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Razer Nabu Watch e Nabu X chegaram para testes

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Mais produtos de tecnologia chegaram para testes. A assessoria da Razer despachou para cá o smartwatch Razer Nabu Watch e a smartband Razer Nabu X, dois wearables pensados nos gamers.

Entendo que uma das principais tendências entre os fabricantes é tentar fazer com que os gadgets vestíveis e quantificadores se tornem uma tendência de mercado, ou um novo segmento onde o consumidor vai investir o seu dinheiro na próxima compra. A Razer cria uma segmentação dentro dessa categoria, buscando ajudar a vida dos jogadores profissionais e amadores, coletando alguns dos seus dados que podem ajudar em um melhor desempenho nas partidas.

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Os dois produtos vieram muito bem embalados, e com uma proposta visual bem agressiva, típica da marca. Eu ainda sou um usuário de relógios. Não consigo viver sem eles, apesar de entender que com smartphones e tantos outros dispositivos mostrando as horas, ter um relógio pode se tornar redundante. Não no meu caso.

Confesso também que me agrada ter uma smartband. Não apenas pela quantificação, mas é porque é dos gadgets vestíveis o ‘mais útil’ até agora. Pelo menos o mercado já se definiu sobre o que esse dispositivo faz e qual é o seu público alvo. Os smartwatches vão pelo mesmo caminho, mas ainda há uma certa indefinição nesse aspecto, levantando dúvidas sobre sua real utilidade.

De qualquer forma, os dois produtos estão em testes, e terão seus respectivos reviews publicados em breve no TargetHD.net. Por enquanto, deixo vocês com os vídeos de primeiras impressões e unboxing do Razer Nabu Watch e do Razer Nabu X.

 

FIFA busca o wearable definitivo para o futebol

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A FIFA e a International Association Football Board (IFAB) – esta última responsável pelas regras do futebol – programaram um encontro para o mês de novembro, para definir qual tecnologia wearable que poderá ser usada de forma definitiva pelas equipes de todo o mundo.

O objetivo é coletar informações adicionais sobre os jogos e desempenho de cada jogador. A ideia é que todos os times de futebol profissional utilizem o mesmo dispositivo wearable para monitorizar e quantificar esses dados, para uma melhor preparação física, treinamentos específicos e estratégias de times.

Os dispositivos podem ser ativados durante os jogos, e os dados podem explicar por que uns times vencem e outros não, além de ajudar aos médicos e preparadores físicos a detectar possíveis situações de risco para os jogadores.

Para a FIFA, uma das prioridades é que esses dispositivos tenham benefícios médicos preventivos aos atletas. Hoje, algumas equipes já usam esse tipo de sistema, mas de forma independente. A FIFA quer um sistema unificado.

Via Engadget

 

Os cinco wearables de maior destaque na IFA 2015

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Entre tantos gadgets apresentados na IFA 2015, algumas revisões são necessárias. E começo pelos wearables. O evento estava repleto de relógios inteligentes e monitores de atividades de diversos fabricantes, e esse post compila aqueles que receberam o maior destaque no evento de Berlim.

 

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Samsung Gear S2

Muito esperado e anunciado antes da IFA 2015, o Gear S2 fez a sua aparição oficial diante da imprensa. Com sua caixa redonda e a nova versão do Tizen, o produto foi um dos mais comentados do evento, por conta do bom traablho realizado pela Samsung: tela OLED circular de 1.2 polegadas, borda rotatória e um bom acabamento. Preço e disponibilidade são um incógnita. Por enquanto…

 

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TomTom Spark

A TomTom não quis se distanciar do setor esportivo, e o seu novo relógio Spark segue esta linha de design e funcionalidades. O produto pode fazer um acompanhamento detalhado de qualquer atividade realizada, contando agora com o seu próprio reprodutor musical (com 3 GB de armazenamento), e disponibilidade de vários modelos. A sua versão mais completa custará 249 euros, chegando ao mercado em outubro.

 

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Novo Moto 360

Os rumores estavam certos. A segunda geração do Moto 360 veio em dois tamanhos, de 42 e 46 mm, e conta com uma versão Sport, com diferentes materiais e GPS integrado. Nos dois equipamentos, temos as mesmas especificações técnicas (processador quad-core Snapdragon 400, 512 MB de RAM e 4 GB de memória interna). O novo Moto 360 tem preço base de US$ 299, e o Moto 360 Sport ainda não tem preço ou data de lançamento definida.

 

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Huawei Watch

O Huawei Watch foi apresentado na Mobile World Congress 2015, mas foi apenas na IFA 2015 que descobrimos o seu preço e disponibilidade. Não foi uma estratégia tão ruim assim, já que o relógio da Huawei voltou a atrair a atenção de todos. O dispositivo com Android Wear estará disponível ainda em setembro, com preços que oscilam entre 399 e 699 euros.

