@oEduardoMoreira

Pessoal e Intransferível

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Campos Party Brasil 2014 | Um evento que não dá sorte com o quesito energia…

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Parece que virou uma tradição. Todos os anos, a Campus Party Brasil sofre com um “apagão”. A falta de energia se fez presente de novo hoje (28), no Parque Anhembi, em São Paulo. Mas, diferente do que você pode imaginar, a culpa dessa vez não ficou por conta do evento da Futura Networks.

Nesse ano, não tivemos uma chuva torrencial para promover uma queda de energia. Pelo contrário. São Paulo não recebe água há tempos, enfrentando o mês de janeiro mais quente da história. Segundo relatos dos presentes no evento, um transformador explodiu na região do evento, o que fez com que o fornecimento de energia em toda a região fosse interrompido, inclusive no Parque Anhembi.

Levando em consideração que os geradores reserva do local entram em ação para manter em funcionamento os serviços que são considerados essenciais, posso dizer que…

Caro amigo nerd, que passou um pouco de dor de cabeça pelo download que não foi concluído pelo apagão… a culpa não foi da Campus Party dessa vez, ok?

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Campus Party Brasil 2014 | Bruce Dickinson tem toda a razão!

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Eu não fui para a Campus Party Brasil 2014, por motivos de saúde. Até fui convidado pela Ford Brasil para a coletiva de imprensa deles, mas foi impossível viajar para São Paulo. Além disso, não iria participar dos demais dias do evento, por entender que seria muito mais do mesmo. Com algumas exceções. Uma delas: Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden.

O líder de uma das bandas mais veneradas do heavy metal é um empreendedor. Ele tem empresas relacionadas à área de aviação, e por conta delas ele foi palestrar na Campus Party Brasil 2014. Independente do fato da palavra de ordem ser o empreendedorismo, ou por ser fã da banda, eu gostaria de ter visto a palestra desse cara. Mais ainda quando ele dispara essa frase:

Você precisa de fãs, não de consumidores. Eu não gosto de consumidores, eles têm escolhas. Os fãs, não. – É a diferença entre músicos e gravadoras. Se uma gravadora fechar, ninguém vai ficar triste, mas se uma banda decidir parar de tocar, muita gente vai ficar chateada.

Bruce tem toda a razão. Toda! O segredo do sucesso é não só você ter consumidores, mas sim, consumidores fiéis. Fazer com que o seu cliente compre a ideia do seu produto ou serviço de forma que ele não olhe para os lados antes de procurar você. Que essa pessoa não apenas goste do seu produto, que ela aprecie o mesmo. Indique para amigos, e mostre a sua admiração e fidelidade, em uma nova compra.

É inevitável não pensar na Apple quando vemos essa descrição feita por Bruce. Muito do sucesso da empresa de Steve Jobs está fortemente calcado na capacidade da empresa em fidelizar clientes, e oferecer produtos que conseguem praticamente seduzir os seus fãs. Seja contra ou a favor da Apple, mas esse é um fato que é inegável, e um efeito que todas as gigantes de tecnologia querem alcançar com seus clientes.

Aliás, acho que todo segmento de mercado dito racional quer alcançar esse efeito. Eu mesmo quero com os meus blogs.

É… e eu que achava que a Campus Party 2014 ia ser “mais do mesmo”… se bem que essa palestra tinha tudo para ser mesmo uma das melhores…

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Reflexões sobre a Campus Party Brasil 2013

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Aproveito que o assunto ainda está quente para escrever esse post. Aproveito que as vozes ainda estão no meu ouvido, pois elas vão me ajudar a processar melhor as ideias. Essa foi minha quarta Campus Party Brasil de seis edições realizadas em São Paulo, e posso muito bem me colocar no papel de “observador”. E vou colocar aqui nesse post as minhas reflexões sobre a edição 2013 do evento.

Para começar, foi muito bom viajar até São Paulo mais uma vez. Eu precisava. Pela minha mente, para florescer novas ideias, reencontrar amigos, encontrar alguns leitores, fortalecer parcerias, criar novas… a Campus Paty Brasil 2013, nesse sentido, foi uma boa higiene mental, e falo isso de uma forma muito positiva. Acho que todos que moram em locais distantes, que só se comunicam pela internet a maior parte do tempo, deve fazer isso. Afinal de contas, é uma vez por ano, passa rápido, e mesmo que seja para ficar durante um final de semana, vale a pena pelo contato social.

