Claro que não!

Eu penso que a Apple já foi a “rainha da inovação”, mas não é mais. E, de fato, nem precisa inovar mais para fazer sucesso ou vender muito. A gigante de Cupertino já contribuiu o suficiente para o mundo da tecnologia, mas compreendo o discurso das vozes que gostariam de ver a empresa apresentando algo mais do que as melhorias dos seus concorrentes em seus produtos.

Sim… não estou dizendo que a Apple está copiando conceitos dos outros (longe de mim querer cutucar os Apple fanboys desse jeito), mas sim melhorando o que já existe… e dizendo que isso é “mágico e revolucionário” porque está na Apple.

Mas o fato é que não precisa ser a Apple para inovar. A asiática Vivo, por exemplo, apresentou recentemente o Vivo NEX, que traz a inovação de ser um smartphone com tela full frontal DE VERDADE, ou algo mais próximo do que esse conceito quer dizer.

Sem notch. Sem trapaças.

E com um mecanismo de ejeção de câmera integrado ao corpo do dispositivo.

 

 

Não vamos aqui discutir se o sistema é prático ou não. Não vamos pensar nos desgastes das peças, ou nas falhas mecânicas que esse item pode produzir com o desgaste do tempo. Vamos apenas pensar no fator inovação, ou no “por que não pensaram nisso antes?”. Na verdade, já pensaram: no passado e até no presente, outros fabricantes também integraram a câmera frontal na parte superior do dispositivo, tal e como o Vivo NEX.

Logo, não houve uma reinvenção da roda nesse aspecto.

A diferença é que o Vivo NEX também conseguiu integrar os seus demais sensores (luminosidade, infravermelho, etc) na tela do dispositivo, sem falar no seu leitor de digitais, também integrado à tela.

Ao que me consta, esse é o único dispositivo a entregar essa combinação até agora. E é aqui que vejo o elevado grau de inovação desse fabricante.

De fato, não precisa ser a Apple a inovar sempre no mundo da tecnologia. Basta ter coragem de tentar e se arriscar. E a Vivo fez isso com o Vivo NEX. Pode não ser o smartphone dos seus sonhos, mas é o smartphone que o mundo precisa para seguir avançando nas propostas inovadoras.

Pois é… não precisa ser a Apple para ser inovadora.