Era uma vez uma vovó britânica, chamada Kathleen Connell, que morava na cidade de East Renfrewshire, Escócia. Ela completou 100 anos de idade na semana passada, e para manter o seu cérebro em dia, dispensou os tricôs, as palavras cruzadas e outras coisas típicas de vovozinhas, e resolveu jogar videogames!

Um Nintendo DS Lite foi o dispositivo escolhido por Kathleen para manter a sua mente ativa e ágil nos últimos anos. Ela acha o console portátil “fantástico”, e afirma que, apesar dos 100 anos de idade, se sente como se tivesse com “apenas” 80 anos. Entre um chá e outro, ela usa o videogame por várias horas, e até apoia que as crianças utilizem um videogame nas escolas, pois acha que esta é uma forma mais divertida para aprender as disciplinas escolares.

Os jogos que a velhinha joga estão na categoria dos casuais, onde a temática varia ente os jogos de montar e os games de lógica, principalmente da série Brain Age. Aliás, o jogo avaliou que a idade mental de Kathleen é de apenas 64 anos de idade. E tudo isso, por causa da capacidade cerebral da nossa querida vovó.

A tecnologia atinge o seu objetivo em casos como esse. Abrir os horizontes e expandir as possibilidades de pessoas de todas as idades. Principalmente nessa fase da vida, onde limitações das mais diversas acontecem. É muito importante fazer com que os idosos se sintam úteis e vivos e a tecnologia é uma excelente ferramenta para que esse objetivo seja cumprido. E, particularmente para mim, é estimulante ver essa “velha-nova geração” aproveitar esses recursos fascinantes. Faz todo o trabalho que fazemos valer a pena.

Abaixo, veja a entrevista da nossa “vovó gamer”.

Via Olhar Digital