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Videocast | Ou você aceita as novas regras, ou sai do WhatsApp

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O WhatsApp mudou as regras do jogo e os seus termos de uso.

Agora, todos terão que compartilhar o seu número de celular com o Facebook para fins de envio de publicidade.

Muita gente não concordou com isso, e inicialmente recusou as novas regras. Mas… depois dos 30 dias que todo mundo teve para se decidir, o que vai acontecer?

Muita gente ficará de fora do WhatsApp? Ou a empresa de Mark Zuckerberg vai ser mais complacente com todo mundo?

Nesse vídeo, eu falo mais sobre assunto.

 

 

Telegram, a “mulher de malandro” do brasileiro

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Telegram

Tá bom, eu sei que é ‘O’ Telegram (no masculino). Mas no contexto que quero colocar nesse post, vocês vão entender onde quero chegar.

O WhatsApp enfrentou mais um bloqueio judicial no Brasil. Nesse momento, além da paz de espírito e maior produtividade, o serviço de trocas de mensagens instantâneas não está funcionando. E todo mundo sabe o que isso significa: uma corrida desenfreada para o Telegram, concorrente com funcionalidades similares.

A busca pelo aplicativo volta a ser efetiva, e em um volume tão amplo, que o próprio Telegram pede para que os usuários não enviem muitos códigos de registro via SMS, pois as operadoras de telefonia não estão aguentando a demanda.

Isso significa então que o Telegram está na crista da onda, se tornando o novo queridinho do internauta brasileiro?

É claro que não! Mais uma vez o Telegram está fazendo papel de mulher de malandro!

 

Por que mulher de malandro?

Eu fico pensando como os executivos do Telegram se sentem a cada vez que o WhatsApp é bloqueado no Brasil. Eles devem ficar em uma empolgação louca, imaginando que as atenções agora se voltam para eles, e que o serviço vai acumular novos usuários rapidamente.

O problema é que o ser humano não foi tão adepto à tal fidelidade. Não é a simples questão da troca por outra esposa, marido, ficante, amante ou aplicativo. Mas sim o fato de se manter fiel  a quem lhe deu a mão.

Quando esse novo bloqueio do WhatsApp terminar (se seguir a regra das últimas vezes, não dura nem 30 horas), a grande maioria das pessoas vai simplesmente abandonar o Telegram, tão rápido quanto mandar um nude em privado… no WhatsApp. Se fosse para o este serviço ser esse sucesso todo depois de dois bloqueios do seu principal concorrente, o serviço já teria se consolidado de forma real e efetiva no Brasil.

Mas não é oque eu vejo. A maioria deixa o Telegram às moscas, renegado. E não será surpresa se o mesmo acontecer mais uma vez.

No caso do WhatsApp, doer no bolso deve resolver

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A decisão judicial que bloqueou R$ 19,5 milhões do WhatsApp por não colaborar (mais uma vez) com investigações da justiça brasileira é mais um capítulo dessa guerra que parece estar longe de terminar. Mas pelo menos o serviço não foi suspenso, com seus usuários diretamente afetados.

Ou seja, dessa vez, quem sofreu as consequências diretas foi o WhatsApp (ou o Facebook, como preferir), e essa é sempre a melhor opção. Bom, pelo menos parto do princípio que ninguém quer perder dinheiro nesse mundo, ainda mais em tempos de crise.

Mas… será que vai resultar em mudanças da postura da empresa líder no mercado de mensagens instantâneas?

 

Mexer no bolso normalmente funciona

É possível.

A justiça brasileira tem poder de confiscar e congelar recursos financeiros de praticamente qualquer pessoa ou empresa, e no caso específico do Marco Civil da Internet, essa consequência está prevista para aquelas instituições que não seguirem as regras previamente estabelecidas.

É claro que não ter o serviço funcionando por três dias pode causar um impacto imediato no WhatsApp, já que a concorrência sempre ganha usuários. Mas não imagino ver as pessoas saindo do serviço para abraçar apenas os concorrentes.

