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Chefe da Polícia de Londres queria o controle remoto de todos os carros da cidade

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O Comissário da Polícia Metropolitana de Londres, Sir Bernard Hogan-Howe, fez a polêmica declaração sobre o seu desejo de ter a capacidade de poder deter os carros que circulam na cidade de forma remota.

O objetivo de sua ideia é ter uma maior eficiência contra o crime, acabando com as perseguições policiais de carros. O comentário foi feito em tom de brincadeira sobre como a tecnologia poderia ajudar os órgãos de segurança, destacando o potencial uso de drones para perseguir os criminosos em fuga.

Carros sobre o controle da polícia

 

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Para Hogan-Howe, o ideal seria “ter um dispositivo que freasse o carro adiante. Se houvesse uma forma de intervir no gerenciamento eletrônico do carro, esta seria uma grande oportunidade para frear o veículo à frente de forma segura”.

A medida implica que todos os carros que circulam em Londres teriam equipados algum tipo de sistema acessível para a Polícia, para que esta pudesse controlar tais carros de forma remota quando necessário.

O problema não é só a implantação do sistema, mas a violação das liberdades e direitos do cidadão. A tecnologia oferece uma opção para a Polícia, e o hack de carros há tempos é um tema que os veículos do futuro podem ter como problema relevante de segurança. É difícil pensar que implementar um mecanismo assim para os corpos de segurança não acabe sendo mais um problema do que uma vantagem.

Via The Register

Elon Musk é glorificado por banda de heavy metal

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Elon Musk, fundador do PayPal, Tesla Motors e Space X, virou praticamente um deus para uma banda de heavy metal. Na verdade, de power metal. Até porque o heavy metal clássico é comum demais para o empresário sul-africano.

A Raptor Command é uma banda de verdade (se eles tocam bem, aí eu não sei), e tem como missão “promover as ideias e visões futuristas de Elon Musk para o futuro da humanidade”. Não, eles não estão de brincadeira. Falam sério. Tem até um primeiro single no iTunes, Amazon, Spotify, Deezer e vários outros sites de música espalhados pela internet.

Para quem conhece e gosta do gênero, pode valer a pena. Para os demais mortais, pode não ser nada de outro mundo. Quem é de outro mundo, ao menos para a Raptor Command, é Elon Musk. Para comprovar isso, basta tocar a música em um dos sites onde a mesma está disponível. A letra afirma que “Elon, o campeão da humanidade; ele tomará o mundo além das estrelas; Elon, um para guiar a todos; o campeão do futuro da humanidade”.

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Não sei o que Elon Musk pensa de tudo isso. Na verdade, nem eu sei o que pensar desse negócio todo. Apesar de ser conhecido no mundo da tecnologia, ele não é um dos nomes mais populares. Muita gente nem conhece a cara dele. Por que ele geraria tanto fascínio em uma banda de heavy me… ops, desculpe… power metal?

Certas coisas nesse mundo não fazem o menor sentido. E particularmente não me esforço muito em fazer ou entender sentido algum na maioria dos casos.

Via Raptor Command, Spotify

Uma cadeira que fabrica um gorro enquanto seu avô lê o jornal

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Vivemos na era do multitarefa. Não existe mais muitas desculpas para o ser humano fazer apenas uma coisa em um determinado momento. É claro que, em algumas situações, é melhor você fazer bem feito uma coisa só do que promover vários pequenos acidentes ao tentar realizar 17 atividades simultâneas. Mas é perfeitamente possível fazer duas coisas ao mesmo tempo nos dias de hoje.

Menos assobiar e chupar cana. Isso ainda é difícil. Se bem que conheço algumas bocas bem habilidosas em falar mal da vida dos outros que acredito serem capazes de realizar tal façanha.

De qualquer forma, a mente humana é bem criativa, e consegue colocar para trabalhar até aqueles que já fizeram muito pela sociedade. Nossos avós, por exemplo: até eles vão fazer algo de útil enquanto estão na cadeira de balanço, lendo o jornal. Como por exemplo fazer um gorro para seus queridos netinhos (nós).

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Essa cadeira de balanço que é capaz de fabricar um gorro enquanto seu avô ou avó está lendo o jornal durante o nobre exercício de balançar para frente e para trás é obra de um estudante de design industrial, que apresentou o projeto na Low-Tech Factory de Lausanne. E podemos chamar esse invento de tecnologia, mesmo sendo bem simples. Afinal de contas, a principal função da tecnologia é ajudar as pessoas, Mesmo que em máquinas simples e aparentemente rudimentares.

A seguir, um vídeo demonstrativo do projeto.

 

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Via ThisIsColossal

FIFA busca o wearable definitivo para o futebol

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A FIFA e a International Association Football Board (IFAB) – esta última responsável pelas regras do futebol – programaram um encontro para o mês de novembro, para definir qual tecnologia wearable que poderá ser usada de forma definitiva pelas equipes de todo o mundo.

