O mundo dos videogames nos ofereceu milhares de horas de ócio e entretenimento, mas também expandiu a imaginação dos desenvolvedores em um tema peculiar: a morte.

Muitos jogos contavam com animações explícitas que nos apresentou várias formas de morrer. Formas que não queríamos nem para o nosso inimigo.

Os videogames se transformaram em um meio de expressão para os desenvolvedores, e alguns projetos elevam a expressão de arte para a expressão da morte.

Muitos dos paralelismos com o cinema ou a televisão foram estabelecidos, e o debate se esse excesso de violência é ou não adequado não está em discussão nesse post. Eu só quero mostrar um pouco do passado (já que no presente isso parece não ter problema) transformaram a morte e as formas de morrer em protagonistas essenciais.

 

 

São vários os exemplos, com jogos especialmente violentos, que pareciam criados para explorar esses conceitos de forma exagerada. Em outros jogos, formas originais e sangrentas de morrer adicionavam um tom especial aos games.

Os exemplos são infinitos, que provam essa fascínio pela morte que conquistaram os desenvolvedores e os gamers. Alguns dos exemplos estão resgatados nesse post.

Alguns casos são muito pontuais.

Doom mudou a indústria dos videogames e mostrou como os FPS dominariam o mercado. A violência das mortes nos jogos não muda, e os primeiros jogos do passado deixam claro que teríamos muito sangue no futuro.

 

 

E Mortal Kombat?

Tem como não lembrar do “fatality”, onde o golpe final no adversário era uma verdadeira sentença de morte definitiva. A criatividade foi o principal apelo desse jogo de luta lendário. Aliás, esse vídeo de duas horas de fatalitys mostra até onde o esse fenômeno chegou.

 

 

E Carmaggedon?

O jogo de carro mais polêmico da história foi lançado em 1997, e transformava as ruas de uma cidade na via de atropelamento violento qualquer pessoa que aparecia pela frente.

 

 

Por fim, Manhut (Rockstar Games) foi mais um jogo onde a violência extrema horrorizou muita gente, com sequências onde matávamos os inimigos de formas especialmente brutais. Foi tão violento, que Manhut 2 foi lançado com uma edição censurada.

 

 

Ah, e tenta não matar ninguém depois de ler esse post, ok?