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A Xiaomi é uma das empresas de telefonia mais populares da atualidade. É respeitada no setor, principalmente pela sua rápida ascensão, além do apoio da comunidade de usuários. Agora, a marca se prepara para alcançar o seu mais ambicioso objetivo, que deve ser cumprido até o final de 2017.

Lei Jun, CEO da Xiaomi, estabeleceu como meta vender 90 milhões de unidades de smartphones da marca até o final de 2017. Se ele vai conseguir ou não, só o tempo vai dizer. Mas é possível analisar como ele vai conseguir chegar lá.

A Xiaomi lançou recentemente o Xiaomi Redmi 5A, modelo de entrada com preço bem abaixo dos US$ 100. Mesmo sendo um produto para o mercado chinês, ele vai desembarcar rapidamente nos importados nas próximas semanas.

A relação custo-benefício desse modelo é ótima: processador Snapdragon 425 com câmeras de 13 MP e 5 MP. Poucos no mercado oferecem tanto por tão pouco.

Em 2015, no melhor ano de sua história, a Xiaomi vendeu mais de 70 milhões de smartphones. Em 2016, foram 58 milhões de unidades comercializadas. E é no mercado de entrada e linha média que a marca se destaca. Em apenas um mês (setembro de 2017), a empresa vendeu 10 milhões de unidades por conta da crescente popularidade no gigantesco mercado indiano.

Na Ásia, Vivo e Samsung dominam, mas com uma Xiaomi na terceira posição, com um Redmi Note 4 econômico e atraente.

Mas é na Índia que mora a galinha dos ovos de ouro da Xiaomi, onde quatro dos seus smartphones mais populares estão no Top 10, com o Redmi Note 4 na segunda posição, atrás apenas do Samsung Galaxy J2.

Bom, já sabemos em quais mercados a Xiaomi é mais forte. E Lei Jun já avisou que ser ser líder na China em 2020.

Eu não diria que é impossível a missão da Xiaomi. Pelo contrário: como modelos como o Xiaomi Mi A1 e o Mi Mix 2, nada é impossível para eles.