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Te amo muito, CyanogenMod 11!

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Depois de alguns meses de felicidade com a ROM Optimus G3 no meu LG G2, eu cheguei a conclusão que estava ficando um tanto quanto infeliz com aquele aspecto que a maioria dos geeks mais valorizam nos dispositivos móveis: a autonomia de bateria. Sim, era bacana, aguentava o tranco de funcionar um dia inteiro de uso, mas eu entendia que o software – derivado de outra ROM da LG – ainda consumia muitos recursos, gerando um consumo de bateria acima do que eu desejava. Logo, era hora de mudar.

Munido de coragem (e vontade para reinstalar e reconfigurar todos os meus aplicativos), instalei a CyanogenMod 11 (versão de 02/10/2014), muito recomendada por muitos usuários do Android, por oferecer uma experiência altamente customizada, e com uma proposta de interface que se aproxima mais do Android idealizado pela Google. Entendi que valia a pena pelas melhorias nos recursos, e principalmente pela autonomia de bateria prometida.

E 150 palavras depois, eu vou repetir: TE AMO MUITO, CYANOGENMOD 11!

Para começar, o Android está rodando liso, suave, com fluidez, sem engasgos. Tal como o sistema da Google deve ser sempre. Tudo bem, eu instalei a Google Now Launcher por achar impecável – e para contar com o recurso ‘OK, Google’, que pode não fazer muitas diferenças, mas é sempre uma graça que é bom mostrar para os amigos -, mas para quem entende que pode viver bem sem isso, nem precisa se dar ao trabalho de instalar o software. A interface que já vem com o CyanogenMod 11 dá conta do recado.

Além disso, a versão disponível para o LG G2 já conta com o Android 4.4.4 KitKat, versão essa que a previsão da LG de atualização da sua ROM oficial é ‘sabe lá Deus quando’. Veja bem, eu gosto dos produtos da LG, mas a demora para a atualização dos seus dispositivos é um pouco acima do que considero aceitável.

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Mas o principal ganho está na autonomia de bateria. Ainda não fiz todos os testes, mas desconectei o smartphone às 8h da manhã, e no momento em que esse post é produzido (15h30 do dia 03/10/2014), a sua autonomia é de 89%, com mais de 50 minutos de tela. Seguindo essa projeção, é possível alcançar pelo menos 7 horas de tela ativa com os 3.000 mAh de bateria. Quando minha rotina de uso se estabilizar (ainda estou fazendo ajustes, instalando aplicativos e outros procedimentos para finalizar a instalação), eu compartilho minhas impressões com vocês.

É claro que nem tudo são flores nessa vida. Por ser uma ROM AOSP e não uma ROM derivada de um dispositivo da própria LG, o CyanogenMod 11 não é compatível com os aplicativos de câmera LG. Não que esse aplicativo seja algo excelente e indispensável, mas oferece um maior controle sobre os ajustes da câmera.

Resultado: o aplicativo da câmera oferecido pelo CyanogenMod 11 oferece resultados de fotos razoáveis, com ajustes de software limitados. Aproveita bem o recurso de estabilização óptica do LG G2, e tem um bom modo de foco contínuo. Mas nada que chama muito a atenção, ficando abaixo do resultado que o app da câmera nativa do LG G3 oferece. Sem falar que não tem o recurso de acionamento do disparo na câmera frontal sem o contato com a tela (sentirei falta disso).

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Mas é algo que eu posso tolerar, até encontrar outra solução (aliás, eu tenho: o CameraZOOM). Eu prefiro contar com uma autonomia de bateria maior, com recursos de controle de tela (o toque duplo para desbloquear a tela continua), ajustes mais flexíveis e uma experiência de Android puro.

Meso que no futuro eu acabe trocando essa ROM (o futuro é algo imprevisível, e você sabe bem disso), posso dizer que estou bem satisfeito com a CyanogenMod 11. Oferece uma nova vida ao LG G2, assim como deve acontecer com outros softwares customizados para esse smartphone. Para os mais receosos, recomento a troca.