 

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Runtastic Moment

A Runtastic está em boa fase desde que foi comprada pela Adidas. A prova disso é a importante aposta feita no seu relógio Moment. Longe dos típicos monitores de atividades em forma de pulseira, a empresa quis adentrar no mundo dos wearables com um relógio analógico, com sensores que registram nossa atividade física. Sua bateria possui uma autonomia de cômodos seis meses, e o modelo estará disponível no final de setembro por 129,99 euros para a versão de alumínio, e 199,99 euros para a versão de aço inoxidável.

Wearables: tudo o que você tem que saber antes de comprar um

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Antes de qualquer coisa, o conceito de ‘wearable’ se define como um objeto inteligente desenvolvido para ser usado como um acessório (pulseiras, relógios, anéis, óculos, etc). Na maioria dos casos eles dependem de um smartphone, mas quem sabe em um futuro não muito distante eles se tornem algo completamente independente.

 

Os tipos de wearables

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Podemos encontrar com dispositivos específicos que coletam dados e mostram informações relativas ao dia a dia do usuário. Na teoria, eles são pensados para tornar nossas vidas mais simples (na teoria), mas bem sabemos que a tecnologia de consumo tem um caminho difícil a ser percorrido. Assim como aconteceu com os tablets e smartphones, é uma questão de tempo e vários testes para os wearables se posicionarem melhor no mercado.

* Focados na saúde: braceletes esportivos que são desenvolvidos para motivar o usuário a realizar atividades físicas, como relógios e pulseiras quantificadoras. Outros modelos são mais focados na medicina, como o PulseRelief da Philips, que ajuda a combater as dores nas costas.

* Acessórios: aqui entram os smartwatches, que na maioria dos casos se encarregam de enviar notificações do smartphone, quantificar as atividades do usuário (medir a pulsação e funções esportivas), entre outras funções. Os anéis também entram nessa categoria, como por exemplo o Smarty Ring, um anel com funções similares ao do smartwatch.

* Quantificadores: nesse segmento, temos as pulseiras esportivas que coletam dados sobre a sua atividade física e os seus padrões de sono. Talvez essa seja a categoria de wearable mais popular e mais útil no momento.

 

A plataforma é algo importante

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Como mencionei nas primeiras linhas desse post, os wearables dependem de um smartphone para o seu pleno funcionamento, de modo que é fundamental que você identifique se o produto a ser comprado é compatível com os dispositivos que você já possui hoje, antes mesmo de realizar a compra. A maioria são compatíveis com as plataformas iOS e Android. Alguns funcionam nas duas, e outros são exclusivos.

 

O preço é sempre um fator a se considerar

Os wearables não são produtos tão caros. As pulseiras esportivas são mais baratas (a partir de R$ 300), e os smartwatches, os mais caros (a partir de R$ 600). Já são muitas as opções que você pode escolher, e o melhor é que você decida com antecedência o tipo de dispositivos que você quer comprar. Também é importante que você teste o produto na loja sempre que possível, já que estamos falando de acessórios que nem sempre estão disponíveis no tamanho que você deseja.

 

Por fim…

Um wearable pode ser um investimento interessante, mas é preciso pensar muito bem antes de comprar um produto dessa categoria:

* Qual é o uso que você vai dar: identifique se você quer um acessório ou se quer um dispositivo que te ajude com uma atividade em especício, como quantificar treinamentos ou mostrar as notificações recebidas pelo smartphone.

* As opções que existem no mercado: hoje, quase todas as gigantes de tecnologia contam com dispositivos dessa categoria; alguns bons, outros nem tanto. Lembre-se: são acessórios, de modo que o design também conta, e muito.

* O preço também é importante: você vai escolher em função do que você mais precisa. Se você é um esportista de alta performance, não é qualquer relógio esportivo que vai te servir; procure a opção mais específica e completa possível.

Sobre o Motorola Moto 360

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Antes do seu anúncio oficial, eu já queria esse produto como um dos meus itens de tecnologia para o final do ano. Depois da sua apresentação, bom… quanto custa o novo Moto X mesmo? Bom, a Motorola apresentou oficialmente o Moto 360, o relógio inteligente mais cobiçado de 2014. O produto continua sendo atraente, mas não é perfeito. Não que isso estrague tudo, mas me deixa com um pé atrás.

Primeiro, falemos dos pontos positivos do produto. Para começar, o seu design é excelente. Um smartwatch com design que se aproxima dos relógios convencionais que utilizamos hoje, com uma tela redonda – diferencial que rapidamente pode ser considerado um ponto de referência para os fabricantes, já que caiu no gosto de muita gente -, as funcionalidades do Android Wear complementadas com os recursos exclusivos da Motorola que exploram todo o potencial do dispositivo – principalmente quando interage com o novo Moto X.