Hoje o WhatsApp é uma plataforma mais que consolidada. Não só para comunicação pessoal, mas muita gente usa o serviço para ganhar dinheiro, seja mantendo os seus contatos profissionais e corporativos, ou até mesmo gerenciando o seu comércio de pequeno, médio e grande porte. Várias vezes já pedi lanches e outros serviços em modo delivery via WhatsApp.

Logo, quem está no WhatsApp não vai sair dele por causa disso.

Por isso, a melhor forma de sensibilizar o coração peludo de Mark Zuckerberg para mudar um pouco a filosofia superprotetora de dados do WhatsApp é efetivamente mexendo onde mais dói: no bolso.

R$ 19,5 milhões para uma empresa que vale bilhões pode parecer inicialmente um dinheiro de cafezinho. Mas abre um precedente que, para quem não quer perder dinheiro a longo prazo, é mais do que alarmante. É quase certo que alguns executivos da plataforma estão repensando essa história de não dar a mínima para a justiça brasileira, acreditando que aqui no Brasil tudo pode.

Eles até estão certos nessa forma de pensar. Mas aos poucos as coisas estão mudando.

WhatsApp e dor no pescoço: existe alguma relação entre eles?

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A publicação de um estudo produzido pelo cirurgião Kenneth K. Hansraj sobre a pressão que o nosso pescoço recebe quando nos colocamos na posição para ler ou escrever uma mensagem no smartphone produziu várias discussões sobre os malefícios em nossa saúde do uso das novas tecnologias. Veremos como então o WhatsApp (ou o abuso do uso do smartphone) está prejudicando a nossa saúde.

 

O que diz o estudo de Hansraj?

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O estudo de 2014 do chefe de cirurgia da coluna e de reabilitação de Nova York publicado na Surgical Technology International avaliava o nível de estresse suportado pela coluna cervical, de acordo com a posição da cabeça no pescoço. O estudo viralizou rapidamente por conta da imagem acima.

Nela, podemos ver como o peso de nossas vértebras cervicais muda em relação ao grau de flexão do pescoço e ao adiantado da posição da cabeça. O estudo foi realizado a partir de uma simulação em três dimensões, onde se calculava o peso suportado pelo pescoço em diferentes posições.

Em uma posição “normal (cabeça erguida e olhando para frente), nosso pescoço suporta 60 newtons de força, ou 6 quilos de peso sobre as vértebras. Nessa posição, o centro de gravidade está a 18 centímetros sobre a vértebra C7. A flexão do pescoço para frente muda o centro de gravidade e o peso que nosso pescoço vai suportar. Em uma posição de 60 graus de flexão, que é a mesma quando olhamos para o smartphone para ler mensagens do WhatsApp, o peso suportado pelas cervicais é de 27 quilos.

O estudo de Hansraj conclui que a maior flexão do pescoço e o adiantamento da posição da cabeça aumenta o peso suportado pelo pescoço, e isso deve ser levado em consideração nas cirurgias de coluna para reconstrução do pescoço.

 

As consequências dessa postura em nosso corpo

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Nesse caso, o corpo sofre da sobrecarga na musculatura da zona cérvico-escapular (parte alta das costas, nos trapézios) e dores na região do pescoço depois de muito tempo em uma posição de flexão que não é a natural para o ser humano.

Alguns especialistas denominaram esta dor pelo uso indiscriminado do smartphone em uma postura incorreta como a “síndrome do pescoço de texto” (text neck syndrome). Além da dor e da tensão no pescoço e ombros, também é possível experimentar uma dor de cabeça ou espasmos musculares, já que a postura ativa os pontos de gatilho (trigger points), ou nódulos que geram dores com a sobrecarga ou compressão.

De acordo com a definição dessa síndrome, uma má postura durante muito tempo resulta em dores e em uma possível lesão crônica. Em geral recomenda-se evitar passar muito tempo na postura com a cabeça muito inclinada, e levar uma vida mais ativa para compensar o sedentarismo e o tempo que passamos diante das telas.

 

Isso é tão alarmante como parece?

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Mais ou menos.

