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O meu mundo virou ‘cloud’. Definitivamente. Aliás, já estava na nuvem, pois sou usuário assíduo de serviços como Dropbox, Google Drive, OneDrive e Box. Mas dessa vez – e, pela primeira vez na minha vida conectada -, eu tenho mais espaço de armazenamento na nuvem do que no meu computador pessoal.

Só não tenho mais espaço em cloud do que os meus HDs externos, pois somando tudo ainda tenho mais de 5 TB de HDs e SSDs espalhados pela casa (literalmente, e não apenas no escritório). Porém, como estou utilizando um SSD de 256 GB no meu notebook (Dell Vostro 5470), apenas em um dos meus serviços de armazenamento na nuvem eu já tenho mais espaço para armazenar os meus arquivos pessoais.

Ontem (21), eu me tornei proprietário de uma conta paga do Dropbox. Por US$ 10 por mês, eu recebo 1 TB de espaço de armazenamento na nuvem, que será utilizado para os meus dados pessoais. Aproveitei o fato que os ‘espetaculares’ 48 GB de armazenamento oferecidos pela Samsung – na época que os coreanos contavam com uma parceria sólida com o serviço (hoje eles são parceiros da Microsoft) – estavam para expirar. Então, aproveitei uma promoção onde nessa contratação eu receberia dois meses adicionais de graça do serviço.

Não resolve, mas ajuda.

Além disso, recentemente adquiri o Office 365 (para um PC + um tablet ou smartphone) em uma licença de 12 meses por R$ 70 (frete incluso no valor), algo que no site da Microsoft estava custando R$ 259 para a mesma licença anual. Como vocês bem sabem (e, se não sabem, ficarão sabendo agora), o Office 365 oferece 12 meses do OneDrive, com 1 TB de espaço de armazenamento (coloco isso na minha cabeça, pois a gigante de Redmond anunciou que, lá fora, converteria essas contas de espaço limitado para um armazenamento ilimitado; mas como as coisas no Brasil não são tão simples…).

Como a Microsoft está apostando e muito nessa proposta de ser uma empresa de serviços, com ênfase no cloud computing (incluindo instalar novos cabos submarinos para os seus datacenters internacionais), acho que será interessante contar com esse espaço para o backup de fotos (mesmo que o upload seja algo lento e, em alguns casos, irritante) e para o backup dos meus blogs como um todo.

Por fim, mas não menos importante: o Google Drive.

Eu fiquei relutante em investir nos 1 TB de armazenamento do Google Drive (por US$ 10/mês), mas como entendo que cada vez mais utilizo o armazenamento automático dos meus arquivos pessoais e profissionais nesse espaço de armazenamento (faturas, documentos de assessorias, releases, etc), eu acho que contar com esse espaço é algo sempre providencial. Sem falar no fato que já uso a solução de escritório online de Mountain View na minha rotina diária.

Para resumir: com um investimento de R$ 80/mês (pelo menos no primeiro ano, já que o OneDrive vai para R$ 26/mês depois da oferta com o Office 365), eu conto com 3 TB de armazenamento na nuvem, que devem me ajudar e muito nas minhas atividades pessoais e profissionais. Isso não quer dizer que vou parar de adquirir HDs e SSDs para armazenar meus dados para diferentes finalidades. A diferença é que devo fazer isso de forma prioritária para os meus conteúdos de entretenimento (música e vídeos de forma prioritária), além de softwares de manutenção dos computadores e um backup adicional dos blogs, algo que é sempre bem vindo.

Enfim, estou ‘me sentindo nas nuvens’ (tá, é uma frase bem brega, mas muito oportuna…).