Poucas vezes os robôs foram programados para criar e sentir. Yuxi Liu, estudante de design informático na Universidade de Edinburgo, criou um robô autônomo que é capaz de “escutar” estímulos como o som do vento, o mar e vozes humanas e, a partir disso, escrever poemas na areia da praia.

O robô tem como objetivo mostrar a possibilidade de existir um grupo diferente de máquinas com outro valor agregado. Ele pode ter experiências multi-sensoriais, com uma capacidade poética. Sua autonomia não exige a intervenção humana.

Há discussões sobre o futuro legal dos robôs, inclusive com a possibilidade dos mesmos terem direitos e deveres. Sua inteligência em desenvolvimento poderiam resultar no desenvolvimento de emoções, verificar matizes morais entre bem e mal, e outras questões existenciais.

Essa crescente autonomia pode mudar a classificação do que muitos consideram como “seres”, realizando algo mais aprofundado do que aquilo que foi feito em defesa dos direitos dos animais, por exemplo.

Mas que este robô é fascinante, isso é!