Para começar, a postura do pescoço flexionado e da cabeça para frente não é algo exclusivo dos smartphones ou tablets: quem lê muito tem postura similar ou pior (principalmente se o livro está apoiado em uma mesa), afetando o pescoço do mesmo jeito. Vale a pena lembrar os tempos de estudante, e rapidamente perceberemos que a posição que ficávamos na sala de aula ou biblioteca é a mesma que usamos hoje nos dispositivos móveis.

É claro que a aparição dos smartphones e tablets fizeram com que o usuário mantivesse essa posição por mais horas ao longo do dia, e é possível que, por causa disso, os alarmes são mais constantes. Fato é que: uma maior flexão do pescoço e uma posição de cabeça adiantada pode resultar em estresse, no peso a mais para a coluna cervical, com maior ou menor flexão do pescoço. Mas não faz relação direta entre a dor de cabeça ou das costas com esses fatores.

Outras atividades profissionais como enfermeiros e músicos também passam pelos mesmos sintomas, e isso faz com que uma associação da postura ou posição do pescoço à dor não se faça efetiva. Entre os adolescentes (por exemplo), essa associação não procede.

Podemos então ficar despreocupados?

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Não devemos relaxar nossa postura de um modo geral, seja lendo em um smartphone ou tablet, ou em um livro. Mas nem por isso precisamos ser alarmistas: um estilo de vida ativo, com certa dose de movimento (o corpo humano foi desenvolvido para se manter em movimento) e um uso responsável da tecnologia são fatores totalmente compatíveis.

Levantar a cabeça de tempos em tempos, ativar nossas articulações, caminhar para melhorar a circulação e a oxigenação dos tecidos e manter de forma habitual uma postura cômoda e relaxada trarão benefícios para a nossa saúde a longo prazo.

Sofrendo de abstinência do WhatsApp?

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Eu… ainda não.

Quase 24 horas depois do bloqueio do WhatsApp no Brasil (previsto para 72 horas), já vi algumas pessoas dizendo que “ontem foi o pior dia da minha vida”. Bom, não os culpo, mas também não dá para apoiar essa afirmação na íntegra. É claro que esse tipo de proibição, que pune um monte de gente que não tem nada a ver com o tráfico de drogas, é algo bem chato. Mas… existe vida fora do WhatsApp. E muita.

A produtividade no trabalho é o primeiro efeito imediato do mundo sem WhatsApp. Sem ter o smartphone apitando toda hora, você consegue se concentrar melhor nas suas atividades, a ponto de terminar o seu serviço mais cedo. Isso é algo que não me acontecia a algum tempo. Não que eu fique muito tempo preso ao serviço: os grupos que participo ficam todos silenciosos, e só vejo as mensagens dos grupos quando entendo ser necessário.

Mesmo assim… sem ter uma distração te interrompendo o tempo todo, ou tirando sua concentração, faz uma grande diferença. Nesse aspecto, estou satisfeito com o fato do WhatsApp ficar lá, quietinho, sem realizar qualquer tipo de interrupção na minha rotina.

Outro efeito imediato e natural é a economia de bateria do smartphone. Sem ter o sistema de vibração funcionando a casa minuto, ou sem precisar acionar a tela de forma mais constante, a bateria do dispositivo automaticamente vai durar mais tempo. Ou vai me dizer que você não percebeu isso? Bom, tem aqueles que ainda ficaram utilizando outros serviços de mensagens instantâneas (o Telegram agradeceu e muito com os acontecimentos de ontem). Mesmo assim, a economia de bateria é algo perceptível.

Tudo bem, alguns efeitos do bloqueio do WhatsApp são inusitados. A TIM liberar SMSs de graça enquanto a proibição durar é algo que chama a atenção positivamente, mas também mostra um certo “pulo do gato” da operadora, pois vai inflar os seus números para investidores e para a própria operadora. Convenhamos: as operadoras não lucram mais com envio de mensagens de texto. Querem mais que as pessoas utilizem o serviço para mostrar para as outras que tem maior participação no mercado. Só isso.

