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iPad Pro: é a Apple dando razão ao Surface em tudo, menos no sistema operacional

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Muito se falou sobre um iPad de grande tamanho, e a Apple tornou isso uma realidade, com o iPad Pro. O produto era tudo o que se esperava, e resta saber se o resultado prático será o que a Apple espera. Mas à princípio é inevitável a comparação do iPad Pro com o Surface Pro 3 da Microsoft.

Os dois são tablets conversíveis com teclado e caneta stylus, e oferecem uma experiência focada na produtividade. Os dois contam com telas touch, um case-teclado dobrável e são uma alternativa aos notebooks tradicionais. A grande diferença é que o produto da Microsoft tem um sistema operacional completo (Windows), enquanto que o tablet da Apple faz uso de uma plataforma móvel (iOS), que quer ser maior e conquistar um terreno cujo representante é o OS X.

 

Faz sentido o iOS nos desktops?

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Essa é uma das principais perguntas que envolvem o iPad Pro, que não surpreendeu nas cópias de características de outros produtos. Afinal de contas, no mundo da tecnologia, TODOS COPIAM TODOS (conformem-se com isso). O iPad Pro é uma adaptação explícita do Surface Pro 3, e muitos entendem que essa é uma das últimas tentativas da Apple para revitalizar a sua divisão de tablets.

As vendas desses dispositivos seguem em queda livre, e o iPad Pro é o único formato que restava para a Apple explorar. O iPad original foi um sucesso, mas eles demoraram para ver que a tendência eram os tablets de pequeno formato. A atualização do iPad mini 4 recebeu pouquíssimo destaque, e isso parece deixar claro o pouco interesse da Apple no segmento. E isso porque não mencionamos que o iPad Air não foi atualizado, e não devemos ter novos eventos da empresa em 2015.

Assim, podemos estar diante do ‘canto do cisne’ da Apple no mercado de tablets. O mais curioso disso é que a proposta deles se baseia no iOS, e não no OS X, algo que parece querer validar o fato da plataforma móvel também ser útil para tarefas de produtividade.

 

Turno de usuários e desenvolvedores

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A aposta não acontece por acaso. Faz tempo que o segmento de aplicativos para os tablets da Apple mostra a sua capacidade tanto no consumo de conteúdo como no terreno de produtividade. O lançamento do Microsoft Office para o iOS é um dos exemplos mais evidentes de como os tablets da Apple podem ser uma alternativa ao notebook convencional, e a presença do teclado e da Apple Pencil reforça ainda mais essa tendência.

As propostas da Apple se basearam especialmente no terreno da criatividade: editar vídeos e fotos diretamente nos dispositivos será algo muito mais interessante com os novos e potentes processadores Apple A9X, dando margem sobre às tarefas de produtividade convencionais, que são mais exigentes que as de consumo de conteúdo.

A Apple demonstrou isso no evento dessa semana na execução de softwares como AutoCAD 360, UMake e nas novas ferramentas do Adobe, aproveitando o potencial do Apple Pencil. Tudo para deixar bem claro que é sim possível trabalhar com um iPad.

De fato, a proposta da Apple não é muito diferente até mesmo dos modelos anteriores do iPad. Carcaças com teclado para esse tablet já existiam, e canetas compatíveis também.

Então… o que a Apple oferece de tão diferente assim?

Basicamente o tamanho maior (quase 3 polegadas a mais) e a maior potência, dois argumentos de peso para convencer os usuários a escolher o novo modelo no lugar do iPad Air 2, que não foi renovado, reforçando assim a filosofia de vendas da Apple e de outras empresas: potenciar no produto que quer vender para deixar outros produtos do catálogo no passado.

 

 

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Aliás… não é curioso que o preço do iPad Air 2 lá fora não caiu, mesmo sendo um produto do ano passado? No Brasil, aconteceu o contrário: ele ficou mais caro ainda! Essa estratégia não acontece por acaso, amigos.

Quem é o usuário de um iPad Pro?

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Os profissionais. Mas mesmo assim, há alguns que não vão optar por ele.

Se você quer produtividade, o MacBook Air 2015 é uma excelente opção, mas que foi regalado para um segundo plano para colocar o novo MacBook em evidência. Mesmo assim, se alguém necessita de algo mais potente, pode apelar para o MacBook Pro com tela Retina.

