@oEduardoMoreira

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Goku vs Street Fighter 2: um crossover sonhado por muitos

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goku

O pessoal do GamebilStudio publicou em seu canal no YouTube o vídeo ‘Goku vs Street Fighter 2’, onde eles interpretam como seriam os combates do popular saiyajin com os personagens principais da popular franquia da Capcom.

Já dá para imaginar o resultado: nenhum lutador é capaz de fazer frente a Goku, que não tem dificuldades para alcançar o chefe final do jogo, M. Bison. Ali, ele se transforma em super guerreiro, e terá que enfrentar um ‘convidado de honra’. Não vou tirar a graça do vídeo, e vou parar de escrever para que você possa vê-lo a seguir, até o final.

 

Via GamebilStudio

Gangnam Style ‘zerou’ o contador de visitas do YouTube

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psy-rompe-youtube

Acredite, se quiser, mas ainda tem muita gente assistindo ao vídeo ‘Gangnam Style’, do Psy. O pessoal do YouTube jamais imaginou que um vídeo poderia superar a marca de 2.147.483.647 reproduções, algo que esse vídeo alcançou quase sem querer. O resultado? O vídeo ‘zerou’ o contador do YouTube.

Eles explicam que o problema está na utilização de um número inteiro de 32 bits para o contador de reproduções, alcançando o valor positivo de 214748364. Marca essa que foi superada pelo vídeo.

A equipe do YouTube já trabalha na solução do problema e estabelecer um novo limite do contador. Caso eles utilizem a marca de 64 bits, a margem de limite de visualizações sobe para 3.372.036.854.775.808. E isso deve ser o suficiente.

 

+info

Aprendeação Igonorante | Ofender para provar que está certo (só que não)

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provou-seu-ponto

fala muita merda KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
pontuação do s4 no antutu é 20219, animal.

a diferença da camera nao é considerável? pqp cara.. faz um comparativo q preste

A ignorância do pequeno animalzinho acima é em escalas. Pra começar, o modelo analisado foi o SAMSUNG GALAXY S4 MINI (como diz claramente o título do vídeo), e não o GALAXY S4 – mas o analfabeto funcional leu o que quis. Depois, para reforçar o seu ponto, reclamou – pra variar – da câmera (que eu critiquei no caso do Sony Xperia SP – que é pior mesmo, queiram vocês ou não).

Tipo… fazer melhor do que eu essa raça de gente não faz, não é?

São “pessoas” (eu não chamaria de gente esse tipo de “pessoa”, mas como a lei me obriga) como essa que eu tenho prazer sádico em simplesmente banir das minhas áreas de conteúdo. Apenas por não compreenderem a linha entre a crítica e a ofensa.

A censura na era da internet. Sim, isso existe…

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É um pouco contraditório para mim, e confesso que não consigo entender isso direito. Como alguns governos, de forma quase estúpida, acreditam que uma das formas “eficientes” de calar o povo é censurando o seu direito à liberdade de opinião… na internet. Justo na internet, que não só representa um dos meios mais livres de qualquer pessoa escrever o que quiser, sobre o que quiser. E principalmente: onde a mensagem, de uma forma ou de outra, vai alcançar o maior número de pessoas, o mais depressa possível.

A Justiça da Turquia decidiu a favor do Twitter sobre a polêmica decisão do governo daquele país em censurar uma conta do microblog que estaria “denegrindo”a imagem dos parlamentares, denunciando casos de corrupção no país. Aqui, não só o direito da liberdade de expressão era vetado, mas também o direito à denúncia daquilo que estava errado.

Aí eu penso: e se a moda pegar aqui no Brasil?

Sim, pois tudo no Brasil é possível. Se condenados podem “escolher” quais serão os seus juízes e podem mudar penas decididas em última instância, não é de se duvidar que algum político queira impedir que alguém (ou muitos) o critiquem nas redes sociais. Aliás, alguns inclusive entendem que no tal Marco Civil da Internet aprovado pela Câmara dos Deputados nessa semana (finalmente), existem brechas na lei que podem permitir isso no futuro.

De qualquer forma, é um pouco estranho ver políticos tentando impedir o povo de se manifestar. De denunciar. De opinar. Alguns governos querem se estabelecer pela força da lei, ou utilizando a máquina administrativa para se perpetuar no poder. Definitivamente, não é a forma mais inteligente de resolver o problema. Calar o povo não torna o governo turco (ou qualquer governo) menos corrupto. Só evidencia as más intensões desses governantes.