Eu não tenho mais pique para cobrir a Campus Party durante uma semana por completo. Cheguei na quinta-feira, e vou embora no domingo. E não apenas porque quero ver o Super Bowl em alta definição, em casa. Mas porque também tenho outros compromissos relacionados ao TargetHD que me impedem que eu vá para São Paulo antes. Aliás, os blogs fizeram com que o meu tempo ficasse mais reduzido, e não tenho mais tanto tempo livre, mesmo me programando, para poder dispensar alguns trabalhos que exerço em minha cidade. E agradeço à Campus Party por isso, uma vez que os eventos anteriores ajudaram a divulgar minhas marcas na web.

Uma coisa que posso dizer de forma aberta: a Campus Party Brasil 2013 apresentou melhoras, que foram visíveis. Também apresentou problemas, o que já era esperado de um evento desse porte. Mas fico feliz que, pelo menos dessa vez, eu posso dizer que os acertos foram maiores que os erros. Exemplos? Mais espaço para os campuseiros circularem (apesar da nítida impressão que o número de campuseiros era menor), áreas para palestras com uma melhor distribuição, ÁGUA POTÁVEL (aqui eu não vou elogiar: é obrigação dos organizadores do evento fornecerem água de graça), sem quedas de energia, sem interferência das chuvas, um catering (alimentação) de boa qualidade e com opções com preço justo (exceto é claro a visita dos ratos na praça de alimentação, mas são os moradores tradicionais do Anhembi, então…), e uma conexão que, mesmo com alguns pontos sem internet, não teve quedas drásticas.

Mesmo assim… eu não acho que a Campus Party Brasil vale R$ 300,00. Mesmo com nome de porte como Norman Bushnell e Buzz Aldrin, o evento é caro demais para o que efetivamente oferece. O fato da organização argumentar que as condições melhoraram porque eles cobraram a mais não cola. É OBRIGAÇÃO dos organizadores oferecerem um bom serviço, pelo simples fato que as pessoas pagam por isso. Ok, o espaço foi maior, o conforto foi maior, a alimentação melhorou, água de graça para todo mundo… mas tinha uma propaganda gigante do Submarino na Área Expo, o stand da Intel era monstruoso, a Microsoft colocou muita grana no projeto, e a Telefônica/Vivo pois muita grana nisso daí. Isso, sem falar que eu sei de fontes seguras (porém, anônimas) que alguns expositores pagaram entre R$ 160 mil e R$ 300 mil para montarem stands no evento (cotas iniciais). Patrocinadores não faltaram. Dinheiro de espaço vendido, também não. Logo, o preço elevado não se justifica.

De qualquer forma, a Campus Party Brasil 2013 entra na lista de uma das melhores. Para mim, que veio com o objetivo de reencontrar os amigos, ver pessoas que só converso pelo Skype, e registrar algumas ideias interessantes que por lá pintaram, valeu a pena. Pretendo vir para cá em 2014 (ou talvez ir para outro estado, caso a CP resolva buscar outros ares… o que eu acho difícil, por enquanto) para repetir a experiência de ver e rever pessoas. Como disse antes, não tenho mais pique para uma semana inteira de evento. Mas isso não me impede que eu volte a visitar o evento de forma breve.

Até porque conversar com amigos ainda é mais importante que uma internet rápida nesses momentos únicos.

Mais uma Campus Party Brasil na minha vida…

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Foto: Flickr (Mafalda Monacast)

Eu me lembro desse dia. Eu me lembro como estava ansioso durante a semana, e como eu estava nervoso nesse dia. Também me lembro que esse dia foi o ápice de uma trajetória que começou em 2008, quando comecei esse blog (que um dia estava no endereço EduardoMoreira.net). E olha que ainda acho que meus podcasts ainda são meia boca. Mas, tudo bem. Foram meia boca o suficiente para me colocar em um dos palcos da Campus Party 2011 para falar sobre podcast.