Bancada de Testes | SSD Kingston HyperX e Smart Bracelet Vidoon via Deal Extreme

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Hoje o vídeo é no modo “dois em um”. A assessoria de imprensa da Kingston mandou para testes a SSD HyperX Now de 240 GB, e a Deal Extreme (sim, essa mesma) fechou uma recente parceria de conteúdo com o TargetHD, e enviou um dos seus produtos disponíveis para compra no site, a Vidoon Smart Bracelet. Esse vídeo basicamente apresenta os novos produtos que serão testados por mim nas próxima semanas.

 

Bancada de Testes | LG G2 Mini (LG-D625)

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Os produtos de tecnologia não param de chegar por aqui. A assessoria de imprensa da LG do Brasil enviou para testes e review (que será publicado em breve no TargetHD) o LG G2 Mini, mais um lançamento do portfólio 2014 do fabricante. A seguir, o tradicional vídeo de primeiras impressões. E o que posso adiantar é que estou impressionado – positivamente – com a versão mini do dispositivo.

Você sabe que pode comprar esse e outros produtos de tecnologia com preços reduzidos, certo? Basta procurar por um cupom de desconto, e obtenha assim um bom desconto na compra, em diferentes formatos de pagamento.

 

Bancada de Testes | Gradiente Tegra Note 7

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A assessoria de imprensa da Gradiente enviou para cá uma unidade do tablet Gradiente Tegra Note 7, lançado no Brasil no final do ano passado. O dispositivo veio com alguns acessórios – pensado nas vendas do Dia dos Pais, mas que podem ser adquiridos individualmente -, e o modelo será testado por mim nas próximas duas semanas. O review completo do produto você vai conferir em breve, no TargetHD. O vídeo a seguir mostra as minhas primeiras impressões com o produto.

 

Bancada de Testes | LG L80 Dual

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A assessoria de imprensa da LG do Brasil enviou para testes e reviews o LG L80 Dual, novo modelo de linha média da empresa, que se caracteriza pela tela de 5 polegadas, antena para TV digital, slot para dois chips micro SIM e preço abaixo da faixa dos R$ 1 mil. A seguir, você pode assistir o vídeo com as primeiras impressões sobre o produto, e o review completo você poderá conferir em breve, no TargetHD.net.

 

Bancada de Testes | Motorola Moto E

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A assessoria de imprensa da Motorola Brasil mandou para cá o Motorola Moto E, o último lançamento da empresa visando conquistar o cobiçado mercado de entrada. O modelo passará por testes nas próximas semanas, e o review será publicado em breve no TargetHD. Como sempre, esse post é para passar as minhas primeiras impressões sobre o produto.

Como utilizei o LG G2 nos últimos dois meses, é até estranho segurar o Moto E. É um modelo bem compacto, mas que oferece um bom agarre nas mãos. Entendo que seu tamanho é perfeito para atender as necessidades de uso da maioria dos usuários, ainda mais levando em conta que a maioria dos seus compradores ou nunca utilizaram um smartphone, ou vão sair de um celular convencional ou dumbphone. Ou seja, vai ser um salto bem interessante.

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Uma coisa que se mantém igual ao dos demais modelos dessa nova linha Moto é o seu design. Ele definitivamente lembra os demais modelos no seu exterior, mas entendo que é praticamente impossível algum leigo confundir esse modelo com o Moto G por exemplo. O friso metálico na parte inferior (na região do microfone) impede que o produto seja confundida com tanta facilidade.

Um detalhe importante: quando recebi o dispositivo, ele contava com o Android 4.4.2 KitKat (inclusive no vídeo que você poderá conferir no final desse post mostra essa informação), porém, durante esse final de semana, o modelo foi atualizado para a versão 4.4.3 KitKat. Essa é uma “surpresa”, pois alguns rumores indicavam que os modelos da linha Moto “saltaria” a versão 4.4.3, indo direto para a 4.4.4, que conta com a correção para a vulnerabilidade do OpenSSL.