Precisamos ficar de olho nisso. Acompanhar mais de perto o que acontece na Turquia é algo que deve sim interessar ao internauta brasileiro. Até porque a decisão da Justiça de lá abre uma variante para outros países. O Twitter conseguiu uma vitória que pode proteger o direito à liberdade de expressão de usuários do mundo todo, e de diferentes plataformas. Logo, é importante esperar pelos próximos acontecimentos.

O próximo que deve entrar na briga pela liberdade de uso na Turquia é a Google, uma vez que o YouTube também está censurado por lá. E algo me diz que o governo turco será mais uma vez derrotado. O problema é que, dessa vez, a pancada tende a ser mais forte.

Afinal de contas, estamos falando da Google.

Aprendeação Igonorante | O cara fica “de chico”… e desconta EM MIM!

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bateu-a-menstra

toma no c………. 300 review do S4 Mini e nenhum deles fala sobre o IrDA , que merda esse caras e sites que fazem review , algo que é pra ajudar no final não serve pra nada , toma DISLIKE , que é o que posso fazer pois se fosse dono do YT deletava esses spam videos !!!

– Eu REALMENTE preciso comentar alguma coisa? Só tenho pena de gente com essa linha de raciocínio. A vida tende a punir pessoas assim de forma mais severa…

 

Te cuida, Bob Burnquist! Esse cachorro consegue fazer até backflips!

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Eu acho o brasileiro Bob Burnquist uma das lendas do skate mundial. Porém, ele tem uma ameaça real. Na verdade, uma ameaça animal!

O vídeo abaixo não se limita a mostrar um cachorro que anda de skate. Até porque existem vários vídeos no YouTube com cachorros andando de skate. Esse cachorro aqui vai além. Ele realiza uma performance completa, com direito a kickflips, algo que eu não consigo fazer!

Tá, tecnicamente não é um kickflip de verdade (já que para isso seria necessário o cachorro ter um pé e chutar, e com a pata fica meio difícil). Mesmo assim, acredito que 90% das pessoas que vão ver esse vídeo não conseguem fazer isso. Fato!

Só espero que os seus donos cuidem dele com muito amor, carinho e boa comida!

Vídeo abaixo. Divirta-se!

 

Via TheAwesomer

Por que o Chromecast pode ser o primeiro gadget multimídia a dar certo na Google?

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O Google Chromecast foi a pequena surpresa guardada no evento da última quarta-feira (24). Sim, pois todo mundo sabia que o novo Nexus 7 e o Android 4.3 Jelly Bean seriam anunciados (e se não sabiam, ao menos desconfiavam). O pequeno gadget multimídia tem como um dos objetivos ser uma resposta de baixo custo para a Apple TV, porém, não é o principal objetivo. O que a Google quer é popularizar os seus próprios conteúdos multimídia (do YouTube, por exemplo) agregando valor à publicidade desses vídeos, e aumentando o consumo de compra e aluguel de filmes na Google Play Store.

E com um preço de US$ 35, o Chromecast pode ser o primeiro grande sucesso de gadget multimídia da Google, pavimentando um futuro promissor nesse segmento para a empresa. A seguir, os meus motivos para acreditar nisso.

É um produto barato

Por US$ 35 (não sabemos a que preço ele vai chegar ao Brasil), o Chromecast é mais barato que os seus principais concorrentes (Roku box, por US$ 50, e Apple TV, por US$ 100). É o dispositivo de streaming de vídeos mais barato do mercado atual. E, para tudo no mundo da tecnologia, o preço é um dos fatores decisivos na hora da compra para a maioria dos consumidores.

Baratear o produto foi uma lição que a Google teve que aprender da forma mais dolorosa: com o fracasso da Google TV. Hoje, esses set-top boxes custam US$ 99, mas não são muitos que o desejam hoje. A Apple também aprendeu essa lição, quando o primeiro Apple TV chegou ao mercado custando US$ 300.

A chave do sucesso para muitos produtos de tecnologia é o preço baixo. É claro que não podemos comparar o Chromecast com o Xbox One em termos de recursos, mas para a maioria, US$ 35 é BEM MENOS que US$ 500. Fato.

Pode detonar os seus principais concorrentes (Amazon, Intel e Apple)

O timing da Google no lançamento do Chromecast é interessante. Esse lançamento pode acelerar o passo dos seus adversários. Faz tempo que falamos de um set-top box da Amazon de baixo custo (que até pode ser lançado no final de 2013), mas até agora, nada. A Intel está trabalhando no seu produto com características semelhantes, mas não passa mais detalhes sobre o assunto, além de revelar parcerias com grandes provedores e produtores de conteúdo.

