O Xiaomi Mi MIX 2S mudou pouco em relação ao modelo anterior. Tão pouco, que nem parece ser um novo produto. O que, nesse caso, não é algo tão ruim assim.

Para começar, é mais um que parece um iPhone, mas ao menos não tem o notch. É um design que me agrada por fugir da tendência atual, mas com um ar minimalista que é visto com bons olhos por mim.

Talvez não me agrade muito o posicionamento da câmera frontal na parte inferior, mas acredito que tudo é uma questão de costume. Acho que os usuários se habituam com esse tipo de mudanças, que não geram um impacto acentuado na experiência de uso.

 

 

O Xiaomi Mi MIX 2S praticamente não tem bordas. Provavelmente as pessoas queriam ainda menos bordas do que as presentes no dispositivo. Por outro lado, ou é isso, ou o notch volta lá para cima.

 

 

Na parte traseira, a câmera dupla na vertical (outra tendência de mercado), com o flash LED entre os sensores. O leitor de digitais se faz presente em um design bem limpo, em um dispositivo que aposta na combinação de vidro com a cerâmica na sua construção.

É um smartphone que me agrada em vários sentidos. Especialmente nas especificações, que não apenas são dignas de dispositivos top de linha, mas oferecem alternativas para o consumidor. Nem falo tanto por conta da variação de preços entre eles, mas especificamente para que os usuários não fiquem presos a uma única alternativa, principalmente de armazenamento (ainda mais que esse smartphone não conta com microSD).

 

 

Um processador top de linha (Snapdragon 845), que pode trabalhar com até 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, com preço na casa dos 500 euros (já convertidos).

Quem não gostaria de ter isso?

 

 

Enfim, o Xiaomi Mi MIX 2S já é um dos tops de linha mais desejados de 2018. Muitos geeks que eu conheço (eu, inclusive) gostariam de colocar as mãos nele.

E é um dos modelos que ameaçam a liderança da Samsung entre os tops de linha Android. Principalmente por causa de sua excepcional relação custo-benefício.