O Moto 360 tem como outra grande vantagem (ou diferencial, entendam como quiser) o seu sistema de recarga sem fio, que aparentemente é o mais prático possível. Ao final do dia, você tira o relógio do pulso para dormir, acomoda o dispositivo no carregador, e pronto. Sem conectores ou cabos para ficar em cima do seu criado mudo (sério, minha mulher reclama disso).

Pelo seu tamanho, o Moto 360 aparenta ter uma tela relativamente grande, com um peso de 49 gramas. Não que isso seja um problema, mas acho que o público feminino não vai se sentir tão interessada em utilizar um dispositivo desse tamanho no pulso. Por outro lado, como esse relógio também conta com aspirações esportivas (quantificador, contador de passos, pulsômetro, etc), esse é um dispositivo que pode ser muito bem vindo para aquelas pessoas que querem usar um único dispositivo durante todo o dia.

Sem falar que esse relógio também conta com 4 GB de armazenamento, e coma ajuda dos novos fones Bluetooth apresentados hoje, é possível reproduzir algumas músicas armazenadas nessa memória, dispensando assim o uso do smartphone ou celular como player musical, ou até mesmo dispensando o MP3 player de todo o sempre na hora de ouvir suas músicas durante as caminhadas, corridas e exercícios.

Mas como eu disse no começo, o Moto 360 não é perfeito. O seu grande ponto fraco (por enquanto) é a sua bateria, que não tem autonomia prometida para mais de um dia de uso. Tudo bem, eu entendo que os aspectos técnicos que implicam em um maior consumo de energia em um dispositivo como esse devem ser levados em consideração, e que esse é apenas um dos primeiros relógios inteligentes do mercado (ainda é um segmento novo para o mundo da tecnologia), porém, o que os usuários mais desejam nos seus gadgets é que eles funcionem por mais tempo longe do carregador.

No caso do Moto 360, vamos ter que recarregar sua bateria todos os dias. Se a pulseira quantificadora já me incomoda recarregar a bateria a cada dois dias, imagine com um relógio…

Enfim, não chega a ser uma decepção. Ainda quero o Moto 360, mas quero testá-lo antes. Acredito que vou fazer o review do produto o quanto antes me form permitido. Diferente do novo Moto X, que já tem um grande potencial de compra da minha parte antes mesmo de um teste mais prático, o relógio da Motorola ainda precisa passar por uma avaliação mais aprofundada para um investimento em definitivo. Até porque o seu valor no Brasil ainda não foi anunciado.

Mas há potencial, devo admitir.

Um quantificador para os corredores

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Um quantificador para quem já está acostumado a correr, seja como hobby ou de forma mais profissional. Na verdade, já existem gadgets que fazem esse monitoramento, mas o runScribe é um wearable pensado especificamente para quem corre, e funciona de forma muito específica e pensada para registrar muito mais dados do que os quantificadores convencionais.

O pequeno gadget é instalado no tênis, e com a ajuda de um sensor de movimento de nove eixos, ele é capaz de registrar muitas variáveis, como a distância percorrida, velocidade, ritmo, força, impacto das freadas… enfim, uma análise mecânica completa.

A informação registrada no dispositivo é enviada para o smartphone, gerando diferentes gráficos que mostram o progresso diário, onde podemos melhorar nos treinamentos, entre outros dados que ajudam no desempenho do atleta, otimizando cada treinamento.

Seus criadores garantem que é um dispositivo perfeito para amadores e profissionais, mas fica evidente que aqueles que correm todos os dias (e não aqueles que só correm – e mal – a São Silvestre) vão aproveitar melhor os seus benefícios.

Por enquanto, a runScribe está em campanha de arrecadação na Kickstarter (já superaram a meta de US$ 50 mil para produção). Seu preço é de US$ 139, e os primeiros envios acontecem no final de 2014.

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Michael J. Fox Foundation e Intel fecham parceria na luta conta o Parkinson

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A mundialmente conhecida The Michael J. Fox Foundation (MJFF) e a Intel uniram suas forças para um novo projeto, onde os dispositivos pessoais são os protagonistas, coletando informações que podem ajudar na pesquisa do Mal de Parkinson.

Os pacientes utilizam uma pulseira quantificadora, que mede as 24 horas de atividades de forma mais objetiva e confiável, analisando a velocidade de movimento, a severidade dos tremores e a qualidade do sono. Esses dados são processados por uma plataforma de análise de dados desenvolvida pela Intel, que oferece o software open-source da pesquisa, armazenamento e manipulação de dados Cloudera.