E finalmente, a Apple, com um Apple TV estagnado, e projetando uma “TV revolucionária” ou uma próxima geração do Apple TV com novos recursos. Tim Cook já confirmou que uma TV da Apple está nos planos futuros da empresa. A pergunta é: o quão distante é esse futuro?

Enquanto isso, a Google ganha um importante espaço, com um produto barato e compatível com qualquer TV.

Entra no multibilionário mundo da publicidade na TV

Não tenho ideia do custo de fabricação do Chromecast, mas é possível dizer que a Google lucrará pouco com o produto físico. Não é uma novidade tal estratégia, pois eles fazem o mesmo com os seus smartphones. O lucro da Google com esse dispositivo será com a publicidade vinculada aos vídeos. E esse é um segmento muito lucrativo, pelo menos nos Estados Unidos.

A indústria de publicidade para a TV rende nos Estados Unidos a bagatela de US$ 66.4 bilhões em vendas por ano (segundo o site eMaker). A Google está muito interessada nessa fatia do bolo, e pode encontrar no Chromecast uma solução lucrativa para eles, e muito atrativa para os anunciantes.

A Google está implementando a sua estratégia mobile, e não substituindo

O Chromecast não exige dos desenvolvedores a criação de um aplicativo específico para ser compatível com o produto, diferente do que acontece em produtos como o Roku e o Apple TV. Essa tática da Google de integrar serviços ao Chromecast de forma mais simples, já aproveitando os aplicativos atuais das plataformas Android e iOS pode ser o grande tiro de mestre deles com esse dispositivo.

Com isso, a Google não está descartando o conceito mobile no novo produto. Está agregando o que já temos com a proposta atual. O SDK do Chromecast pode ser a porta de um volume gigante de novos recursos e aplicativos compatíveis com o serviço de streaming da Google, e é exatamente isso que eles querem.

A Google (parece) ter aprendido com o fracasso do Nexus Q

O Nexus Q foi a primeira tentativa da Google em entrar no mercado de dispositivos para streaming de vídeo. E falhou de forma quase espetacular.

Um dispositivo de US$ 300, mais caro que os seus concorrentes, com funcionalidades limitadas, como streaming do YouTube a partir dos dispositivos Android, com reprodução das músicas armazenadas no seu smartphone/tablet na sua TV… era muito pouco pelo o que era cobrado. Não era de se estranhar que o produto jamais tenha chegado ao mercado.

O Chromecast é o oposto disso. Muito barato, compatível com qualquer dispositivo (na teoria) na TV, presumidamente muito fácil no seu funcionamento, e com uma tecnologia aberta para novos aplicativos e funcionalidades. Ou seja, uma proposta muito mais promissora.

Por fim, o Chromecast não tem garantia de sucesso

O Chromecast é uma boa forma da Google começar a sua jornada na conquista do mercado de mídia, mas está longe de ser uma garantia de sucesso. Nesse momento, apenas um pequeno conjunto de aplicativos funcionam com o dispositivo, limitando assim o uso prático do produto nesse primeiro momento.

Porém, o Chromecast não tem a obrigação de ser um produto perfeito logo de cara. Ele precisa ser um produto prático para o que se destina. Se a experiência de uso for uma droga, nem mesmo preço baixo do produto vai ajudar. Os consumidores vão associar rapidamente o dispositivo ao conceito “o barato que sai caro”.

Com exceção do YouTube, o segmento de mídia é o elo mais fraco da Google. O Chomecast pode ser a forma da empresa mostrar que aprendeu todas as lições, e pode sim mostrar que pode finalmente estar na TV dos lares de todo o planeta. Algo que a Google TV não foi capaz de fazer.

Tão difícil quanto parar um carro automático é parar o YouTube. Não é mesmo, Ana Maria Braga?

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Tudo bem, eu sei. Quando você estiver lendo esse post, esse vai ser provavelmente um assunto requentado, mas de qualquer forma, vale a pena comentar o acontecimento. Aliás, um dos momentos mais bizarros da TV brasileira em 2013. A apresentadora Ana Maria Braga foi vítima da tecnologia (ou do protótipo, pelo menos), ao ser atropelada por um carro que anda sozinho, desenvolvido por pesquisadores brasileiros. Indo muito além de qualquer discussão sobre quem estava certo ou errado na infração de trânsito, vamos analisar a velocidade de como isso foi parar na internet.

