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Entendo que o momento que a nação norte-americana vive é um dos mais propícios para que as pessoas reflitam sobre o modo de viver e pensar do povo comedor de hambúrguer. Por isso, a minha leitura desse final de semana é Stupid White Men – Uma Nação de Idiotas, de Michael Moore.

Eu sabia que esse livro contava com um texto incrível, mas ainda não havia me deparado com uma edição do mesmo em nenhum lugar. Talvez se eu tivesse procurado em uma Livraria Cultura ou Livraria Saraiva da vida eu teria encontrado. Mas faltou tempo e oportunidade para isso.

Felizmente, aqui no Paraná temos o Projeto Pegaí, onde as pessoas podem pegar livros de graça para leitura, além de doar livros para que outras pessoas possam ter acesso à leitura de forma simples e descomplicada.

 

 

Uma denúncia bem humorada sobre o estilo idiota de ser do norte-americano médio

 

Para quem não se lembra, Michael Moore é o diretor do premiado documentário Tiros em Columbine, e um dos críticos mais vorazes da era George W. Bush.

Na verdade, Moore faz uma associação direta da personalidade de Bush como a fiel representação do quão imbecil pode ser o norte-americano médio.

Por isso, encaro Stupid White Men como uma escancarada denúncia sobre o intelecto da nação sobre vários temas, principalmente aqueles que envolvem a política e a forma como eles se enxergam dentro de uma estrutura moralmente falida.

Michael Moore vai no cerne da questão, ou como gosto de dizer, dá um soco na boca do estômago de todos, fazendo denúncias estarrecedoras e escancarando esse comportamento arrogante e prepotente.

Em tempos onde o norte-americano precisa escolher entre Donald Trump e Hillary Clinton, entendo que a leitura desse livro é mais do que recomendada. Ajuda a entender como a mente de boa parte da nação pensa.

Principalmente se o Trump vencer.

Por outro lado, muitas coisas ditas no livro podem ser aplicadas para o brasileiro médio.

Até porque gente idiota existe em qualquer lugar.