Segurar um dispositivo de 12.9 polegadas por muito tempo (tal como você vê na foto acima) não parece ser algo especialmente cômodo. Se queremos interagir com aplicativos de todos os tipos e de forma continuada, um ponto de apoio é algo imprescindível, e nesse aspecto, o notebook oferece mais possibilidades.

Um tablet de 12.9 polegadas é grande, e nas demos e fotos produzidas pela Apple, vimos as pessoas segurando e usando o iPad Pro no ar na maioria das vezes. Não é algo aconselhado nos conversíveis baseados no Windows – muitos pesando menos de um quilo no modo tablet, tal como acontece no iPad Pro -, não só por conta do peso, mas também pelas dimensões.

Se você vai segurar um iPad nas mãos, o iPad Air 2 é uma alternativa mais válida. E se você vai acabar apoiando o produto na mesa, voltamos ao ponto: por que não um MacBook Air ou um MacBook Pro?

É claro que esta é uma avaliação preliminar. Não testamos o produto, e não sabemos se a combinação de produtividade e consumo de conteúdos oferecida pelo iPad Pro é válida ou não, mas sabemos o que o Surface Pro 3 oferece, sendo mais relevante pelo touchpad do teclado, além de oferecer um sistema operacional completo, entregando mais garantias de produtividade.

Mas… o que teria acontecido se o iPad Pro contasse com o OS X, ou se o MacBook fosse baseado em um micro ARM, sendo assim compatível com o iOS? Pela potência do Apple A9X, a escolha foi feita pelo iOS e, pelo menos por enquanto, a Apple parece querer seguir diferenciando tablets de notebooks e desktops através do sistema operacional.

O iPad Pro é especialmente interessante para determinados nichos de mercado, como artistas e designers, mas pouco recomendado para a maior parte dos usuários, que contam com opções mais interessantes, tanto na parte de cima (MacBook Air, MacBook Pro como na parte de baixo (iPad Air 2, iPad Air e até o iPad mini 4). O conceito de tablet conversível não agrada a todos, onde a ideia de um tablet com teclado físico rígido (e não um case) é muito mais adequada para a produtividade que a Apple quer vender com o iPad Pro.

Dica | Como fazer o Home Office de forma 100% eficaz

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Eu trabalho com Home Office todos os dias, e recebi essa pauta da Seal Telecom que dá algumas dicas sobre como fazer um Home Office mais eficiente. As dicas servem para qualquer pessoa que se propõe a trabalhar em casa (eu, inclusive), e vale a pena ser compartilhada.

É fundamental que haja um local você consiga ficar integralmente concentrado para que evite a perda de produtividade. Além disso, é preciso estar altamente motivado, e no caso de morar com outras pessoas, estabelecer regras, para que não seja incomodado durante seu horário de trabalho.

A distância é um mero detalhe em trabalhos por Home Office. As tecnologias atuais permitem que uma pessoa trabalhe em casa em contato direto e permanente com superiores, colegas de trabalho, clientes, assessores de imprensa, fornecedores e outros profissionais, recebendo instruções e informações mesmo estando fora da empresa.

 

Comunicação Unificada – “Telefonia, Chat e Videoconferência”

Por definição, Comunicação Unificada, do inglês Unified Communications ou apenas UC, é a integração dos sistemas de comunicação em um ambiente de TI. Quando falamos em UC com objetivo de atender a demanda do usuário Home Office, falamos em fornecer exatamente a mesma experiência e todos os benefícios do usuário corporativo para os usuários que estão fora da empresa.

 

Telefonia

A telefonia IP traz uma série de vantagens que refletem em maior produtividade, maior facilidade operacional e ainda a economia de recursos. Todos podem ficar constantemente conectados por voz, em qualquer região do mundo, sem se preocupar com a conta de telefone.

 

Chat e presença

Também existe há a possibilidade de compartilhar documentos e a opção de chat, outro método de sanar dúvidas e trocar informações bem como visualizar o status da pessoa desejada.

 

Videoconferência

Um dos principais benefícios da videoconferência como ferramenta para home office é a colaboração em tempo real. Não é necessário que o funcionário crie um ambiente multimídia para se conectar às outras pessoas que estão na empresa, a solução móvel de videoconferência permite que ele participe de reuniões, eventos e tomada de decisões através de seu smartphone, tablet ou computador.

