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É preciso desenhar para o Banco Santander (que eu SEQUER TENHO CONTA no Santander)

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Eu juro pela alma de Jack Bauer que, enquanto eu viver (e, mesmo depois de morto), eu jamais (eu disse JAMAIS) terei uma conta no banco Santander. Primeiro, porque eles patrocinam o Fernando Alonso, e eu não gosto dele. Segundo, e o mais importante: eles estão fazendo da minha vida um inferno, mesmo sem sequer ser cliente deles. E, de novo, jamais serei cliente deles.

Já está com pelo menos três meses que o sistema de discagem automática do banco Santander liga para o número de minha residência, em diferentes horários do dia e da noite, apenas para confirmar se tem alguém em casa, para que aí depois algém do sistema de cobrança do banco, que certamente é algum ser humano muito mal pago, liga aqui em casa, atrás da pessoa que está devendo algum dinheiro para esse banco. Que, por sinal, não sou eu, pois ainda consigo pagar as minhas contas em dia.

A cidadã que o Santander procura responde pelo nome Rafaela Silva Moraes (atenção, Rafaela: se algum dia você ler esse post, saiba que até eu estou atrás de você, para tirar satisfações), que, de novo – para desenhar direito para o pessoal do Banco Santander, que é meio burro e não entendeu por três vezes que eu disse isso, NÃO MORA AQUI, NÃO EXISTE NO NÚMERO DE MINHA RESIDÊNCIA, E NÃO É NADA MINHA (exceto agora ser a pessoa que eu considero desonesta, por estar se escondendo das dívidas que fez com o banco).

Muito bem, por três oportunidades eu entrei em contato com o suposto “departamento responsável” do Banco Santander, solicitando a remoção de todos os meus telefones (que não deveriam estar no cadastro deles), uma vez que a tal da Rafaela Silva Moraes não existe nesse número, e essa cidadã passou o número de minha casa porque não passa de uma caloteira que não quer ser encontrada (não usei exatamente essas palavras, pois tento ser uma pessoa educada).

Os números utilizados pelo Banco Santander para acabar com a minha paz de espírito, ligando em minha residência, insistentemente, e em diferentes horas do dia são:

(11) 5627-6843
(11) 4567-8000
(11) 3546-6800
(11) 3113-4900
(18) 3113-4100

A última reclamação feita no Santander via SAC: 0800 7627777 (com os protocolos 36927972 e 37153550) foi feita no dia 17 de julho de 2013, com o atendente Flávio. Além disso, a conta do Santander nas redes sociais (@santander_br) garantiu que “em até 30 dias”, as ligações não seriam mais realizadas pelo banco.

Ontem, domingo, 25 de agosto de 2013, às 8h da manhã, eu sou acordado pelo telefone (11) 5627-6843… procurando por Rafaela Silva Moraes.

Agora, imaginem o quanto estou feliz escrevendo esse post.

Muito bem, Santander. Eu trabalho com tecnologia desde os 16 anos de idade. Eu sei que sistemas computacionais dão problemas. Sei que os seres humanos são falhos. Mas essa foi a gota d’água. O que é mais cretino por parte do Banco Santander é chegar no Twitter e dizer “pedimos um voto de confiança, Eduardo”. Pois é, Santander: eu dei TRÊS VOTOS DE CONFIANÇA, e vocês falharam três vezes. Ou seja, vocês são altamente incompetentes (ou burro mesmo), e as chances de vocês se esgotaram.

Não recomendo o Santander nem para o Marco Feliciano. Se eles fazem esse serviço porco com quem não é cliente, imagina quando você tem uma conta no banco. Pulem fora dessa barca. O que eles estão fazendo comigo é desrespeitoso, e já me causa danos morais e até financeiros (cheguei a desligar o telefone da linha depois de DEZ LIGAÇÕES DOS NÚMEROS DO SANTANDER EM UM ÚNICO DIA).

Estou procurando os meus direitos. Já fui até o Procon/SP prestar queixa contra o Santander, registrei um Boletim de Ocorrência sobre o assunto, e vou entrar na Justiça para acabar com essa palhaçada. Pelo visto, o Santander só vai parar quando pesar no bolso. De novo: o que o Banco Santander pratica é algo de má fé, desonesto, ilegal e simplesmente vexatório.

E sim, eu tenho que desenhar para o pessoal do Santander que eu não tenho conta no banco deles.

E… Rafaela Silva Moraes… toma vergonha na sua cara a paga o que você deve ao Santander!

Black Friday 2012: comprar na Fast Shop (ou @fast_shop)? Nunca mais! (ATUALIZADO)

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Sou mais um que aumenta a lista de pessoas lesadas pela Fast Shop durante a Black Friday 2012.

No dia 23/11/2012, pesquisando para adquirir algum bom produto no tal dia de promoção de compras, encontrei um item que era de meu agrado, no valor de R$ 899,00. Optei pela compra de uma unidade, parcelada em 10x no cartão de crédito. A mesma foi rapidamente confirmada pela Fast Shop, uma vez que poucos minutos depois identifiquei o valor da compra debitado do saldo do meu cartão.

