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A Xiaomi apresentou de surpresa o Mi Mix, um smartphone concebido em parceria com Phillipe Starck, que se destaca essencialmente pelo design e força bruta.

É a forma da Xiaomi mostrar ao mundo como imagina o seu futuro dentro dos modelos top de linha.

E é uma visão muito atraente, diga-se de passagem.

 

 

Eu li “orgasmos geek” em algum lugar…

 

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É óbvio que a frase é exagerada. Quase beira ao fanboy. Mas é pontualmente válida.

Eu entendo a empolgação das pessoas. Não é todo dia que um lançamento chama a atenção por conta de um design mais ousado. E a Xiaomi fez isso com os dois modelos que apresentou ao mundo hoje.

No caso em especial do Xiaomi Mi Mix, ter um dispositivo completamente sem bordas de tela não é algo absolutamente novo.

A Sharp já faz isso a algum tempo com seus smartphones.

Mesmo assim, é sempre um desafio oferecer esse tipo de proposta. Tanto, que não vemos muitos fabricantes apostando nesse tipo de design, apesar de flertarem o tempo todo com a solução.

 

 

Hardware para ninguém botar defeito

 

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Some a beleza à potência de hardware.

Na boa, tem muito notebook por aí que não tem 6 GB de RAM. Aliás, alguns ultrabooks (o meu novo da Toshiba, por exemplo) não alcança os 256 GB de armazenamento.

Sem falar que o conjunto ainda recebe um processador Qualcomm Snapdragon 821, muito competente e potente.

É muita força bruta. E não estou reclamando. Pelo contrário: acho lindo, na verdade.

Talvez a infelicidade de tudo isso é que, muito provavelmente, o Brasil jamais verá um dispositivo tão potente.

Ainda mais pelas mãos oficiais da Xiaomi, que não passam pelo seu melhor momento na distribuição de produtos para os mercados internacionais.

Mesmo assim… não custa sonhar, não é mesmo?