 

Todas essas ferramentas podem ser integradas ao sistema de e-mail e agenda da corporação, facilitando ainda mais as reuniões. E para o pessoal de TI, ainda existem ferramentas centralizadas para gerenciamento de toda a comunicação.

 

Benefícios Gerais do uso da Comunicação Unificada para as Empresas

Redução de custos para a empresa no que diz respeito a locação/aquisição de espaço físico;
Redução do risco relacionado aos deslocamentos;
Contratação de pessoas qualificadas em regiões não centrais;
Possibilidade de atendimento em vários fusos horários com custo reduzido;
Possibilidade de descentralizar atendimento ou equipe de vendas visando atingir novos mercados aumentando lucro/faturamento.

Benefícios Gerais do uso da Comunicação Unificada para os Funcionários

Propicia ao funcionário trabalhar sem sair de casa;
Qualidade de vida com menos deslocamento e trânsito;
Redução de custos com transporte e alimentação.

Via assessoria de imprensa (Seal Telecom)

O prazer em digitar textos em um teclado físico (e por que eu nunca vou te abandonar, notebook)

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O teclado. Ele é o melhor amigo do produtor de conteúdo, seja ele qual for. É o centro das atenções de qualquer blogueiro, jornalista, programador ou profissional de tecnologia. E mesmo com toda a evolução tecnológica, com as telas sensíveis ao toque e as inovações biométricas e hápticas nesse sentido, pelo menos por enquanto, o teclado físico ainda é insubstituível.

Eu me lembro que, quando eu era mais novo, eu era simplesmente fascinado pelas máquinas de escrever. Quando via o meu pai digitando matérias em uma velocidade assustadora, achava aquilo genial. Moderno. Algo que só as pessoas inteligentes poderiam fazer. Hoje eu vejo que qualquer zé mané que nem eu consegue digitar em uma velocidade razoável. Mesmo assim, é uma alegria poder sentar diante do computador e produzir textos. Com um teclado físico, é claro.

Eu nem preciso falar muito sobre a precisão oferecida por um teclado físico. Esse é um item fundamental para a produtividade de qualquer pessoa que se dispõe a produzir conteúdos para qualquer finalidade. Essa precisão nem de longe é oferecida pelas telas sensíveis ao toque. E olha que eu já tentei substituir meu netbook (na época) por um iPad. Não deu certo.

Eu sei que tem algumas pessoas que conseguem produzir textos simplesmente digitando diretamente na tela do iPad. Admiro essas pessoas, justamente porque eu não tenho tal habilidade e, principalmente, a paciência. Não acho o recurso de previsibilidade de palavras do iOS algo tão bom assim (o teclado virtual do SwiftKey do Android simplesmente humilha nesse aspecto), e não iria me acostumar com o fato de colocar o dedo em um lugar onde está uma determinada letra, e ver que na tela foi impressa a letra do lado ou acima.

Resultado: acabei comprando um ultrabook para produzir textos fora de casa.

Acho que os programadores também passam pelo mesmo problema. Programar em tecnologia é algo que requer uma precisão absurda. É um processo quase cirúrgico, que quando colocamos uma aspas fora do lugar, pode simplesmente paralisar o programa inteiro. Passo por isso de vez em quando com a programação dos temas dos blogs. Um “>” a mais, e o blog inteiro fica fora do ar.

Agora, imagine esse processo todo com uma tela sensível ao toque? Simplesmente não dá!

Não posso me esquecer dos gamers. Muitos gamers ainda preferem o teclado físico para poder jogar os seus jogos de campanha, de tiro em primeira pessoa, jogos de RPG, entre outros. Não só pela convenção de anos jogando desse modo, mas principalmente, pela precisão que o teclado físico oferece. Afinal de contas, todo mundo sabe que ali tem uma tecla, e que essa tecla vai fazer alguma coisa que estamos esperando. E não que uma área aleatória da tela pode determinar a ação, mesmo contra a sua vontade.

Por isso… eu nunca vou te abandonar, notebook!

Pelo contrário! É você quem paga as minhas contas hoje. Tudo bem, eu posso preferir o tablet para relaxar, e o smartphone para twittar. Mas para trabalhar, não há outro substituto. Para mim, é uma alegria sentar diante do notebook e escrever todos os dias para quem gosta de tecnologia. E espero poder fazer isso por muitos e muitos anos.

Utilizando um teclado físico, é claro!