Eu vi o primeiro tweet sobre essa preciosidade poucos SEGUNDOS depois que o evento aconteceu, onde todo mundo que estava assistindo ao Mais Você naquele momento começou a comentar o ocorrido. Inclusive com uma hashtag bem humorada, a #QuaseRIPAnaMaria. Saí correndo para ver o que tinha acontecido, e disse no Twitter que dava 30 minutos ou menos para ver o vídeo do acontecimento no YouTube.

Para o meu não espanto, apenas 15 minutos depois da cena, a mesma já poderia ser encontrada no YouTube, publicado pelo amigo @GordoGeek.

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Não temos o link do vídeo porque a Rede Globo pode remover qualquer tipo de vídeo que conte com o seu conteúdo das listagens do YouTube. Mas isso não quer dizer que outros internautas não tentem o mesmo. E, pelo visto, estão conseguindo.

Nesse momento que estou escrevendo esse post, com uma simples busca no YouTube por “Ana Maria Braga Atropelada”, você ainda pode encontrar resultados do mesmo vídeo nos mais diferentes formatos e resoluções. Alguns deles contam até com replay (ou reprise dos melhores momentos) sobre o ocorrido. Tá, com certeza a imensa maioria dessas contas podem até ser bloqueadas pelo YouTube, apenas por violar a política de distribuição de conteúdo online da Rede Globo. Mas isso não quer dizer que vão conseguir tirar essa cena um tanto quanto constrangedora do ar.

Isso me lembra o caso do vídeo da Cicarelli transando na praia. Aquilo virou um monstro vivo na web, que só parou de crescer quando a protagonista em questão jogou baixo, querendo tirar o YouTube do ar. Um exemplo mais recente foi o vídeo do Nissim Ourfali, que também só foi completamente removido da rede depois que os pais da criança foram na Justiça. Não acho que vai rolar tribunal dessa vez, até porque as políticas do YouTube em relação ao conteúdo da Rede Globo são bem claras, e o próprio YouTube vai sair passando o facão em todo mundo.

Porém, uma vez na internet…

Pela velocidade das republicações desse vídeo, sem falar nos vídeos inéditos de outras pessoas que, pelos mais diferentes motivos, gravaram o programa de hoje em seus DVRs, vai levar algum tempo até que esse novo viral da web saia em definitivo do ar. Sem falar que do jeito que o assunto foi comentado hoje, o melhor que Ana Maria Braga e Rede Globo podem fazer nesse caso é relaxar. A essa altura dos acontecimentos, não há muito o que fazer. O monstro está criado, e cresce a cada segundo.

Até porque é mais fácil nesse caso parar o carro que anda sozinho.

Reviva a estética do VHS pelo YouTube

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Ontem, 15 de abril, completou 57 anos da primeira aparição do recurso de gravação de vídeos e fitas magnéticas, ou a VHS, que ninguém mais usa nos tempos atuais. Mas, para reviver esses momentos nostálgicos, o YouTube decidiu adicionar um pequeno botão em forma de fita VHS, que permite que você altere os vídeos bonitos e em alta definição que você assiste, para o formato retrô, como uma velha e desgastada fita cassete.

Relembre os tempos que você via a estética granulada de imagens, com chuviscos e até amassados na fita magnética. E, mesmo com tudo isso, você achava tudo lindo e belo, pois era o que você tinha na época para gravar aquele filme que passava de madrugada na Band.

Não foi informado quais conteúdos são compatíveis com esse novo filtro, mas vale a pena dar uma vasculhada pelo YouTube para descobrir os vídeos que contam com o recurso.

@ Google Plus

HTC usa de bom humor para promover o HTC One, que é “apaixonante” (em vídeo)

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A HTC precisava realmente ser mais agressiva com o seu marketing. E uma forma de ser bem agressivo é ser bem humorado. Nesse caso, para promover o lançamento do HTC One, eles contaram com a ajuda do pessoal do site Funny or Die, para fazer uma paródia de um episódio do reality show sobre namoros The Bacherolette.

No vídeo, eles reproduzem uma cena de programa, onde uma garota está escolhendo o seu próximo smartphone, com a ajuda do ator James Van Der Beek (Dawson’s Creek). Obviamente, o HTC One foi o vencedor.

O vídeo foi publicado rapidamente pela Funny or Die, mas depois foi removido. Porém, alguma alma no YouTube conseguiu republicá-lo. Logo, clique no link abaixo enquanto ele ainda está disponível.

Via YouTube