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Meu novo gadget: Toshiba SATELLITE C75-A-156

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Toshiba SATELLITE C75-A-156

Com o Dell Vostro 5470 se tornando parte do meu passado (na boa, Dell NUNCA MAIS), eu fui atrás de um novo notebook para trabalhar. Decidi que queria um computador que ficasse comigo o máximo de tempo possível. E, nessa busca, me deparei com o excelente Toshiba SATELLITE C75-A-156.

Não é todo dia que me deparo com um notebook com tela de 17 polegadas e por um preço tão bom, ainda mais no Brasil. Aproveitei a oportunidade, fiz o investimento, e com algumas trocas de peças ele entra na categoria de “melhor notebook que já usei na vida”. Sem medo de errar.

Mais um milagre do OLX

Antes de tudo: OBRIGADO OLX PELA GRAÇA ALCANÇADA.

Eu paguei cerca de R$ 900 no Toshiba SATELLITE C75-A-156 seminovo. E alguns fatores influenciaram para chegar nesse preço.

O primeiro deles é que este já é um modelo descontinuado lá fora. E o segundo está ligado ao primeiro: este é um modelo que não existe no Brasil. O meu mesmo foi lançado no Reino Unido. Logo, sem assistência oficial da Toshiba, o produto se torna muito mais barato.

Sem falar que já tive um notebook da Toshiba nas mesmas condições, e fiquei muito satisfeito. Fiquei com um ultrabook da marca (que só é vendido nos Estados Unidos) por dois anos e meio, e achei o produto excelente. Só o vendi justamente porque comprei o Dell Vostro 5470.

E se eu soubesse que o produto da Dell seria tão decepcionante, jamais teria vendido esse ultrabook.

Além do próprio “fator OLX”, onde a maioria das pessoas precisam vender seus produtos com uma certa dose de pressa.

Soma-se tudo isso, e posso dizer que esta foi uma das melhores compras que fiz na vida.

 

Detalhes a se considerar

Toshiba SATELLITE C75-A-156 02

 

Tive que levar em consideração algumas coisas antes de me aventurar a comprar o Toshiba SATELLITE C75-A-156.

O principal deles foi a minha preocupação com o teclado no padrão do Reino Unido. Depois que instalei o Windows 10 no equipamento, eu tive que reconfigurar o teclado e a tecla de hotkey (ALT + GR) para obter acentos dentro do mapeamento sugerido nesse layout.

Felizmente tudo funcionou muito bem, assim como os drivers do dispositivo, que já estão todos instalados e baixados.

A curva de aprendizado do teclado é baixa, mas essa experiência pode variar de usuário para usuário. Eu, como fico digitando o dia inteiro, me forcei a ter essa curva mais acelerada.

Mas em linhas gerais é um teclado relativamente confortável. Não tanto como o do Dell Vostro, mas ajustado para minha produtividade.

Além disso, a tela de 17,3 polegadas (1600 x 900 pixels) pesou a favor. E uma tela ampla e perfeita para o meu trabalho. O maior notebook que tive até hoje.

Por fim, o Toshiba SATELLITE C75-A-156 é compatível com os módulos de memória RAM do Dell Vostro 5470. Isso fez com que eu saltasse dos 8 GB nativos do notebook para 12 GB, e já projeto a compra de outros 8 GB de RAM, para ficar com 16 GB.

E tudo isso trabalhando com uma SSD Kingston de 240 GB transformam esse notebook no melhor que tive na vida. Um desempenho simplesmente impecável.

Toshiba SATELLITE C75-A-156 03

 

Muito provavelmente farei um review do Toshiba SATELLITE C75-A-156 no TargetHD.net, apenas para registro de minha experiência.

Mas já posso dizer desde já que estou muito satisfeito com esse investimento. Muito acima do que eu esperava.

Nova barra de som SBX4250 da Toshiba

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A Toshiba apresenta a nova barra de som SBX4250, que conta com o sistema SRS TruSurrond HD, subwoofer sem fio, dois tweeters e quatro alto-falantes de 3.6 polegadas de altura, e 2.2 polegadas de profundidade. O produto também conta com entradas HDMI e áudio ótico, Bluetooth para conectar com PCs, tablets, smartphones e outros dispositivos compatíveis. Com potência de 300W, seu preço é de US$ 329,99.