O objetivo é coletar informações adicionais sobre os jogos e desempenho de cada jogador. A ideia é que todos os times de futebol profissional utilizem o mesmo dispositivo wearable para monitorizar e quantificar esses dados, para uma melhor preparação física, treinamentos específicos e estratégias de times.

Os dispositivos podem ser ativados durante os jogos, e os dados podem explicar por que uns times vencem e outros não, além de ajudar aos médicos e preparadores físicos a detectar possíveis situações de risco para os jogadores.

Para a FIFA, uma das prioridades é que esses dispositivos tenham benefícios médicos preventivos aos atletas. Hoje, algumas equipes já usam esse tipo de sistema, mas de forma independente. A FIFA quer um sistema unificado.

Via Engadget

 

Pelo menos a galera do Uber não sai batendo em ninguém… certo?

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Eu não moro em uma cidade que o Uber oferece os seus serviços. Mas se morasse, usaria fácil. Afinal de contas, nada como a tecnologia facilitando a oferta de produtos e serviços. E eu não tenho nada contra em usar o táxi no meu dia a dia. Até porque posso ligar ou usar o WhatsApp para contactar meus taxistas preferidos.

O problema do Uber não está nem na oferta de um serviço melhor do que o táxi. Está na incompreensão dessa tecnologia que facilita a vida de um grupo de pessoas. Sem falar na ignorância de um grupo que não aceita que algumas pessoas tenham a liberdade de escolher qual serviço vai utilizar.

Até porque é mais fácil proibir do que competir com eles, não é mesmo?

Porém, as coisas tomaram proporções perigosas nos últimos dias. Um grupo de taxistas (ignorantes) mais bravinhos começaram a agredir motoristas bem vestidos, achando que são motoristas do Uber, mas que em alguns casos, não são (pode ser o motorista do cantor Sérgio Reis bem vestido, por exemplo). Não só a agressão física, mas também a violência de retirar passageiros do carro de outra pessoa, violando o direito de liberdade e de escolha daquele passageiro.

Galera, o Uber não é um serviço de frota de carros. Eles não tem frota alguma. Contam com motoristas cadastrados, tal como vários serviços similares de transporte particular são cadastrados por empresas para levar pessoas para eventos ou aeroportos. Cansei de usar esse serviço em São Paulo.

No meu entendimento, o Uber faz a ponte entre motorista e passageiro. Tem uma tecnologia para contactar as duas pontas. Algo parecido acontece quando você chama o seu taxista pelo WhatsApp, saca? Só que no lugar do WhatsApp fazer a ponte entre os dois, quem faz é o Uber.

Qual é o problema disso?

‘Ah, mas é porque os taxistas pagam impostos que os motoristas do Uber não pagam’. Mesmo? Será?

Até onde sei, o Uber aceita motoristas particulares regulamentados, que precisam também pagar taxas e impostos. Não são os mesmos dos taxistas, sim. Mas em alguns casos, os taxistas contam com benefícios e isenções fiscais que os motoristas do Uber não contam.

Sem falar que muita gente sabe que frotas de taxistas contam com o respaldo de políticos, que também ganham uma porcentagem dos lucros obtidos nas corridas.

Olha só… tudo se encaixa, não é mesmo?

Então… eu sou contra a proibição do Uber. Simplesmente porque o avanço tecnológico deve prevalecer. Que se crie leis específicas para o serviço. Mas banir? Jamais.

Se bem que para os políticos brasileiros é mais fácil banir do que legislar… já pensou o trabalho que dá criar leis para algo que eles não compreendem como funciona?

E, na boa… os taxistas só perdem a (pouca) razão que tinham quando começam a agredir qualquer um que está bem vestido ao lado de um carro de luxo. Virou terra sem lei agora? Ah, sim… pelo visto, tem uma turma que não está acostumada a viver com regras. Se incomodam com a concorrência, e por não terem competência para chegar no mesmo nível (e, ao mesmo tempo, acomodados com a ‘proteção’ de alguns políticos), simplesmente apelam para ‘terem os seus direitos garantidos’.

Pra resumir: se os taxistas querem o meu respeito, vamos então voltar para o tempo das carroças. Sim, pois o sindicato dos carroceiros vão protestar nessa semana porque os taxistas usam CARROS para transportar passageiros.

E ninguém gosta da evolução… certo?

Bluetooth é vida!

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Chegou até aqui os fones sem fio BackBeat GO 2 da Plantronics, que está em testes para um futuro review do TargetHD.net. Nem preciso dizer que o grande barato desses fones Bluetooth, é o fato dele ser sem fio, oferecendo a tão sonhada liberdade de movimentos na hora de ouvir músicas e podcasts no smartphone, sem a intervenção de cabos. E é nessas horas que você entende claramente que ‘o Bluetooth é vida’. Ainda mais quando funciona bem.

