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Wearables: tudo o que você tem que saber antes de comprar um

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Antes de qualquer coisa, o conceito de ‘wearable’ se define como um objeto inteligente desenvolvido para ser usado como um acessório (pulseiras, relógios, anéis, óculos, etc). Na maioria dos casos eles dependem de um smartphone, mas quem sabe em um futuro não muito distante eles se tornem algo completamente independente.

 

Os tipos de wearables

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Podemos encontrar com dispositivos específicos que coletam dados e mostram informações relativas ao dia a dia do usuário. Na teoria, eles são pensados para tornar nossas vidas mais simples (na teoria), mas bem sabemos que a tecnologia de consumo tem um caminho difícil a ser percorrido. Assim como aconteceu com os tablets e smartphones, é uma questão de tempo e vários testes para os wearables se posicionarem melhor no mercado.

* Focados na saúde: braceletes esportivos que são desenvolvidos para motivar o usuário a realizar atividades físicas, como relógios e pulseiras quantificadoras. Outros modelos são mais focados na medicina, como o PulseRelief da Philips, que ajuda a combater as dores nas costas.

* Acessórios: aqui entram os smartwatches, que na maioria dos casos se encarregam de enviar notificações do smartphone, quantificar as atividades do usuário (medir a pulsação e funções esportivas), entre outras funções. Os anéis também entram nessa categoria, como por exemplo o Smarty Ring, um anel com funções similares ao do smartwatch.

* Quantificadores: nesse segmento, temos as pulseiras esportivas que coletam dados sobre a sua atividade física e os seus padrões de sono. Talvez essa seja a categoria de wearable mais popular e mais útil no momento.

 

A plataforma é algo importante

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Como mencionei nas primeiras linhas desse post, os wearables dependem de um smartphone para o seu pleno funcionamento, de modo que é fundamental que você identifique se o produto a ser comprado é compatível com os dispositivos que você já possui hoje, antes mesmo de realizar a compra. A maioria são compatíveis com as plataformas iOS e Android. Alguns funcionam nas duas, e outros são exclusivos.

 

O preço é sempre um fator a se considerar

Os wearables não são produtos tão caros. As pulseiras esportivas são mais baratas (a partir de R$ 300), e os smartwatches, os mais caros (a partir de R$ 600). Já são muitas as opções que você pode escolher, e o melhor é que você decida com antecedência o tipo de dispositivos que você quer comprar. Também é importante que você teste o produto na loja sempre que possível, já que estamos falando de acessórios que nem sempre estão disponíveis no tamanho que você deseja.

 

Por fim…

Um wearable pode ser um investimento interessante, mas é preciso pensar muito bem antes de comprar um produto dessa categoria:

* Qual é o uso que você vai dar: identifique se você quer um acessório ou se quer um dispositivo que te ajude com uma atividade em especício, como quantificar treinamentos ou mostrar as notificações recebidas pelo smartphone.

* As opções que existem no mercado: hoje, quase todas as gigantes de tecnologia contam com dispositivos dessa categoria; alguns bons, outros nem tanto. Lembre-se: são acessórios, de modo que o design também conta, e muito.

* O preço também é importante: você vai escolher em função do que você mais precisa. Se você é um esportista de alta performance, não é qualquer relógio esportivo que vai te servir; procure a opção mais específica e completa possível.


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