Via Engadget

#FirstLook: Ultrabook Toshiba Protégé Z835

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Estive em São Paulo ontem (31/03), para mais uma de minhas viagens malucas de 24 horas. Entre tantas atividades que tinha que realizar por lá, uma delas era concluir a aquisição de um objeto de desejo dos últimos meses? um ultrabook. Depois de muito pesquisar, minha escolha foi pelo Toshiba Protégé Z835, e minhas primeiras impressões sobre o produto são as melhores possíveis.

Bom, o que define o ultrabook em seu conceito? Um notebook mais fino, muito leve, com um processador rápido e uma alta performance, com um valor abaixo dos US$ 1.000. Ou seja, um MacBook Air, mas sem o seu preço elevado. Os fabricantes aceitaram esse desafio da Intel, e os primeiros resultados começam a aparecer.

O modelo da Toshiba foi um dos primeiros a serem anunciados no segundo semestre do ano passado, mas ainda não chegou ao Brasil em larga escala. Logo, posso dizer que sou um dos primeiros a adquirirem o produto por aqui. E, pelo menos nesse começo, estou impressionado com a proposta.

O produto é realmente muito fino e leve. Entre os ultrabooks que estão no mercado, é o mais fino. E isso faz com que ele seja muito prazeroso para trabalhar, tanto com o produto no colo quanto com ele em uma bancada. As primeiras horas com o produto tem sido muito produtivas, e o modelo promete fazer a minha alegria de mobilidade, já que pesa apenas 1.1 kg. Ou seja, é mais leve que o netbook da HP que eu estava usando (review no @TargetHD em breve).

Acreditem, ele não pesa quase nada. Muito prático para o transporte.

Breve comparativo de espessura do ultrabook da Toshiba e do netbook da HP. Chega a ser até covardia a comparação.

Mas o que realmente chama a atenção no Protégé Z835 é o seu desempenho. É realmente impressionante que seja possível adicionar um processador de alta performance, com uma bateria de longa duração (pelo menos 5 horas de uso), e desempenho elevado em um produto com corpo tão fino e leve. O Windows 7 Home Premium de 64 bits se apresenta em performance plena, com uma experiência de uso simplesmente impecável, sem travamentos, e sem muito tempo gasto para a carga do sistema operacional e de seus aplicativos. Muito disso é possível graças ao disco de SSD presente no produto (que por sinal, não é dos mais rápidos).

Outro fator decisivo para a compra: o teclado retroiluminado. Ele consegue ser eficiente e agradável para uma digitação noturna, sem interferir na luminosidade das teclas em ambientes bem iluminados. Inclusive, um dos pontos fracos dos ultrabooks está no teclado, que não podem ter teclas muito saltadas como nos notebooks convencionais, para se manter mais fino, mas no caso do modelo da Toshiba, a adaptação está sendo bem tranquila. A única coisa que estou tendo que fazer é tomar uma maior atenção para o novo posicionamento das teclas, uma vez que o teclado está no padrão US-Internacional. Mas para quem vai usar o produto para redigir textos de longa duração, o produto é excelente.

O review completo do ultrabook Toshiba Protégé Z835 estará disponível no TargetHD.net em breve. No review, contarei todos os detalhes sobre o produto, que por enquanto, está correspondendo muito bem às minhas expectativas.

P.S.: esse texto foi redigido no ultrabook da Toshiba. Aliás, digitar com ele vem sendo uma alegria constante.

Seria esse o novo tablet da Toshiba?

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Esse tablet foi capturado pelo pessoal da Notebook Italia, em frente a um dos stands da IFA 2011, e pode ser o tablet Excite da Toshiba. Pelas imagens, o modelo roda sistema Android e conta com câmera frontal, além de processador TI OMAP4460 de núcleo duplo, a 1,5 GHz, slot para microSD, portas micro HDMI e microUSB. Vale aguardar um anúncio oficial da empresa.

via Notebook Italia

Sony, Toshiba e Hitachi, juntas, para tentar conquistar o mercado de telas LCD

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Segundo o jornal japonês Yomiuri Shimbun, Sony, Toshiba e Hitachi fecharam um acordo que prevê a fusão de seus trabalhos relacionados ao mercado de telas LCD, Por enquanto, o acordo está restrito aos produtos com tela pequena, como smartphones e tablets, e as grandes telas ficarão para um segundo plano. Com essa aliança, está criada uma empresa semi-pública, a Innovation Network Corporation of Japan, que é encarregada por 70% da nova sociedade.

É, eles vão adotar o método “a união faz a força”, com o objetivo claro de dominar esse segmento. Se vai dar certo? Só o tempo dirá.

via TechCrunch