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No futuro, essa plataforma pode ser usada para técnicas mais avançadas, com o objetivo de desenvolver modelos preventivos que detectem as mudanças na doença de forma muito mais precisa. O estudo está trabalhando também em um aplicativo para dispositivos móveis, que permitirá aos pacientes introduzir dados sobre os medicamentos tomados, anotar suas sensações, e inserir outras informações que complementam os dados coletados.

 

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Smash é uma pulseira que quer descobrir o Rafael Nadal preso dentro de você

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Uma pulseira destinada a monitorizar o seu desempenho no tênis. A Smash é a mais nova proposta desse segmento.

Essa pulseira conta com sensores de movimento que registram todos os giros de pulso do jogador, medindo desde a velocidade do saque até a sua trajetória, passando pelo controle dos voleios e drives com a raquete. A Smash é capaz de oferecer uma análise completa do seu exercício, orientando o usuário sobre os seus pontos mais fracos, ou onde precisa melhorar no estilo de jogo. Todos esses dados são registrados em um aplicativo móvel, que sincroniza os dados coletados pela pulseira (via Bluetooth).

A Smash está em processo de financiamento na Kickstarter, e tem uma ambiciosa meta de US$ 200 mil de arrecadação. Seu lançamento está previsto para fevereiro de 2015, e seu preço sugerido é de aproximadamente 135 euros (87 euros, para quem apostar no projeto nesse instante).

 

Via Kickstarter, Smash, TechCrunch

Tecnologia modular: esta é a nova tendência?

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Em menos de um ano, surgiram uma série de novidades que sinalizam que uma das novas tendências do mundo da tecnologia é… a tecnologia modular. Primeiro, o Project Ara, conduzido pela Google e Motorola (agora é só da Google, já que a Motorola vai para as mãos da Lenovo). Depois, o ZTE Eco-Mobius, com foco na ecologia. Mais adiante, o Blocks, o smartwatch modular, e agora, o NEX, cujas funções variam de acordo com o desejo do usuário.

Onde isso vai parar?

Wearables, e a tendência dentro da tecnologia

2014 vai ser o ano dos wearables. A CES 2014, e principalmente, a Mobile World Congress 2014 mostraram claramente que os fabricantes vão apostar mais nas pulseiras para desportistas (como a Fitbit e a Jawbone) e nos relógios inteligentes . Em comum, todos esses gadgets contam com funções específicas para cuidar da sua saúde.

Agora, os gigantes do mercado de tecnologia começam a chegar nesse segmento. Enquanto Apple e Google seguem apenas sendo o alvo dos rumores sobre os lançamento dos seus respectivos smartwatches, a Samsung já lançou a sua segunda geração de smartwatches, de olho em um mercado estimado de US$ 9 bilhões. E crescendo. Por conta disso, foi protagonista na MWC 2014, com os modelos Gear 2 e Gear 2 Neo, além da pulseira Gear Fit.

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Porém, os smartwatches ainda são produtos caros, e não fazem tudo aquilo que os usuários desejam. E aqueles modelos que fazem, não o fazem com precisão. Porém, com a personalização da tecnologia modular, não vamos ganhar a precisão necessária, mas ao menos ganharemos a personalização, o que já é um grande ganho. Chega de contadores e sensores desnecessários e pouco funcionais.

Dos quatro principais projetos de tecnologia modular, os dois últimos que citei no começo do post (o Blocks e o NEX) são dispositivos wearables, que oferecem uma relação de uso muito mais pessoal, oferecendo uma individualidade nos recursos e funcionalidades.

A boa e a má notícia

Por um lado, os gadgets modulares oferecem um maior controle de uso, maior personalização, e a redução da necessidade de trocar de dispositivo todos os anos. Todo mundo ganha com isso: o seu bolso, o meio ambiente… o seu bolso de novo…

Por outro lado, a experiência pouco controlada já demonstrou os seus problemas. Os produtos mais elogiados e com melhor experiência de uso são justamente aqueles onde cada detalhe foi supervisionado pela marca que o vende. O usuário comum (que é a maioria, por mais que você não concorde com isso) não quer ter que se preocupar em fazer ajustes ou complementos. Querem simplesmente fazer tudo da forma mais direta, simples e óbvia possível.

É claro que os desenvolvedores dos dispositivos modulares podem pensar em soluções que tornam essa experiência de personalização algo tão simples quanto fritar um ovo. Porém, nesse primeiro estágio, as chances do usuário comum ter um certo “preconceito” em relação à proposta é, no mínimo, razoável.

De qualquer forma, essa segue sendo uma iniciativa positiva e promissora. Ver empresas consolidadas no mercado mobile (como ZTE e Google) apostando nessa proposta é uma das provas disso. Até porque todos vão precisar encontrar soluções para se manterem em expansão no mercado. Sim, pois uma hora, todo mundo vai ter o seu smartphone. E é nessa hora que os fabricantes terão que se reinventar para buscar argumentos para vender novos dispositivos.