De qualquer forma, melhor para vocês. Todos os testes serão feitos já com a versão Android 4.4.3, ou seja, mais próximo de uma versão final, e com uma experiência de uso atualizada, tal como você deve receber em casa quando adquirir o produto.

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Por fim, o Motorola Moto E oferece boas impressões nesses primeiros testes. É claro que ele é uma proposta diferente daquelas que já testamos, e temos que levar isso em consideração na hora de analisar o produto (sim, o produto tem vantagens e desvantagens, que serão devidamente destacadas no review do TargetHD). Mas levando em conta o seu público alvo e o seu nicho de mercado, ele pode sim ser uma boa escolha para os usuários que estão saindo dos celulares tradicionais, ou que desejam um smartphone mais completo do que aquele Android chinês de R$ 150, que parou de funcionar com duas semanas de uso.

Vídeo a seguir.

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Bancada de Testes | LG L 70 Dual (unboxing e primeiras impressões)

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Mais um modelo da LG chegou para testes por aqui. O LG L70 Dual é uma interessante proposta de smartphone de linha média, que tem como missão principal bater de frente com um dos modelos mais bem sucedidos do mercado nesse momento, o Motorola Moto G. Se vai conseguir, é uma outra história. Mas pelo menos as primeiras impressões do modelo são bem positivas.

No vídeo que você poderá conferir no final desse post mostram um smartphone de linha média típico, mas com alguns dos recursos inteligentes presentes nos modelos top de linha da LG, como o Knock On e o Knock Code. Isso é possível por conta da eficiência da interface de usuário adotada pelos coreanos, que apesar de ser considerada pesada para muitos, pode suportar os seus recursos em dispositivos considerados mais simples nas especificações técnicas.

Outro destaque positivo do modelo – que pode ser observado no vídeo – é que, apesar de um hardware mais limitado, o seu desempenho é – pelo menos nos primeiros momentos de uso – algo bem ágil e fluído. Aqui, o destaque vai para o Android 4.4.2 KitKat, que foi pensado no melhor desempenho possível, mesmo com um hardware mais limitado.

O LG L70 Dual mantém a mesma proposta de tela com grande nível de brilho e boa oferta de cores, tornando a exibição dos gráficos algo mais fluído e eficiente. É um dispositivo com um agarre muito confortável por conta das suas 4.5 polegadas de tela, e nos primeiros testes, o modelo promete ser bem ajustado para os típicos usuários de linha média, que ocasionalmente desejam um smartphone com uma boa tela para ver vídeos de forma descompromissada.

Ao longo das próximas duas semanas, vou testar o smartphone, e o review completo será publicado no TargetHD.net. Até lá, fique com o vídeo das primeiras impressões do LG L70 Dual, e comece a pensar se ele pode mesmo bater de frente o muito elogiado Motorola Moto G.

 

[Minha Vida em Fotos] Eu sempre quis registrar o céu, de perto, com essa qualidade…

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Eu sigo testando a câmera do Motorola Moto X após a sua atualização, testando em diferentes situações. E estou cada vez mais satisfeito com isso.

No evento de ontem (29), de cobertura do lançamento do LG G2 (clique aqui para ler), eu fiz questão de levar o Moto X como câmera principal. E posso dizer que os resultados foram bem satisfatórios. Tudo bem que ainda poderia ficar melhor, mas como o ambiente estava tão escuro no evento, foi o melhor que foi possível fazer.

Mesmo assim, estou bem satisfeito com as melhorias. Tanto, que na volta para Araçatuba, resolvi fazer alguns despretensiosos cliques do retorno. Dos ares, o que é algo sempre muito bom.

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Teste de benchmark pra quê, não é mesmo?

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Quando esse post for ao ar, o review do Motorola Moto X já estará disponível no TargetHD. Normalmente procuro fazer o review mais completo possível, buscando esclarecer as dúvidas dos usuários. Uma dessas dúvidas eu considero meio desnecessária para a maioria deles, que só querem que o smartphone funcione bem. E se tornou mais redundante depois de hoje: o benchmark.