Sigo hoje para a minha quarta Campus Party Brasil. Desde 2009, estive em todas as edições (exceto no ano passado, e só não fui porque fiquei doente). Confesso que o gás para participar de uma semana de eventos não é mais o mesmo. Com 33 (quase 34) anos de idade nas costas, diabetes e alguns problemas de saúde que começam a aparecer, não dá mais para ficar uma semana dormindo em barracas com um colchão mal inflado como cama. Isso realmente vai ficar para o pessoal que tem a metade da minha idade, e que consegue virar a madrugada jogando, baixando conteúdos online e gritando “uuooooooooooo!”

Nos anos anteriores, fiz cobertura intensiva do evento. Tudo era novidade, tudo era aprendizado. Coletivas de imprensa, palestras, painéis, debates… com o passar dos anos (e com o cansaço chegando), as novidades passaram a se tornar rotinas, e os assuntos dos painéis foram sendo os mesmos, os debates pouco relevantes (alguns deles sendo mais uma forma de mostrar o quão inflado é o ego da pessoa que está falando), e tudo isso se tornou menos importante. Mesmo assim, a Campus Party Brasil tem a sua utilidade. A principal delas? Encontrar pessoas.

Uma banda larga rápida é ótimo. Se você for esperto, pode ter acervo de filmes e séries para o ano inteiro. Porém, em um local com 8 mil pessoas, você interagir via Twitter, Skype, Facebook, e nem se dar ao trabalho de tirar a bunda da cadeira para conversar com alguém? Não! Isso é muito nerd! Mesmo na última vez que eu estive por lá, o objetivo era encontrar aqueles que eu só conversava pelo Skype o ano todo, conhecer alguns que eu não conhecia pessoalmente, conviver com gente ao invés de conhecer computadores com formatos diferentes.

Networking. Nessa Campus Party Brasil 2013, quero reforçar a marca TargetHD, e estabelecer novas parcerias, contatos… expandir os negócios. E isso é melhor fazer frente a frente, olhando diretamente para o assessor de imprensa de uma marca, e dizer “meu blog é bom, é independente, e tem conteúdo”. Fazer negócios, mesmo, tal como fiz em 2011. É necessário. No caso do SpinOff, quero conhecer novos blogs de séries, conversar com fãs de séries, e bater boca com a Vana Medeiros, que é de praxe.

Mas… o mais importante da Campus Party Brasil é encontrar mais uma vez aquela rede de amigos, que conhecemos ao longo desses anos todos. Tudo bem, alguns se distanciaram por diversos motivos. Mas alguns permanecem lá. E são esses que eu quero encontrar. Confesso que fiquei em dúvida se eu iria na Campus Party desse ano, por diversos motivos. Mas devo admitir também que o desejo de reencontrar essas pessoas bateu mais forte. E ficar acompanhando tudo de longe é frustrante. Logo, é melhor ir para lá e aproveitar um pouco desse encontro.

Começo a fechar as malas para mais uma Campus Party Brasil. Pelos aspectos descritos acima, vale a pena enfrentar as horas de viagem, o sono e o cansaço. Afinal de contas, é uma vez por ano, não é mesmo?

[Campus Party 2010] Dia #04: Apareci na TV Cultura, falando sobre podcast!!!

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Mais, uma vez, é com alegria que compartilho essa notícia com vocês.

Durante a semana, alguns veículos de mídia procuraram a mim e aos demais podcasters para falar sobe podcast. Um destes veículos foi a TV Cultura, de São Paulo. O Caio Fochetto (do Box de Séries) entrevistou a mim e a alguns outros colegas que estavam aqui em nossa bancada para entrevistas sobre o assunto, e a matéria foi ao ar hoje. Claro que iria compartilhar isso com vocês.

O vídeo é direto do site da TV Cultura, e tem o primeiro bloco todo do programa especial que eles transmitiram no dia 29/01, direto do Centro de Convenções dos Imigrantes, onde acontece a Campus Party 2010. A nossa parte da matéria está a partir do quarto minuto, e vai até aproximadamente o minuto 10. Bom, chega de blá blá blá e confira! (o vídeo na íntegra você verá na página do Metacast).