens o aspecto tosquiado”, disse eu, “mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais.”
Disse o corvo, “Nunca mais”.

Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome “Nunca mais”.

Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, “Amigo, sonhos – mortais
Todos – todos já se foram. Amanhã também te vais”.
Disse o corvo, “Nunca mais”.

A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
“Por certo”, disse eu, “são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp’rança de seu canto cheio de ais
Era este “Nunca mais”.

Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu’ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele “Nunca mais”.

Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!

Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
“Maldito!”, a mim disse, “deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!”
Disse o corvo, “Nunca mais”.

“Profeta”, disse eu, “profeta – ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, “Nunca mais”.

“Profeta”, disse eu, “profeta – ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!”
Disse o corvo, “Nunca mais”.

“Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!”, eu disse. “Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!”
Disse o corvo, “Nunca mais”.

E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á… nunca mais!

*Traduzido por Fernando Pessoa, do poema The Raven, de Edgard Allan Poe, ritmicamente conforme com o original.

NFL e CBS vão transmitir o Super Bowl XLVII online nos EUA

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A NFL (National Football League) e a CBS fecharam um acordo para a transmissão do Super Bowl XLVII pela internet, no dia 3 de fevereiro de 2013.

Com isso, a iniciativa do ano passado é repetida, onde a mesma parceria foi fechada com a NBC, com uma audiência de 2.1 milhões de espectadores online. Além disso, a Verizon Wireless vai oferecer a possibilidade de seus usuários em assistir o jogo em seus smartphones, através do aplicativos móveis.

Jogos de Wlid Card e o Pro Bowl também estará disponíveis via streaming nos Estados Unidos. No Brasil, o Super Bowl será exibido pela ESPN e Esporte Interativo, mas não há informações sobre uma transmissão oficial via streaming (os dois canais que transmitem a NFL no Brasil podem fazer isso, na teoria).

Via SlashGear

Vídeo: propaganda da Kia Motors para o Super Bowl mostra 5 horas de Adriana Lima! E nada mais!

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É evidente que essa propaganda não vai ao ar na TV dos EUA, e foi uma ação exclusiva para a internet. Mas a Kia Motors extrapolou de vez! Eles fizeram uma campanha publicitária para o Super Bowl entitulada “5 hours of Adriana Lima”, que, basicamente, é a Adriana Lima dando a bandeirada, em câmera lenta. Por 5 horas! E sim, a versão reduzida da campanha vai ao ar no intervalo do grande jogo de domingo.

Se você tem cinco horas da sua vida sobrando, é só clicar no player abaixo.

10 dos mais engraçados comerciais exibidos durante o Super Bowl

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O Super Bowl acontece no dia 05/02. Mas, antes de começar a falar do jogo em si (e da mais que esperada revanche entre Tom Brady e Eli Manning), vamos nos divertir um pouco, vendo alguns dos comerciais mais engraçados das edições anteriores do grande jogo.

10. Pepsi MAX (2011)

09. Groupon (2011)


08. Bridgestone (2011)

07. Reebook (2003)


06. Budweiser (1999)


05. Old Spice (2010)


04. Monster.com (1999)


03. Doritos (2010)

02. Wolksvagen (2011)

01. Sprint (2006)

Menção honrosa #1: Honda (2012)

Menção honrosa #2: Snickers (2010)

Menção honrosa #3: Coca-cola (2010)


Via Mashable