Eu sempre vi o benchmark com um pé atrás. Afinal de contas, é um teste de desempenho teórico e estimado de um dispositivo, que traça um comparativo com outros dispositivos, mas que não se traduz como a voz da verdade em um uso cotidiano. O teste do Moto X é uma clara prova disso: mesmo tendo resultados considerados inferiores aos dois modelos considerados tops de linha do mercado (Galaxy S4 e HTC One – mas incluo nessa lista o Xperia ZQ por minha conta), ele não ficou atrás dos dois primeiros em termos de desempenho e, principalmente, experiência de uso.

Pelo contrário. Acho o Moto X um smartphone espetacular, e na sua faixa de preços (até R$ 1.500) é hoje a melhor opção do mercado (mesmo com uma câmera não tão boa no momento – mas que a Motorola promete corrigir depois). Entrega a experiência de uso agradável, fluída, funcional e competente que a maioria dos usuários necessitam.

Aliás, a esmagadora maioria dos usuários (eu diria pelo menos 90%) não são usuários que vão fazer programação avançada nos smartphones. Logo, mesmo com um produto com um hardware “mediano” (pois não é) do Moto X pode satisfazer até aos mais exigentes, que normalmente querem um bom smartphone para vídeos e jogos, uma boa autonomia de bateria e uma ótima tela. Pois bem, o Moto X oferece tudo isso, sem ser um monstro nas especificações técnicas.

Sem falar no fato que alguma fabricantes de tecnologia andam maquiando benchmarks por aí.

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Hoje (01), o site ArsTechnica revelou mais uma maracutaia da Samsung, que turbina os resultados de benchmarks do Galaxy Note 3, adicionando um arquivo com os registros dos principais aplicativos de benchmarks disponíveis no mercado, que faz com que o seu processador aumente o seu clock automaticamente quando um desses aplicativos são executados pelo usuário no smartphone e/ou até mesmo quando o app fica em segundo plano.

O resultado do truque é que o mesmo processador presente no Galaxy Note 3 era, em média, 20% mais potente que o processador do LG G2. Totalmente desnecessário, não é mesmo?

Eu, que já tinha bronca desse tipo de teste (porque, de novo, o que realmente importa é se o smartphone/tablet funciona bem ou não, de acordo com as suas expectativas e necessidades), depois dessa “novidade” (só que não, pois a Samsung já fez isso no passado), decidi eliminar os benchmarks dos meus reviews. Primeiro, porque nunca achei que fossem relevantes (e tenho que desenvolver o meu trabalho naquilo que eu acredito também). Segundo, porque não sei quais são as fabricantes que estão repetindo a mesma estratégia. Logo, para não correr riscos, vamos cortar o mal pela raiz.

Aliás, um último conselho: opinião sobre “esse é melhor que aquele” no mundo da tecnologia varia muito de pessoa para pessoa. A melhor coisa que você pode fazer por você mesmo antes de comprar um produto é: depois de ler todos os reviews, vai na loja e testa o produto. Mesmo que depois você compre pela internet. Não conseguiu testar? Veja os reviews em vídeo. Tente obter o máximo de informações e tire as suas conclusões baseados no que você viu também.

A opinião de quem faz reviews e testa produtos pode ser importante pela experiência com o produto que você não teve. Mas busque ter as suas impressões e criar a sua impressão final sobre o produto. É melhor do que qualquer benchmark (que pode muito bem ser maquiado, dependendo do fabricante).

Bancada de Testes | Motorola Moto X

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Ele está em testes! O Motorola Moto X, o último lançamento da Motorola no mercado de smartphones, e o primeiro dispositivo a contar com a chancela e influência da Google em sua concepção e desenvolvimento, está em processo de testes para um futuro review, que será publicado em breve no TargetHD.net. Como sempre, esse post é para passar as primeiras impressões que tenho do produto, após 24 horas de testes.