Outras pessoas voltaram no tempo, e descobriram que o smartphone também serve para realizar e receber chamadas telefônicas. Algumas pessoas que eu conheço estavam apelando para o telefone fixo, algo que, sinceramente, já me perguntava quem ainda utilizava isso. Mas entendo que faz parte de todo o processo de abstinência da comunicação.

Encontrei muita gente sofrendo sem o WhatsApp. Eu, até agora, estou bem de boa. É claro que não concordo em ver 100 milhões de usuários pagando por conta da decisão de um, visando pegar meia dúzia de criminosos. Questiono se vale esse esforço todo. Mas… enfim… regras são regras.

Queria saber o que tem a dizer aqueles que apoiaram o Marco Civil da Internet do jeito que estava, com um texto cheio de brechas como essa. Bem que tentamos avisar. Mas preferiram apoiar um texto que violava direitos constitucionais de milhões de brasileiros.

Se não tomarmos cuidado, é só o começo.

Facebook compra WhatsApp. WhatsApp fora do ar. É muita piada pronta junta…

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Não que eu esteja sentindo falta do WhatsApp nesse exato momento (muito pelo contrario – e explico isso daqui a pouco), mas o aplicativo recém comprado pelo Facebook está fora do ar. Coincidência? Pode ser. Mas é mais uma oportunidade de piada pronta no mundo tech.

Normalmente, quando uma grande corporação adquire uma empresa menor com uma ideia interessante, sempre fica aquela pergunta: “o que vai ser daquele serviço que eu utilizava todos os dias”. Eu tento ser racional sobre o assunto, e não ficar alimentando as teorias conspiratórias. Penso que as coisas não vão mudar, e que nenhuma grande empresa é burra em mudar o perfil de uso que estava dando certo antes.

Não acho que Zuckerberg é burro ao ponto de mudar as regras do jogo com o WhatsApp. Porém, com as inoperância do serviço de mensagens instantâneas no dia de hoje (22), é impossível não pensar na expressão…

Começou…

Tá, pode ser uma falha momentânea. Pode ser mera coincidência. Mas… já pensou? Você paga US$ 19 bilhões em um serviço, e três dias depois, ele para de funcionar. Qualquer um vai procurar o Procon para ter o dinheiro de volta, certo? Depois de xingar muito no Twitter, é claro…

Como normalmente fico longe do computador no sábado, eu não me importei com o WhatsApp ter ficado offline o dia inteiro. Normalmente uso o serviço para resolver algumas questões do SpinOff, e nesse caso, a vida está encaminhada nas próximas duas semanas. Além disso, queria mesma descansar no sábado, sem ter o meu smartphone apitando a cada 40 segundos.

Mas não culpo os mais desesperados pelo serviço. Afinal de contas, quem quer voltar para o SMS? Gastar R$ 0.05 por mensagem (ou R$ 0.50 por mensagens ilimitadas) pra quê, se posso fazer isso “de graça”?

De qualquer forma, daqui a pouco o serviço volta ao ar, como se nada tivesse acontecido.

Enquanto isso não acontece… aproveite o sábado! Converse com alguém frente a frente! Vale a pena!

WhatsApp, ou quando US$ 0,99 por ano deixou muita gente indignada

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O WhatsApp se tornou um dos aplicativos favoritos dos usuários de smartphones. É prático, rápido, muito econômico (pois é compatível com qualquer conexão de internet) e é de graça. Bom, quero dizer, era. A empresa desenvolvedora do aplicativo de comunicação instantânea decidiu cobrar dos novos usuários US$ 0,99 por ano de utilização do serviço (antes, o aplicativo custava em torno de US$ 5), e isso deixou muitos usuários indignados. De forma até estranha, mas é compreensível.

E olha que aqui “não é pelos 20 centavos”. Por uma razão quase inexplicável, quando é imposto um pagamento anual a um serviço que usamos todos os dias, mesmo que seja em um valor simbólico de US$ 1, as pessoas reclamam. É o típico caso de “valor percebido”, termo esse muito utilizado no marketing. Funciona mais ou menos assim: as pessoas são questionadas sobre quanto o serviço nos oferece para o valor que pagamos por ele. Por exemplo um café, que consumimos em poucos minutos, pode custar os tais R$ 3 (em média, e ainda assim, eu acho caro), que é um preço razoavelmente justo.

