Windows 7

Com mais de 49% do mercado e sem suporte oficial a algum tempo, podemos dizer que o Windows 7 é o novo Windows XP. E sem muito medo de errar.

O Windows 10 registrou um interessante crescimento desde o seu lançamento. Mas interessante não quer dizer nem expressivo, nem espetacular, nem fantástico. Ter 28% de mercado não é uma marca necessariamente ruim, mas é considerado por muitos pelo menos algo agridoce, levando em conta que a versão ficou gratuita por pelo menos um ano para todo mundo.

O Windows 7 foi uma versão muito bem recebida pela maioria dos usuários. Talvez é o melhor Windows que a Microsoft já desenvolveu (há quem diga que foi o Windows XP), já que corrigiu os erros cometidos pelo Windows Vista e oferece uma plataforma madura e funcional para usuários de diferentes perfis.

Eu já entendo que o Windows 10 é o melhor Windows de todos os tempos, levando em consideração todas as melhorias envolvidas e sua ampla compatibilidade com dispositivos com diferentes características de hardware. É um sistema operacional leve, competente, com várias tecnologias novas embarcadas, e com o Cortana, assistente virtual que deixa o sistema operacional ainda mais completo.

 

 

Porém, ainda não consegue chegar no mesmo nível de participação do Windows 7, uma versão que resiste, não desaparece e ainda é muito popular em grupos de usuários específicos, principalmente em empresas que não se prepararam para os novos tempos.

Tal e como aconteceu com o Windows XP.

É um cenário complexo para a Microsoft, pois o investimento no Windows 10 foi e continua a ser pesado. Afinal de contas, o sistema operacional vai receber atualizações constantes, ou até enquanto a empresa de Satya Nadella entender que vale a pena mantê-lo ativo como um serviço.

Logo, o sucesso do Windows 10 depende basicamente do desaparecimento do Windows 7. Algo que vai demorar a acontecer.