Eu devo admitir que estou realmente impressionado com o Moto X. Para começar, ele é um produto visualmente bonito quando visto “ao vivo”. Uma peça de tecnologia de corpo único, sem parafusos expostos, com um acabamento traseiro que reforça a proposta de solidez e robustez do dispositivo. O produto tem uma pegada agradável, sendo do tamanho ideal para um uso diário em diferentes finalidades (jogos, música, interação nas redes sociais, vídeos, navegação na internet, etc).

Também destaco como ponto positivo o baixo peso. Apesar de parecer mais robusto nas fotos, o Moto X não pesa nas mãos e no bolso da calça, o que favorece na hora do transporte. Normalmente smartphones com telas da sua dimensão (ou um pouco maiores) tendem a ser mais pesados. Não é esse o caso, e isso faz a diferença para alguns usuários.

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O sistema operacional ainda é o Android 4.2.2 Jelly Bean (pelo menos no modelo que recebemos para testes), mas a sua interface possui poucas modificações. A principal novidade são os comandos de voz, que é um recurso interessante, mas ainda encontra algumas limitações na versão brasileira. São poucos comandos disponíveis, e em alguns casos, esses comandos acabam caindo na busca do Google. Precisa ser melhor implementado para que seja útil para os usuários brasileiros.

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Como disse antes, o Motorola Moto X é um dispositivo com baixa espessura.

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Os botões de liga/desliga e bloqueio de tela na lateral do produto, com os botões de controle de volume. Observe o acabamento lateral, muito bem feito.

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Assim como o acabamento da parte traseira do dispositivo, que possui um material que fornece um melhor agarre ao produto.

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O produto segue em testes por alguns dias, para que o review seja publicado em breve no TargetHD. A seguir, o vídeo com as primeiras impressões do produto. E, se você quer mesmo saber quando esse review vai ao ar, a sua resposta está aqui.

 

[Vida de Blogueiro] Em breve, review no @TargetHD: samrtphone LG Optimus 3D Max

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Acaba de chegar aqui na sede do TargetHD o smartphone LG Optimus 3D Max, enviado pela assessoria de imprensa da LG do Brasil, para reviews e testes, que serão publicados em breve no blog.

Vale a pena destacar que poucas vezes um produto chegou até mim lacrado. Ou seja, estou utilizando dessa vez uma unidade “0 km”, sem nenhum tipo de uso prévio.

Gostei do tamanho do aparelho. Parece ter uma boa pegada.

Tela de 4.3 polegadas, processador dual-core TI OMAP 4 de 1.2 GHz…

Espessura de 9.6 mm… mas o mais importante…

As câmeras, para registro de imagens em 3D! É, amigo… hora de registrar o mundo em três dimensões, já pensou?

Em breve, o LG Optimus 3D Max contará com review completo no TargetHD.net.

Mostraram uma versão inicial do Android instalada no Google Sooner

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A primeira versão do Android era muito diferente do que a que conhecemos agora. O motivo para isso? Elas foram desenvolvidas em “mundos” diferentes. No passado, aparelhos no estilo BlackBerry e Windows Mobile dominavam o mundo, e eles eram a referência.

O desenvolvedor Steven Troughton-Smith conseguiu um dispositivo chamado Google Sooner, que foi fabricado pela HTC em 2007, a pedido do Google. O smartphone possui uma versão do Android com data de maio de 2007, um teclado QWERTY físico e uma interface que não é sensível ao toque.

Esta versão do Android jamais se tornou pública, e como todo mundo sabe, o Google demorou demais para lançar o seu primeiro produto com o sistema operacional. Nesse meio tempo, o iPhone estreou em junho de 2007, e quando o HTC Dream ou o G1 chegou ao mercado, em outubro de 2008, era tarde demais.

Quer saber mais sobre a história do Android? Nosso amigo Steven está disposto a contar. Clique aqui.