Mas quando falamos de um serviço com um grande valor agregado, como é o caso do WhatsApp, a equação se torna mais complicada. A decisão de pagamento anual foi tomada em março de 2013, com o aplicativo deixando de ser gratuito no Android para os novos usuários. Na prática, o valor a ser pago pela assinatura anual do WhatsApp é ridículo, ainda mais se fracionarmos por dia.

Porém, alguma coisa mudou de forma definitiva: a percepção do usuário sobre um produto que deixava de ser gratuito para ser pago. A indignação se estendeu pela rede, dividindo os usuários em dois grupos. De um lado, aqueles que lembravam o quão ridículo é esse valor por dia. Do outro lado, aqueles que achavam injusto ser taxados apenas por serem “novatos” no serviço.

Vale a pena lembrar que, graças ao WhatsApp, o SMS simplesmente está morto. E olha que os usuários pagavam bem mais por uma mensagem de SMS (que hoje pode ser ofertado pelas operadoras “de graça”, dependendo do plano escolhido pelo assinante… e ainda assim você está pagando alguma coisa), sem reclamar (ou reclamando, mas sem tanta ênfase). Além disso, os criadores do WhatsApp também anunciaram que o serviço também será de assinatura anual para os usuários novos do iOS, o que deveria acalmar os ânimos dos Android users.

Mesmo assim, os indignados lançam outro forte argumento para reclamar: o WhatsApp sempre foi um app pago no iOS, e essa era a única fonte de lucros reconhecida para o aplicativo. Ou seja, os donos do iPhone novatos podem descarregar o aplicativo de forma gratuita, utilizar o mesmo no primeiro ano a custo zero, para depois entrar no plano de assinatura anual. E isso, para algumas pessoas, é algo inaceitável.

Para completar, outros serviços aparecem como competidores diretos do WhatsApp, como por exemplo o LINE ou o WeChat, que oferecem a mesma proposta do popular aplicativo de troca de mensagens, mas adicionando recursos que agregam um valor de mercado ainda maior, como as chamadas via VoIP e stickers.

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O LINE, por exemplo, opta por obter lucros através da venda de serviços agregados (os stickers). O WeChat ainda não estabeleceu um modelo para obter lucros diretamente dos usuários, mas já capitaliza pelas parcerias com empresas como o McDonald’s, no formato de pagamento de produtos e serviços pelo aplicativo. Com isso, eles podem passar um bom tempo sem cobrar um centavo dos usuários.

O que chama a atenção na decisão do WhatsApp é justamente cobrar uma mensalidade anual no mesmo tempo que os seus concorrentes estão encontrando soluções alternativas para não cobrarem dos usuários. Tudo bem, o WhatsApp ainda é lider em mercados considerados chave, como o europeu, além de manter poucos serviços agregados, mas que funcionem bem. E isso pode garantir a liderança do serviço por mais algum tempo.

Mesmo assim… voltamos para o exemplo do café.

Pagamos todos os dias mais em um cafezinho do que em um ano de assinatura do WhatsApp. Então… por que ficamos indignados com o aumento do WhatsApp?

A reflexão é obrigatória para os usuários de dispositivos móveis, e seria importante averiguar por que esse paradoxo acontece. Porém, no meio dessa tormenta toda, temos que lembrar algo que sempre se faz presente no mundo da tecnologia: por trás de cada aplicativo, existe uma pessoa, ou uma equipe de desenvolvedores, que se esforçou e dedicou horas, dias e semanas de trabalho para oferecer alguma coisa que melhore a vida dos usuários.

Logo, é justa a cobrança de uma compensação por tal serviço prestado, e ao usuário, também cabe que essa roda siga girando: em teoria, se os desenvolvedores de apps ganham mais dinheiro, maiores serão as chances dos nossos aplicativos preferidos serem ainda mais sofisticados.

E tudo isso por apenas US$ 0,99 por ano.