No mesmo dia, recebi e-mail da Fast Shop confirmando a compra, nas condições descritas, e com o código de pedido (J34320162). Também recebi no mesmo dia 23 de novembro, duas emissões de notas fiscais eletrônicas (NF-e) da Fast Shop, com numerações diferentes, referentes ao mesmo pedido. Achei estranho, pois já tenho experiência em compras na internet, e normalmente nunca me mandam duas notas fiscais eletrônicas de um único pedido. Mas decidi não levar isso em consideração. Apenas salvei os e-mails para minha segurança.

O produto foi postado no sábado, 24 de novembro, e chegou em minha residência sem problemas ou detalhes no dia 26 de novembro.

Na quinta-feira, 29 de novembro, eu precisei utilizar o mesmo cartão em questão para uma compra em um estabelecimento comercial de minha cidade. Qual é a minha surpresa é que eu não consigo utilizar o cartão. Motivo: limite estourado.

Tenho esse cartão a mais de 2 anos, e nunca tive esse problema, pois mantenho um controle rígido de todas as minhas despesas.

Liguei para a operadora de cartões, que não soube informar o motivo pelo qual o limite estourou, uma vez que somados todos os valores de compras nesse cartão, eu ainda tinha limite de sobra. Então, fazendo uma consulta online no status de minhas compras, detectei que o valor de R$ 899,00 do produto adquirido na Fast Shop foi reservado por DUAS VEZES, fazendo com que esse ultrapassasse o limite do cartão de crédito.

A loja alega que eles reservaram uma primeira vez os R$ 899,00 pelo pedido em si, e a segunda vez para concretizar a compra na prática. Considero essa justificativa improcedente pelos motivos a seguir:

1) em nenhuma transação comercial é permitida a retenção de valores acima daquele que foi anunciado e/ou acordado entre as duas partes;
2) em nenhuma transação comercial, nenhum valor a mais pode ser “reservado” do limite do cartão de crédito do cliente, sem a prévia autorização do mesmo. Não fui informado dessa prática. Se fosse, não faria a compra;
3) tal informação da prática da Fast Shop não está descrita de forma clara e com acesso fácil ao consumidor em sua página de compra ou site;
4) fui lesado moralmente, quando tentei fazer a compra no estabelecimento físico, mas não consegui, por causa da atitude tomada pela Fast Shop;
5) a emissão de duas notas fiscais eletrônicas, com números diferentes, para uma única solicitação se configura, ao meu ver, como tentativa de cobrança indevida, uma vez que fiz apenas um pedido no site. Não existe emissão de nota fiscal eletrônica para “reserva de valor no cartão de crédito”

Por fim, é impossível falar no SAC da Fast Shop (que não é gratuito por telefone), pois todas as linhas estão ocupadas, e o chat via internet é algo impraticável, pois o volume de pessoas na fila (na última tentativa, eram 145 pessoas) torna a espera tão longa, que o sistema não registra mais quando você se logou ao site. Mas essas dificuldades se justificam: muitas pessoas estão reclamando de problemas semelhantes que a Fast Shop causou durante a Black Friday 2012.

O que eu quero? Que tudo seja feito da forma correta. Que seja dado baixa na compra, que removam essa solicitação “pendente de autorização” de R$ 899,00 no meu cartão. Já fiz uma queixa no Procon/SP contra a Fast Shop, e se o problema não for resolvido com agilidade, tomarei medidas judiciais para não só recuperar o valor indevidamente reservado em meu cartão de crédito, mas também ser indenizado pelos prejuízos materiais e morais que já estou tendo com esse problema (incluindo com a prestadora de cartões de crédito). Afinal de contas, meu bom nome de crédito foi prejudicado por causa de uma prática da Fast Shop que considero ilegal, pelos motivos acima citados.

Sem mais.

ATUALIZADO em 30/11/2012, @ 19h31: acabo de receber um telefonema da Itaucard, que resolveu meu problema com apenas uma ligação. Expliquei o caso apenas uma vez, e eles entenderam (pelo meu perfil de compra de dois anos) que a Fast Shop realmente utilizou de uma prática ilegal para concretizar a compra. Meu crédito já foi restituído, e os R$ 899,00 cobrados de forma indevida foram liberados em meu saldo do cartão. Agora, a questão será resolvida na Justiça.

E repito: compras na Fast Shop? Nunca mais!

Oi multada em R$ 1 milhão, por corte de serviço de telefonia fixa no RS

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De tempos em tempos, uma operadora de telefonia é punida pela má qualidade dos seus serviços. A multada da vez foi a Oi. A Anatel multou a operadora em R$ 1 milhão, por interromper o serviço de telefonia entre os meses de fevereiro e abril de 2004 no Rio Grande do Sul. Foram 60 interrupções, afetando mais de 131 mil usuários. A decisão saiu em agosto de 2011, mas a operadora recorreu, e só agora se torna definitiva.

Veja bem: um problema que aconteceu em 2004, só foi resolvido em 2012! Será que essa morosidade da Anatel é o principal motivo das operadoras de telecomunicações prestarem um serviço tão ruim? Afinal de contas, elas podem fazer as besteiras que quiserem, pois quando uma solução (ou punição) aparecer, ninguém se lembra mais disso.

A Oi não comenta o assunto.

E o problema do Brasil continua sendo a impunidade, e a morosidade da Justiça, nas decisões que favorecem o povo. Lamentável.

Via AdNews