Sem antecipar muitas coisas sobre esse produto (porque eu quero que você leia o review), o que eu posso dizer é que a evolução tecnológica fez com que o Bluetooth se tornasse hoje algo prático e funcional para que qualquer pessoa conte com uma experiência de uso otimizada. Não só na parte de consumo multimídia – como é no caso desse produto -, mas também nas tarefas de produtividade.

Veja bem: meu computador (Dell Vostro 5470) tem um ótimo Bluetooth, que pode conectar diversos dispositivos (com a ajuda do Windows 8.1). Meu mouse sem fio? Bluetooth. Meu smartphone (Motorola Moto Maxx)? Bluetooth. Pulseira quantificadora (apesar de ficar mais tempo sentado diante do computador)? Com Bluetooth, é claro. E agora esses fones da Plantronics.

É muita ‘conexão azul’ me cercando.

E isso está bem longe de ser ruim. Pelo contrário.

Se levarmos em consideração a evolução da tecnologia, o Bluetooth se tornou um recurso bem mais eficiente e flexível do que era em 2005, por exemplo. Eu me lembro como era uma luta para fazer os smartphones da Nokia sincronizarem com o computador com Windows de forma eficiente. Simples, nunca foi. Apesar do fato que esses mesmos telefones dos finlandeses eram capazes de identificar com certa facilidade fones sem fio e outros telefones.

Também me lembro da dificuldade que era transmitir arquivos de um aparelho para outro. No papel, os fabricantes faziam acreditar que era um processo simples e prático, mas no mundo real, as transmissões de dados eram lentas demais, tornando todo o processo algo traumático.

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Hoje, está tudo muito diferente. Um mesmo computador pode receber vários dispositivos Bluetooth conectados. Acessórios não dão o menor trabalho de serem configurados, e as transmissões de dados ocorrem com uma velocidade excelente.

E, no caso específico de um smartphone – já que meu foco principal é a tecnologia móvel e os gadgets que tanto amo -, as novas tecnologias Bluetooth resultam em um menor consumo de bateria, tornando essa versatilidade algo ainda mais eficiente e funcional. Você pode passar boas horas ouvindo as suas músicas preferidas, sem se preocupar muito se a bateria será drenada pela comunicação com os fones sem fio.

Quer dizer… depende do smartphone em questão. E da personalização do Android. E dos recursos de economia de bateria presentes (ou ausentes) no dispositivo. Mas em linhas gerais, a maioria pode aproveitar dessa liberdade oferecida pela ausência de cabos.

Enfim… para mim, Bluetooth é vida! Uso bem mais do que imaginava, e minha vida conectada se tornou muito mais eficiente a partir do momento que passei a usar o recurso de forma mais intensa. E, parando para pensar, precisou pelo menos uns 10 anos para que essa ferramenta se tornasse algo efetivamente prático e funcional para a maioria dos usuários.

Robô japonês transforma neve em blocos de gelo

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Esse robô foi visto pela primeira vez em janeiro de 2008, mas como a internet é cíclica (e a galera de Nova York parece estar precisando de um negócio desses), eu decidi publicar aqui no blog. O Yuki-taro é um robô japonês que anda pelas ruas coletando a neve pelo caminho e transformando a mesma em blocos de gelo, que o próprio robô armazena na sua parte traseira.

Ele conta com duas câmeras e um sistema de rastreamento por GPS que ajuda a não transformar aquilo que não é neve (ou um sem teto) em blocos de gelo. Não fica claro para quê os blocos de gelo são utilizados, mas dá para se imaginar que seja para criar algum abrigo em tempos de frio intenso.

Via Fox News

Volvo cria um capacete que avisa os motoristas sobre sua proximidade

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A Volvo está trabalhando em um mapeamento de veículos na nuvem, que é atualizado em tempo real. Paralelo à isso, eles criaram um capacete que é capaz de emitir sua localização para essa rede, enviando para os seus veículos (e motoristas) a proximidade de um ciclista, tomando medidas preventivas para evitar acidentes.

O ciclista contará com o mesmo sistema integrado ao capacete, e também será informado se um carro se aproxima. Um sinal luminoso no capacete será o sinal de alerta.

As empresas Ericsson e Strava são parceiras da Volvo no projeto. A primeira é responsável pela tecnologia de comunicação em si, e a segunda se encarrega pelo software. A Strava é muito conhecida entre os desportistas pelos aplicativos e serviços de localização e monitorização. O capacete em si é fabricado pela POC, também popular entre os ciclistas e esportistas.

O produto ainda está em desenvolvimento, com o objetivo de ser um produto final a médio prazo. Abaixo, um vídeo demonstrativo do conceito.

 

Via Volvo

Plataforma robótica mantém bola perfeitamente balanceada no centro

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Poderia ser algo que passaria desapercebido pela maioria de nós. E até é. De qualquer forma, vale a pena compartilhar com vocês o vídeo dessa plataforma robótica e automatizada, que consegue manter a bola perfeitamente balanceada no centro da mesa.

A plataforma também foi programada para rolar a bola sobre a superfície com padrões determinados.

E é isso. Confira o vídeo a seguir.

 

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